Mostrando postagens com marcador educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador educação. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Por que não comemorar o Halloween?


Sei que o Halloween já passou, mas eu não me esqueci de voltar aqui para comentar a pergunta que fiz na postagem anterior, que dizia: “Já se perguntaram o motivo de comemorar o Halloween?”
Bom, ao invés de eu trazer a parte histórica desta festa, se é que posso chama-la assim, eu vou responder por que eu não mais comemoro ou brinco de Halloween.
Eu sempre amei a cultura norte americana e tudo agregado à língua inglesa. Quem convive comigo sabe o quanto isso marcou a minha formação.
Sou bem internacionalizada haha Tanto que às vezes me sinto fora de lugar vivendo no Brasil pelo fato de não acompanhar as nossas músicas e programações de TV.
Enfim, depois que entendi o projeto de salvação de Deus na minha vida e ainda estudar História na faculdade, o meu olhar sobre as coisas começaram a ficar bem críticos.
A título simples de exemplo, hoje no supermercado Coelho Diniz, onde existe um programa acumulativo de pontos no CPF para quem compra naquele local, a moça do caixa perguntou se eu gostaria de colocar os “DOTS” no meu CPF, e eu não quis pelo fato de estar fazendo compras para a empresa que trabalho. Dai meu colega de trabalho me perguntou o motivo de não querer colocar os pontos, sendo que não havia problemas.
Então eu expliquei:
- Olha, eu não sei como isso seria lançado contabilmente no meu CPF, sendo que o governo pode traçar o quanto eu ganho e o quanto eu gasto, e se perceber que gasto mais do que ganho, pode ser que der algum problema para mim. Como eu não sei como funciona de verdade, prefiro não arriscar. Eu passarei apenas as compras que eu de fato fizer para minha casa.

Meu amigo garantiu que isso não daria problema algum, porque ele e mais muitas pessoas fazem isso. E eu simplesmente disse: não sou outras pessoas e eu evito fazer coisas no qual não sei o fundamento. (Meu lado autista dizendo hahaha)
Ele me olhou torto e começou a rir.

Eu estou desse jeito ultimamente! #aloka

Bom, voltando ao assunto principal.
Hoje eu estava olhando meu IG e vi uma postagem da Escola do Futuro sobre o Halloween que transmite exatamente o meu pensamento de hoje.
E vou tomar a liberdade de compartilhar e espero que ela ajude vocês a refletirem também.
Entendo que não há nada demais se fantasiar, fazer travessuras e comer doces, mas precisamos pensar de outra forma. Se algo não trás benefício moral ou espiritual, qual o motivo em fazê-lo? Entende?
Fica a reflexão ao lado e aguardo seus comentários.

Beijão!!!
Gabi.




Obs. Clique na imagem para ela aumentar.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

A questão do gênero feminino




Olá Introspectors! Vamos filosofar um pouco?
Estarei citando dois conceitos sobre a questão do gênero para abrirmos o texto sobre esta temática.

"A palavra gênero indica uma construção sociocultural usada primeiramente pelas feministas americanas e, posteriormente, abarcado por pesquisadores. Pensar a questão de gênero significa, pois, perceber a metodologia utilizada para constituir uma nova forma de tratar a história das mulheres." (AFONSO, Simone. SANTIAGO, Graziella Lacerda - A escrita da História) 

E agora citando Raquel Soihet, ela diz: “Gênero tem sido, desde a década de 1970, o termo usado para teorizar a questão da diferença sexual. Foi inicialmente utilizado pelas feministas americanas que queriam insistir no caráter fundamentalmente social das distinções baseadas no sexo. A palavra indica uma rejeição ao determinismo biológico implícito no uso de termos como “sexo” ou “diferença sexual”. O gênero se torna, inclusive, uma maneira de indicar as “construções sociais” — a criação inteiramente social das ideias sobre os papéis próprios aos homens e às mulheres”. (Em A História das Mulheres).

Por muito tempo o gênero feminino teve limitadas funções: procriar, colher coisas para preparar o alimento, cuidar dos filhos e de casa. Os homens, por sua vez, eram os provedores e protetores da família. Ficavam incumbidos também de tomar decisões, fossem elas na comunidade, na Igreja ou na política.

          A mulher, por sua vez, não tinha voz na sociedade e nem dentro de casa. Era submissa. Isso, nas comunidades religiosas, pois algumas sociedades pagãs,  como os vikings, por exemplo, as mulheres eram guerreiras, curandeiras e tinham grande poder de persuasão nas comunidades. 

Com o passar dos tempos, ficamos presos por longos séculos na era medieval, onde as civilizações basicamente Cristianizadas calaram novamente as mulheres, e apenas com o advento do Iluminismo que elas começaram a ascender. E foi no final do século XIX, com o movimento Sufragista que elas finalmente conseguiram fazer a diferença no mundo. 

Com a percepção de que as mulheres estavam sendo muito úteis dentro e fora de casa, elas passaram a refletir o motivo de não participarem mais da sociedade usando sua voz, sua opinião, foi quando elas fizeram o primeiro movimento para tentar o direito ao voto, conhecido como movimento Sufragista que teve sua celebração centenária em 06 de fevereiro de 2018 da lei que permitiu o voto de mais de 8 milhões de inglesas.
Isso foi o primeiro movimento no qual impulsionou muitos outros a irem a luta por seus direitos como cidadãs do mundo.

Hoje, apesar de ainda existirem algumas dificuldades e preconceitos referentes ao gênero feminino, às mulheres já estão desenvolvendo diversos papeis de liderança, seja dentro de instituições, como arrimo de família e na sociedade, mostrando assim o seu poder e valor no mundo.


Por Gabriella Gilmore - Uniube

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Leitura nossa de cada dia #3




Eu desejo a todos que a leitura seja parte do seu dia a dia, que nossas crianças descubram o prazer nas letras e o mundo por detrás das diversas estórias contadas dentro dos livros.
Que nós sejamos grandes incentivadores da leitura e que esta geração se torne bons observadores e adultos de boas atitudes.
Bom dia amigos!!

Instagram @gabygilmoreofficial
Twitter @gabriellaclima

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Burguesia, capitalismo e afins




Burguesia, capitalismo e afins
Por Gabriella Gilmore

Definir e entender a classe burguesa é importante, pois ela foi responsável para que a Revolução Francesa acontecesse tendo o liberalismo como ideologia nas revoluções contra os regimes absolutistas dos séculos XVII e XVIII.
O conceito de burguesia é um tanto complexo pelo fato dela ter ganhado algumas interpretações ao longo de seu surgimento. Entende-se por burguês, o comerciante, o produtor rural com posses consideráveis, pagadores de impostos, e de acordo com a definição de Marx, a burguesia é aquele proprietário dos meios de produção, portanto, o explorador de mão de obra barata.
Com o advento do Liberalismo que surgiu no século XVIII tendo o Iluminismo como inspiração, defendia a liberdade individual, a divisão do poder político, a livre iniciativa e concorrência e o direito a propriedade privada, chacoalhou os pensamentos daquela época e incentivou os burgueses a questionar o governo absolutista monárquico, a economia reprimida e a falta de liberdade de expressão e econômica, e passaram a lutar por tais mudanças. Defender uma política livre e sem interferências do Estado no comércio foi à base para que uma revolução surgisse.
Citando Martin Perry, “De modo geral, o liberalismo foi a filosofia política da burguesia. Enquanto os conservadores buscavam fortalecer os alicerces da sociedade tradicional seriamente abalados no período da Revolução de Napoleão, os liberais desejavam alterar o status quo e cumprir  a promessa do iluminismo e da Revolução Francesa”.
Cansados de alimentar um governo que não lutava pela sociedade em geral, e de viver um caos na comunidade da época devido as más colheitas e os impostos altíssimos, os burgueses juntamente com as massas (os sans culotes) se levantaram contra o antigo regime, pressionando a monarquia para que eles também fizessem parte das escolhas políticas e econômicas.
Muitas cabeças rolaram para que hoje tivéssemos mais liberdade econômica e política, e sabendo que o capitalismo tem seus defeitos, onde o lucro é seu principal objetivo, e a mão de obra barata seus malefícios, precisamos continuar pensando sobre esse sistema econômico que vem crescendo a cada década que passa, sem nos esquecermos de um dos princípios que John Locke pregava: liberdades! E será que nós somos realmente livres para produzirmos nossa própria riqueza? Não seríamos nós, hoje, escravos do dinheiro? Que essas duas perguntas fiquem como reflexão para nós.

Instagram: @gabygilmoreofficial
Twitter: @gabriellaclima


sábado, 1 de setembro de 2018

Leitura nossa de cada dia #2



Que setembro seja o mês onde você consiga finalmente terminar de ler aquele livro que estava parado no meio da leitura.
Incentive seu filho, seu sobrinho, seu vizinho, seu amigo a ler.
Tanto são os benefícios que a leitura nos trás.
Trabalha nossa imaginação, nosso senso crítico, nossa visão de mundo, nosso idioma, nossa escrita.
O Brasil que eu quero é aquele onde nossas crianças prefiram ganhar livros a jogos eletrônicos, ou pelo menos tenham pais que consigam equilibrar a tecnologia com o clássico.
Bom dia Introspectors!!

Instagram @gabygilmoreofficial
Twitter @gabriellaclima


sábado, 18 de agosto de 2018

Responsabilidade educacional (Kant)

Esses dias eu estava lendo algumas coisas para a faculdade e achei muito interessante a visão de educação que Kant pensou uma vez.
Para ele, a "responsabilidade da educação infantil é dos adultos, que por meio da escola e da pedagogia proporcionam condições para a formação e o desenvolvimento das disposições naturais das crianças. Essa pedagogia se organizaria em: disciplina (controle dos instintos), cultura (instrução, conhecimento, habilidades, atividade física) e formação moral (prudência e civilidade)".

Como nossos filhos tem sido educado em casa? Já parou para refletir sobre isso?
Uma coisa que gosto de defender é o fato do professor não ter obrigação de educar os alunos, não necessariamente, por isso de antemão isso cabe aos pais faze-lo em casa, e eu ficaria aqui horas citando exemplos que justifique essa minha colocação, e uma delas é: você confiaria mesmo a educação de seu filho a um estranho?
Obviamente, o bom professor também é um grande inspirador e referência para seus alunos, mas não podemos atribuir mais esta responsabilidade para o docente.
Pense nisso! E use os caminhos que Kant deixou para nós há tanto tempo atrás: Disciplina, Cultura e Formação moral. O futuro seria muito melhor se aplicássemos essa pedagogia, o que me diz?

Abraços!!

sábado, 11 de agosto de 2018

A mente bomba relógio do Historiador



A mente do Historiador é uma bomba relógio
by Gabriella Gilmore

Bom, acho que muitos sabem que estudo História na faculdade, porém não sei dizer se todos vocês se atentaram sobre a responsabilidade que um Historiador tem com os relatos, com os acontecimentos, com os fatos, e a forma como relatam tudo isso.
Tenho aprendido a ver o quão importante é o papel do Historiador em sua sociedade atual e os perigos que envolvem o seu olhar sobre os fatos.
É como se seu papel e caneta fossem duas grandes armas.
Armas no sentido do profissional poder narrar e escrever um fato com olhar tendencioso e um tanto pessoal.
Sabemos que uma mentira bem contada, e contada por longas décadas, acaba virando verdade.
Sendo assim, a única coisa que poderia salvar a nossa história seria a ética e a moral influenciando os contadores dos fatos. Pois os historiadores precisam ser impactados pela verdade, custe o que custar, doa a quem doer.
O Historiador tem um sério compromisso com a verdade, independente se essa verdade vai contra os seus valores pessoais.
A narração de um acontecimento não pode ser sensacionalista. Precisa ser objetiva e honesta.
Já a interpretação dos fatos onde o Historiador não esteve presente, conta com seu árduo trabalho em pesquisar materiais com boas reputações, para que assim ele possa transmitir o conhecimento também de forma neutra.
Não cabe ao Historiador acrescentar ou retirar detalhes dos acontecimentos, cabe a ele informar a sociedade de sua época às lembranças do passado para que possamos entender o presente e assim trabalhar para mudar os rumos do amanhã.

Que Deus me ajude.


Instagram: @gabygilmoreofficial
Twitter: @gabriellaclima

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Leitura nossa de cada dia



Eu ainda acredito no Brasil onde nossas crianças gastarão seu tempo livre lendo livros debaixo de árvores, em ponto de ônibus, na hora do intervalo do almoço, antes de dormir, numa roda entre amigos, no clube de leitura do bairro...
Que esse começo se inicie hoje, comigo e com você, a partir do exemplo.
Qual livro você está lendo hoje?

Instagram @gabygilmoreofficial
Twitter @gabriellaclima

terça-feira, 31 de julho de 2018

A questão nacional da América Latina




A questão nacional da América Latina
Por Gabriella Gilmore

Quando se fala em formação da sociedade nacional latino americana, logo nos vem à mente as grandes conquistas, e consequentemente, nos voltamos para as lutas e guerras travadas para que aquelas vitórias fossem alcançadas.
Por trás de todo movimento existem almas de mentes inquietas, de espíritos revolucionários, que sentem uma enorme necessidade de mudar sua realidade, pois não concordam com as injustiças de seu tempo. O pensamento Iluminista de que o homem nasce livre, mexe com os pensamentos daqueles que compreendem esta ideia e ao olhar para fora, vê que ela não se aplica a “realidade”. Assim, governos que foram formados debaixo de absolutismos, colonialismos, ditaduras, soaram um tanto desonesto para os grandes nomes responsáveis pelas lutas de libertação.
Um grande desafio quanto a essas lutas, era identificar quem seriam os seus participantes, afinal, a América Latina tem uma formação mestiça, onde muitos ainda não sabem bem o que são e qual identidade os definem. Sendo assim, as pessoas acabam sem saber em quê e o por que de lutar. Lutar para quê? Pelo quê?
Os estrangeiros passaram a se tornar nativos, portanto, passaram a lutar pelo seu país de nascimento, e não o país de seus antepassados. E assim, “o território e o povo formam-se nessa história”. (Octavio Ianni). Porém, não podemos deixar de pensar as desigualdades que são formadas nesse meio tempo, onde a divisão ocorre por todos os lados, seja ela regional, racial, financeira, cultural, e fica uma pergunta: qual é o real motivo para tantas “classes e castas”? Se pensarmos a História apenas como consequência da Política, o que essa instituição ganha em repartir as pessoas desse jeito?
Uma vez independentes, ainda fica o sentimento de despertencimento, pois muitas são as heranças, e cada grupo quer levar a sua adiante, e a pergunta volta a pairar na mente coletiva: qual é de fato a minha origem?
O mundo sendo movido debaixo de preconceitos e rótulos, as pessoas ao invés de se unirem, elas se separam, vivendo marginalizadas, como reflexo de um egoísmo, uma das principais dificuldades encontradas pelos líderes latino-americanos ao tentar ordenar as novas nações.
Citando mais uma vez Octavio Ianni, “A nação muda ou consolida-se, nesta ou naquela ocasião, conforme o jogo das forças sociais internas e externas”.
Essa reflexão vale para todos que um dia foram colonizados, e mesmo alcançando a libertação enquanto nação, ainda levam o peso da discriminação, e sociedade precisa se perguntar sempre: qual é a história que eu quero deixar para meus descendentes? Uma repetição de uma sucessão de mazelas, ou o desejo de estudar para mudar a realidade atual? Que a reflexão com bom senso seja umas das primeiras coisas a se colocar em prática todos os dias.
Instagram: @gabygilmoreofficial
           Twitter: @gabriellaclima

domingo, 1 de julho de 2018

O que sua perda diz sobre você?



O que sua perda diz sobre você?
Por Gabriella Gilmore

Um dia desses estávamos eu e alguns alunos sentados à mesa jogando UNO.
Toda vez que Joãozinho ganhava alguma partida, ele inflava o peito. Não dizia nada. Seu rosto dizia tudo.
Por outro lado, o Zé se irritava a cada perda. Exaltava-se, dizia nomes feios e falava mal de si mesmo em voz alta.
Numa forma pedagógica e um tanto triste, me ajoelhei, peguei nos braços do Zé, olhei bem em seus olhos e disse:
- Zé, escuta. Há algo bom na perda, sabia? Porque a forma como a encaramos diz muito sobre nós mesmos. O que você se mostrou agora? Uma pessoa de baixa autoestima e impaciente. Como podemos resolver isso?
Zé ficou pensativo por alguns segundos e depois me abraçou.

Muito das vezes pensamos que a criança que não sabe perder é apenas um garoto chato, mais um mau perdedor no mundo, um bobão. Porém, por trás disso tudo temos pais que cobram demais do mesmo, talvez um limite imposto por um pai ou uma mãe, que no passado também foram “maus perdedores”, não cabe dentro de sua estrutura mental e psicológica.
Portanto, se você presenciar um ato assim, pare, chame esta criança e converse com ela. Descubram quais são as suas inseguranças, você estará ajudando bastante esse futuro cidadão a ser um vencedor e apto a levar esta corrente do bem adiante.
Abraços.
Gabi.

domingo, 17 de junho de 2018

Copa 2018 - descontentamento e empolgação




por Gabriella Gilmore

Olá Introspectors.
Muitos estão me criticando devidos alguns posts de descontentamento referente à copa deste ano que tenho feito nas minhas redes sociais.
Não que eu deva alguma satisfação a vocês, entretanto eu gostaria de deixar uma reflexão aos meus leitores.
Não espero que todos concordem, afinal, este é o meu descontentamento, e não o seu.
Um dos maiores motivos da minha “des-empolgação” é a preguiça que eu tenho quando se refere à hipocrisia e inconsistências.
Sinto muito, mas eu nunca esquecerei o 7x1 em 2014.
O problema não é o fato de termos perdido, mas como nós perdemos.
Eu digo “nós”, porque até então meu coração brasileiro batia em sincronia com a da população e os jogadores, mas hoje, estou de luto.
Já reparou que a população brasileira só se torna patriota de 4 em 4 anos? Hahahah Eu preciso rir. Isso tudo é para se mostrarem nas redes sociais um falso patriotismo, sorriso forçado para as câmeras, um gasto a mais com cervejas e petiscos, e ostentar uma segurança financeira que não existe.
Depois do fogo da copa, voltamos a falar mal do Brasil com o orçamento apertado.
Outro motivo é a supervalorização que damos aos jogadores de futebol.
Ah francamente! Gurizada de baixa educação que acabam ganhando rios de dinheiro.
Dai o seu filho/neto vai querer ser quem quando crescer? Oras! Querem ser como Neymar!
“Ah Gabi, mas a maioria deles tem fundação e ajudam crianças carentes...”
AHAHAH Fazem mais do que o dever deles a sociedade, eis minha resposta nua e crua!
Quantos educadores e formadores de cidadãos se entregam em salas de aula para tentar formar pessoas dignas, estão ai fazendo coleção de doenças emocionais e ganham um salário injusto?? Alguém já ouviu alguma criança dizer que quer ser um Darcy Ribeiro, Heitor Villa-Lobos, Cecilia Meireles, ou Rui Barbosa e Clarice Lispector? Você já? Aposto que já escutou apenas um desses nomes, né? Pois é gente, eis ai uma das inconsistências desse falso fogo que eventos como a copa me trás.
Os valores continuam se invertendo e ninguém se incomoda mais.
O engraçado é que todo mundo está vendo isso diante dos olhos, mas o excesso de informação e tecnologia está matando o nosso senso crítico, pois ninguém tem mais tempo e paciência para refletir.
Estamos virando robôs.
Falamos sobre coisas superficiais, compramos coisas que não precisamos, vivemos um personagem em nós que não existe, e nem lembramos mais como se canta o Hino Nacional...
E em 2018, sabe quem está acompanhando aos jogos da copa? Um monte de máquinas, fantoches, melhor dizendo, que simplesmente seguem o fluxo, marchando rumo a um futuro onde as bases estão fundamentadas em desinformação, falta de educação, cultura e senso de pertencimento a uma pátria.
Contudo, você que me leu hoje, não se encaixou em nada que expus nesse texto, o meu muito obrigada! Você ainda é um ser humano.

sábado, 2 de junho de 2018

A invenção do mundo contemporâneo



Boa noite professor.

Estou aqui filosofando em cima do texto "A invenção do contemporâneo", do conteúdo da aula desta noite, quando fala que todos nós somos iguais.
Tenho dificuldade de entender isso. Eu compreendendo que temos direitos iguais, mas que somos iguais eu acho um tanto complicado digerir este raciocínio. Não tenho o pensamento negativo de que o fato de sermos diferentes, seja a causa do mundo estar o caos em que se encontra. Fico imaginando aqui se realmente nascêssemos todos iguais, com as mesmas posses, nas mesmas posições sociais, com formação "superior", em resumo, todos ricos. Ai vem aquela pergunta boba e um tanto tendenciosa: quem cuidaria do nosso jardim? Ou quem lavaria as nossas roupas, cuidaria de nossas casas, ou de nossos filhos enquanto estamos lá fora sendo "ricos"?
Acredito que o mundo está da forma que deveria estar. Creio que a ascensão social está mais para o mérito pessoal do que a hereditariedade está para os privilégios. E olha que nem estou usando uma visão teológica para explicar as mazelas da vida, hein?
É muito simples justificar a nossa miséria usando apenas o “fruto do meio” como responsável por nosso “Status” social. Sou fruto de colégio estadual. Nunca tive dinheiro para estudar em colégios privados, ou ter acesso cedo às tecnologias como nós temos hoje.  Na minha casa as coisas aconteceram de forma muito, mas muito lentas. Eu, por mim mesma, sempre tive vontade de ser gente, e isso fez com que eu me afastasse de coisas que me influenciariam a ser “bicho” e fez com que eu corresse atrás dos meus sonhos. Hoje, tenho habilidades com as tecnologias e adoro estudar. Foi fruto do meio? Não e não. Foi mérito! E o meu exemplo ainda não é nada, porque conheço pessoas que lutaram muito mais que eu e hoje são ícones intelectuais, médicos, promotores... Às vezes tenho a inocência de pensar que somos exatamente o que queremos ser. E ai, vai querer ser gente ou bicho? Brincadeira! rs

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Criançando com os verdadeiros filósofos

" Quem não muda sua maneira adulta de ver e sentir, e não se torna como criança, jamais será sábio". - Rubem Alves (Educador e Escritor)

Qual é a importância do filosofar, foi o tema do encontro da noite do dia 14 de outubro no #BibliotecaTremPraLer.
Por Gabriella Gilmore

Os maiores filósofos são as crianças. E sabe por que? Porque elas perguntam, elas questionam, elas buscam aprender sem medo de errar, falhar, e nós, os adultos, "matamos" esses filósofos quando dizemos: Ihh menino(a), chega de ficar perguntado o por que, por que, por que das coisas...!! Eu não sei tudo!!
Então é ai, que a criança começa a parar de perguntar e de buscar o significado das coisas e se torna mecânica, um alvo fácil para a sociedade manipular e fazer o que quiser com elas. E foi sobre este assunto que nós dialogamos com as crianças e adolescentes presentes no encontro daquela noite.
Foi fantástico ver o entusiasmo delas ao poder refletir e usar o seu conhecimento para definir as palavras que jogamos na roda.
Há alguns anos atrás, minha amiga Jamila Zgiet me presenteou com o livro de Javier Naranjo chamado "Casa das estrelas", onde ele seleciona várias palavras conceituadas por crianças de diversas idades. O livro é um mimo carinhoso, divertido e nos faz refletir o quanto as nossas crianças são presentes de Deus para a humanidade, para a família.
E me inspirando nesse seu projeto literário, eu usei a ideia para levar a atividade da noite no BTPL, e abaixo eu vou citar as frases dos nossos pequenos filósofos.
Espero que gostem.

TRISTEZA
A tristeza é uma coisa muito ruim e eu não gosto disso. (Diogo - 13 anos)
COMPANHEIRISMO
É a pessoa que fica com você como companheiro e é seu amigo. (Ana Luiza Souza - 10 anos)
ENERGIA
Significa luz, salvamente e segurança. (Edson Coelho - 11 anos)
MUSICA
Fazer som com ritmo. (Gabriel Corrêa - 11 anos)
ARREPENDIMENTO
É quando você se questiona por ter feito uma coisa e se arrepende. (Rafael Ribeiro - 14 anos)
SOBRENOME
Rhai Timóteo Vieira. (Rhai - 11 anos)
DOCE
Balas, bolos, tudo relacionado a açucar. (Rhaissa Timóteo - 16 anos)
Um alimento doce para satisfazer o prazer de doce. (Gabriel Corrêa - 11 anos)
ABRAÇO
Significa amor, carinho e muito amor. (Edson Coelho - 11 anos)
JUNTOS
Eu acho que juntos significa que a pessoa amiga gosta de você, só fica perto de você. Isso significa juntos. (Ana Luiza Souza - 10 anos)
DEUS
Deus para mim é o Pai, Filho e Espírito Santo. É uma coisa que você tem fé. Crê em uma coisa que não vê. (Rafael Ribeiro - 14 anos)
PALAVRAS
Toda palavra que tem a junção de letras, que tenha significado. (Rhaissa Timóteo - 16 anos)
LIBERDADE
Sentir-se desimpetida. (Brenda Pinto Borborema - 22 anos)
ESCURO
Sem luz. Preto. Apagão. (Rhaissa Timóteo - 16 anos)
DIARIO
É o livro que guarda o nosso segredo. (Diogo - 12 anos)

No final do encontro, houve o sorteio de dois exemplar do meu livro "O diário idiota de Rafaela".
Foi muito legal.

Amei conhecer cada um que estava presente, e o Rhai foi o que mais me marcou com seus eternos abraços.
Espero poder participar mais vezes desse projeto tão lindo e agradável.

Abaixo eu compartilho algumas fotos do momento.
Beijooosss!!







segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Qual é a importância do filosofar?


arte produzida por Layane Crispim.

Olá Introspectors!!

Como comentei sobre o projeto da Brenda Borborema, Biblioteca Trem Pra Ler nos últimos posts, dia 14 de outubro eu estarei levando a atividade da noite com o tema: Qual é a importância do filosofar?
O encontro começa as 19:30 na Praça Arnaldo Nick do Bairro Esperanças.
Leve seus filhos, sobrinhos, avós... será muito legal!!!

Te espero lá.
Um beijoooo.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Psicologia dentro da Educação



Bom, em uma das matérias na faculdade neste semestre nos deixou uma pergunta de como a Psicologia poderia contribuir no campo educacional.
A princípio parece até simples... vejamos.
Conhecer o ser humano, tanto o que habita no seu interior emocional, suas lembranças, seus traumas, suas inspirações, quanto o meio em que vive, ajuda o professor a conhecer o tipo de aluno e a forma como ele poderia vir a aprender dentro de sala de aula. Uma vez que a escola tem feito também o papel de educador/orientador, torna-se essencial que os docentes conheçam como funciona o processo de aprendizagem, como o conhecimento se forma dentro de cada indivíduo, para que as aulas se tornem mais dinâmicas, funcionais e com significados para cada aprendiz. Quando o professor identifica alguma transtorno no aluno, com o seu conhecimento prévio sobre o comportamento desse ser, ele pode ajudar o mesmo a encontrar caminhos para sair do ciclo que possa estar o impedindo de progredir em sala, e assim ajuda-lo a se tornar um campeão em sala e também na vida. Nos dias atuais, os professores são muito mais do que apenas detentores do saber, aquele que repassa o conhecimento, para o aluno finalmente reproduzir, como "máquinas repetidoras". Os professores tem um papel importante para mediar o aluno nas diversas transições que ocorre em sua vida estudantil/acadêmica, mostrando para eles o leque que se abre, quando em conjunto (professor e aluno) discutem os conhecimentos adquiridos, tanto o aluno com o professor, e o professor com o aluno; parafraseando Paulo Freire quando disse a frase: "Quem ensina aprende ao ensinar. E quem aprende ensina ao aprender". (Em Pedagogia da Autonomia).

Comentário de Gabriella Gilmore - História (Uniube)

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Pedagogia Progressista e outras coisas...



Sabe o que eu penso sobre Pedagogia Progressista e Paradigma Emergente? Um truque de mestre, para que dentro de sala de aula os professores não tenham mais autoridade. Pensa comigo. Com o ensino “Tradicional”, os seus pais e avós batiam em professores naquela época? “Ah, mas as crianças respeitavam porque tinham medo”. Medo de que? De ficar de castigo? Francamente. Antigamente existiam boas maneiras, cidadãos que realmente queriam ser alguém na sociedade para transforma-la em algo brilhante. Já com essas novas práticas educacionais, onde iguala o professor ao aluno, o único resultado seria este que estamos presenciando. Alunos batendo em professor, alunos gritando em sala, alunos “endiabrados”. “AH, mas ele vem assim de casa”. É, eu bem sei, mas se os alunos hoje saem de casa sabendo que vão chegar na escola para continuar a sua guerra pessoal porque o professor é apenas mais um, igual a ele, não acho que sairão da escola como transformadores, e sim como repetidores: repetindo a violência que veem lá fora. Então, estamos ai aplaudindo a “revolução” Freiriana, que jura ter sido criada com boas ações, onde o diálogo seria o maior ensino... Aham, sei. Hoje vemos meninos e meninas preguiçosos, sem sonhos porque aprenderam a não sonhar mais. Meninos e meninas que se automutilam, que fraquejam por qualquer coisa, porque estão aprendendo a serem vítimas do seu meio. Isso é ser uma presa fácil. Exatamente o que eles querem. Assim, os valores e a educação continuarão sendo invertidos, para nos iludir de forma que pensemos ser bom o falso diálogo, onde na verdade as faculdades estão formando professores com tendências revolucionárias, para ensinar os futuros militantes a alimentar o poderoso governo, que é o único beneficiário desse teatro todo. Pense nisso!

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Precisamos falar sobre "O paradigma Educacional Emergente".



Por Gabriella Gilmore

Lendo o artigo “O PARADIGMA EDUCACIONAL EMERGENTE” de Maria Cândida Moraes, me fez questionar sobre esse novo paradigma pedagógico que implica o ato de pensar, de construir suas ideias e forma de aprendizado, tirando um pouco o papel “autoritário” e dono do saber (o professor), e passa a deixar esta responsabilidade para o aprendiz. Houve trechos onde a autora diz: “É necessário levar o indivíduo a aprender a aprender, traduzido pela capacidade de refletir, analisar e tomar consciência do que sabe, dispor-se a mudar os próprios conceitos, buscar novas informações, substituir velhas “verdades” por teorias transitórias.” O que será que ela quis dizer? Que não existem mais “verdades”? Uma árvore hoje é verdadeiramente uma árvore, será que amanhã essa verdade se tornaria outra? Isso nos faz pensar um pouco sobre a inversão de valores. O que vocês pensam sobre isso? Como será a sociedade “sem freios”, sem “verdades”, sem um “norte” daqui algumas décadas? Como inspirar alunos sem ter uma direção? Afinal, não existe mais “um caminho”, existem vários. Houve momentos também em que ela cita: “É um novo modelo de escola que derruba as suas paredes, que salta além de seus muros, revelando um aprendizado sem fronteiras, sem limites de idade e pré-requisitos burocráticos.” Ok, essa ideologia é parece fantástica, mas como você ensinaria em uma classe de alunos com diversas idades, maturidade, experiências? Normalmente o aluno avançado, fica inquieto ao ter de esperar o colega que ainda está alcançando o conhecimento. É como se fosse desmotivar o aluno que já está à frente. Seja pela idade, pela oportunidade. Mas seria sábio uma escola matar alunos com potenciais adiantados, para igualar a educação em uma só? Eis ai um dilema a se pensar, por que se esta for a nova agenda escolar, talvez muitos gênios serão abortados bem no meio do caminho.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Onde está a falha na educação


Foto tirada no Espaço Cultural Nelson Mandela


Onde está a falha na educação?

Uma crônica de Gabriella Gilmore



Carmela termina seu café da manhã às pressas. Ela tinha de estar pontualmente as 9hrs na biblioteca pública para a roda de leitura com os alunos do 9º ano.

Ufa! Chegou a tempo.

O assunto era sobre Nelson Mandela.

Com um texto de 4 páginas nas mãos, os alunos tentavam acompanhar a leitura dividida entre eles,  sugestão feita pelo bibliotecário. Não funcionou.

- Quem quer começar?

Houve um breve silêncio. Depois começou as gargalhadas sussurradas. Um aluno cutucava o outro.

- Leia você! Sugeriu Américo. Ah, não quer? Então, leia você. Pediu com gentileza ao estudante ao lado. E assim foi até encontrar no meio da roda uma primeira pessoa para começar a leitura.

É assustador ver como os adolescentes de hoje são inquietos, desinteressados, infantis, tímidos e tolos. Será que o problema está dentro de casa ou dentro de sala de aula?

Carmela observava aquilo com lágrimas nos olhos.

É triste ver a falta de inspiração pela cultura assistido pelo comportamento das crianças.

Por que será que eles não gostam de ler? Isso explica sua inquietude dentro de sala?

Nisso veio um filme na cabeça de Carmela. Ela nunca aprendera a gostar de ler dentro de casa e nem dentro de sala. Nunca explicaram a ela o prazer e a alegria que uma leitura poderia proporcionar. Na verdade, ela nunca teve pais ou professores apaixonados pelo saber, pela cultura. O segredo está na paixão!! Uma vez, ela com 19 anos, conheceu pela internet uma adolescente muito sabida que tinha 14 anos, e ali, ela sentiu interesse em participar daquele mundo culto para tentar entender aquela paixão que saia de dentro de Helena, tão nova, tão agradável, tão adulta!

Carmela nunca mais conseguiu sair daquele mundo das letras.

O bochicho paralelo na roda atrapalhava a leitura, Carmela irritada, se levantou e começou a discursar.

- Senhores professores e responsáveis pelo espaço cultural. Bom dia! Peço um minuto para uma palavra.

Eles se entreolharam tentando lembrar donde surgiu aquela jovem senhora. Não a reconheceram.

- Me chamo Carmela Pinhão. Sou estudante de Letras. E estou apaixonada por estes alunos.

Em questão de segundos a roda silenciou-se e olharam para ela.

- Estou aqui admirando a beleza e juventude de todos vocês. E imaginando quantos meninos e meninas brilhantes vamos ter daqui uns anos. Aposto que temos aqui ótimos jogadores de futebol, músicos, dançarinos, poetas, pessoas que gostam de ajudar os outros, e leitores entusiasmados. Aposto que tem!! Mas por que vocês estão tímidos e ansiosos em participar dessa rodinha de leitura? Olha! Eu não sou melhor que vocês. E nem os professores ali sentados naquela enorme mesa quadrada. Somos tão bons quanto vocês. Vamos imaginar um corpo e suas partes. Os pés é parecido com os rins? E os braços com os olhos? São bem diferentes né? Mas eles fazem parte de um corpo, e cada um tem sua especialidade, tem o seu talento. E aqui nessa roda todos nós somos úteis e inteligentes, e é por isso que precisamos nos unir e interagir uns com os outros, para que tudo funcione prazerosamente. Eu ainda estou tentando entender por quê que vocês se olham e ficam rindo. (Carmela começou a rir. Logo a turma também).

- Tá vendo? Deixe a tensão para as pessoas rabugentas. Aposto que aqui não têm rabugentos.

Pessoal, a leitura é mágica. Não sei se já te falaram isso. Mas ela é tão completa, que deixa a gente dependente, você acredita? Com a leitura a gente consegue viajar sem sair de casa. A gente melhora a nossa escrita. A gente consegue conversar com pessoas diferentes e deixar marcas. A gente melhora o nosso conhecimento e a ansiedade diminui. Não acredito que nunca falaram isso para vocês. E digo mais: criar esse hábito de leitura pode começar conosco. Eu sei que temos pais que às vezes não tem tempo para nós, mas começar a fazer uso da leitura é igual a experimentar pratos diferentes. Quem gosta de ir a restaurantes diferentes?

(Todo mundo levantou as mãos).

Pois é exatamente isso que acontece conosco quando a gente inclui o hábito da leitura na nossa agenda.

Não estou dizendo que você vai deixar de jogar vídeo game ou mexer no celular, você só vai incluir mais uma coisa na sua rotina. E para começar, escolha um personagem ou um assunto que você adore. Aposto que quando começar, não vai querer parar mais. Porque vai gerando aqueles links relacionados, assunto com assunto, dai o conhecimento nos mostra como ele é infinito. Hey você! Todo ralado nas pernas!! Chamou Carmela o jovenzinho na roda. Aposto que caiu de bicicleta né?

- Foi sim tia, como sabe?

- Ah, eu chutei ahahaha Você pode começar a ler sobre ciclistas famosos e aqueles que fazem atividades radicais na bicicleta. O que acha? Quem sabe você também não queira ser como algum deles um dia! Ou criar alguma modalidade diferente?

Os alunos se olharam, e Carmela encerrou o discurso.

- Quem quer continuar a leitura? Perguntou uma das professoras responsáveis pelo grupo.

Todos levantaram as mãos.