Gente, estou viciada nas músicas do Paramore, PQP!
As coisas acontecem muito aleatórias na minha vida, e sempre na contramão, para variar. AHAHA.
Enfim, quero compartilhar essa review sobre o novo álbum deles e ver também o que vocês acharam.
Se eu precisasse definir este álbum em uma palavra seria: vintage.
Esqueça a vibe “Pressure” e “Decode”. Os meninos e a menina cresceram!
É notável como este álbum está mais maduro. A gente percebe pelos elementos sonoros, pelos acordes e efeitos. Deve ter sido incrível gravá-lo. Inclusive a Hayley brinca bastante com a voz, algo que confirma a maturidade artística dela, assim como na criação das letras.
Mas se você está procurando um rock mais dark e pesado, esse álbum vai soar chato para você.
Amy Lee lançou o single "Wasted on you" do novo álbum intitulado The Bitter Truth.
Escutei a canção hoje pela manhã e pensei: Que balada é essa que Amy acabou de lançar?
Meus amigos sabem o quanto eu sou apaixonada pela artista incrível que a Amy é, mas isso não me isenta de dizer bitter truths hahaha.
Pois bem.
Temos a tendência de esperar que os singles venham cheios de explosões e energias, afinal, a primeira impressão sempre é a que fica, não é mesmo?
Vamos ao título!!
"Wasted on you"
Mas ela já não gravou algo sobre este tema? "The last song I'm wasting on you". Título clicável caso queira escutar a música.
Nem vou comentar nada.
Bom, vamos a canção em questão. Em seus primeiros 40 segundos a música começa com batidas de canção de ninar que me lembrou o single "Dream too much" do álbum infantil que ela gravou para seu filho Jack.
Então a música cresce um pouquinho e você já pode chamar seu par para dançar a baladinha com você. (Piadas a parte) E ela solta sua frase clichê "Numb my head till I can't think anymore, but I still feel the pain".
Amy está sentindo essa "pain" (dor) desde o álbum The open door que marca a ausência gritante de Ben Moody, ex-guitarrista e co-fundador da banda.
E a cada dia que passa me fazer entender que Ben saiu e levou consigo a essência original do Evans, me desculpem a franqueza.
E parafraseando um comentário da Ana Clara: "Vi que me tornei viúva do Ben". haha Pois eu também Aninha.
Sinceramente nem consigo continuar falando da música em si, porque é como se não houvesse muito o que dizer. O que dizer de reprises?
Infelizmente a Amy não tem trazido nada de novo. E não é de hoje. Pegando essa música em comparação aos outros álbuns, Amy tem escrito a mesma coisa. Sofrido as mesmas dores. É medo de inovar? Ou falta de novas inspirações?
Eu arrisco a dizer que enquanto Amy continuar presa nessa angústia e culpa de alguma coisa relacionado ao Ben que ficou no passado, ela não sairá desse ciclo, portanto não vai inovar, andar para frente, impactar os críticos da música. Sei lá...
Entendo que Amy já tem seus cativos fãs e nem precisa se importar com o ibope financeiro, mas...
Faltam arranjos diferenciados nas músicas. Faltam guitarras.
(Quero ver se vai ter algum guitarrista gravando cover no youtube)
O peso e a obscuridade com o qual Evanescence se lançou através do Fallen se foi, e agora mais do que nunca entendo que não voltará mais.
Eu até arriscaria a dizer que o Evanescence acabou.
O que temos hoje é a carreira solo da Amy Lee que não é ruim.
Claro que não. (#AmyTeAmo. E tamo junto sister. Na inspiração e na falta dela também). Mas acontece que se estamos procurando alguma coisa da banda Evanescence, nós podemos sentar e esperar. Não vai acontecer.
Então, se você escutar essa música pela segunda vez sem esperar o Evanescence, você vai gostar e ainda vai ficar ansioso(a) em poder escutar o álbum completo, pois eu estou contando os dias.
Não que isso faça alguma diferença, mas minha nota para este single é de número 6.
Escute a música abaixo e me diga o que achou.
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Ella parece uma coruja materializada em bruxa nos tempos dos Vikings.
Seus longos cabelos encaracolados, seus olhos azuis, sua pele pálida, um olhar penetrante.
Ella é absurdamente enfeitiçadora.
Ella tem um dançar esquisito, único. Faz parte dela.
Sua voz grave e poderosa atrai atenções de todos de uma só vez.
Ella articula suas palavras com gestos das mãos, dos ombros, do corpo inteiro.
Ella é uma junção de poesia com batidas de tambor de alguma tribo escondida nas matas.
Influenciada pela década de 2000.
Sua música é Lorde.
Seu nome, Ella.
Conheci essa guriazinha recentemente. (Para variar sou atrasada
para conhecer grandes lançamentos mundiais haha)
Fiquei impactada pela
estranheza da sua pessoa, seja na aparência quanto a sua voz excêntrica, grave,
melancólica, e os elementos sonoros que ela usa em suas músicas de autoria
própria (PASMEM), ela escreve desde os 12 anos e estourou aos 14/15 anos. FALA
SÉRIO!
Meu atual humor musical está LORDE, por isso venho aqui para
compartilhar essa música, e dizer que estou “dançando” desse jeito para meus
problemas emocionais que tem aparecido para mim, todo cheio de graça.
Mas vá de ré, baixo astral!
Escuta Lorde ai e partiu fazer aloka!
Minha dica de álbum favorito é: Pure heroine, de 2013. Tenho sérios problemas em sempre gostar mais dos lançamentos de estreia ahahahah
Gente que doidera. Já fazia um tempo que o canal #TheSisRox não era atualizado, mas a culpa é da minha irmã que nunca tem tempo pra sentar e cantar kkkkkkkkkk
Esse final de semana a gente tirou a poeira com a canção "Ai Amor" da Anavitória.
Vem cá escutar.
Boa semana a todos vocês!!
Obs- Meu livro novo, "O divertido cotidiano vs. Murphy" está quase pronto. Aguardem!!
Passando só para deixar seu sábado mais divertido kkkkkkkkkkkkkkkkk
Eu me acabo de rir revendo esse vídeo comédia.
Eu e minha irmã não valíamos nada ahahahahaah
Ontem eu tive a oportunidade
de assistir um documentário sobre a extraordinária Whitney Houston.
Fui dormir destruída por uma lamentação e tristeza.
Se você não curte críticas
tendenciosas, por favor, pare de ler por aqui mesmo.
Bom, muita gente sabe que
Whitney cresceu num lar cristão. Sua voz poderosa não esconde isso.
A família tinha compromisso
real com a igreja e também com o louvor.
Porém o problema com o
envolvimento das drogas começou ainda dentro de casa com os irmãos mais velhos.
Que bosta hein?
Naquela comunidade em Newark,
onde o racismo "comia a solta", acredito que o refúgio de muitos era as drogas.
(Eu vou morrer me perguntando o porquê da crença dela e da família não tê-la
freado mais). Eu sirvo o mesmo Deus que os pais dela serviam, e sei do poder
tremendo que emana Nele. Mas enfim...
Então ela teve a oportunidade
de se lançar na música pop, (porque na verdade nunca deixaram Whitney ser
exatamente o que ela queria ser. Será que ela quis ser cantora gospel em algum
momento da sua carreira, ou até mesmo R&B?) Também vou morrer sem saber dessa resposta.
Dai a morena da voz mais
maravilhosa e poderosa estoura nas rádios, e isso chegou até mesmo incomodar
alguns negros da época porque ela cantava música de “brancos”. E nessa montanha
russa de emoções misturada com fama, drogas, problemas com a sexualidade, espiritualidade, tudo
num coquetel só, fez essa bagunça na cabeça da artista e o que mais me revoltou
foi o fato do guarda costas dela ter feito um “report” falando sobre os abusos
de drogas que Whitney já vinha fazendo e as "palas" que ela dava em algumas
turnês, mas não quiseram ouvi-lo, afinal, ela lucrava para a mídia. QUE
RAIVAAAAAAAAAAAAA.
E assim, nessa confusão de
sentimentos, Whitney talvez se deixou ir, porque muita gente sabe que a
depressão seguida de abusos substanciais só leva a pessoa para um caminho: a
morte.
PQP!
Dai eu me pergunto: Vale a
pena mesmo essa vida de estrelato?E se
ela tivesse seguido o caminho da vida cristã, quieta e sossegada, ela estaria
feliz e viva?
Oh Deus!! Espero que essa
mulher, no seu último instante, tenha se arrependido das coisas passadas, e
tenha recebido Jesus novamente em sua vida, porque me dói ainda mais saber que
uma belezura dessa talvez não esteja no céu, eu disse talvez, tá?
Nossa, deixa eu sair de
fininho porque ainda estou “bad” com seu triste fim.
E fica a dica de documentário no Netflix. Whitney, can I be me? #chorei
Nota de falecimento: Está confirmado que Ben Moody era o responsável em dar o peso devido nas músicas do Evanescence. Me dói informar-lhes isto, até porque, eu nunca gostei dele.
E a verdade é que o Evans acabou quando ele saiu, e eu nunca aceitei. Eu sempre procurava o Evans nos álbuns novos, mas agora a minha ficha caiu.
Eu sempre pedia em paralelo um álbum solo da Amy Lee, e desde o The Open Door, ela sempre nos deu um trabalho solo, porém eu nunca percebi, ou não queria perceber.
Contudo, escutando ansiosa o single "Imperfection" do novo álbum chamado Synthesis, eu preciso ser franca e admitir que nunca teremos um ORIGIN, afinal, o Ben se foi. #aloka Mas Amy, eu te amo assim mesmo, sua cheirosa.
Quero meu escutar sua síntese todinha, claro.
by Gabriella Gilmore - Roxy Enfart pros undergrounds das antigas kkkkkkkkkkk
Hoje, esse vídeo resume o meu 2016.
Mas amanhã, talvez eu venha escrever uma retrospectiva como venho feito há alguns anos, mas hoje, hoje eu entrego a minha vida para aquele que fez os céus e a terra.
Cante conosco!
Hoje eu entrego todos meus temores Todas as doenças espirituais Hoje eu renovo o meu compromisso De usar os meus talentos para o Senhor Quero ser ungindo por Jesus Ter o dobro do azeite, ser santificado
Entrego a minha vida com todo meu amor De todo coração eu rendo o meu louvor Ergo as minhas mãos para te adorar Faça seu poder se manifestar (em mim)
Tudo o que lerão aqui poderá parecer suspeito, afinal, escuto "Evans" com admiração há 10 anos.
Amy Lee tem sido uma referência artística para mim como nenhuma outra.
1.Origin (2000)
Rock com pegada fúnebre, letras poeticamente “góticas”, místicas. Foi aquela época em que adolescentes poetas e mal correspondidos se expressavam com muita “depressão”. (Meu álbum favorito).
2.Fallen (2003)
Dark rock com um som mais maduro. Ótimas letras, bem visuais, mesmo quando algumas eram “desconexas”.
3.The open door (2006)
Aqui, Amy se demonstra desvairada com seu rock psicodélico cheio de gritos. Será que eram gritos de dor? Talvez. Afinal, o Ben Moody (co-fundador da banda) já não fazia mais parte do grupo.
4.Evanescence (2011)
Aqui, a raiva da Amy se tornou uma explosão de fúria e peso em quase todas as faixas. Uma agressividade gostosa de escutar.
5.No álbum solo (2014) com participação de Dave Eggar, costumo dizer que foi uma tentativa de fazer a “Bjork” que não deu muito certo, mas eu gostei, claro.
E para vocês, quais foram suas impressões sobre a vida musical de Evanescence?
"Cos this life is a farce I can't breathe through this mask Like a fool So breathe on, little sister, breathe on Ohh so breathe on, little sister, like a fool" Nem preciso traduzir. Boa noite.
Oi oi oi oi Introspectors!
Vira e mexe meus momentos nostálgicos aparecem.
Estava aqui curtindo Kidneythieves de novo e resolvi republicar um texto que postei recentemente no Recanto das Letras.
Quem está assistindo Jessica Jones no netflix?
Eu ando acompanhando os episódios. Ainda não tenho uma opinião formada sobre a trama até porque se eu for falar agora eu detonaria a personagem e a história haahahaha Preciso esperar mais um pouco para ver se a história vira. Mas confesso que não foi uma estreia brilhante.
Veremos!
A música de hoje vai para a Fefê.
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No mundo dos vivos você não passa de uma boneca de pano.
Na fúria, é retalhada, pisoteada e jogada de lado.
Aqueles olhos fundos na verdade foram arrancados à unha.
O globo ocular ainda está naquele pote com líquido amniótico.
Insisto em deixá-lo encima do mogno perto da porta para lembrar de você toda vez que eu voltar àquela casa. E os meus fantasmas se divertem.
"Venha Annabelle! Venha para casa".
Sua cadeira de balanço te espera.
Está esperando o que? O tapete vermelho e os anúncios para sua chegada?
"Oh! Saudosa rainha dos olhos negros!"
Quem pensa que é?
O seu medo alimentou o meu monstro.
E ele está aguardando o momento certo para se libertar.
Seus fantasmas agora estão dançando. Se preparando para encontrar com os meus. Diferente de nós eles se dão muito bem no mundo dos mortos.
Acenderei uma vela e deixarei na janela do quarto.
Siga aquela chama.
Mas não se esqueça de manter o ritmo rápido. Pois ela pode apagar.
Complica quando você se desarma constantemente por causa de palavras doces.
Palavras estas que você nunca será capaz de codificar.
Elogios você compra em lojas de R$ 1,99.
Dúvidas você planta no seu quintal ecológico.
Da verdade as pessoas preferem fugir.
Sabe aquele nó que dá dentro da cabeça quando tenta ler todos os dados que você juntou durante a relação? Sabe todas aquelas palavras que você desmanchou com medo de serem mal interpretadas?
Pois é. Era exatamente com elas que eu formei toda essa vontade que explode dentro de mim.
Mas eu jurei nunca mais te ligar, portanto essas constelações que crescem dentro de mim terão de encontrar outro caminho para percorrer, porque tenho percebido que sutilmente você se monta da forma que juga ser o certo... sendo assim, nosso céu nunca será completo.
Adorei cantar essa música da Amy.
Estou ansiosa pra sair logo o filme dela.
Ahh, estou usando a camiseta do meu sobrinho Romero ahahahaha titia, obrigada. Te amooo!
Ontem foi a estreia do Virada Cultural em GV, 1ª edição.
Eu adorei, mas deixo uma observação para os próximos: NÃO PODE HAVER FURO DE PALCO PARA PALCO. Houve momentos de hiatos entre uma banda e outra. Vácuo horrível. Sei que houve um contratempo lá com algum amplificador, mas para o ano que vem a única coisa que precisa ser alinhada direito é esse detalhe. Acabando uma banda, o show precisa continuar em seguida no outro palco. No mais, foi ótimo!!!
Parabéns a prefeitura, Coelho Diniz e demais patrocinadores pelo apoio.
Eu conheci a Virada Cultural em Sampa e simplesmente amei.
Vida longa a este evento aqui nas Gerais!!!
Beijosss!!
Uma vez uma sábia disse para mim: “Temos de abrir mão de muitas coisas para podermos seguir adiante. O medo de deixar o que não se tem (...)que deixemos algumas pessoas para que outras possam vir e ocupar lugares...”
Às vezes vivo tanto os sonhos dos meus personagens que muito das vezes eu deixo de sonhar por mim mesma. É como se a minha empatia fosse transferida para cada personalidade que escrevo. Eles passam a viver enquanto eu mesma passo a ser apenas telespectador.
É exatamente nessa hora que eu preciso daqueles que se importam comigo para me tirar daquelas cordas. Me sinto marionetes, aonde quem passa a brincar comigo são as minhas criaturas.
Algumas vezes ver esses espetáculos a olho nu faz bem, mas algumas vezes nem tanto. O pior é quando você se apaixona por alguma ideia borrada nos rascunhos.
Elas se libertam daqueles papéis e dizem “Boo!” com a maior naturalidade. E passam a pregar peças em você. Aparecendo nos seus sonhos, algumas vezes no café da manhã ou em forma de música. Mas elas estão sempre lá, te admirando de longe com aqueles olhos de vidro.
Aqueles olhos de vidro que serei incapaz de esquecer...