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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

"Marcha soldado, cabeça de papel!" - Como estará o mundo daqui uns anos?


Marcha soldado, cabeça de papel.
Por Gabriella Gilmore

Imagina uma grande massa andando sentido Oeste.
São muitos, muitos!
Você está no sentido Leste, e tenta passar no meio dessa multidão para seguir viagem.

É muito cansativo ter de "remar" contra essa maré de gente, sendo que você e meia dúzia de pessoas espalhadas estão seguindo adiante no sentido Leste.

A massa parou de se perguntar o motivo de estarem seguindo o fluxo. Elas apenas seguem o balanço da onda. É suave. Não machuca. (Isso me lembrou um rebanho indo de forma enfileirada para o matadouro).

Você se pergunta: "O que há de errado comigo? Por que estou tão cansado de seguir o meu caminho? Eu analisei tão bem! Coloquei na balança os prós e os contras, o que é melhor para o bem comum, porém estou muito cansado de ter de me desviar dessa multidão que me aperta, me sufoca e me atrasam os passos”.

Nessa mensagem você consegue entender o motivo das pessoas desistirem de pensar por si mesmas, de criticar ou de não concordar com a maioria, pois seguir um fluxo, uma moda, um movimento sem se questionar é muito, mas muito mais leve. Entretanto, tudo tem um preço.

O ato de não refletir sobre as coisas leva a sociedade, a longo prazo, ao caos.
De que lado você está?

Imagem do filme Bird box. A interpretação da imagem e do filme é por sua conta =)

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Beijão, Gaby Gilmore.

sábado, 1 de setembro de 2018

Leitura nossa de cada dia #2



Que setembro seja o mês onde você consiga finalmente terminar de ler aquele livro que estava parado no meio da leitura.
Incentive seu filho, seu sobrinho, seu vizinho, seu amigo a ler.
Tanto são os benefícios que a leitura nos trás.
Trabalha nossa imaginação, nosso senso crítico, nossa visão de mundo, nosso idioma, nossa escrita.
O Brasil que eu quero é aquele onde nossas crianças prefiram ganhar livros a jogos eletrônicos, ou pelo menos tenham pais que consigam equilibrar a tecnologia com o clássico.
Bom dia Introspectors!!

Instagram @gabygilmoreofficial
Twitter @gabriellaclima


sábado, 11 de agosto de 2018

A mente bomba relógio do Historiador



A mente do Historiador é uma bomba relógio
by Gabriella Gilmore

Bom, acho que muitos sabem que estudo História na faculdade, porém não sei dizer se todos vocês se atentaram sobre a responsabilidade que um Historiador tem com os relatos, com os acontecimentos, com os fatos, e a forma como relatam tudo isso.
Tenho aprendido a ver o quão importante é o papel do Historiador em sua sociedade atual e os perigos que envolvem o seu olhar sobre os fatos.
É como se seu papel e caneta fossem duas grandes armas.
Armas no sentido do profissional poder narrar e escrever um fato com olhar tendencioso e um tanto pessoal.
Sabemos que uma mentira bem contada, e contada por longas décadas, acaba virando verdade.
Sendo assim, a única coisa que poderia salvar a nossa história seria a ética e a moral influenciando os contadores dos fatos. Pois os historiadores precisam ser impactados pela verdade, custe o que custar, doa a quem doer.
O Historiador tem um sério compromisso com a verdade, independente se essa verdade vai contra os seus valores pessoais.
A narração de um acontecimento não pode ser sensacionalista. Precisa ser objetiva e honesta.
Já a interpretação dos fatos onde o Historiador não esteve presente, conta com seu árduo trabalho em pesquisar materiais com boas reputações, para que assim ele possa transmitir o conhecimento também de forma neutra.
Não cabe ao Historiador acrescentar ou retirar detalhes dos acontecimentos, cabe a ele informar a sociedade de sua época às lembranças do passado para que possamos entender o presente e assim trabalhar para mudar os rumos do amanhã.

Que Deus me ajude.


Instagram: @gabygilmoreofficial
Twitter: @gabriellaclima

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Conversas do Outlook (Série)

pintura de TICIANO


Oioioioi Introspectors!!

Estou estreando uma série de conversas inspiradas em e-mails trocados ao longos desses anos com leitores .
Tenho a minha querida "imperiosa esfinge" senhorita Ana H. como co-autora de muito dos diálogos, e como são textos pequeninos, impessoais e às vezes intimistas, acredito que você pode gostar de acompanhar essa jogada.
Te espero no Recanto das Letras.

Estou usando o perfil da Rafaela Drummond (a personagem do meu livro).
Fica abaixo o link:
https://www.recantodasletras.com.br/autores/rafad

As conversas estarão postadas em "Prosa Poética".

Um beijo e até lá.
Gabi.

Insta: @gabygilmoreofficial
Twitter: @gabriellaclima

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Leitura nossa de cada dia



Eu ainda acredito no Brasil onde nossas crianças gastarão seu tempo livre lendo livros debaixo de árvores, em ponto de ônibus, na hora do intervalo do almoço, antes de dormir, numa roda entre amigos, no clube de leitura do bairro...
Que esse começo se inicie hoje, comigo e com você, a partir do exemplo.
Qual livro você está lendo hoje?

Instagram @gabygilmoreofficial
Twitter @gabriellaclima

sábado, 23 de junho de 2018

Esquerda! Direita!



Eu já estive em cima do muro por um longo período uma vez e, portanto eu acho que posso dizer que não existe meio termo. Ou você é, ou você não é. É o sim ou o não. Ying e Yang. Cara ou coroa. Esquerda, direita... As pessoas falam muito em ter equilíbrio, mas sabe realmente o que é o equilíbrio? É quando você toma uma atitude mediante as situações e não deixa isso afetar o seu juízo. Nós fazemos escolhas todos os dias. E ter uma posição firme sobre os fatos é uma delas. Isso não é ser desequilibrado. Isso é ter opinião e ao mesmo tempo dignidade para respeitar a opinião alheia. Isso significa ter equilíbrio na liberdade, você entende?

terça-feira, 19 de junho de 2018

Oração da serenidade

Bom dia pessoal.

Uma vez eu conversava com um colega de trabalho sobre as dificuldades da vida. O quão difícil é a gente saber lidar com diversas pessoas diferentes, diversos problemas diários, e o mais importante: o relacionar-se.
Eu tenho muita dificuldade de me relacionar com as pessoas, acredite.
Muitos me acham extrovertida, desprendida, alegre, mas não fazem a ideia do quanto me esforço para fazer este papel.
Pode até ser que em algum período da minha vida eu me encontrei portando estas qualidades citadas acima, contudo, nós nascemos e morreremos levando a nossa personalidade imutável para o túmulo.
Ai me vem a crise emocional quando o outro não me aceita da forma que eu sou.
As pessoas tendem a ser otimistas falando para o outro que "você vai mudar, é só esperar o tempo, ou pedir a Deus que te mude"... Mas e se Deus me fez assim, hein?
As pessoas são diferentes, e são exatamente as suas diferenças é que faz com que o mundo ande para frente, num eterno movimento.
Alguns são mais calados, outros conversam até demais, alguns gostam de escutar a voz do silêncio, outros tem pavor da solidão... que mal há?

Vou compartilhar um pedaço dessa oração que o meu colega me indicou uma vez, e reflita na mensagem.





Se você gostou, leia sobre ela no link abaixo:
Oração da serenidade wikipedia

Que você seja mais uma pessoa compreensiva e madura na sua comunidade e faça a diferença.
Mil beijos!

domingo, 17 de junho de 2018

Copa 2018 - descontentamento e empolgação




por Gabriella Gilmore

Olá Introspectors.
Muitos estão me criticando devidos alguns posts de descontentamento referente à copa deste ano que tenho feito nas minhas redes sociais.
Não que eu deva alguma satisfação a vocês, entretanto eu gostaria de deixar uma reflexão aos meus leitores.
Não espero que todos concordem, afinal, este é o meu descontentamento, e não o seu.
Um dos maiores motivos da minha “des-empolgação” é a preguiça que eu tenho quando se refere à hipocrisia e inconsistências.
Sinto muito, mas eu nunca esquecerei o 7x1 em 2014.
O problema não é o fato de termos perdido, mas como nós perdemos.
Eu digo “nós”, porque até então meu coração brasileiro batia em sincronia com a da população e os jogadores, mas hoje, estou de luto.
Já reparou que a população brasileira só se torna patriota de 4 em 4 anos? Hahahah Eu preciso rir. Isso tudo é para se mostrarem nas redes sociais um falso patriotismo, sorriso forçado para as câmeras, um gasto a mais com cervejas e petiscos, e ostentar uma segurança financeira que não existe.
Depois do fogo da copa, voltamos a falar mal do Brasil com o orçamento apertado.
Outro motivo é a supervalorização que damos aos jogadores de futebol.
Ah francamente! Gurizada de baixa educação que acabam ganhando rios de dinheiro.
Dai o seu filho/neto vai querer ser quem quando crescer? Oras! Querem ser como Neymar!
“Ah Gabi, mas a maioria deles tem fundação e ajudam crianças carentes...”
AHAHAH Fazem mais do que o dever deles a sociedade, eis minha resposta nua e crua!
Quantos educadores e formadores de cidadãos se entregam em salas de aula para tentar formar pessoas dignas, estão ai fazendo coleção de doenças emocionais e ganham um salário injusto?? Alguém já ouviu alguma criança dizer que quer ser um Darcy Ribeiro, Heitor Villa-Lobos, Cecilia Meireles, ou Rui Barbosa e Clarice Lispector? Você já? Aposto que já escutou apenas um desses nomes, né? Pois é gente, eis ai uma das inconsistências desse falso fogo que eventos como a copa me trás.
Os valores continuam se invertendo e ninguém se incomoda mais.
O engraçado é que todo mundo está vendo isso diante dos olhos, mas o excesso de informação e tecnologia está matando o nosso senso crítico, pois ninguém tem mais tempo e paciência para refletir.
Estamos virando robôs.
Falamos sobre coisas superficiais, compramos coisas que não precisamos, vivemos um personagem em nós que não existe, e nem lembramos mais como se canta o Hino Nacional...
E em 2018, sabe quem está acompanhando aos jogos da copa? Um monte de máquinas, fantoches, melhor dizendo, que simplesmente seguem o fluxo, marchando rumo a um futuro onde as bases estão fundamentadas em desinformação, falta de educação, cultura e senso de pertencimento a uma pátria.
Contudo, você que me leu hoje, não se encaixou em nada que expus nesse texto, o meu muito obrigada! Você ainda é um ser humano.

domingo, 10 de junho de 2018

Ninguém explica a amizade



Acho que todo mundo tem um amigo, desses que você ama de uma forma que ninguém consegue explicar, rotular, whatever...

Hoje, sonhei com você de novo, amiga.
A gente acorda com uma puta saudade da infância, né?
Dai me vêm cheiros, gostos, risadas, até choros.
Veio uma vontade absurda de te morder, te apertar, te esconder.
A gente cria, recria, espia... e o sentimento permanece lá.
Entra ano, sai ano. Quem é o tempo, à distância, para apagar a sinceridade do gostar?
"Oh povo chato, vá se lascar"!
Aquela montanha russa de sentimentos adolescente.
Quem disse que isso não me passa mais na mente?
A gente se estranha, se arranha, pode ficar despreocupada que não vou rimar dessa vez.
Timidez, robustez, insensatez.
Hoje, sonhei com você de novo, amiga.
Mas o que eu faço para te abraçar mais uma vez?

sábado, 2 de junho de 2018

A invenção do mundo contemporâneo



Boa noite professor.

Estou aqui filosofando em cima do texto "A invenção do contemporâneo", do conteúdo da aula desta noite, quando fala que todos nós somos iguais.
Tenho dificuldade de entender isso. Eu compreendendo que temos direitos iguais, mas que somos iguais eu acho um tanto complicado digerir este raciocínio. Não tenho o pensamento negativo de que o fato de sermos diferentes, seja a causa do mundo estar o caos em que se encontra. Fico imaginando aqui se realmente nascêssemos todos iguais, com as mesmas posses, nas mesmas posições sociais, com formação "superior", em resumo, todos ricos. Ai vem aquela pergunta boba e um tanto tendenciosa: quem cuidaria do nosso jardim? Ou quem lavaria as nossas roupas, cuidaria de nossas casas, ou de nossos filhos enquanto estamos lá fora sendo "ricos"?
Acredito que o mundo está da forma que deveria estar. Creio que a ascensão social está mais para o mérito pessoal do que a hereditariedade está para os privilégios. E olha que nem estou usando uma visão teológica para explicar as mazelas da vida, hein?
É muito simples justificar a nossa miséria usando apenas o “fruto do meio” como responsável por nosso “Status” social. Sou fruto de colégio estadual. Nunca tive dinheiro para estudar em colégios privados, ou ter acesso cedo às tecnologias como nós temos hoje.  Na minha casa as coisas aconteceram de forma muito, mas muito lentas. Eu, por mim mesma, sempre tive vontade de ser gente, e isso fez com que eu me afastasse de coisas que me influenciariam a ser “bicho” e fez com que eu corresse atrás dos meus sonhos. Hoje, tenho habilidades com as tecnologias e adoro estudar. Foi fruto do meio? Não e não. Foi mérito! E o meu exemplo ainda não é nada, porque conheço pessoas que lutaram muito mais que eu e hoje são ícones intelectuais, médicos, promotores... Às vezes tenho a inocência de pensar que somos exatamente o que queremos ser. E ai, vai querer ser gente ou bicho? Brincadeira! rs

quinta-feira, 31 de maio de 2018

5 razões que tenho para viver



Hoje, minha amiga Keila me fez uma pergunta um tanto difícil, digamos assim.
Ela me perguntou: Gabi, me diga 5 razões que você tem para viver.
Bom, eu sou cristã e um tanto racional. Acredite, o cristão não é necessariamente apenas emoção e fé, tá? Até porque, para acreditarmos nas coisas escritas na Bíblia precisamos ter 50% de razão para estudar e analisar tudo que está exposto ali. São coisas que envolvem tempo, contexto histórico, arqueologia, depoimentos, e sem a razão essa fé não se sustentaria de forma firme.

A primeira razão que tenho para viver é Deus, porque eu acredito de verdade na soberania Dele e o controle que Ele tem sobre tudo e todos, e se estou aqui é porque ele permitiu e me deu condições biológicas para estar aqui.
2. Meu papel nesse mundo é cumprir o projeto que Deus pensou para mim ao me criar, que é evangelizar e levar a verdade sobre o reino Dele para as pessoas. Pois eu acredito que ninguém nasce apenas por nascer. Temos missão a cumprir. Estamos aqui para um propósito (o de glorificar a grandeza de Deus) e com um propósito (levar a boa notícia de que não estamos sozinhos neste mundo, Deus existe, Ele reina e vai voltar para cumprir a promessa lançada há mais de 2 mil anos atrás).
3. É amar a Deus sobre todas as coisas. Se eu sou capaz de amar algo que “nunca vi”, serei capaz de ser um ser humano regenerado, bom, cumpridor das leis e capaz de praticar o número 4 da minha lista.
4. Amar aos outros como amo a mim mesma. (Mc.12:31)
5. Curtir todas as coisas lindas que Deus fez pra mim, pensando em mim, como: a natureza e tudo que nela há, os animais, a família, os amigos, comer coisas gostosas, poder usufruir da inteligência que Deus me deu para poder ler e compreender as coisas. Usar os talentos que Ele também me deu. É poder impactar a vida das pessoas de forma positiva, da mesma forma que Deus tem impactado a minha.

E você, quais são as suas 5 razões para viver?

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Porque Dele, e por Ele...



Bem, o post de hoje é mais um bate papo entre eu, eu mesma e Cindy.

É uma reprise daquele assunto que a gente teve no face.

 Sabe amiga, a gente sofre porque somos bem burras e teimosas.

Lembra do tal exemplo que eu te dei sobre o rapaz alcoólatra que tem um desejo enorme de sair do vício, mas ele ainda continua frequentando bares, andando com amigos que bebem, fazendo com que sua cura seja quase que impossível? Sabe aquela coisa de “mudar de canal”? Pois é exatamente isso que a gente precisa fazer quando queremos mudar. Às coisas não caem do céu (claro que eu acredito num Deus soberano que se quiser jogar tralhas do céu abaixo, nada O impede), mas você entendeu o que eu quis dizer. Se eu quero mudar, primeira coisa que eu preciso fazer é mudar de ambiente, mudar de frequência, de canal, whatever.

Se eu quero emagrecer, o mínimo que eu preciso fazer é sair fora das guloseimas, certo? Corra daquilo que te apetece, fofa kkkkkkkkk

Enfim, quando a gente realmente quer uma mudança, ela flui de forma radical, por incrível que pareça. Contudo, eu não vejo isso como algo ruim não.

“Ah, mas eu já gritei em alto e bom som para Deus me modificar, e eu continuo a mesma!”, disse você fazendo drama “a là Maria del Bairio versão aloka”. Você já parou para se perguntar se alguma vez foi sincera quanto ao pedido de socorro? Porque lá no fundo, muito das vezes estamos tão confortáveis na condição atual em que nos encontramos que mudar parece ser um saco, e um tanto cansativo. “Aff, o que vou falar para meus amigos? Como vou fazer novas amizades? E a solidão do recomeço?” Ahhhhh, tudo tem um preço, fofinha. Porém, quando uma decisão de mudança é para algo melhor, ela funciona como um tsunami, que vem para arrasar tudo em forma de limpeza, para depois algo melhor ser construído por cima...  É o tal “o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”, ou aquela citação sobre guerra, quando dizem que uma sociedade só muda quando vem o terror e se alastra por completo, e assim uma nova civilização renasce das cinzas... vai entender né?

Então querida, se você anda num circulo vicioso onde você mesma confessa que “nunca aprende”, é porque não quis aprender. Sorry! Repetir erros, e os mesmos erros me soa um tanto retardamento psicodélico kkkkkkkkkk

E sobre suas crises de Pânico, me faça um grande favor, procure um clínico e vamos tomar uns remedinhos para dar uma segurada nessa peteca, porque eu bem sei o inferno que é ter crises desse tipo, e a neurose que nos causa é enlouquecedor.

No mais, vida que segue, aprendizado gritando na nossa janela, nos chamando mais uma vez por sua atenção, e cabe apenas a você a se permitir que sua história se mude, ou que ela se repita tudo outra vez... tsc tsc tsc porque na história da vida, não existe reprovação, e sim enfado e cansaço até a gente abaixar a bola e dizer: MEU DEUS, entre em minha vida e mude minha história. “Não mais vivo eu, mas Cristo vive em mim”, disse Paulo uma vez.

Experimente isso, dê oportunidade para você mesma de finalmente entender o que é estar completa e satisfeita pelo que você há de se tornar: uma vencedora e prova viva do grande amor do Deus pai.

Minha saudações, minha querida Cindy.

Sua amiga, Gabi.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Precisamos falar sobre "O paradigma Educacional Emergente".



Por Gabriella Gilmore

Lendo o artigo “O PARADIGMA EDUCACIONAL EMERGENTE” de Maria Cândida Moraes, me fez questionar sobre esse novo paradigma pedagógico que implica o ato de pensar, de construir suas ideias e forma de aprendizado, tirando um pouco o papel “autoritário” e dono do saber (o professor), e passa a deixar esta responsabilidade para o aprendiz. Houve trechos onde a autora diz: “É necessário levar o indivíduo a aprender a aprender, traduzido pela capacidade de refletir, analisar e tomar consciência do que sabe, dispor-se a mudar os próprios conceitos, buscar novas informações, substituir velhas “verdades” por teorias transitórias.” O que será que ela quis dizer? Que não existem mais “verdades”? Uma árvore hoje é verdadeiramente uma árvore, será que amanhã essa verdade se tornaria outra? Isso nos faz pensar um pouco sobre a inversão de valores. O que vocês pensam sobre isso? Como será a sociedade “sem freios”, sem “verdades”, sem um “norte” daqui algumas décadas? Como inspirar alunos sem ter uma direção? Afinal, não existe mais “um caminho”, existem vários. Houve momentos também em que ela cita: “É um novo modelo de escola que derruba as suas paredes, que salta além de seus muros, revelando um aprendizado sem fronteiras, sem limites de idade e pré-requisitos burocráticos.” Ok, essa ideologia é parece fantástica, mas como você ensinaria em uma classe de alunos com diversas idades, maturidade, experiências? Normalmente o aluno avançado, fica inquieto ao ter de esperar o colega que ainda está alcançando o conhecimento. É como se fosse desmotivar o aluno que já está à frente. Seja pela idade, pela oportunidade. Mas seria sábio uma escola matar alunos com potenciais adiantados, para igualar a educação em uma só? Eis ai um dilema a se pensar, por que se esta for a nova agenda escolar, talvez muitos gênios serão abortados bem no meio do caminho.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Santa ignorância?

Reflexão do dia.

O ser humano é o animal menos equipado para viver na natureza em seu estado “natural”, por isso ele usa do seu raciocínio para criar técnicas para ajuda-lo na adaptação ao meio ambiente.
Como podemos ser tão ignorantes ao longo desses milênios, no qual sempre usufruímos da natureza sem ao menos pensar que ela poderia acabar algum dia?
Por que só nos importamos com a fria tecnologia cibernética? Por que os cientistas e os “homens inteligentes e poderosos” não ...pensam em acelerar a novas técnicas de como sobreviver mais um século? O tanto que eles gastam em projetar robôs, carros super velozes, homens imortais, clones, sendo que há urgências nos chamando a atenção todos os dias, como: seca, inundações, fome, violência, água potável no fim, excesso de lixo, dentro outras coisas mais.
Às vezes acho que os bichos são mais humanos que nós mesmos.
(Gabriella Gilmore)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Caçador de mim




Caçador de mim.

Inspirado na canção de Milton Nascimento

Uma reflexão sobre o que é o homem
Por Gabriella Gilmore



Nascemos predestinados para exercer um papel na vida ou escolhemos o que queremos realizar?

Talvez tenhamos dois tipos de respostas: uma criacionista e outra evolucionista.

Se eu fui criada por um Deus eterno, arquiteto de tudo e todos, imagino que nascemos com uma missão. Afinal, toda missão requer um propósito. Se você nasce de um acaso, talvez a sua  vida não fizesse sentido.

O que dói na gente, no viver, é quando lutamos contra os desígnios do Pai. É cansativo, é revoltante. Somos nós fazendo o papel de eternas crianças teimosas.

Mas e ai? Isso significa que o homem nunca será capaz de escolher o que quer ser quando crescer? Oras, claro que pode! Porém, é muito comum a gente se atrair pelos caminhos na contra mão. E quando um carro desgovernado cruza em nossa estrada, o choque geralmente é desastroso. Somos nós, recebendo uma repreensão. Repreensão de quem?

O ser humano nasce com talentos. Com potencial que o Criador nos deu. E se a gente ignora isso por alguma razão, estamos de novo andando na contra mão. E está ai, a tal vida dolorida!

Adoramos caçar as coisas do outro. A si mesmo que é bom, nada!

Se eu vim do macaco, que vida mais sem sentido! Nascer e morrer. Para quê?

Posso escolher então não existir?

E recitando as palavras poéticas de Milton: “Longe se vai, sonhando demais. Mas aonde se chega assim? Vou descobrir o que me faz sentir! Eu, caçador de mim”...

Sabe aquele vazio existencial? Aquela dor na alma?

Só é capaz de preencher esse vazio aquele que projetou essa obra prima.

E de que é feito a sua alma?

Concordando com Preto no Branco, “ninguém explica Deus”.

Então, quem explica o que é o homem?

O crente ou o ateu? Talvez “pessoa” nenhuma.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Sobre O problema do sofrimento



Comentando C.S.Lewis.
Texto publicado anteriormente no site Recanto das Letras
Por Gabriella Gilmore

Antes de tentarmos entender a questão do sofrimento, precisamos voltar em alguns assuntos como: Deus e a sua onipotência, sua bondade, a queda do homem, e outros links.
“Se Deus fosse bom, Ele desejaria tornar Suas criaturas perfeitamente felizes, e se fosse todo-poderoso, seria capaz de fazer o que quisesse. Mas as criaturas não são felizes.” C.S Lewis iniciando o pensamento sobre o nosso tema.
Às vezes penso que é um pouco difícil não concordar com esse pensamento, porém precisamos entender que Deus não nos criou para sermos robôs. Sendo assim, nos presenteou com o livre arbítrio. Uma vez li no facebook que “Deus não decide por nós, Ele age conforme a nossa decisão”. E isso afirma o quanto somos responsáveis pelos nossos atos, sem esquecer de que ele pode ter reflexo por diversas gerações.
Quando se fala que Deus é bom, muitos torcem o nariz. Mas se formos parar para listar o caráter de Deus, a bondade faz parte da natureza Dele, algo que nos difere do Onipotente. O ser humano será incapaz de compreender tamanha pureza, bondade, misericórdia que emana  do Criador. Ser bom, não é apenas agradar todo mundo. Vai além. Um pai quando priva o filho de algo que naquele momento não fará bem para a criança, ele não está sendo ruim, ele está sendo amoroso. As analogias entre Deus e o pai terreno são bem parecidas, porque quem ama de verdade sabe dizer não, sabe projetar uma atitude futura para trabalhar com a prevenção.
“Deus dá aquilo que tem, e não o que não tem. Ele dá à felicidade que existe, não a felicidade que não existe”. Portanto, Deus não nos dá o sofrimento porque isso não faz parte do Seu ser.
Muito se fala sobre a maldade humana, porém, o ser humano foi criado sem maldade, ele foi criado à imagem e semelhança de Deus, contudo, com a desobediência, perdemos esses atributos, e passamos a carregar a selvageria dentro de nós, e consequentemente passamos a viver no prejuízo.

A queda do homem
Com a desobediência do primeiro casal que é citado na Bíblia, todo e qualquer privilégio de criaturas perfeitas e tranquilas caíram por terra. O homem teve de aprender a trabalhar com sua força e suor para ganhar o seu “pão”, a mulher teve de ser submissa e sentir a dor do gerar outro ser, dentre outros juízos que vemos e sentimos por ai. Isso é natural, visto que houve abuso da liberdade. Tenho por mim, que pessoas sem limites e "donas" de si demonstram uma falsa felicidade. O homem é incapaz de cuidar de si próprio, afinal, ele tem um ser superior que zela por ele, independente da sua aceitação. Lembrando que isso não isenta os seus detrimentos ao fazer más escolhas e repetindo as palavras de C.S.Lewis “O homem como espécie arruinou a si mesmo”.
Acho que estamos quase lá quanto ao problema chamado “Sofrimento”.
“O sofrimento é o megafone de Deus para despertar um mundo surdo”.
Muitos questionam o porquê de tantas guerras, desgraças e fomes, de preferencia nos países europeus e asiáticos.  Precisamos nos atentar que foi o ser humano, e não Deus, que produziu torturas, açoites, prisões, escravidão, armas, bombas... Como covardia, numa forma de “preservação”, nos isentamos da culpa colocando o Criador como o monstro do lago negro.
Quando Lucas escreve para os gregos sobre amar o próximo como a si mesmo, revela ali uma fórmula para se viver bem e sem guerras. Marcos escreve o mesmo, assim também Paulo, e o que é que a nossa natureza miserável preferiu fazer? Nem preciso dar a resposta. Por isso vem àquela questão de aceitar o Salvador como o norte. Pessoas sem direção conseguem fazer tudo errado.
Acho que vocês já perceberam como é difícil pensar em Deus quando tudo está ótimo. “Temos tudo o que queremos”, mas esse tudo não inclui o Criador. “Deus quer nos dar algo, mas não pode, porque nossas mãos estão cheias. Se Deus fosse orgulhoso, Ele dificilmente nos aceitaria em tais condições. Contudo, Ele não é, por isso se curva para conquistar e nos aceitar, mesmo que tenhamos demonstrado que preferíamos tudo exceto a Ele e que nos voltamos a Ele por não haver nada melhor à disposição”.
Fica claro que o problema real não é por que algumas pessoas humildes, piedosas e crédulas sofrem, mas sim o por que de algumas não sofrerem. Costumo dizer que o adversário de nossas almas não atormenta aquele que já o pertence. Muito pelo contrário. Quem está debaixo da lei de Deus, esse sim é perseguido.
O homem não foi o primeiro da criação a se rebelar contra o Criador, mas que algum ser mais antigo e mais forte se tornou apóstata e agora é o imperador das trevas, e mais uma vez o mal advém do abuso do livre-arbítrio.  Em algumas passagens no livro Sagrado fica explícito a atribuição das doenças em nós por Satanás. (Ver Lucas 13.16). E como é que uma pessoa dá uma abertura para o adversário tomar posse? Acho que eu também não preciso responder a esta questão.
Pois então, apesar de existir milhares de vertentes explicando o sofrimento, cabe a nós relacionar cronologicamente as bases, e assim fazer paralelos, conectando o que é do que não é coerente. Sigamos firmes e conscientes de que tudo tem uma explicação, sem nos esquecermos de que a maturidade espiritual é algo pessoal e que o tempo nos revelará todas as coisas.

Saúde!

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Mude a mira



(re)post meu do ano de 2013 se fazendo presente nos dias de agora.

Assim são as coisas: Elas vão e voltam, persistem, te enchem o saco.
Te emputecem, te enfraquecem, te enriquecem!
Algumas te deprimem, te oprimem, te matam.
Outras fortalecem, te enobrecem, te iluminam.
Se você ganha, você perde.
Se você cai, você levanta.
Você chora, ri, se torna serena.
As oportunidades aparecem, somem, mas voltam em outras.
Agarre-as!
Se precisa parar de pensar, pare.
Se lembrar te faz adoecer, esqueça.
Se esquecer te faz vazio, enche-a com coisas que te dão prazer.
Busque o foco.
Lute por ele.
F.O.Q.U.E-O! (Naquele duplo sentido aportuguesado do f....ir-se)

domingo, 16 de novembro de 2014


E se Deus fosse um de nós?
 

“A maior prova de que Deus existe é que Deus está vivo em cada um de nós.” – Bruna Mota

 
Boa tarde pessoal. O tema de hoje é um pouco delicado.
“Futebol e religião não se discute” sempre ouvimos falar, não é mesmo? Mas a própria palavra já diz: Discutir “Debater (um assunto) por meio de discussão.”. E é isso que faremos hoje: Debater.
Ano passado, eu teclava com um amigo de Minas sobre a teoria do Big Bang e a Evolução, foi quando ele me perguntou se eu era Criacionista. Eu disse que sim e pelo início da conversa achei que ele era Evolucionista. Porém, eu estava errada. Logo ele foi me falando que tanto a ciência quanto a religião se completam. Foi ai que ele declarou que acreditava tanto em Deus quanto na teoria de Darwin.
Deixei esse assunto “de lado” depois que terminamos a conversa, entretanto, duas semanas atrás quando eu peguei um livro na biblioteca para ler depois dessa ausência involuntária de leitura pela qual passei, eu posso dizer que não foi eu quem o escolhei, e sim ele a mim.
O livro se chamava “A linguagem de Deus”. O cientista Francis S.Collins, diretor do projeto Genoma apresenta evidências de que Ele existe.
O curioso é que eu nunca deixei de acreditar em Deus, mesmo convivendo com pessoas de religiões e culturas totalmente diferentes da minha, e a minha atual pergunta é, inclusive contrária do que sempre ouvimos: Por que NÃO acreditar no Deus de maravilhas? E desde então, venho estudando para tentar entender a mente dos ateus ou pseudo-ateus.
Aprendemos sobre espíritos, sobre Buda, sobre Deusa mãe, Vishnu, Thor (para os amantes do desenho animado rs)... Mas Deus só existe UM, deuses vários... E é sobre esse Deus, com “D” maiúsculo, é que me refiro no artigo de hoje.





Para leitura completa visite E se Deus fosse um de nós?

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Salve as diferenças.




Salve as diferenças

Eu penso o seguinte: A gente se torna um gigante quando temos pessoas que de um jeito ou de outro nos instrui para as coisas da vida. Seja ela te converter ao funk, mudar sua opinião sobre a lei da maioridade penal,  gostar de músicas francesas bregas, ler histórias viadinhas e por ai vai. Única coisa que sempre tento deixar claro é: Eu penso,  portanto, tenho minhas opiniões próprias. Se eu deixar de pensar por mim para pensar como você, deixarei de ser eu mesma. Acho que por conta disso, me acham preconceituosa. Ah meu Deus! Preconceito é feio. Sei que é, porque boa parte da minha vida fiquei encalhada por ser "Bridget Jones" a gorda. Isso me incomodava antes, mas aprendi a não ligar para isso mais. Dizem que tenho ego muito grande, porém, é... acho que pode ser verdade mesmo, mas precisei aumentar esse excesso de alto confiança (ou seja lá que nome vocês dão para isso) para preservar o resto de sanidade mental que ainda existe em mim. Falar dessas coisas acima, é o mesmo que falar sobre futebol ou religião, além de complicado é pessoal. Mas independente do que a gente gosta ou não, externar o próprio pensar não te faz ruim, faz? Bom, podem me corrigir se eu estiver errada, eu deixo, salvando assim as diferenças!

P.S a primeira foto foi para implicar com minhas companheiras do C.L.V.