domingo, 31 de maio de 2009

Ela encontrou seu caminho?


Katie era uma garotinha que disse "eu encontrarei um modo"
Katie era uma garotinha que disse "isso ficará bem"
Até que um dia ela encontrou um pedaço de algo que ela usou para se afogar
Ela disse "eu estou viva e estou livre, mas veja, eu tenho o controle sobre mim"

Mas você traçará o limite?
Voltará um olho cego para todas as faces que você conhece?
E ela disse "vá"

Katie era uma garotinha que nunca encontrou o caminho.
Katie era uma garotinha que nunca estava bem.
Porque um dia ela encontrou um pedaço de algo que ela usou para se afogar
Ela disse "eu estou viva e estou livre, mas veja, eu tenho o controle sobre mim"

mas ela disse... Vá!

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Photo by Bárbara www.barb182.blogspot.com

sexta-feira, 29 de maio de 2009

E apareço de novo...


Tempo ao tempo?
Bom, que venha então o "tempo".
Hoje recebi um convite que me deixou mega contente. Poder participar de uma revista virtual é um bom começo para divulgar ainda mais meus textos, sem contar, no prestígio de dividir palco com a minha ídola belorizontina, Suzana Barbi. Excelente cronista. Estarei postando lá semanalmente. Assim que sair no ar o site, postarei a notícia aos amigos e simpatizantes.

"Eu preciso saber apenas como você se sente pra te confortar.
Eu preciso encontrar a chave que me deixe entrar dentro de seu coração para encontrar sua alma..."
Missy Higgins

quinta-feira, 28 de maio de 2009

I disappear


"Here I go now
Here I go into new days
I'm pain, I'm hope, I'm suffer
Ain't no mercy there for me
Ain't no mercy

Do you bury me when I'm gone?
Do you teach me while I'm here?
Just as soon as I belong
Then it's time I disappear"
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Você sempre retorna mais forte a cada caída?
A.HÁ!

Susu, você vai fazer falta nas férias viu bãe?
Smoking kiss for all

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Fatos


Incrível como um simples café, um bom filme e um cigarro para acalmar ânimos.
Você acorda simplesmente porque tem deveres de "uma vida" para cumprir.
Não acha muito interessante quando se depara ao espelho e vê que seus olhos
carregam pesos de um mundo que você confessa não ter escolhido para si.
Sai arrastada com uma mochila cheia de sonhos não cumpridos e promete
para si mesma não ter recaídas.
O sol vem em peso na parte da tarde e os ventos começam a soprar no seu rosto
um suposto 'porquê', mas você fala que só não quer mais se prender a nada, a ninguém
ou á alguma coisa.
Estranho.
Volta para casa faminta de idéias quando deita de roupa e sapatos no sofá
e depara com casos piores e até mais claros que os seus.

"Nosso amor durará para sempre.É para sempre. Mas apenas não dá certo.
É por isso que é sempre romântico. Mas não pode ser completo.

"Eu não sei o que quero, só sei do que não quero."

Vicky Christina Barcelona

terça-feira, 26 de maio de 2009

Thoughts


"porque só começamos a cuidar de algo quando estamos sendo ameaçados em perde-los. Mas nunca se esqueça, ás vezes isso já foi tarde demais."

"Eu me encontro já cheia de 'coisinhas'. Cansei!"

Quando me afundo em projetos, é porque estou fugindo de alguma coisa.
Ah! E talvez eu venha montar um blog de crônicas sobre Sex and the city para publicações de Suzana Barbi.

O meu de One Tree Hill já está pronto e estou em processo de divulgação.
Aguardo tua visita.

Beijos a todos.

sábado, 23 de maio de 2009

Somebody's still there


Porque sua partida foi muito mais recente do que eu imaginava.
Tive um descontrole tremendo e temia enlouquecer por uma causa perdida.
Cheguei a me lamentar por te-lo amado tanto que não pude suportar sua ausência
Que quase frequentemente eu sentia, mas você temia em me deixar presa a você,
á suas promessas tolas e sinto demais sua falta.
Hoje eu abri aquele velho diário aonde chegamos anotar coisas em conjunto, e pude reviver momentos inesquecíveis e não consigo entender o motivo da sua mudança.
Engraçado como eu embarquei num relacionamento mesmo sabendo que um dia ele iria acabar, que eu não suportaria viver longe de você, e agora vendo minhas profecias se cumprirem, perco meu chão.
Não vou implorar mais para que fique, não vou sangrar mais, sendo que nem vida possuo. Agora o que me resta é aguardar por esta morte lenta e dolorosa, que foi entregar você ao destino de uma vida fake.

“You won't talk me into it next time,
if I'm going away your hearts coming too.
'Cos I miss your hands I miss your face.
When I get back let's disappear without a trace.

'Cos it's been ten days without you in my reach,
and the only time I've touched you is in my sleep.”

sexta-feira, 22 de maio de 2009

EM OTH #3


Lances da vida # 3

A atmosfera estava um pouco mais calma em relação ao ultimo encontro que Lucas e Peyton tiveram. Ela o convidou para entrar e ofereceu-lhe uma xícara de café.
_ Vou aceitar. Respondeu ele dando aquele sorrisinho tímido.
O silencio ainda pairava no ar quando o próprio quebra o clima.
_ Você está fazendo uma visão errônea dos meus atos. Peyton, eu preciso entender sua insegurança, mas você parece não acreditar em mim.
_ Mas Lucas! Você me deixa mesmo confusa sabe. Aquele dia lá da festa, quando você conversava com a Brooke, a forma como você a olhava, e colocava as mãos no bolso, tímido à alguma coisa que ela dizia a você, isso me pareceu mesmo xaveco. E olha, eu sei que estou no “lugar” errado, afinal, vocês já ficaram e ela é minha amiga. Acreditar que ainda não há nada entre vocês é complicado poxa. Se ponha no meu lugar.
_ Hey hey! Disse ele pegando em seu rosto. O que tive com Brooke foi legal? Foi. Mas passou. Realmente ando mais aéreo que antes, mas não é nada pessoal com você entende? Eu gostaria que você tivesse paciência comigo.
_ Seria legal também você jogar limpo comigo. Não estou dizendo para você não falar mais com a Brooke ou outras garotas, mas não queria que me desse motivos para cismas. Fantasiei tantas coisas naquela noite quando cheguei em casa, que você não faz idéia. Isso me fez mal.
_ Você sabe que antes da Brooke, eu tive um relacionamento que me deixou com seqüelas. Digo que ainda estou em processo de recuperação. Sei que você também está num momento parecido com o meu, e confesso que isso me deixa com mais vontade de estar com você porque sei que me entenderia melhor que qualquer outra garota. Você é sensível e compreensiva e estou precisando de alguém assim para me ajudar a curar, a voltar a ser como eu era antes, com brilho nos olhos sabe...
_ Tenho tanto medo de voce estar me usando para essa “tal” recuperação, e depois que estiver pronto pra outra, você não me suportar mais.. afinal, sou complicada. Confesso que sou.
_ AHAHA Mas quem não é complicado? Eu gosto das nossas conversas, gosto de dividir com você minhas musicas e gosto das respostas que você tem para as minhas perguntas. Eu preciso de você Peyton.
_ E eu também preciso de você. Disse ela cabisbaixa. Mas olha! E você pára de me dar motivos para cismas ta? Não quero ter outra crise de ansiedade por conta disso não. Francamente.
_ iiii que bobinha. Mas tenta confiar mais em mim, por favorzinho?
_ Ahhh! Você sabe mesmo como me pegar de jeito né, sr. Scott?

E se beijaram.
Parece que os ventos de Tree hill começaram a mudar de percurso, e com certeza o humor de Peyton agradece. Pegar aquela garotinha num bad mood é deixar a cidade totalmente nublada. Sim, nublada e fria...
Mas há males que vem para o bem. Mas vamos ver até onde esses pombinhos estarão trocando juras de amor...

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Vinte & Nove


Vinte.e.nove razões para te amar

1. o jeito que você conversa
2. como sorri
3. o timbre da sua voz
4. o seu inglês perfeito
5. o furinho do queixo
6. o seu óculos de grau
7. a música que escuta
8. os seus eternos porquês
9. a maneira lenta de dizer as coisas
10. sua inteligência
11. sua paciência
12. seu lirismo
13. paixão por artes
14. sua timidez
15. suas fotos
16. o jeito como me cativa
17. seus lábios
18. a cor da tua pele
19. seu sotaque
20. suas paixões
21. sua cidade fria
22. o brilho do teus olhos
23. sua letra
24. a maneira que escreve
25. sua meninice
26. seus sonhos
27. sua cara de sono
28. seu cabelo desgovernado
29. e o fato de você gostar de mim de volta

A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS - Resenha


“Eu não carrego gadanha nem foice. Só uso um manto preto com capuz quando faz frio. E não tenho aquelas feições de caveira que vocês parecem gostar de me atribuir à distancia. Quer saber a minha verdadeira aparência? Eu ajudo. Procure um espelho enquanto eu continuo...”

E foi com essa frase que a morte passou a me ganhar. Confesso que ler este livro fez com que eu mudasse minha percepção sobre ela, a morte, a face feminina da escuridão, o lado poético da vida. Sim, a morte é romântica.
A menina que roubava livros, do australiano Markus Zusak, é uma história que se passa na Alemanha nazista, onde ainda podemos ver crianças jogando bolas em meio a um caos de uma guerra desumana, medíocre e muito das vezes revoltante.
A morte conta a história de uma garotinha, que incrivelmente conseguiu tapeá-la por três vezes. Liesel a viu de perto e estava presente quando levou seu irmãozinho, quando levou também um amigo, que ela só veio perceber no final, que ele era mais que isso. Era o seu amor.
Hoje, enquanto eu escrevia esta resenha, não me hesitei em dizer que amava uma pessoa, porque eu não queria fazer como a pequena da historia, que deixou para dizer palavras tão belas depois que o corpo do rapazinho jazia frio nas ruas de Molching.
Essa foi uma das mensagens que o livro me passou. Sem contar que ele me chamou mais a atenção para voltar ao passado de Hitler e tentar entender os motivos que o levou a fazer toda aquela chacina absurda. E não deixando de concordar com minha amiga Morte: Os seres humanos me assombram.
Leiam à história que você nos entenderá.
Boa leitura!

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Resenha também publicada no site do recanto das letras:
http://recantodasletras.uol.com.br/resenhasdelivros/1606717

terça-feira, 19 de maio de 2009

Encontrei finalmente


Fiquei um tempo remoendo uma perda passada
Que na verdade não foi tão extrema assim
Afinal, eu nunca tive essa pessoa para poder falar que a perdi
Doeu por meses e tive que fazer todo aquele amor se
Transformar em ódio na tentativa de superar tudo aquilo
E confesso que consegui

Hoje nos amamos como antes?
Valeu a pena todas aquelas lagrimas e noites desperdiçadas?
Sim, porque agora posso dizer que gostei profundamente de alguém
E que agora poderei tentar gostar de outro com mais temperança
Numa tentativa de recomeço

Ontem encontrei com o amor
E ele tinha um coração pendurado em um palito
Não posso afirmar se estava brincando comigo
Mas ali percebi que não estou tão morta como imaginava
Sim, eu gostei do que vi e quero tentar de novo

Posso dizer que não sou nada sozinha
Que dois é sempre melhor do que um
Engraçado como ainda pessoas insistem em estar solitárias
Como se fosse resposta para patetas
E digo que quando me encontro só
É porque o que eu gostaria de ouvir e conversar
Não vem de qualquer um
Até ontem
Quando eu finalmente encontrei com o amor

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Ouvindo The special two - Missy Higgins

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Como me perder em 10 etapas


Este foi o tema que desafiei uns amigos do Recanto e logo logo será postado lá com as demais versões.

COMO ME PERDER EM 10 ETAPAS

1. Primeiramente, não me procure. Finja que sou indiferente a você.
2. Não mande mensagens no celular porque odeio lembrar da tua existência.
3. Me deixe de greve sem ouvir tua voz ou ver teu rosto.
4. Fique quase mudo quando estivermos juntos. O silêncio mata muita coisa, diferente do que dizem por ai.
5. Não me mande flores porque além de eu não usa-las para marcar livros, elas murcham.
6. Finja ser ignorante a temas cultos, como: arte, filosofia e literatura.
7. Seja esquecido das coisas que eu digo, como se elas realmente não fossem importantes.
8. Seja uma pessoa extremamente sem conteúdo. Talvez eu venha querer conhecê-lo depois de morta. Para te assombrar, claro.
9. Minta dizendo que me ama e que distancia alguma seria capaz de matar esse amor.
10. E por último, responda um: NÃO SEI SE POSSO TE RESPONDER; quando eu te perguntar: O que leva uma pessoa a trair? Carência ou falta de amor?

Esse manual é infalível.
Aguarde as outras versões de outros autores que será postado no recanto das letras.

sábado, 16 de maio de 2009

Em OTH #2


Lances da vida #2

Dessa vez, como se não bastasse a depressão da namorada Peyton, Lucas se arruma para ir ao trabalho quando depara com Haley sentada na praça, com os olhos já inchados de tanto chorar.
_ Deixe-me adivinhar o motivo dessas lágrimas? Hum, você esqueceu de comprar os bolinhos preferidos do Nathan e está com remorsos? Disse Lucas tentando quebrar o clima.
Ela bate de leve em seu ombro e abre um sorrisinho:
_ Na verdade eu os deixei caírem no chão.
Os dois não agüentaram e sorriram.
_ O Nathan está para ir embora. O treinador da Red ball ofereceu a ele uma vaga como capitão do time. Eu até iria com ele se não fosse meus projetos de música por aqui.
_ Então temos mesmo um problema.
_ Não sei se daria certo manter um namoro a distancia, mesmo amando ele demais.
_ Confesso que nunca vi uma história de amor tão linda feito a de vocês. Mesmo sabendo que o Nathan teve um passado muito mulherengo e farrista, mas depois de você, ele cresceu e aprendeu a respeitar uma relação e a pessoa que faz essa relação valer a pena. Ele ama muito você Haley.
_ Para mulher, não vou dizer que a distancia é fácil, mas o homem não suportaria como nós suportamos. Você sabe como é Lucas. Carência é algo serio demais e não é todo mundo que sabe lidar com esse sentimento.
_ Seria tão mais fácil se cada casal fosse criado em um mundo particularmente deles, como se cada dupla tivesse uma ilhazinha, com sua árvore, sua casinha, sua horta.. um planeta feito o B612 do pequeno príncipe. Seria inevitável vocês se separarem ou pensar em outro alguém mais.
_ Adoro sua mente Lucas. Você devia mesmo investir em escrever as coisas que você pensa sabia? Alias, você já terminou aquela historia que havia começado ano passado?
O rumo da prosa foi tomando outro percurso e o humor de ambos melhorando.
Lucas seguiu seu caminho para o trabalho enquanto Haley ainda ficou sentada aguardando o ônibus. Já deixara passar três.

Enquanto isso, na Cafeiteria...
Peyton chegou com o rosto abatido e os olhos fundos. Tentou se recompor, afinal, ela iria atender clientes, e de maneira alguma queria espantá-los.
Mas dentro dela uma revolta crescia, uma vontade de deletar cada sentimento por Lucas e ela não entendia o porquê dele ser tão passivo aos acontecimentos. Ela devia mesmo ser muito impaciente, em pensar jogar tudo para o ar por conta de um mal entendido. Mal entendido na visão do manso Lucas, porque para ela, o que os olhos não vê, o coração não sente. Sim, ela viu coisas...
O que ela estava sentindo pelo amigo/namorado não era pouca coisa, e como ela não sabia muito controlar certos sentimentos, ela explodia internamente na maioria das vezes quando as coisas não iam da forma que ela queria ou planejava.
Querida, a vida realmente nos prega peças. Eu diria isso a nossa mocinha, mas ela descobrirá isso com o tempo. Todos descobrem.
Na volta para casa no fim do dia, Lucas resolve dar as caras na lanchonete quando Peyton estava fechando.
_ Podemos conversar? Perguntou ele com aquele olhar terno que a desmanchava e ao mesmo tempo dava raiva, afinal, ela odiava ama-lo tanto.
Sim, essa conversa mostrarei no próximo episodio.
Um beijo!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Em OTH #1


Lances da vida #1

Mais uma noite se passa em One tree hill.
Payton teve mais uma noite daquelas, riscou todos os papeis que estavam na mesa, destruiu o boneco de argila que ela estava esculpindo e depois de fumar uns cigarros em pouco menos de vinte minutos, desmaiou.
Uma enxaqueca tomava conta de sua cabeça e com os olhos apertadamente fechados, ela teve delírios.
Acordou no meio da madrugada como se estivesse voltando da morte, e lembrou que havia escapado dela duas vezes no dia anterior. Olhou para o celular e viu uma mensagem de sua amiga Brooke, mas não gostou do que leu.
Sentou na cama, passou a mão nos olhos e se sentiu tonta.
“Nossa, será o efeito do fumo com aquela garrafa de suco de maracujá?”
Deu uma gargalhada de deboche para si mesma e olhou para o lado.
Sim, ela tinha tomado um calmante.
As cenas do desentendimento que ela teve com Lucas ainda gritavam em sua mente conturbada.
Foi lavar o rosto e o relógio marcava 1:44 am.
“Maravilha! O sono se vai e me deixa sozinha com essas vozes na cabeça”.
Não queria se distrair com o computador, pois corria o risco de se estressar mais com supostos e-mails, mas ler ela não iria conseguir se concentrar.
Foi vencida pela curiosidade.
Entrou no seu myspace e realmente viu o que temia: recados de Lucas.
Nisso o computador pede para fazer algumas atualizações e como levaria tempo, ela resolve bater papo com uma conhecida da arte, uma menina dos multi arquétipos.
Começou a sentir frio e percebeu que o problema era mais serio do que poderia imaginar.
_ Xyn, acho que estou febril. Sinto frio.
_ Nossa! Vê se toma algo para não piorar. Sinto você tão desanimada!
E enquanto conversavam sobre problemas emocionais de ambas, ela foi acender um maldito cigarro, algo que ela nunca havia feito antes. Não de madrugada.
Nossa amiga precisava mesmo de uma folga, mas infelizmente sua chefe havia viajado e ela estava com as chaves da Cafeteira.
_ Essa atualização que não termina...
_ Relaxa Payton. E me conta mais sobre essa novela que você escreveu. Me vi nela ao ler sua resenha.
Depois de uns nove cigarros, um papo que acabou entretendo-a e uns entra e sai da internet por conta da péssima conexão, Payton se despedi e vai dormir, afinal, já era quase quatro horas da manhã.
Acordou com o raio de sol queimando seus olhos e pensou em todo seu drama.
“Sou mesmo uma drama queen da pior categoria”.
Levantou-se ainda sentindo frio e agora com a garganta inflamada.
“Mas que beleza!”
É meus amigos. O que uns cigarrinhos fora de hora e um nervo a flor da pele não faz?! Mas terá sido mesmo só culpa dos cigarros?
Vou deixar isso para o próximo capitulo.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Game is over (?)


Today I’ve lost my ground that I thought it was a floor. Actually I was floating but now I fell and I feel the taste of the sand with blood on my mouth.
Someone behind this still try to put sugar in my wounds, but it has no idea how much it burns and my wrists its close wanting to go to some fight, but a fight with herself, because she’s so foolish, so fragile, so intense.

I’m sick of promises, promises not fulfilled.
I’m sick of being in the middle every fucking time when something it happens.
I’m sick of being me.

How many times do I need to be in the middle of a disagreement to feel the taste of tears in my mouth?
How many times do I need to have a broken heart to remember the intensity of a pain? Stupid pain.
How many times do I need to pretend I’m really bad just to you feel sorry for me? like I was the worst bitch in the world?
Yes, I AM BITCH.

And NO!
Don’t come with your sweet excuses. Your a hundred bullshits reasons to explain what there’s NO need to be explained.
Don’t try to fix me, I’m not broken and I’m gonna be ok.
The game is over.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Warning


These days I’ve been paying more attention about my emotional life, about the whole passions I’ve been through and I realized, even though it was honest, that I’ve never really fell in love.
I have learned the difference between passion and love, even though when I don’t have the exactly words to explain, but I can feel it.
I’ve found the love through a shy smile, through a good mature conversation or in a sweet voice behind a line phone, and I’m scared. I really am.
Sometimes I think I cannot handle its strength or if I’m gonna be able to keep this flame lit for a long time but I’m sure I cannot do it by myself.
Tonight I watched a movie called How to deal, which it tells about love, loss/gain and married.
We are incredibly losing things and people and the more I try to keep the ones I love near me, they seem to disappear or to hurt the best of me. But looking right now into your serene eyes, I will let you a phrase: If love beats us up, let’s beat it back. We can do it.
And to finish this warning, make this work, please. Make my heart to trust on yours deeply and I promise taking you to that dance. Oh I will!

Bilhetinho da mamãe


Clarice chega em casa pensativa da escola quando depara com um bilhete de sua mãe encima da mesa ao lado de dois bombons.
“Filhas, (o bilhete era para ela e sua irmã)
Coração? Ah! Tem vários tipos. Tem o que bate forte dentro da gente; tem o de ouro; tem o de manteiga; tem o de pedra; e tem o de chocolate que é o único que você pode dar para quem gosta!!! haHAhaHA
Ass. Eu”
Ela olhou para o bombom, deu um leve sorriso e foi dar um abraço em sua mãe.
Depois de anos, as duas tem se encontrado. Nunca é tarde para reatar algum relacionamento familiar, e o legal é que vale a pena tentar.

Dedido este post à pessoa que tem me ensinado a ter uma boa relação com minha mãe.

BOM DIA A TODOS!!

domingo, 10 de maio de 2009

Me desculpe mães


Acordei cedo para escrever algo poético em homenagem às mães, à minha, à sua, e me veio tantas palavras que no final me sufoquei.
Desci para tomar um café com a minha, dei-lhe um beijo na testa e falei o clichê: Feliz dia das mães! Ela sorriu e me disse: Te amo filha. Muito. E eu calada apenas sorri.
Ontem, conversando com uma amiga que também é mãe, ela me disse uma frase que de imediato concordei: As mães podem ser tanto uma benção à humanidade quanto uma desgraça.
Discutíamos sobre criação dos filhos, pois eu vivo observando minhas duas irmãs com suas respectivas crianças e percebo como os dois que regulam a idade e também o signo são tão diferentes. Primeiro, eles são reflexos dos pais e segundo, os pais têm que perceber isso para não fazerem mau uso da educação que parte primeiramente deles.
Eu acredito que durante nossa vida criamos kharmas e um deles percebemos quando nossos filhos agem de maneira incontrolável com as rebeldias.
Sempre ouço dos pais: Fiz de tudo para ele (a), mas não entendo o que se sucede.
Será que não sabem mesmo não?
Peço desculpas aos pais, em especial as mães por logo hoje estar postando uma mensagem de advertência (?) mas acredito também que quem ama, corrige. Eu amo minha mãe e quero que ela leia essa mensagem para que sirva como reflexão. Sei que não há muito diálogos entre eu e ela, entre ela e minhas irmãs e é nisso que acho que a maioria dos pais falham, porque não suportam ouvir as coisas que os filhos querem dizer, por isso eles se calam, porque como posso dizer algo a alguém que de primeira instancia jogará uma pedra encima das coisas que irei comentar? Sem ao menos parar para refletir? Eu sei também que muito dos pais temem estarem errando por serem “liberais”, mas espera ai, ser flexível às idéias de seus filhos não significa que estão sendo liberais demais não.
Compreensão.
Será que os pais são compreensivos a seus filhos?
Me corrijam se eu estiver equivocada, mas vejo a compreensão como se por no lugar da pessoa. Sim, é assim que enxergo essa palavra.
Eu aprendi com muitos tapas da vida a entender isso, e hoje sou mais tolerante as diferenças que vemos por ai a cada rosto, a cada pessoa.
Mães, aceitem seus filhos do jeito que são, tentem entrar no mundo deles, porque aqueles que se calam, geralmente são os que mais tem cede em dizer as coisas.
E saibam também, que eles as amam, mesmo que em silêncio.

UM ABRAÇO APERTADO A TODAS E UM BEIJO DE AGRADECIMENTO, AFINAL, ESTAMOS AQUI POR VOCÊS.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Branca de neve e seu veneno


É inverno!

A Rainha Mãe costura.
Sua caixinha de linhas negra,
A neve cai branca,
O sangue manchou-a de vermelho
A mãe espetou o dedo na agulha.
Desejou uma filha de 3 cores
Concebendo-a de pele alva
Cabelos negros
Lábios vermelhos
A mãe morre na sala de parto.

No lugar da Rainha Mãe
Surge a bela Rainha Má
A nova esposa do Rei
Que não vê a vilania da amada
Onde estará este Rei?
Ela o trai com Narciso
Jovem ninfeto
Reflexo de sua vaidade
Que sempre lhe responde
Ser ela
A mulher mais bela.

A enteada se torna moça
Encanta a todos
Inclusive o amante espelho.
O reflexo se apaixona por outra imagem
"Narciso Meu" diz que há uma mais bela
A Rainha se enfurece
Ordena a morte da jovem
Ela quer comer seu coração
Ela quer engolir sua beleza.

Seria o matador o próprio Rei?
Não, ele não comete o filicídio
A"filha" foge pela floresta
Onde encontra a casa de 7 yuppies
Sete amigos para abrigá-la
Amigos que podem se apaixonar
Sete dúvidas
sete desejos
Sete apaixonados em disputa
Eles deixam de só trabalhar.

Narciso descobre as sete artimanhas
Pocesso de ciúme
Revela:
Ainda vive a mais bela.
A Rainha tomada de fúria
Se transforma em serpente
Parar oferecer a maçã do Éden.

A menina tem que morrer
A menina infere o veneno sexual
A menina espera o príncipe do cavalo branco
Só ele pode tirá-la do sono de menina
Com um beijo
Ela viraria mulher
Mas o príncipe se torna Adão
Os sete yuppies não conseguem matar a serpente
E a maçã novamente é mordida.

Por Lolita von Braun

Fato - Amor por detrás das brumas


Sinto-me que hoje me despertei de um sonho poroso
Lavei a face para ir de encontro aos feixes de luzes
Me deparei com uma enorme porta fechada
Rasguei o livro

Inspirado no romance Um amor por detrás das brumas

Segue o link da resenha da novel

http://recantodasletras.uol.com.br/resenhasdelivros/1365569

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Pour Elise - Enfart version

video

Bem, ai consta apenas o áudio de uma das músicas que iria para demo I dare you da minha banda de dark rock Enfart. Espero que gostem.
Um forte abraço a todos!

Pour Elise - Música de Beethoven.

domingo, 3 de maio de 2009

NOVA ACRÓPOLE



Escola de Filosofia à Maneira Clássica

Nas cidades clássicas gregas, a Acrópole era o local mais elevado e destacado.
Hoje, com um critério semelhante, buscamos a superação individual, procurando fazer com que cada um se converta em seu próprio arquiteto e construtor, até alcançar seus mais elevados objetivos.
A Acrópole interior cria seres humanos ativos, inegoístas, que não buscam apenas o destaque individual, mas podem ajudar-se e ajudar os demais.
O novo estilo de ser homem e mulher, de maneira autêntica, em um contexto integral, completo e natural.
Colocamos a seu alcance as eternas verdades que mantém força e atualidade, a todo o momento, com o objetivo de dar respostas a nossos problemas de hoje..

Filosofia

A Filosofia se baseia no amor à sabedoria, na busca do homem por respostas às suas questões mais profundas. A fim de atingir o objetivo de levar o homem à sua condição de “ser humano”, a Filosofia à Maneira Clássica busca o caminho da unidade através de três frentes de estudo: Ética, Sociopolítica e Filosofia da História. Na Ética, encontramos as leis que regem nossa vida interior; na Sociopolítica, compreendemos nosso relacionamento com o que se passa à nossa volta; e, por fim, com a Filosofia da História, descobrimos no passado uma prévia do nosso futuro.

Como filósofos, fiéis à busca da sabedoria, interessam-nos as coisas essenciais, aquilo que possa nos conduzir à origem, às causas, ao profundo e verdadeiro conhecimento que nos possibilite a vivência dos ensinamentos em nosso cotidiano. Desta forma, procuramos reunir o pensamento dos filósofos mais destacados de todas as épocas, e em especial daqueles que deixaram profundas pegadas na história, das quais milhares de seres humanos puderam se servir como referência de aperfeiçoamento e busca de consciência.

Estes homens eram amantes da sabedoria que venceram o tempo, porque suas idéias superaram as barreiras da moda e da instabilidade das opiniões. Ensejaram muitos renascimentos, servindo-nos de guia para o caminho do futuro. Alguns nomes são familiares e conhecidos; outros serão resgatados das sombras do esquecimento, porque ofereceram também respostas válidas para as perguntas de hoje.

Assim, o curso de Filosofia à Maneira Clássica oferecido pela Associação Cultural Nova Acrópole traz àqueles que desejem se aventurar no misterioso mundo do conhecimento uma trilha, que é prática e ativa, e não apenas intelectual e contemplativa. Ou seja, há que se viver o que se aprende, e aprender o que se vive.
Este estudo não é propriedade de um pensador ou de alguma escola em particular, mas um presente dado pela natureza a todos que quiserem desvendar o significado da vida.

VISITEM O SITE OFICIAL: http://www.nova-acropole.org.br/

Ótimo domingo a todos e agradeço aos que visitam.

sábado, 2 de maio de 2009

NEI KUNG





Confesso que tive uma noite daquelas. Deitei cedo para descansar um pouco mais, pois eu sabia que logo pela manhã acordaria cedo para mais uma aula de Nei Kung. (Se bem que já fazia meses que não assistia as aulas).
Acordei com o despertador e quando ouvi pingos de chuva lá fora, pensei:
_ Vou arriscar chegar molhada não.
E voltei a deitar.
A mente instantaneamente começou a pipocar e não me deixou quieta enquanto eu não levantasse para me aprontar.
Enfim, fui guerrear e juro que voltei revitalizada.
Vou fazer uma chamada básica aqui sobre essa arte e convido aos amigos a visitarem o site oficial do Instituto Bodhidharma.

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Bodhidharma

Instituto Internacional de Artes Marciais Filosóficas.
Inspirado no maior de todos os Mestres de Shao Lin, possui a Doutrina Filosófica das Artes Marciais Tradicionais, que é classificada por quatro aspectos, que são: Mági-co, Estratratégico, Tático e Técnico.

Proposta Filosófica

O desenvolvimento da Doutrina Filosófica é em função dos 5 elementos que são: Terra, Água, Ar, Fogo e Éter.
As ferramentas de trabalho da Doutrina são as 5 faculdades: Memória, Imaginação, Atenção, Discernimento e Consciência.
Os valores Filosóficos da Doutrina são os 7 Princípios: Centro, Distância, Tempo, Regulação, Ritmo, Absorção e Controle. É através desses 4 pontos que a Filosofia Marcial se estrutura e desenvolve com uma identidade própria e um caminho próprio.

Muitos buscam nas Artes Marciais um meio para aprender defesa pessoal, outros para vencer o medo ou a timidez, outros ainda para manter a saúde. Existem também aqueles que, além disso, buscam uma resposta no anseio da alma: De onde venho? Para onde vou? Quem sou eu?
As Artes Marciais Clássicas suprem as necessidades de todas essas pessoas, propondo uma vivência prática que serve como um caminho de auto-conhecimento, despertando o poder interno latente em todo ser humano.

site: http://www.bodhidharma.com.br/portugues/index.htm

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Caminho para Ìndia - The Mahabharata.





Enquanto a maioria dos Valadarenses descansavam, uns da correria do dia-a-dia ou da ressaca do GV folia, alguns confraternizavam entre si um dia inspirado com a filosofia da Índia e enquanto assistíamos à um filme, degustávamos uma deliciosa comida típica feita por nossas amigas Acropolitanas.
Foram servidos (me corrijam se eu tiver escrito errado) Pulão (arroz), subji (uma saladinha) e Kafta (bolinho de carne) e de sobremesa um pudin muito bom. Como amo o curry, me senti no céu. No lanche da tarde teve um pãozinho (como era o nome daquilo mesmo Gi? Me esqueci. Enfim, esse pãozinho com um patê interessante.
E por fim, fui pega de surpresa, enquanto ajeitávamos a cozinha, com um escrito do nosso amigo Moisés. Não pude deixar de ficar emocionada, pois foi algo tão espontâneo quanto poético.

“Dia 1º de maio, dia do trabalhador.
Fico aqui tranqüilo, assistindo e refletindo o quanto nós podemos mudar.
Comida indiana é muito gostosa e feita com carinho fica melhor ainda. Então só me resta agradecer a todos vocês e pedir para que voltem sempre e para que nos apóiem a termos um mundo mais justo, decente para todos habitarem.
A Nova Acrópole é uma ponte que liga o homem ao saber mas não um saber para aparecer e sim compreender que um mundo mais justo é responsabilidade de todos nós. Vamos fazer as coisas acontecer. Não pare! Não espere! As mudanças começam dentro de você.
Bom feriado
Moisés Speridião.”

Quero agradecer a todos que estavam presentes e dizer que amo a vida de cada um de vocês. Obrigada por me deixar fazer parte dessa família.