domingo, 18 de dezembro de 2011

RE-INTROSPECTIVA 2011



REINTROSPECTIVA 2011

Graças a Deus, mais um ano se finda, e com sucesso!!!
Vamos relembrar de alguns fatos?
No finalzinho do ano passado resolvi mudar de ares. Sai do ramo escolar e fui brincar em hotelaria. Como muita gente não me leva a sério, consequentemente não teria o porquê de levar minha brincadeira de hotel a sério também, porém, sou do tipo de pessoa que leva até as brincadeiras a sério, ok?
Tive uma grande experiência em um hotel de bairro, mas como eu só estava cubrindo férias, meu contrato acabou, contudo, resolvi continuar no ramo, foi quando consegui entrar para um dos mais procurados hotéis de Valadares. Apesar de ter sido um susto a adaptação naquele ambiente extremamente competitivo, de pessoas desvairadas para subir de cargo, eu carreguei o melhor: amadurecimento pessoal. Sem ele, eu não estaria findando este ano em uma das cidades mais lindas do Brasil. (BSB).
Nesse meio tempo, sarei a alma de uma pessoa muito especial, me afastei de outras também especiais. O ano de 2011 foi muito cansativo para minha mente e corpo, e para evitar explodir com pessoas amadas, eu me fechei. Tranquei meus contatos numa caixinha de vidro. Aqueles que forem realmente meus amigos, entenderão, e quando eu quebrar todo o cansaço e voltar a voar, vão me receber de braços abertos. Caso contrário, não era para ser...
Esse ano foi um marco, pois finalmente lancei meu primeiro livro. “O diário idiota de Rafaela” está a todo vapor sendo vendido no site da editora Clube de Autores. Já tenho exemplares divulgados em Boston, Teresina, Campinas e Belo Horizonte. Para uma marinheira de primeira viagem, isso é uma coisa grande. Yeah!
Além disso, temos a revelação do youtube, Paola Gavazzi, que para mim causou dignamente muito sucesso com suas dicas de maquiagem. Essa mulher é uma explosão de criatividade, carisma e talento. Tive oportunidade de entrevistá-la. Foi muito gracinha.
Por volta de setembro recebi uma luz, dizendo que eu deveria pegar a experiência com o inglês e hotelaria, e dar um salto. Inquieta, não pensei muito e em outubro já estava de mudança para a capital.
Finalmente minha banda favorita de anos lançou o terceiro disco bombástico. O retorno foi magnífico, e a espera longa por ouví-los valeu a pena. Palmas para Evanescence com seu álbum Evanescence. (Isn’t it perfect?).
Hoje findo esse ano apaixonada pela cidade, pela oportunidade que ela nos oferece para crescer profissionalmente, pelo meu futuro curso de francês e pela “massagem no coração”. Alguém não tão longe/perto me fascinou. (little secret).
E como minha vida é basicamente começada e terminada em amor, eu fecho este post extremamente apaixonada por tudo que acabei de escrever, e certa de que 2012 será tremendamente fascinante, eu aguardarei o mundo “acabar” e começar novinho em folha. Em folha branca.
Boas festas a todos.
Obrigada pela constante visita, pelos e-mails, pelas confidências e pelo carinho. Se hoje continuo escrevendo, é porque há pessoas que lêem essas bobajadas todas.
UM BEIJO.

Entrevista com Paola Gavazzi:
http://www.recantodasletras.com.br/entrevistas/3111873

Link para compra do livro O diário idiota de Rafaela:
http://clubedeautores.com.br/book/41762--O_DIARIO_IDIOTA_DE_RAFAELA

domingo, 11 de dezembro de 2011

The Sis Rox




Olá leitores lindos!!
Que saudade de estar por aqui. Mesmo!
O tempo anda correndo de mim e me sinto egoista por não ter tanto fólego para pensar sobre algumas coisas ultimamente.
Sabe quando você tem muito o que dizer, o que escrever, mas na hora H não sai nada? Está tudo embolado, perdido por ai? Pois então, eu estou desse jeito. Não sei se isso é bom ou ruim. Vou esperar o amanhã para saber.
Estou trabalhando muito e meus horários oscilam bastante. Quando estou de folga e meio que fico por conta da cama, dvds e compras no supermercado. (Bem que poderia ser no shopping né?) rs, maaass, há gastos que ainda não posso me dar ao luxo.
Estou aqui super ansiosa com o cd deluxe do Evanescence que até hoje não chegou nas lojas. Houve algum atraso e sei lá o que.. estou aqui no aguardo.
Tem uma música linda que eu gostaria de indicar para vocês escutarem. Se chama A thousand years da Christina Perri. E falando em música, minha irmã e eu estamos preparando covers novos para o canal www.youtube.com/thesisrox . O repertório tá lindinho.
A última publicação que fiz no site do Recanto das letras foi uma crônica divertida chamada “Recepcionistas go crazy” http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/3334013 . Dê uma olhada lá quando tiver um tempinho.
Ahhhh! Terminei de assistir toda a série Sex and the city. Eu quero MAIS! Quem me dera. Realmente a Sarah Jessica Parker faz jus ao rôtulo de uma das melhores atrizes dos USA. A realidade que ela trouxe para a personagem Carrie Bradshaw é maravilhosa. Digo também para as três fabulosas amigas de set que transmitiram tão bem a mensagem da série. O mundo feminino e independente é aquilo ali mesmo. Palmas para a autora do livro que foi inspiração para o seriado.
Genteeee! Estou colhendo leitores em BSB também. Isso é muito maravilhoso. A Rafa vai encantar as pessoas por aqui, tenho certeza. Como ando fazendo contatos no meu tempo, eu ainda nem penso em lançá-lo por aqui agora não. Há muito no que preciso investir primeiro, porém, para as pessoas que querem adquirir um exemplar, entre no portal da editora Clube de Autores e peça o seu livreto. É seguro, prático e chega na sua casa em uma semana. Vou deixar o link para vocês: http://clubedeautores.com.br/book/41762--O_DIARIO_IDIOTA_DE_RAFAELA
Ufa, acho que por hoje é só. Há muito para falar, masssss... Eu voltarei amores.
Um beijo enorme e vamos saudar o 2012 porque ele está quase tocando campanhia.
Au revoir!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Anoitecer


Photo by G.L

Hoje temos Vênus a nosso favor!
Obrigada por fazer parte da minha nova vida também.

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Ainda de férias, leitores.
Eu volto.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Férias, digamos assim.





BOA TARDE!!! Blogueiros, amigos, cantores!

Ontem tivemos um chá na casa de uma professora muito especial, Ana Lídia.
Foi uma alegria só. Minha mãe e irmã também estavam presentes.
No domingo, dia 02, teve um churrascão na casa da dona Su, companheira de trabalho.
Foi uma festança. Adoro vocês pessoal!

Essa semana enviei os marca textos para os leitores que adquiriram o livro O diário idiota de Rafaela pelo portal da editora Clube de Autores. Espero que não atrase tanto por conta dessa greve.

Venho através deste post, anunciar que estou tirando umas semanas de férias.
Vou ficar uns dias sem atualizar minhas páginas, mas checarei os e-mails e facebook pelo celular. Qualquer novidade, vocês me acham por lá.

Vou tirar esses dias para terminar de assistir as temporadas de Sex and The City, Parenthood e Gilmore Girls. Tomar uns bons drinks com minha irmã e aproveitando o deserto "solitário", não tão pouco glamuroso de BSB, estarei organizando as idéias para meu novo livro.

Reforçando o twit de ontem, mais uma crônica minha foi postada na revista Mista. #Cheers!
Obrigada editora Publicar pelo apoio.

Estou curtindo muuuuito o álbum novo do Evanescence (abafa que baixei, mas juro que vou comprar o original assim que chegar nas lojas). Sou tão ansiosa que passo por esses "carões".

Vou deixar o link do portal do meu livro para os novatos:
http://clubedeautores.com.br/book/41762--O_DIARIO_IDIOTA_DE_RAFAELA

E o link do meu site com crônicas e afins:
www.recantodasletras.com.br/autores/gabriellalima

Até o retorno, pessoal!
#Cheers!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Análise Literária sobre O diário





Com uma enorme satisfação, eu apresento a vocês a Análise Literária que a acadêmica Niza D.Pereira, da Academia Valadarense de Letras, fez sobre o meu livro "O diário idiota de Rafaela".

Governador Valadares - Setembro de 2011

ACADEMIA VALADARENSE DE LETRAS - AVL

Análise Literária

O diário Idiota de Rafaela
Autora: Gabriella Corrêa Lima

Por: Niza Diniz Pereira
Patrono: Aluisio de Azevedo

Trata-se de um livro em que a autora enfoca dois temas: o primeiro é a crescente adesão dos adolescentes aos relacionamentos amorosos virtuais e o outro, a abordagem detalhada dos sintomas e sofrimentos causados pela doença menta, o transtorno bipolar. A protagonista tem um namorado real, mas embarca numa fantasia, tendo outro via Internet, pelo qual se apaixona perdidamente. Abandonada pelo amor virtual chega ás raias da loucura, busca respostas para suas ansiedades; finalmente, adoece recebendo o diagnóstico: transtorno bipolar, uma doença mental caracterizada por uma constante alteração de humor. Em seu Diário, a autora faz verdadeira catarse, onde descreve com riqueza de detalhes as experiências advindas do transtorno: quando se encontra na fase maníaca, tem o sentimento de poder, de euforia, tem vários namorados, sendo que as idéias fluem rapidamente (sem nunca concretizá-las). Nesta fase, vive fantasias, como a protagonista Rafaela, que em delírio, registra em seu diário a existência de uma filha de 3 anos, chamada Clara, fruto do relacionamento com seu namorado. Tal criança, nunca existiu a não ser na sua mente doentia. Identificando esta fase no livro: "Às vezes acho que sou demais, não consigo ser menos, ser pouco me desgasta".
Por outro lado, registra em seu Diário, as fases depressivas, quando seu mundo cai, acompanhando de insônias, pessimismos, tristeza, irritabilidade, inércia, idéias de suicídio. Este é um estágio difícil, quando afunda em bebidas alcoólicas e nas drogas.
Identificando esta fase no livro: "hoje habito em um buraco negro dentro de mim, às vezes tem nome, embora só às vezes".
Para sintetizar a avaliação que faz de si mesma:
"Eu sou para mim meu próprio tormento".
A partir do momento que se conscientiza da sua doença e resolve encará-la, começa a trabalhar em seu próprio favor, casando-se com seu primeiro namorado. A protagonista em certo trecho deixa entender que o objetico desta obra é ajudar as pessoas que sofrem de transtorno bipolar e aceitarem que podem ter uma vida normal, desde que se cuidem, pois a doença não tem cura. Demonstra que existem pessoas com sofrimentos maiores que superam. Final do livro instigante: será que Rafaela era mesmo bipolar, ou tudo não passou de uma fantasia de adolescente?
A leitura oferece ao leitor a oportunidade de rever seus relacionamentos virtuais com mais critério, ao mesmo tempo em que alerta para a aceitação de transtornos que acaso surjam em sua vida.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A INTERNET



Até quando a internet interfere em nossas vidas?
Como controlar os vícios e o “block” mental que aos poucos ela nos fornece?
São algumas das várias perguntas que fazemos desde que a substituição dela em vários campos de nossas vidas, seja social, literário e emocional aconteceu.
Quem nunca deixou de fazer alguma atividade em casa para ficar vidrado no msn com amigos reais e irreais? (Irreais)?? Amigos virtuais, meus caros.
Quem nunca deixou de assistir na tv algum clip ou filme espichado no sofá, com os amigos/família desde que o youtube surgiu?
Ou, quem nunca deixou de ir a biblioteca fazer pesquisa da escola/faculdade ou de comprar um livro porque você já consegue ler tudo em iPads e notebooks?
Isso é bom? É ruim? Ou é moderno demais?
Claro que as respostas são claras, pois tudo que é feito com desequilíbrio nos prejudica em algo.
Num passado não tão distante eu tive problemas com esta ferramenta, a Internet.
Depois que eu conheci várias “Rafaelas” por ai, ela acabou surgindo em forma de livro.
Aprendi com a personagem que viver lá fora é muito mais real e as ansiedade são menores.
Esses dias estava hospedada na casa de uma irmã que tem um filho de 5 anos e por alguns momentos eu quase deixei de sair com ele para andar de bicicleta para ficar sentada em frente ao computador, praticamente sem rumo. Havia algum tempo que eu não tirava férias, e muitas coisas estavam desatualizadas. Num espaço de 3 horas consegui colocar meus textos em ordem e comunicar com os leitores que deixam comentários e e-mails.
O garoto me chamou com impaciência para que saíssemos logo. Por um breve momento eu quase estourei, mas depois pensei nas coisas que aprendi sobre os vícios.
Desliguei o pc e fui sentir o ar lá fora.
Na manhã seguinte houve um quase resquicio.
Estávamos fazendo tarefinhas da escola quando o msn gritava por meu “nome”.
Desconectei da conta e fui dar atenção ao garotinho, afinal, não quero que ele cresça com a visão de que a máquina vem em primeiro lugar.
Agora deixo essas questões para vocês refletirem.
Comentem, me deixe sua opnião. Debater sobre temas assim fazem com que alguma coisa na “rede” valha a pena.
Os segundos passam voando. Ou você usa isso para seu benefício, ou...

Boa reflexão e volto semana que vem com a análise literária que a Academia Valadarense de Letras fez sobre meu livro, "O diário idiota de Rafaela".

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Nada além de EVANESCENCE




Evanescence em seu nada menos que Evanescence’s CD.

Entitulado Evanescence, o novo álbum da banda (2011) está Esplêndido!
Tem peso, tem energia, tem brutalidade incrivelmente sexy e tem Amy Lee na sua melhor performace dizendo: Hello world, agora estou de volta.
Em The open door (2ª album da banda), eu não consegui visualizar aquela conexão do grupo, a animação em estar fazendo música e “turneando” por ai. Nem ouso a falar o que acho que pode ter acontecido naquela época , mas posso afirmar que agora a banda veio com força.
Fico orgulhosa com a resposta do grupo, mediante ao “non-successful” album pós Ben Moody e isso deixa claro que Evanescence se recuperou da “depressão” após ter perdido todos os membros que fizeram o marco de Fallen (album de estreia) em 2003.
Estávamos em três quando escutamos o novo CD de Evanescence. O choque foi quase mútuo.
Meus olhos brilharam enquanto um amigo dizia que as paletadas das guitarras lembravam levemente Slipknot e Korn. Não pudemos concordar menos. O CD todo está deliciosamente masculino e feminino para ser escutado. É um leve pesado, melancólico animador. O dualismo corre entre as melodias. Tudo bem que sempre tem um patinho feio no meio, e ainda quero saber o motivo pelo qual Swimming Home foi escolhido para o album, mas isso nem vem ao caso.
As letras estão bem claras, concisas, e historicamente reais. Um encanto.
O CD está todo plausível para ser apreciado.
Espero muito que esse ano os fâs e não-fãs da banda sejam arrebatados.
Cheers!!!

www.twitter.com/gabriellaclima

sábado, 24 de setembro de 2011

Brinde do Diario da Rafa



Oiiiiii pessoas!!!
Olha só a novidade.
Quem adquiriu o Diário da Rafa no portal do Clube de Autores, estarão recebendo em casa um marca texto autografado. Como não será possível o livro ser autografado por morarmos em diferentes lugares, tive essa ideia de colher os leitores por ai e estarei enviando para aqueles que me mandarem uma fotinha com o Diário.
A Rafaela de Teresina, Suzana de Belo Horizonte e Juliana de Campinas já estão na fila.
Segue o link do portal para aqueles que ainda não compraram o livro.
http://www.clubedeautores.com.br/book/41762--O_DIARIO_IDIOTA_DE_RAFAELA

Desde já agradeço aos amigos e amantes por mais esta conquista.
Entrei rapidinho para dividir essa novidade.
Voltarei com mais outra bem super master blaster importante.
BEIJOSSS

domingo, 18 de setembro de 2011

Fofocas



O mês de setembro estaria sendo um martírio maior se eu não estivesse participando de todas as festas familiares. Oh mês que está demorando séculos a passar!!!
Hoje é domingo, dia de preguiça.. aliás, tenho acordado com preguiça do mundo a uma semana. Que horror!

Estou sem conteúdo hoje, portanto, vim fofocar. HAhahahahha.
Estou devorando O retrato de Dorian Gray. Sem contar que tenho tido overdose de Sex and the city. Como podem ver, ganhei todas as temporadas.

Estou com fome de coisas gostosas. Me dá?

Vou recitar uns trechos pecaminosos do livro de Oscar Wilde.

" Pecando, o corpo se liberta do seu pecado, porque a ação é uma forma de purificação. O único meio de nos livrarmos de uma tentação é ceder a ela.
É no cérebro e somente nele que também acontecem os grandes pecados do mundo.
(...) As poucas palavras que o amigo de Basílio lhe havia dito - haviam tocado alguma corda secreta, antes nunca vibrada, mas agora vibrante e palpitante de estranhas emoções."

Boa semana a todos, até você, coisa diabólica.

ps- Morram de inveja os amantes de Anne Rice. Tenho o livro A hora das bruxas ORIGINALÍSSIMO e em inglês.

domingo, 11 de setembro de 2011

PESSOAS ESTRANHAMENTE HUMANAS





Até quando somos livres para ir e vir?
Muitas vezes achamos que somos auto suficientes, que temos super poderes para dizer: “Não. Não aceito mais essa condição. Estou saindo. Obrigado e até logo.” Hein??
Às vezes me pergunto se eu preciso de alguém ou se esse alguém precisa de mim.
Me perdi nas infinitas respostas.
Há meses venho recebendo convites tentadores para trabalhar fora. Apesar de eu ter um espírito livre e aparentemente adorar desafios, eu sempre me surpriendo com o medo de errar.
Acho que perdi a confiança, só não sei de quê ou de quem.
Esses dias resolvi aceitar um convite para a tal mudança e não tenho dormido até então.
A espectativa me consome.
E se? E se? E se??
E se eu não der a cara a tapa para ver, vou ficar nesse “e se” para sempre.
Mais uma vez estou saindo do buraco negro que é esta cidade.
Acordei na sexta-feira super agitada, pensando no discurso que eu teria que fazer sobre o “tal” pedido de despensa da empresa onde trabalho. O encontro com a ruiva poderosa me faria gaguejar. E fez! (Exclamation point)
Meus pensamentos se enrolaram tanto que comecei a tremer e ela pode ter pensando que aquilo tudo foi mentira.
Quisera eu ter mentido na sinceridade, dizendo que as maçãs podres que existem no estabelecimento me custariam um estômago novo e muitos calmantes.
Preferi dizer a verdade que estou aqui de passagem.
Caro leitor, quando você não tem um limite, como você reage? Eu acabo não criando vínculos e me sinto livre demais para ir e vir.
Isso seria um problema?
Alguns amigos dizem que devo aproveitar as oportunidades, inclusive pelo fato de eu ser solteira com nenhum filhos. Portanto, que mal há em ir, quebrar a cara (ou não) e depois voltar para uma “casual visit” ou até mesmo para ficar no “black hole” da cidade perdida? Afinal, estamos aqui só de passagem, e bobo é aquele que não desfruta da famosa frase “Carpe diem”, e faça valer a pena cada correria, cada tapa na cara e aventurar nesse mundão de pessoas estranhamente humanas.

“Li umas 18 páginas tentando ao máximo focar. Não consegui. É uma pena, mas Orlando não me seduziu.”
Quando me perguntaram se eu estava gostando do livro da Virgínia Woolf.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O que temos e o que queremos



"A pior alteração do espírito é ver as coisas como gostaríamos que fossem, em vez de vê-las tais como são". - Bossuet.

Feliz 7 de setembro para todos vocês!

Carpe diem.

domingo, 4 de setembro de 2011

CARTA PARA OS FAKES



Eu, Gabriella Lima, estou hoje com 26 anos e meio físicos, sendo que o mental varia. Muitas vezes tenho 37 e quando estou com muito mau humor, chego à casa dos 90.
É. É difícil ser eu.
Depois dos 19 anos, dei início a “outras vidas” quando comecei a ter acesso a ferramenta chamada internet.
Cheguei a ser seduzida por ela, mas posso dizer que fui mais esperta que ela.
Teve um período que fiquei 4 anos a fio conectada com o mundo de pessoas que nunca vi na vida. Aprendi coisas fantásticas sobre meus sentimentos reais e irreais, aprendi a reconhecer uma farsa virtual, descobri também como enrolar as pessoas dizendo que eu morava aqui e ali. Eu vivia a vida de vários personagens que criei desde que comecei a escrever aos 10 anos de idade.
Hoje posso dizer que sou PhD em sacar mentiras, a perceber quem é um fake e o que eles querem de você.
O engraçado é que ninguém acredita que quando eu falo que tenho 37 anos, eu digo em experiências que tive que adquirir rapidamente para sobreviver na “matrix”.
Direto recebo convites de fakes para que eu os adicione no facebook.
Alguns acham que eu vou aceitar só porque publiquei um livro, e que se “fazerem” de fãs, eu terei a obrigação de aceitá-los.
Não. Não tenho. Por que teria?
O engraçado é que eu sei quem são e o que querem. Eles acham que são mais espertos que eu, a velha da rede, a pesquisadora do comportamento humano e neuroses.
E inclusive o meu livrinho bobo, simples, trata-se basicamente disso, de farsas virtuais, dos apegos a pessoas desconhecidas, porém a Rafaela foi inteligente o suficiente para sair do círculo vicioso, e se você a conhecesse, acredito que sairia do vício de perseguir as pessoas. Querer ter todas as respostas, a saber de tudo, é ridículo. Você não vive, aliás, vive em função de querer provar para o outro que sabe das coisas sendo que você não sabe nada. Pelo amor de Deus, quem se importa?? Get a life! Entende? Get-a-life.
Enquanto você perde tempo tentando desmascarar alguém, você perde tempo em conhecer pessoas boas que estão por ai, e também de se deixar conhecer. Ninguém é tão ignorante assim. É? Acredito que você também pode ser feliz sendo honesto consigo mesmo, e no final das contas, estamos todos no mesmo barco.
O brinde de hoje vai para todas as pessoas que não simpatizam muito pela minha pessoa “glamurosa”. Fazê-o-quê? É difícil ser eu, mas ainda acho que esse papelão está sendo mais complicado ainda.
A-do-ro!

domingo, 28 de agosto de 2011

Entrevista sobre meu livro




1. Nos conte um pouco sobre o que este livro nos traz.

R. Quando me perguntam sobre o que o Diário idiota da Rafa se trata, eu de cara já falo que é um livro chato. Quem gostaria de ficar lendo um diário de uma menina besta que acha que tem um distúrbio mental? Mas o engraçado é que você começa a ler, e mesmo que não esteja gostando, não vai querer deixar a leitura de lado porque você quer ver até onde vai a narração da Rafaela, porque o leitor sente uma necessidade em descobrir se aquilo tudo foi verdade ou não.
A Rafaela decide anotar seus excessos de ansiedade assim que entra para a faculdade e ela se rotula bipolar por conta do seu humor inconstante. No final das contas ela percebe como sua imaginação é tola e morre de rir ao ler as coisas passadas e percebe o quanto ela amadureceu. Curiosa para saber com mais detalhes sobre o transtorno maníaco-depressivo, ela escolhe esse tema para sua monografia na faculdade, e definitivamente ela percebe o quão era saudável.
A professora Lourdes começa a narrar a história que depois será regida pela própria Rafa, que na verdade são cópias de suas anotações feita nesses dois anos de pura “frenesi”.
Você acompanhará sua imaginação, seus medos, delírios, verdades e mentiras.
Considero a Rafaela a poetisa que está escondida em todo jovem brasileiro.
Basta ler um pensamento seu e de cara vira-se fã dessa jovem da mente brilhante!

2. O que tem nesse livro que você pode falar: isso aqui eu me identifico.
R. Bom, muitas coisas que a Rafaela pensa eu chego a concordar com ela. Mas as lembranças que ela vai tendo no decorrer da história é pessoal da personagem. São coisas que eu, como autora já escutei, e há também situações problemas que acabei criando para que o leitor reflita.

3. E qual seria a mensagem principal da trama toda?
R. Você acaba percebendo que a história nos passa várias mensagens. É complicado escolher uma só. Mas o foco é bem claro sobre o relacionamento virtual que a Rafaela vivencia e como isso afeta seu mundo real. Ela acaba terminando com o amor da vida dela para viver aventuras online. Isso faz com que ela experimente emoções diferentes, reprimidas e faz com que ela desencadeie uma ansiedade anormal, pensamentos que são apenas suposições, desconfianças e outras coisas mais que são tudo falsas, porque sentimentos criados por alguém que você nunca viu, querendo ou não acaba sendo inventivo.

4. Então a história seria um alerta aos internautas?
R. Não critico quem faz amigos virtualmente porque já conheci pessoas maravilhosas na rede e ainda tive oportunidade de conhecê-las pessoalmente. Mas cada caso é um caso. Há pessoas que realmente pára de viver sua realidade para viver em outra. Isso afeta o indivíduo aos poucos e por fim você acaba deixando de fazer novos amigos "reais" porque aqueles milhões de contatos que você mantém nas redes sociais te bastam. Eu aprendi muito com a Rafa. Você não faz idéia.

5. Sua personagem é de Belo Horizonte. Como foi a escolha para o cenário da história? Por que BH?
R. Conheço BH muito pouco, mas é uma cidade que eu gostaria de morar por um tempo algum dia. É fria, é rica em lugares para se distrair e tem vários artistas que admiro que são de lá. Eu precisava de uma cidade grande porque a Rafa é uma mistura de pessoas que já convivi etc, e BH acaba sendo um lugar que realmente inspira as pessoas. É fácil encontrar Rafaelas por lá. Não escolhi Rio ou SP porque gosto muito de Minas. Não digo que a Rafaela seja mineira, porque ela é uma nômade rs.

6. Por que a história toda é regida sobre um suposto transtorno psicológico? Qual é a sua ligação com a psicologia?
R. Um amor platônico. Venho de uma família em que vários parentes sofrem de algum tipo de transtorno mental. Eu já vi de perto muitos episódios parecidos com os que a Rafa narra. Tenho amigos também que sofrem com algo parecido e eles me inspiram. Já tive medo deles antes de conhecer a fundo sobre cada problema. Acho a mente humana brilhante. Tenho uma curiosidade enorme em saber os motivos reais que faz com que as pessoas cheguem a tais estados. Uns conseguem se curar, outros não. Estava estudando Pedagogia, mas Psicologia ainda é um foco meu no futuro.

7. Qual é o tipo de público que você espera que adquira seu livro?
R. De preferência acima dos 18 anos. Fico com medo de alguns pais criticarem a história por conta dos palavrões e casos que a Rafa conta. Não quero ser responsável por influência alguma. Nem boa, nem ruim.

8. Nos fale um pouco sobre o nome da história.
R. Acredito que é um nome que vende. É descontraído também e nos passa uma certa curiosidade. O nome Rafaela é bastante sonoro, bonito e comum. Nos passa intimidade. É isso que quero passar para o leitor, como se ele fosse ler o diário de alguma amiga.

9. E por que idiota?
R. Você não acha esse diário uma idiotice? Eu acho e a Rafaela também. RS.

10. Em Notas da autora, você pede desculpas a todas as Rafaelas e termina dedicando a história para as pessoas que nunca acreditaram em você. Nos conte um pouco sobre.
R. Bom, tenho primas e amigas com o nome Rafaela. Não quero que elas pensem que é alguma ofensa ou até mesmo uma homenagem. A escolha do nome eu já expliquei o motivo. E sobre a dedicatória é o seguinte. Eu sempre tive mais desaprovações do que aprovações no decorrer da minha vida como “escritora” ou até mesmo como musicista. Mas foi graças a essas pessoas “maravilhosas” é que fizeram com que eu não desistisse de me fazer ser ouvida. Vocês terão que me engolir, mano velho rs.

11. Mas e sua família?
R. Posso dizer que é o apoio mínimo, mas não vamos entrar em detalhes. Uma coisa eu posso dizer: Santo de casa não faz milagres.


12. E como foi a produção do livro. Quando começou, como e por que? Quem esteve envolvido de forma direta ou indiretamente?
R. Comecei a escrever em julho de 2009. A Rafa começou a sussurrar essa história no intervalo do meu outro livro que ainda estou escrevendo, “Reencarnação vampírica”. Era uma forma de espairecer a cabeça. Dominique e Gabrielle (personagens de R.V) às vezes me irritam. Tenho como colaboradores a Amanda Soares que fez a revisão gramatical para mim, a Érica Si, responsável pela capa, Layane Crispim, responsável pela diagramação, e a Ana Paula Moura que fez o prefácio numa forma fascinante. Na forma indireta tenho vários amigos que ajudaram na divulgação em algumas cidades, Juliana Tozelli, Suzana Barbi, dentre outros.

Para adquirir um exemplar, visite o portal da editora Clube de Autores, link abaixo.
http://www.clubedeautores.com.br/book/41762--O_DIARIO_IDIOTA_DE_RAFAELA

sábado, 27 de agosto de 2011

ELA NÃO FURTOU O LIVRO



Na foto: Juliana Tozelli de Campinas - SP.
Ela também adquiriu o livro "O diário idiota de Rafaela".

Crônica nova para vocês leitores!

Depois de uma semana de crises de estômago, Clarissa finalmente acordou melhor. Quero dizer, um pouco melhor.
O suco de couve e o chá de hortelã na noite passada ajudaram bastante.
Ela custou a despertar quando olhou delirando para o relógio que marcara 8:45.
Preguiçosa, se levantou, estralou os ossos do corpo e foi tomar um banho quente.
Lavou os longos cabelos cacheados e hidratou a pele do rosto.
Escolheu um jeans rasgado, uma blusa larga e olhou para a janela. O sol ardia lá fora.
“Preciso passar filtro solar”. Pensou.
Colocou o gigantesco óculos escuro e foi para a biblioteca pública levando apenas o celular e as chaves de casa. Clarissa não planejava levar nenhum livro emprestado, afinal, já estava lendo duas obras no qual precisava terminar ao final do mês.
Chegando ao local, cumprimentou as velhas amigas que ainda trabalhavam lá, ouviu alguns elogios e finalmente foi para o segundo piso.
Começou a olhar para as prateleiras de M. de Assis e ficou vislumbrada com os números de obras que ele escrevera. Logo em seguida, dirigiu-se para a literatura estrangeira. Ela procurava por curiosidade algum livro da autora Virgínia Woolf. Achou quatro.
Ela recordou das ultimas palavras da amiga Rafaela, no qual dizia ser raridade encontrar alguma obra da inglesa em bibliotecas, afinal, era coisa muito antiga.
Programou-se para voltar ao final do mês para buscar um dos quatro.
Curiosa, foi dar um passeio na fileira da literatura norte americana. Viu dezenas das obras de Agatha Christie e relembrou da sua juventude.
Deu um leve sorriso com desdém e saiu da sala.
Olhou para o relógio e viu que precisava encontrar com uma amiga por ali perto.
Ao caminhar para a saída, ela viu uma placa enorme com o nome do escritor Fernando Sabino, e logo se lembrou da amizade que ele teve com Clarice Lispector.
A moça dos olhos marcantes começou a passar as mãos nos livros da prateleira quando estremeceu ao ver o exemplar “Cartas perto do coração”. Quando ela o pegou, uma lágrima de emoção caiu de seus olhos e ela se tocou que precisava levar aquele livro consigo de qualquer maneira.
“Graças a Deus eu tenho ficha aqui.” Suspirou correndo para alugar o livreto.
“Não encontro a sua ficha, moça”. Disse o rapaz.
“Como não? Sou leitora assídua aqui!”. Exclamou apática.
“Vou checar novamente”
Infelizmente o rapaz bibliotecário não encontrou.
“Posso ler um pouco aqui então?”
“Sem problemas.” Respondeu o moço de meia barba.
Ali, ela foi entrando na intimidade daqueles dois marcantes autores e percebeu que de alguma forma aquilo foi um chamado: Ela precisava comprar um livro daquele para ter só para si, sem prazo de entrega, sem se sentir uma ladra, porque naquele momento, ela pensou seriamente, por um instante, furtá-lo.

domingo, 21 de agosto de 2011

Evanescence, novo single What you want.



Evanescence em sua “nova” era, eu digo, Evanescence sem o Ben Moody, a suposta “alma” da Amy Lee, o que falar deles? O que falar do antigo álbum The Open Door? O que falar agora sobre o novo single “What you want”, do terceiro futuro CD que estará as vendas no mês de outubro. O que falar?
Todos que convivem comigo sabem o quanto eu AMO a banda, e mais ainda a compositora Amy. E até mesmo depois da perda, seja lá boa ou ruim, dos membros e fundadores da primeira formação do grupo, ela só está nessa por conta de um contrato. Você percebe isso nas letras, percebe na falta de sensibilidade e o quanto o comércio conseguiu finalmente chegar até eles.
Acho que o ramo da música tem sido corrompido também por crises, porque dá a entender que as origens de cada grupo musical vai mudando com o tempo.
O novo single de Evanescence me lembrou Lacuna Coil que me lembrou Within temptation... e por ai vai. Isso é ruim? Claro que não. Porém sinto falta daquele álbum que você escutava e não conseguia achar definição, não conseguia comparar com mais nenhum. Ainda respeito a banda e vou comprar sim o novo álbum, fã que é fã está ai para isso.
Ouvi dizer que o single deve estar no novo filme da saga Crepúsculo. Pelo menos para trilha ele há de prestar. Vai ser ótimo para a divulgação deles e por isso eu fico contente sim, de poder escutar o som nas telinhas. Olha eu fazendo drama por conta de uma música só!
Desculpe amados fãs do Evan, eu também os amo e acho que o fato de eu não me conter de curiosidade por escutar a obra todinha, eu fico por aí, pensando, escrevendo, às vezes chorando... chorando de saudades do Origin.
Eu mal posso esperar para dormir escutando o novo trabalho de Evanescence. #Die para aqueles que não suportam a banda. Ah!

P.S Aquele sininho do hell que tem na música gruda na mente que é uma maravilha! Cheers!! rsrsrs


sábado, 20 de agosto de 2011

Carta perto da razão

Um e-mail que virou carta (06/11/2008)

*Ouvindo Pumpkin soup de Kate Nash*

Olha, como eu queria apenas te abraçar sabia?? Só abraçar e falar que tudo vai ficar bem e que você pode chorar por que estou aqui pra chorar com você.
(já estou até lacrimejando aqui, mas a Kate não deixa rsrs Musica divertida essa)
Mas anjo, tanta coisa que eu queria esquecer, tanta coisa que eu não consigo esquecer, outras que evito não lembrar.. Meus hábitos mudaram e você ganha um doce se adivinhar como tenho dormido? rs
Não tenho forças mais pra pegar o violão e tirar alguma musica. Muitos perguntam por que sumi, o que está acontecendo, mas também não sei explicar...
Às vezes não sei o que eu estava fazendo e se aquilo era mesmo EU ou algum reflexo de um EU comprado, um EU copiado...
Me perdi.
Mas as coisas vão melhorar?? Ah, vão sim.. A vida é um circulo que gira, gira como um pião bêbado... que uma hora cai na real.
As vezes acho que estou bem, que tudo está indo bem demais. Outra hora vem uma avalanche de pensamentos carregados de saudades, lembranças, cheiros, palpitações, choros e desabo em lagrimas secas. (ate esqueci como se chora) acho que todas às vezes, ou melhor, todas as ultimas vezes que nos vimos acabou em choro e deve ser esse o motivo deu não mais conseguir chorar.
Dai me pergunto: Por que?
E fico com raiva de mim, com raiva de você, tão doce, tão inocente, tão carente.
Da mesma forma que estou superando tudo, alias, tentando. Porque olha, foram seis anos em apenas seis meses, entende?? Será que consegue me entender? Às vezes acho que encontrando um culpado a dor se dissipa, mas na verdade não vai funcionar assim. Preciso conviver com isso porque esquecer vai ser difícil.
Anjinho, o que posso fazer por você? Acho que única coisa que posso fazer é te ouvir e se você quiser conversar, não temas em me ligar, tentarei te fazer sorrir. Bom que vou tentando buscar o EU, aquele antigo que nunca tinha tempo ruim. Porque hoje continuo engraçada pra uns que me acham hilária, mas eles nem imaginam a garota oca que me tornei. E nem sei como fui deixar isso acontecer.
Ah, mas nem estou ligando pra mais nada sabia?
Tenho tentando escrever coisas diferentes e já que eu mesma criei uma "personalidade" (como eu disse no inicio desta carta) talvez eu possa criar outra pessoa, uma mais tolerante a seus próprios sentimentos e aos dos outros... Porque não quero de maneira alguma ter vivido e não ter deixado nada, nenhuma lembrança, nada.
Quero que minha pequena e confusa vida tenha algo de bom pra passar para as pessoas... Porque do mais apertado coração, existe uma pessoa que sangra pedindo mais vida.
Eu amo você, meu anjo. E vamos conseguir transcender isso tudo, together!
Conta comigo. Mas primeiro me perdoe mais uma vez, pois eu pequei.
Um beijo.

domingo, 14 de agosto de 2011

Uma paixão chamada Clarice.




É difícil explicar algumas emoções.
Hoje perguntei para um amigo se há alguma coisa que quando ele vê, se emociona. Primeiramente ele não entendeu. Tentei explicar dando meu exemplo: “Eu choro quando vejo fotografias de uma autora que sou apaixonada”. Ele riu. Às vezes acho que sou uma manteigona de plantão, porque até algumas propagandas de TV conseguem me tirar lágrimas. Engraçado.
Estou lendo a biografia da escritora Clarice Lispector que um biógrafo americano escreveu. Benjamin Moser viajou pelos quatro cantos do mundo onde Clarice esteve para colher material para o livro. Depois de cinco anos de estudos sobre a autora brasileira, ele conta passo a passo como a família russa veio chegar ao Brasil e como Clarice veio se tornar esse mito que hoje é estudado em vários países.
Antes de saber de algumas informações íntimas dela, eu não conseguia entender o porquê de sua melancolia, e o fato de seus textos serem tão introspectivos. Até certo momento da leitura eu ainda achava que ela não tinha motivos o bastante para viver em função de um trauma no qual ela sofreu nos primeiros meses de idade até pouco mais de 2 anos. É natural a gente esquecer com o tempo, mas tamanha circunstancias e o genes, parece não ter ajudado muito.
Eu me identifico muito com ela e seus infinitos personagens em alguns momentos da sua escrita. Ela é o tipo de mulher que só de abrir a boca, ou você confessa que se apaixonou, ou confessa que odeia amá-la. De dois um.
Seus textos são loucos? Sim. Às vezes desconexos, mas é ai que a curiosidade sobre essa “esfinge” nos assola.
Alguns livros são cansativos. Outros inalcançáveis para uma primeira leitura. Eu poderia sugerir para os leigos lerem algumas de suas crônicas e pensamentos. Então, absorver a excentricidade de seus livros é para PhD? É, pode ser. É uma viagem pelo interior da mente brilhante de várias pessoas que estão escondidas por ai. Contanto que você queira, queira muito embarcar numa viagem mística, conheça a Joana, a Lídia, a Virginia. Tantas mulheres que juntas são Clarice, nada mais nada menos, Clarice.
E essa Clarice sou eu, é a sua mãe, sua avó, sua pior amiga, Clarice é você.
Desculpa essa overdose de Clarice, e confesso que ando produzindo pouco menos, pois a mente anda correndo para sugar o que puder dessa mulher que tanto causou em sua época.
Te faço um convite para descobrir um pouco sobre ela também. Descubra-se.

Ótima semana pessoal!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Um mar de frases




O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.
- Fernando Sabino

Lágrimas não são argumentos.
- Machado de Assis

Que mérito há em amar os que nos amam?
- Eça de Queiroz

Sábio é o ser humano que tem coragem de ir diante do espelho da sua alma para reconhecer seus erros e fracassos e utilizá-los para plantar as mais belas sementes no terreno de sua inteligência.
- Augusto Cury

Você se arrepende de que?
Das coisas que fez ou que não fez?
Eu me arrependo das coisas mal feitas.
- Gabriella Lima

Vista-se mal e notarão o vestido. Vista-se bem e notarão a mulher.
- Gabrielle Chanel

A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez.
- Nietzsche

domingo, 7 de agosto de 2011

Dupla M2M da Noruega?



Quem se lembra da dupla norueguesa, M2M??? Quando pergunto isso, quase ninguém sabe dizer quem são. Abafa, eu tenho dom em gostar de coisas desconhecidas hahahaha.

M2M foi o nome de uma dupla norueguesa de música pop, elas conquistaram o mundo com a música Don't say you love me que fez parte da trilha do filme Pokémon - O Filme (MEWTWO CONTRA ATACA - 1999), composta por Marion Raven e Marit Larsen, que tiveram a Atlantic Records e a Warner Music como gravadoras. A dupla produziu três álbuns: Shades of Purple, The Big Room e The Day You Went Away: The Best of M2M, e, já venderam mais de 25 milhões de cópias no mundo, com o fracasso do álbum The Big Room a gravadora rompeu o contrato e ofeceu 1 milhão de doláres pelo abum solo de Marion Raven que lançou 2 álbuns: Here I Am(2006) e Set Me Free(2007) e Marit Larsen seguiu sua carreira solo com o contrato (EMI MUSIC) da Noruega com 3 álbuns: Under The Surface(2006), The Chase(2007) e If Song Could Get Me You(2009) da SONI MUSIC Noruega. Elas se conheceram quando cada uma tinha cinco anos de idade, antes de formar o grupo no meio da década de 1990.

Tem essa música em especial chamada Payphone (é bobinha e tals) mas o duo que faço com minha irmã é uma delícia. Aproveitando o passeio dela aqui na cidade, gravamos este simples cover. Espero que gostem.

Muita gente anda reclamando do meu sumiço "físico". Pessoas, estou de férias do mundo! ABAFA. Mas eu volto. Claro que eu volto.
Enquanto isso, assistem a Paola Gavazzi no youtube e divirtam-se.

... "quem tem raiz é árvore", disse uma professora minha. Não pude concordar mais.

Beijos e abraços para todos e boa semana.

Fonte: Wikipédia

sábado, 30 de julho de 2011

Coco Chanel




"A natureza lhe dá o rosto que você tem aos 20. A vida talha o rosto que você tem aos 30. Mas depende de você merecer o rosto dos 50."

Ela ficou conhecida como Coco Chanel, mas para mim sempre será a Gabrielle, cocoricó. Irreverente!

Estou bem vintage hoje. Vem comemorar o 3.5 da mana? Vem?
Bom final de semana pessoal.

domingo, 24 de julho de 2011

Amy Winehouse crítica (?)


É assim que eu prefiro lembrar da diva do soul. Linda!

Lá se vai mais um estrela cadente.

No sábado dia 23 de junho, minha irmã que mora na capital, me mandou um torpedo falando que Amy Winehouse (27) havia morrido. Eu ri.
Foi uma risada engraçada, porém revoltada. Quem já não sabia que essa morte “lenta” que Amy vinha cultivando não iria acontecer?
Claro que o mundo da música vai sentir falta dos “carões” que ela fazia no palco e da inconfundível voz, e eu juro, juro que se eu estivesse no enterro, eu iria querer dar-lhe uns bons tapas, pois ela era talentosa demais para se acabar da forma que ela o fez.
Uma vez li numa nota em uma revista, onde falavam que em um de seus diários, Amy havia escrito, ainda antes da fama, que iria ficar famosa e iria abusar de tudo. Claro que não foi com essas palavras (sou péssima para guardar citações), mas a diva do soul acabou de colher o que plantou.
Abafa que eu ainda me atrevo em pensar que ela pode ter sido assassinada. Chocou? Calma leitor, minha mente criativa me prega peças de vez em quando. Como uma boa cristã, sinto sim, a perda de mais uma vida, mas e se ela não se importava tanto para isso? Eu deveria me importar?
“A maior parte das pessoas da minha idade gasta o tempo pensando no que vai fazer nos próximos cinco ou dez anos. O tempo que elas gastam pensando sobre a vida, eu gasto bebendo”. O que dizer sobre uma pessoa que vivia a vida “adoidado” sem medo de ser feliz? Mas eu vivo me perguntando se ela realmente foi feliz? Uma pessoa que se auto-destrói não deve estar no juízo perfeito, mas o que seria um juízo perfeito?
Há pessoas que ainda não sabem o que fazer com o tal livre arbítrio, e a minha revolta ainda continua. Aceitar a morte de alguma pessoa que silenciosamente devia clamar por vida? Essa viveu até demais.
Que a jovem encontre o que ela mais almejou. A paz.
Amy Winehouse
1983 a 2011

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Entrevista com Paola Gavazzi

AMOR À PRIMEIRA ASSISTIDA


Foi há quase quatro meses atrás quando minha irmã me apresentou uma figurassa. Na verdade, ela ficou me convidando para ir a sua casa assistir a um vídeo de uma garota “doidinha” que ela ficou encantada e que ela tinha certeza que eu iria amar. Ela acertou. Fiquei quase 4 horas direto assistindo todos os vídeos, até então postados no youtube. Hoje, quando vejo algum de seus “truques” na casa desta mana, até meu sobrinho de 5 anos adora. YES! A Paola já faz parte da minha família.
A Beauty Artist, Paola Gavazzi, não é apenas mais um rostinho bonito que se encontra por aí. Ela é criativa, original, inteligente, absoluta (adoro essa palavra), divertidíssima e muito, muito competente no que faz. Amante da moda desde muito jovem, Paola tem colorido as mulheres do Brasil, ajudando-as a encontrar uma identidade, auto-estima e alegria. Com vídeos bem produzidos e divertidos, você aprende a se maquiar e a ter noção de moda brincando.
Quero agradecer de coração à oportunidade que tive em fazer esta entrevista. Muito gentil e atenciosa, quero apresentar aos leitores do Recanto das Letras e do blog Introspectors, este novo fenômeno da moda e do youtube, claro.


G.L: Para começar, defina maquiagem para gente em 3 palavras.
Paola: Arte, auto-estima e diversão.

G.L: Paola, pudera eu estar fazendo esse bate papo ao vivo, mas já te sinto bem próxima só de poder encontrá-la todas as sextas pelo canal do youtube “Truques de maquiagem”. Conta para nós como você começou sua carreira como maquiadora e fotógrafa.
Paola: Comecei a maquiar aos 14 anos quando minha mãe me deu um kit de pincéis. Desde então nunca parei de estudar e me aprimorar. Logo estava maquiando amigas, amigas das amigas, trabalhando em agência, com maquiadores e tudo mais que uma carreira energética fornece para uma pessoa. A fotografia, eu me apaixonei em 1995, no meu segundo ano de faculdade (me formei em moda). Trabalhei em revistas, com ótimos fotógrafos de moda e consegui unir tudo o que mais amava: beleza com fotografia. Tudo sempre caminhou muito junto (beleza e foto) o que potencializou meu prazer e o meu contato com as pessoas. “Beauty artist”, é assim que me sinto hoje.

G.L: Quais foram suas inspirações? Pode citar nome se você sentir a vontade. (Adoro baphons).
Paola: Nunca tive uma inspiração concreta porque sempre me senti livre no meu trabalho, livre para criar, dar auto-estima para quem podia. Consegui trabalhar com excelentes profissionais de cada ramo (make e foto) e acho que cada um contribuiu para a minha escola, para a minha paixão. Conheci muita gente bacana e pude ter uma troca sincera de arte com cada um. Hoje, tudo me inspira: o público, meus amigos, amigos profissionais... Acho que eu vivo para torcer por todos do mesmo jeito que me sinto acolhida (e com tanto carinho)!

G.L: A forma como você conversa e interage com o público/câmera é muito divertido. Me conta tudo! Você tem esse perfil descoladona mesmo, ou acaba sendo uma personagem para deixar o programa mais dinâmico? (Tchiamo!!!)
Paola: Eu já fui bem mais “porra-loka”, mas com a idade, a gente sossega um pouco. Nos vídeos, eu estrapolo a minha personalidade, mas... sou eu. Gosto de brincar, de rir alto, procuro levar a vida com alto-astral. Com certeza, posso te afirmar uma coisa: não consigo fazer algo em minha vida sem sinceridade. Desde as coisas que falo até do modo que falo. Eu me entrego de corpo e alma para aquilo que me proponho a fazer e isso a gente só agüenta se vier do coração. O ritmo é muito louco...abafa!


G.L: Hoje você conta com o Fred quem produz os vídeos e a Mare quem tira dúvidas das perguntas feitas no blog. Tem mais pessoas envolvidas no “Truques de maquiagem?”
Paola: Tem! Digo que sou afortunada por trabalhar com pessoas que adoro, que me divirto e que vestem a camisa da minha empresa. Tem a produtora DDFilmes (Fred e Dário), Jane (quem cuida do andamento do Studio), a Mare (minha assistente de beleza e de net), Leandra (colorista do Studio) e muitas outras pessoas que se unem a família TDM. Todos nós unidos para construir e trabalhar em algo cada vez melhor para o público.


G.L: Uma vez comentei por e-mails (acho que foi com a Mare mesmo) que vocês arrasariam um programa para a TV. Francamente, o público tem sido enorme! O número de acessos no youtube é fantástico.
Paola: Uhauahuha! Uau! Todos os dias eu agradeço de coração a aceitação do público. Quando a gente faz algo com amor (e é retribuído) é maravilhoso! Toda a equipe fica cheia de energia para fazer mais e mais! E tudo deve acontecer na hora certa, no momento certo. A TV já assiste Beauty Drops e, se tudo for para a telona, terá que ser principalmente para o bem do público.

G.L: Desabafa e conta para nós quais são as marcas de makes que você nos indicaria. (Claro que queremos usar o que você usa, fofa!)
Paola: Eu não costumo indicar marcas e sim produtos que funcionam. Do caro ao barato. Têm diversos e, o que é bom para mim pode ser ruim para você. O resultado positivo de um produto tem muito a ver com informação correta: o modo de aplicação, clima, tipo de pele, estilo de vida... tudo isso interfere. Quando eu uso um produto, procuro pensar nas variáveis dele e não bitolar no que ele representou puramente para mim. Por isso, não só eu, mas como minha equipe, testamos os produtos e fazemos relatórios para o controle. A informação e, olhar a coisa de um jeito mais maleável pode transformar aquele produto que estava encostado.

G.L: Seu Studio atende hoje os clientes antigos. Poxa! Eu queria tanto colorir minhas madeixas com você!! Tem alguma previsão para abri-lo ao público?
Paola: O Studio em breve abrirá as portas, mas ele é muito diferente de um salão de cabeleireiro. É um espaço “private” que a cliente tem. É o espaço para ela cuidar da beleza e fazer o que quiser. É um estilo de vida, um “mundo Paola”, e uma experiência que a pessoa topa passar, por isso, irá trabalhar com lista de convidados via inscrição. É o canto de São Paulo, no qual, beleza é arte e que a pessoa é exclusiva, pois, é assim que sinto todo o trabalho e me entrego para as pessoas. Qualidade em vez de quantidade. É filosofia em geral. Muito divertido.


G.L: Já pensou sobre o workshop, madame? RS.
Paola: Já pensei várias vezes, mas minha agenda é muito louca! Digo que trabalho 24hrs por dia, até dormindo. Uhuahuhauha. ALOKA. É o preço de se fazer muita coisa e ter que cuidar de muitas pontas do negócio. Uma loucura! Assim que der uma brecha, cursos e workshops estarão nos meus planos.
G.L: Você pretende ficar com o Beauty drops no ar por quanto tempo?
Paola: Até quando eu agüentar! Eu, junto com a DDFilmes, fazemos os vídeos com muito amor e pretendemos levar isso por muitos e muitos anos!

E a linda Bee se despede mandando aquele “bêzzo” para todos que tem acompanhado o seu trabalho no “Truques de maquiagem” - Beauty Drops no youtube.
Espero que tenham gostado amados leitores.

Visitem o canal de Paola Gavazzi no youtube
http://www.youtube.com/user/TruquesdeMaquiagem

Visitem o blog: http://www.truquesdemaquiagem.com.br/

quinta-feira, 21 de julho de 2011

A moça que tinha corpo de homem gordo

Ele chega ao trabalho todo santo dia com o mesmo discurso: esse pessoal não está preparado para trabalhar aqui.
Ele reclama do gerente do seu turno, do gerente administrativo... “É por isso que esta empresa não cresce.” Murmura Narcísio. Ele nunca se cansa de reclamar.
Uma vez ele quase engoliu a língua.
Por uns meses, contrataram uma secretária moreninha, franzina, calada, para cobrir férias da Jussara. A pobre teve que pedir dois meses de férias para tentar se recompor. Ela dizia que Narcísio era o ponto de desequilíbrio daquela empresa, porém, nunca dissera isso em voz alta. Ela era discreta.
A quase invisível nova secretária, logo pescou o clima do ambiente.
Chorou duas semanas a fio tentando entender porque o mal amado do funcionário era daquele jeito, afinal, se você não está contente com o trabalho, pede para sair.
“Aposto 10 paus que o caso do rapaz é falto de sexo”. Comentou um colega de trabalho com o outro.
“Acho que não. O cara é pegador. Ele já me contou várias histórias”.
Contudo, contar vantagem é simples, todo mundo sabe. Acho que só o tonto do Narcísio que não. Comedor que é comedor come quieto.
Muito das vezes ele chegava, batia o ponto, e ia para a sala da administração fofocar. Aquela “moça” que tinha corpo de homem gordo adorava passar notícias com um tanto de exagero.
Num belo dia cansativo de trabalho, o mal humorado chega chiando ao trabalho. Além de atrasado, fez a maior tromba quando a secretária substituta ameaçou sair sem esperá-lo fazer a conferência do turno. Com medo do show, ela acabou esperando friamente o rapaz somar todo o caixa.
“Está faltando três centavos”. Disse Narcísio.
“Escreve no livro isso”. Retrucou finalmente sem paciência a moreninha.
“Aprendendo a se defender, novata?”
“Olha só Narcísio. Se você não está feliz fazendo o seu trabalho, pede para sair. Eu estou muito feliz fazendo o meu e não me importaria de ficar em seu lugar.”
Ela balançou seus cabelos cacheados e saiu sem olhar para trás.
Acho que naquele começo de noite foi a primeira vez que o rapaz insuportável parou para pensar sobre sua insignificância naquele local de trabalho.


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Ando com a mente afiada esses dias! Isso é ótimo.
Saudações leitores, estou com frases no site Pensador.uol.com.br
Beijocasss!!!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Personagem que se materializa




Personagem que se materializa

Eu costumo me divertir criando meus personagens. Eles são tão enigmáticos!
Uma vez, escrevi sobre uma vampira linda, e numa tarde qualquer, ela apareceu para mim. Sério. Foi a primeira vez que algum personagem meu se materializou.
Eu fiquei apaixonada. Ela se chamava Gabrielle.
Hoje não sei dizer se eu realmente me apaixonei pela sua figura física, ou se me apaixonei por mim mesma.
Achando que esse fato curioso jamais se repetiria, a tão magnífica bruxa de Anne Rice, que se tornou vampira, e que eu tive a audácia em dar-lhe um conto explicando “tudo”, simplesmente surgiu do nada.
Do nada, vírgula. Na verdade foi em uma de minhas entrevistas de trabalho, quando fiquei frente a frente com Mona Mayfair. Foi uma visão quase mística. Não sei te explicar se foi o seus longos cabelos lisos e vermelhos, ou se aqueles olhos assustados e frios quem me seduziram.
Me senti gay, mas eu me permitir ter esse luxo, afinal, a imaginação era minha.
Uns dizem que sou irreverente. Eu nem sei o que é isso. Isso é legal?
Eu não sei da onde herdei essa coisa de criar estórias e colorir o mundo. Sou bem diferente das minhas irmãs e o oposto da minha mãe. O meu pai conseguiu ser um estranho para mim. Não sei te explicar e nem preciso.
O que sou hoje? Ou seria, em que tenho me tornado? Essas perguntas buzinam dentro de mim há anos.
Uma coisa eu sei. Adoro fazer as pessoas se sentirem alguém, importantes.
Algumas me irritam até a morte, confesso; outras conseguem ser insignificantes. Raras vezes fico maravilhada com o restante, porém, acho que são essas pessoas quem me dão força para continuar a batalha nesse mundo improvisado, errado.
Não é à toa que fico ai, escrevendo e nascendo. Apagando e reescrevendo. Vivendo!

domingo, 17 de julho de 2011

Quem é ela?




Foi há quase quatro meses atrás quando minha irmã me apresentou uma figurassa. Na verdade, ela ficou me convidando para ir a sua casa assistir a um vídeo de uma garota “doidinha” que ela ficou encantada e que ela tinha certeza que eu iria amar. Ela acertou. Fiquei quase 4 horas direto assistindo todos os vídeos, até então postados no youtube. Hoje, quando vejo algum de seus “truques” na casa desta mana, até meu sobrinho de 5 anos adora. YES! A Paola já faz parte da minha família...

Rá!!!! Super prometo que vou contar tudinho sobre a digníssima Paola G.
Aguardem!!

Entrei rapidinho, pois vou curtir meu domingão de folga.
Saudades de estar por aqui com mais frequência.
Beijos para todos!!!

Ahhh, já tenho leitor nos USA. A "Rafaela" já está causando por lá. OBA!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Novo álbum de Evanescence




Tem single fresquinho saindo da banda Evanescence. Tudo indica que "What I want" estará disponível em agosto e que em outubro poderemos degustar de todo o álbum.
Estou mega ansiosa. Acompanho o trabalho da Amy Lee desde 2003 e ela é minha paixão e inspiração. Mulher inteligente, criativa e poeta. Francamente, ela é.
Na verdade eu gostaria muito que ela gravasse logo o cd solo, mas... contratos aparte.
Estou corrida agora, mas se quiserem dar uma olhada na matéria completa feita pelo MTV, check o link: http://www.mtv.com/news/articles/1667020/evanescence-what-you-want.jhtml

Estou preparando uma entrevista com mais um sucesso do youtube. Aguardem!

Sem mais nem menos, continuem ligados no twitter: www.twitter.com/gabriellaclima
E não deixe de adquirir o meu livro "O diário idiota de Rafaela". Está bombando no portal da editora Clube de Autores.
http://www.clubedeautores.com.br/book/41762--O_DIARIO_IDIOTA_DE_RAFAELA

Um beijo a todos e eu volto com novas!!!

sábado, 2 de julho de 2011

PARENTHOOD



GO Braverman, GO!!!
Não conseguiria começar esse post sem esta frase. RS.
Eu visto SIM a camisa dos Braverman. Simplesmente amei essa família e sua filosofia de vida. GO Braverman, GO!!!

Parenthood estreou no ano passado (2010) no canal NBC e ainda passa para nós no canal LIV. Dizem que vão filmar a 3ª temporada em 2011.
Você acompanha o dia-a-dia da família Braverman que te mostra de pertinho que todas as famílias têm seus conflitos, mas o bacana é que apesar dos pesares eles sempre se voltam um para outro, vestindo assim a blusa do “time”, afinal, para que servem as famílias?
Você encontra a luta de Adam e Kristina ao descobrir que o filho tem síndrome de Aesperger.
Casos como a filha maluquete Sarah que ao casar com um astro do rock “falido” e ter dois filhos com ele, acaba se separando e voltando para viver com os pais.
Temos o simpático e descolado Crosby, que é um jovem que vive em relacionamentos sem compromisso, mas que ao descobrir que tem um filho de 5 anos, passa a ver a vida por outro ângulo.
Temos a séria e trabalhadora Julia, que acabou deixando o marido tomar o papel de esposa do lar, no qual cuida da casa e da filhinha.
Sem contar que temos o casal Braverman, que viveram um conflito de traição, abalando assim o respeito um pelos outros.
Eu juro, juro mesmo, que ao assistir 5 episódios da série, você vai começar a pensar em constituir sua própria família, ou consertar a sua. A série te passa um sentimento maravilhoso de união e a necessidade de que precisamos dos nossos entes queridos bem próximos.

PS- Abafa que a Lorelai Gilmore (Lauren Graham) da série Gilmore girls faz o papel da Sarah Braverman. Se você quer matar saudades da atriz, faça como eu. Siga a série.

Tiro o chapéu para o ator Max Burkholder que interpreta o garotinho que tem síndrome de Aesperger. Para mim ele foi a revelação do seriado.

Temos também a Mae Whitman (a rebelde Amber) que fez as melhores cenas de drama em Parenthood. É impossível você não amá-la e querer chorar com ela ao vê-la tão fragilizada em alguns episódios.

Dedico este post para meu negão que também veste a blusa “Team Braverman”. Eu te amo e que nossa família seja beautiful assim.
Para aproveitar meu sábado de folga, vamos rever o filme Marley e Eu. Estou bem família hoje!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Demorei mas... pesquei.



Achei essa frase o maior barato quando recebi pelo twitter: "Sometimes love takes some time to develop, that's why it is called "falling in love" not "crashing in love", dizendo que às vezes o amor demora um tempo para acontecer, e é por isso que é chamado de "fall in love", (que palavra usaria em português para isso?)... e não "Crashing in love".
Gente, sou um zero a esquerda para traduzir coisas.. Sorry.

Esse post é dedicadíssimo ao meu Mr.Big.
Demorei mas... eu te amo viu?

"Me and you, just us two".

domingo, 19 de junho de 2011

ANALISANDO ALICE NO PAIS DAS MARAVILHAS




ANALISANDO ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Por Gabriella Gilmore


Olá leitor! Tudo bom?
Hoje eu quero trocar uma ideia com vocês sobre a mensagem do filme “Alice no pais das maravilhas”.
Depois que minha irmã assistiu ao filme e disse não ter entendido nada, mas que achou bonitinho e viajado, eu acabei locando o filme para ver com mais calma.
Realmente o filme exige um olhar filosófico para extrair a mensagem.
É um filme infantil para adultos.
Se você assiste apenas pela ficção, você acaba não extraindo muita coisa dele, a não ser que você se amarre em efeitos especiais em fundo verde, porque convenhamos, o filme arrasou. Ele é praticamente todo gravado em estúdio com paredes, mobílias e roupas verdes.
Estarei escrevendo uma análise da história de Lewis Carroll sobre meu ponto de vista. Não busquei nenhuma informação adicional ou comentários para não ser influenciada. Estou aqui debaixo do edredom curtindo um raro friozinho que essa cidade oferece.
Ok. Sem churumelas, vamos lá!
P.S – Volto a lembrar que adoraria trocar figurinhas com os leitores que tiverem outros pontos de vistas.
A casa é nossa!

Na infância, Alice tinha uma mente muito criativa, e quando ela sonhava com coisas estranhas, comparadas com que ela vivenciava, ela pensava que eram pesadelos. Sempre amparada pelo pai, ele dizia que ela não estava maluca e que os “melhores eram loucos”.
Sufocada pela repressão da sociedade, Alice cresceu deixando de lado sua amiga imaginação. Já ouviu dizer aquela frase de que “Os adultos matam aos poucos o filósofo que existe em cada criança?” Os adultos nunca estão totalmente preparados para os eternos porquês das crianças.
Quando jovem, foi predestinada a um casamento contra sua vontade, e na hora do pedido de casamento, Alice se ausenta por um momento e foge atrás de um antigo amigo coelho de seus sonhos. Ao ver uma toca em que ele entrou, curiosa, ela chega perto para ver quando... cai.
Nisso ela entra nesse “mundo de fantasia”.
Analisando, Alice apenas desmaiou, e neste sonho (ou desmaio) no qual ela reencontra amigos do passado, Alice consegue buscar as respostas que ela tanto procurava desde criança.
Ainda dentro do sonho, é confundida com a “Alice verdadeira”, que na verdade era ela mesma quando criança e não temia a imaginação. Quando ela é levada ao oráculo Lagarta azul, os amiguinhos perguntam a ele se ela é realmente a Alice, ele responde dizendo que ela não é ainda“totalmente” a Alice. No decorrer do sonho, Alice vai deparando com coisas que ela já havia sonhado antes, ou seja, as lembranças de seus sonhos passados vêm à tona.
Quando ela começa a entrar naquela coisa de “sonho”, Alice é dita lutar contra um monstro para salvar aquele lugar, porém, a própria rejeita a ideia dizendo ser a Alice errada e que ela não mataria ninguém. Aos poucos ela vai se afeiçoando as pessoas quando resolve aceitar o “destino”.
Quando ela decide a lutar contra o monstro Jaguadarte, ainda temerosa, ela acreditava não conseguir derrotar a fera. Contudo, somente Alice poderia afrontar ele, ou seja, apenas Alice poderia enfrentar seus próprios anseios.
Decidida a vencer a luta, e ela vence mesmo, Alice desperta do sonho e volta a sua realidade, no qual ela diz com firmeza que não aceitaria o pedido do Lorde em casamento, pois aquilo não era o que ela queria para si.
O filme fala o tempo todo sobre busca da própria identidade que a sociedade sutilmente vem matando dentro de nós.
E se me permitem uma viagem pessoal... Ainda acho que Alice é o próprio autor Lewis.
Ele só não escreveu o personagem em um menino para não se “entregar”. A sociedade daquela época, muito machista e preconceituosa, iria crucificá-lo, isso se não o acusassem de afeminado.
Que tipo homem teria uma “viagem” daquelas? Culpa toda do ópio. RS
Se gostou ou odiou, deixe seu rastro. Bêzo.

domingo, 12 de junho de 2011

One and only




Quem nunca foi e voltou numa "love story”? Esse vai e volta. Lero lero... Blás e blás.
Em um dos últimos posts eu falava sobre essa amiga que dizia não ser completa por não ter um companheiro. Eu dizia a ela que o ser humano já é completo e continuo acreditando nisso. Isso é uma maneira boa de pensar e esquecer-se de ficar imaginando que sua vida é um total horror, solitária e sem graça. Mas não estava pregando o solteirismo não, claro que não. Aquele sentimento de estar totalmente bem em todas as áreas da sua vida é ótimo. Realmente precisamos estar com o espiritual, profissional e sentimental equilibrados, porém, meu amigo, MUITA CALMA nessa hora. Se alguma área dessas está irregular, tire um tempo para focar em algo que realmente te importa. Se você precisa tanto de um companheiro, faça sua parte. Procure conhecer novas pessoas, saia, divirta-se, seja feliz, porque alguém só vai te enxergar quando você estiver brilhando, porque a falta de luz deixa a pessoa sem visão, entende? Se você não se amar antes, como você quer que alguém a ame?
Feliz dia dos namorados para os casais apaixonados.
Carpe diem!

Conheci uma nova cantora, ADELE.
Como diz meu amigo Deivid, Adele is amazing!
Comecei escutando One and only para começar a primeira parte do post e agora estou ryca, divina, escutando Rolling in the deep.
Quando escuto Set fire to the rain lembro da Rhyanna e do Deivid, malditos haahahaha
Bom, essa é a sugestão da semana. ADELE na veia!

Estou mais loira. Mandei um e-mail para Paola Gavazzi pedindo dicas de hidratação com ampolas e estou no aguardo.
O beijo da semana vai para ela, claro. E ainda bato o pé querendo um workshop dela aqui.

Para fechar com chave de ouro esse simples post, deixo uma frase que uma vez ouvi Carrie Bradshaw dizendo para o Mr.Big.
“You and me. Just us.”

Boa semana a todos!!!!

www.twitpic.com/gabriellaclima

domingo, 5 de junho de 2011

O final feliz é com você.




“Oh Romeu! Onde estás, Romeu?”
Ele está aonde você o deixou. Eu responderia a você, meu querido leitor.
“Muito tempo atrás, viveu dois jovens em um relacionamento dado como perfeito pela opinião dos amigos. Eles compartilhavam gostos parecidos, amigos em comum e uma compreensão mútua. Eles não brigavam? Você se pergunta. Mas é claro que brigavam. Porém, a briga era saudável, pois o se “colocar no lugar do outro” funcionava muito bem entre eles.
Um dia, a jovem muito empirista, precisou passear pelas ruas da paixão. Viveu alguns anos experimentando outros sentimentos, conhecendo pessoas diferentes, e quando se deu conta, ela apenas procurava um “Romeu” com outro rosto, mas o perfil era o mesmo daquele rapaz amigo e amante que ela deixou para trás.
O jovem resolveu curar a dor da perda com um novo amor (como se ele não tivesse certeza de que o amor que ele conheceu jamais seria substituído), e preferiu virar a página.
Ele acabou adoecendo. As células de seu corpo começaram a morrer.
Ela ficou sabendo.
Sendo assim, ambos começaram a pensar no tempo que perderam.
Mas será que perderam mesmo? Com sabedoria, aprendemos a tirar uma boa lição em tudo.
Ele precisou adoecer para que ela finalmente enxergasse o casal que se completavam naturalmente, sem rótulos, sem estereótipos que a sociedade colocava.
Contudo, como resgatar tudo aquilo? Sendo que ambos estavam comprometidos?
Esposa hipocondríaca e dissimulada, débitos financeiros referente à saúde, enlace indiretamente forçado... Uma bagunça.
Muitos caminhos, vários convites, diversos pretendentes... Tudo ilusão.
Ainda jovem, eles haviam marcado a data para o casamento. Mesmo assim, eles acreditavam naquela brincadeira da juventude. Em algo você precisa acreditar, não é mesmo?
Em silêncio, quase que telepático, eles começaram a se encontrar. Ele estava tão lindo! Ela estava tão serena! (...)”
Leitor, uma vez comentei a um amigo que às vezes dou pausa na minha vida só para poder ver direitinho o rosto dos telespectadores bem de pertinho.
Eu acabei de pausar a história acima, pois gostaria que vocês me ajudassem com o final, que tal?
Se você tem também alguma história inacabada, deixe seu desfecho aqui.
Voltarei com uma nova crônica em breve sobre esta história.

O Beijo de hoje vai para Milena B. Desculpa por ter pego o dindin emprestado e não ter ido ao show. Cheguei em casa tão cansada que tive que tomar um relaxante muscular. Acabei adormecendo. Quando despertei, já estava tarde. Abafa.

Ótimo domingo a todos!!

sábado, 28 de maio de 2011

Alguém sente sua falta?



Estou aqui sentada no computador há horas baixando uns vídeos sobre maquiagem. Conversei por horas com uma irmã que está morando longe e estou pensando em algum post para o dia dos namorados.
Esta semana vi os olhos de uma garota brilharem de tristeza quando ela falou com convicção que a vida dela estava okay, porém, “Estou feliz com o trabalho, com a família e com os amigos, mas...” Mas? Eu perguntei. E ela afirmou que “sempre vai faltar algo quando você não tem uma pessoa para dividir isso tudo. Não me sinto completa”.
Eu, Gabriella, uma vez li uma frase no blog de uma autora que admiro muito, a Jane Smith de “The vampire diaries” e ela dizia que o ser humano já é um ser completo, que é bobagem pensar que precisa do outro, da alma gêmea para estar feliz e bem consigo mesmo. Não pude concordar mais.
Na verdade, nem quero entrar tanto em detalhe neste meu pensamento, porque vou colher algumas opniões e fazer um post bacana para o “Valentine’s day” no dia 12.
Enquanto isso, deixo uma das letras mais perfeitas, de uma compositora que sou super fan e que me ensinou muito a escrever, a criar e a ver a melancolia como um pedacinho da arte.

Sentindo Falta (Missing – Amy Lee)
Por favor, por favor me perdoe,
Mas eu não retornarei para casa.
Talvez algum dia você procure,
E, pouco consciente, você dirá a alguém:
"Não está faltando algo?"

Você não chorará por minha ausência, eu sei
Você me esqueceu há muito tempo
Eu sou tão sem importância?
Eu sou tão insignificante?
"Não está faltando algo?"
Ninguém está sentindo a minha falta?

Embora eu me sacrificasse,
Você não irá lutar por mim, não agora
Embora eu morresse para saber que você me ama,
Eu estou completamente só.
Ninguém está sentindo a minha falta?

E se eu sangrar? Eu sangrarei,
Sabendo que você não se importa.
E se eu tiver que dormir apenas para sonhar com você
Eu acordarei sem você lá,
"Não está faltando algo?"
Algo não está...

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Agradeço aos vários e-mails que tenho recebido ultimamente. Alguns é referente ao conto da Mona Mayfair e outros sobre o livro "O diário idiota de Rafaela".
Muito obrigada aos amigos do Brasil que já adquiriram um exemplar.
Beijos a todos!!!
Salve salve as visitas! CHEERS!!!

sábado, 21 de maio de 2011

3.1 de muito carinho.



Hoje me deu uma vontade meio grande em postar algo no blog só para você. Mas achei que seria auto-exposição demais.
Pensei em pegar um jatinho e fugir para sua cidade só para te dar um abraço; Esse abraço que eu vivi durante os últimos anos loucamente entre altos e baixos querendo te dar. Não tinha dinheiro para um jatinho.
Pensei em te ligar. É, eu liguei. Você sabe o quanto adoro ouvir a sua voz e a forma meiga como conversa e os sussurros irritantemente sexy que só você consegue fazer.
O início de tudo, desse lenga lenga, dessa amizade louca e virtual começou por acaso. Hoje já não sei dizer se foi acaso ou sei lá...
Eu me apaixonei por você, talvez você por mim. Surtei.
Na metade da história eu tentei te matar daqui de dentro. Perdi alguns amigos, pensei ter perdido você, mas aqui estamos. É o terceiro aniversário seu que te escrevo algo, ou seja, faz 3 anos e uns meses que nos conhecemos. Eu, que sou péssima com datas consegui lembrar e calcular isso tudo. Será por que?
Hoje não sei dizer se alguma vez te amei de verdade, se te odiei de verdade. Só sei que preciso devagarinho de você perto de mim. Esse perto longe sabe?
Gosto tanto de você!!!!
Olha, eu banco a malvada, a pirracenta, mas você sabe, claro que sabe... eu te amo um pouquinho tá? Só um pouquinho.
... de grão em grão a galinha enche o papo.
Feliz aniversário e que você tenha mais uns "100 aniversários" pela frente.

ps- Eu ia te mandar isso por e-mail, mas preferi expor isso tudo de novo! rs

Gabriella Gilmore: Conto de Mona Mayfair

Gabriella Gilmore: Conto de Mona Mayfair: "Em A Hora das Bruxas, a autora Anne Rice, mais uma vez exorciza seus demônios e fantasmas, narrando a saga de uma família que em quatro sé..."

Conto de Mona Mayfair



Em A Hora das Bruxas, a autora Anne Rice, mais uma vez exorciza seus demônios e fantasmas, narrando a saga de uma família que em quatro séculos vive entre feitiçaria e forças ocultas. A família Mayfair é o ponto central de uma dinastia de bruxos, que cresceu e prosperou dedicando-se a magia negra. Entre os Mayfair, convive-se pacificamente com o incesto, os assassinatos e com o espírito meio divindade celta, meio demônio, chamado Lasher.
O romance se desenrola cronologicamente para a frente e para trás, passando por Nova Orleans e São Francisco atuais e deslocando-se até o Haiti ou a um castelo na França de Luis XIV. As bruxas de Anne Rice não pilotam vassouras: são mulheres mafiosas, ocultas sob uma delicadeza fútil. Para elas, a bruxaria é a ciência mais confiável.

Inspirado neste romance, Gabriella Gilmore escreve um conto dando vida a bruxa Mona Mayfair que entra no final da história.
http://www.recantodasletras.com.br/contos/2940631
Aguardo a visita dos amigos interessados a este tipo de literatura. Está fantástico.
Abraços!

sábado, 30 de abril de 2011

O diário idiota de Rafaela (livro)



Boa tarde amigos e amigas! Tudo bom?
Finalmente meu livro está liberado para vendas no portal do Clube de Autores.
Segue o link para vocês visualizarem e lerem o perfil dele. Caso acham interessante, não tenham receio em adquirir.
https://clubedeautores.com.br/book/148178--O_diario_idiota_de_Rafaela#.VmAd0NKrSUk

Por enquanto as vendas serão feitas pelo site. A próxima etapa é eu conseguir um empréstimo para lança-lo aqui na cidade e região. Torçam por mim.

Ao acessar o portal da editora, eles pedem um cadastro. Não se preocupem porque é tudo seguro ok? Depois do cadastro, o boleto é gerado e assim que for efetuado o pagamento nas lotericas ou banco, o pedido é feito e deve chegar em sua casa no prazo de 7 dias pelo sedex.
Espero que vocês gostem da personagem Rafaela. Ela será um sucesso.
Estou super ansiosa com as críticas.

O super beijo de hoje vai para a colega FOFA (Francieli Reis). Obrigada pela paciência ai no trabalho.
Bom final de semana para todos.

domingo, 24 de abril de 2011

Rumores, fale. Está acabado!




Rumors, Speak. OVER!

Uns trocadilhos com as músicas de Lindsay Lohan

Não posso viver sem você, respirar sem você. Estou sonhando com você. Honestamente, me diga se estiver tudo acabado.
Fale agora, fale direto. Fale do seu coração, vai?
O que faz você pensar que eu não vou entender?
O que faz você pensar que não vou conseguir seu amor esta noite?
Fale! Eu agüento.
Não quero te desafiar, mas ao mesmo tempo você é o coração que eu chamo de lar.
Não pode estar errado, só pode estar certo me mostrar o que você está sentindo. Você ficará surpreso com o quão fácil é se abrir. É assim que cura.
Estou cansada dos rumores. Estou cansada de ser seguida. Estou cansada de pessoas mentirem dizendo coisas sobre mim.
Vamos lá! Não me deixe esperando. Não quero adivinhar, isso não é um teste.
Diga o que VOCÊ está pensando.
Diga o que você está sonhando.
Fale.
Deixe sair.
Respire.
Só não quero ser a última a saber.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Box The Vampire Diaries



Meninas e meninos!
Olá!!!!
Fiquei brava pelo filme PANICO 4 não ter estreado aqui. Eu fiz até minha camisa, acreditam? Maldita cidade.
O almoço do meu aniversário foi uma delícia. Foi no domingo só com os íntimos mesmo. Familia e alguns amigos. Queria ter chamado mais gente, mas iria acabar sendo chatinho, já que não houve bebida alcoólica. Peço perdão aos não presentes.
Na foto, estou ao lado de uma das meninas que fizeram o meu livro acontecer e SER.
Amanda Sarmento e Ana Paula Moura. MEU muito obrigado!

Ganhei alguns livros de aniversário. Estou super excitada em lê-los urgentemente. Comecei pelo Sussurro de Becca Fitzpatrick.
"UM JURAMENTO SAGRADO
UM ANJO CAÍDO
UM AMOR QUE NÃO DEVERIA EXISTIR"
Se a história me inspirar, escreverei uma resenha.
Tenho agora o Box dos livros do Diário do vampiro. (ADOREI) e O vendedor dos sonhos. Augusto Cury, amo você.

Acabei antes de ontem com a leitura do livro de Anne Rice, A hora das bruxas (vol.1e2). Já estou pipocando em idéias para um conto. (Segredinho e surpresa).
Tem essa moça lá no hotel que me inspirou em "materializar" a Mona.
Aguarde.

Continuem visitando meu twitter. Tenho postado alguns links de vídeos antigos e algumas fotografias no twitpic.
www.twitter.com/gabriellaclima

Volto a lembrar aos amigos que o livro já foi reenviado para a editora para alguns ajustes, mas infelizmente a contra capa vai ficar feia daquele jeito mesmo. Mas a tiragem que eu fizer aqui na cidade, virá tudo ok.
Mantenho vocês informados.
No mais, meu grande beijo.
Gabis

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Tal mãe, tal filha (Gilmore Girls)




Por que assistir Gilmore girls (Tal mãe, tal filha)?

“Porque a Lorelai é o tipo de mãe que não tive e que vou ser.”
Bom, esse seria um dos mil motivos que eu falaria para o telespectador que ainda não conhece a nem tão antiga série da Warner.
Conheci as personagens Lorelai (mãe) e Rory (filha) no ano de 2002 (se não me falha a memória) pelo canal do SBT quando fazia as reprises da tão aclamada série americana Tal mãe, tal filha (Gilmore girls). Eu seguia a fio a programação da manhã de domingo, que em seguida, nos mostrava também a fofa série Everwood. O vício foi tão grande que comecei a perder as aulas dominicais e os ensaios da igreja, segredinho nosso hein?
Mas como toda alegria de “pobre” dura pouco, o SBT não comprou a segunda temporada, isso quando eles não decidem cancelar a série do nada. #shame.
Depois de anos, revendo apenas alguns episódios pelo canal fechado, resolvi baixar o seriado completo. Esses dias o tenho revisto com outros olhos, porém, o meu olhar sobre ele continua o mesmo. A comédia sarcástica da Lorelai Gilmore é fabulosa. A relação com seus pais chegam ser um pouco a minha realidade (tirando a fortuna da família Gilmore, claro) e de outros tantos jovens que tentam seguir seus próprios caminhos, tentam fazer suas próprias escolhas, correndo daquela pressão toda de que você tem que ser a cópia de seus pais.
Aos 16 anos, Lorelai engravida de Christopher. O choque para aquela família e para a pacata cidade de Hartford foi enorme. Era inadmissível uma jovem de uma família tradicional e respeitada passar por um escândalo daquele. Não que a jovem tenha feito isso para peitar os pais, mas aquela situação fez com que a “Gilmore girl” fugisse de casa e fosse criar sua filha sem o controle exagerado de seus pais hipócritas e artificiais.
Ela encontrou abrigo e emprego num pequeno hotel chamado Independence Inn. Para Lorelai, a única meta seria criar sua garota sem os preceitos daquela família fria e dar-lhe tudo que ela nunca teve: Pais amigos e confidentes.
Muito feminista e guerreira, Lorelai nos demonstra que ser mãe solteira não é um bixo de sete cabeças e que você pode aprender em dobro, sendo mãe e pai ao mesmo tempo.
A rotina daquela família era basicamente os estudos de Rory na simples escola de Stars Hollow, o trabalho intenso que Lorelai desempenhava no hotel, já que depois de vários anos, ela alcançou o cargo como gerente geral e os jantares que havia na casa de seus pais, caso havia algum feriado, como: Páscoa, Thanksgiving e Natal. (E olha que ir lá tão pouco assim ainda era um intimado).
Na busca pela melhor educação para sua garota, Lorelai consegue matriculá-la na sua antiga escola particular Chilton. Não sabendo que a primeira mensalidade teria que ser paga junto com a matrícula, ela acaba indo procurar seus pais para que financiassem esse início.
Então, nesse seriado vocês acompanharão o dia-a-dia dessas duas amadinhas, do amor maravilhoso e livre que Lorelai sente pela filha, pela forma guerreira que ela tem de se manter sempre disposta a dar o melhor que pode para sua filha, e acompanharão também a história de Rory, que sai do conforto de que é estudar com pessoas simples, tranqüilas na cidade de Stars Hollow, para ingressar a nova escola privada de Chilton. Lá, ela começa a lidar com competição, individualismo e pressão, mas tudo isso sem perder a doçura e a simplicidade.
Sejam mil vezes bem vindo a Stars Hollow das Gilmore girls!!

terça-feira, 5 de abril de 2011

O livro chegou!!




Hey hey hey!
Chega de ansiedade né? O livro amostra finalmente chegou! Não gostei do que fizeram na contra capa e vou verificar com a Layane e até mesmo com a própria editora se existe uma outra possibilidade para eles colocarem os créditos. A gente havia colocado o logotipo da editora, mas o que eles fizeram depois, ficou sem enquadramento. Se eu soubesse que ficaria daquela forma, nem teria me preocupado em fazer a contra capa, deixaria preto mesmo.
Enfim, vou verificar isso ainda hoje para atualizar o que for preciso e assim liberar as vendas.
Você já visitou o perfil da Rafa no orkut?
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=ls&uid=12271255571881667164
Vou deixar também meu twitpic
www.twitpic.com/photos/gabriellaclima
Estou no rush e tento voltar com mais noticias em breve.
Au revoir mons amis!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Surfistinha quem?

Bom dia amigos e leitores!
Ontem eu assisti o tal filme baseado no "best seller" Bruna Surfistinha.
Eu chorei.
Calma.
Chorei duas vezes. Mas não sei dizer se foi de tristeza ou se foi de raiva dela.
A parte triste é que a gente sabe que foi real, e pior, a gente conhece pessoas que viveram aquela vida ou que ainda vivem na prostituição.
A tal raiva que senti foi pelo fato dela ter se sujeitado aquela situação, afinal, ela não passava fome e nem era pobre.
A raiva que ela nutria pela família, pelo seu pai sem diálogo, sua mãe aparentemente robótica e o irmão egocêntrico, fez que ela alimentasse uma rebeldia estúpida. Foi isso que me deu ódio.
Caramba! Custava ela ter tampado os ouvidos, os olhos e corrido atrás de algo moralmente correto para fazer da sua vida?
Mas Gabriella? O que é moralmente correto nos dias de hoje?
Bom, meus leitores pensantes, esta é uma questão deliciosa para refletirmos.
Agora me responda uma coisa: A forma que ela foi usada pelos homens valeu a pena? Ela realmente se sentia feliz e realizada de verdade?
Engraçado como eu achei duas respostas para isso.
Se ela foi usada ou não, o problema foi dela, claro. Mas pelo menos os trouxas dos caras pagavam para "ver". Muita mulher sai na noite, dormindo com diversos caras, e não lucram em nada com isso, certo?
Pois é.
A parte complicada é que nenhuma família deseja isso para um filho. Desde quando colocarei uma pessoa no mundo para acabar sendo um objeto?
O pior é que todo mundo acaba sendo objeto de alguem/coisa. Quem nunca se sentiu usado(a) em seu trabalho ou pelos amigos?
Vê? São tantos pontos, tantos detalhes! Hoje em dia ninguém nunca consegue chegar numa conclusão exata.
Comentei com minha colega Marina sobre essa coisa do sexo como trabalho. Como acredito que nesse ato trocamos muitas energias, esse troca troca todo acaba sendo uma heresia para o corpo. Eu não me sujeitaria, entende? Eu e pronto. Mas ela não sou eu e nem você, eis a questão.
Realmente isso acaba sendo muito pessoal e o carma que a gente constroi para nós mesmos uma hora aparece, dando o ar da sua graça, ai é só aguardar... a lei do retorno.
Mas e ai, você casaria com a Bruna depois disso tudo? Por que?