quarta-feira, 10 de março de 2021

Como controlar o medo do desconhecido: ansiedade.

 




Há alguns anos eu ouvi dizer que a depressão, e outras enfermidades que tem como base a ansiedade, seriam o mal do século.

Eu lido com este “monstro” desde 2006 e mesmo fazendo tratamentos, terapias, leituras em busca do autoconhecimento, o monstrinho ainda reaparece quando eu dou uma brecha.

Que brecha seria essa?

Acúmulo de responsabilidades, estresse, falta de autocuidado, mania de dar conta de tudo, parecer ser forte 24/7 ou tentar ser quem não sou.

Ontem eu descobri que mais um amigo está lidando com Síndrome do Pânico. Isso me dói à alma porque o “mal do século” está realmente entre nós e às vezes penso que não estamos lutando contra ele porque ainda existe preconceito sobre a saúde mental. Ninguém acredita no “monstro invisível” do outro.

Em crises, meu nível de ansiedade fica tão alto que minha mente me prega peças bem reais. Sinto e vejo coisas que estão longe de serem fatos consumados, mas eu sofro como se fosse verdade, sabe por quê? Por causa do medo do desconhecido. O medo é a energia que alimenta a ansiedade, e a ansiedade é um monstro invisível que alimentamos com o medo improvável do desconhecido.

Portanto, precisamos buscar o autoconhecimento para que possamos tentar fazer a leitura de forma racional do que estamos sentindo para que as crises sejam menores, ou como gosto de ilustrar: não fugir das ondas, mas sim surfar nelas com consciência e coragem, até porque mais ondas virão, pois esse tipo de enfermidade não tem cura, contudo existem medicações e ferramentas que nos ajudam a manter o controle da nossa mente, da nossa ansiedade.

Não ignore o que está sentindo, se abra, não tenha vergonha, busque ajuda e surfe nesse mar com coragem tendo em mente que essa onda também irá passar.

 

Se você gostou deste texto compartilhe com as pessoas que possam ser abençoada com estas palavras.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021


 


Da série "Se eu fosse FY" no instagram @introspectors

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Sobre o casamento para a mulher

 

Você acha mesmo que casamento é um privilégio para a mulher nos dias de hoje? Que significa avanço, evolução, que é sinônimo de orgulho para mostrar à sociedade que foi escolhida e que não ficará mais para a “titia”?

Mentira pura!

Casamento nos dias de hoje, meu amor, é retrocesso para a mulher, sejamos honestas né? Antigamente, a mulher cuidava da casa, do marido e dos filhos. Hoje ela precisa cuidar da casa, dos filhos, estar responsável também pela parte financeira de casa, precisa administrar o trabalho que tem fora do lar, e ainda cuida do marido e se sobrar tempo, de si mesma. E te digo mais, ela ainda precisa fazer tudo isso de maquiagem, pra se manter bela e atraente. E é exatamente por isso que eu uso meus óculos escuros. Ninguém paga as minhas contas! Pinto a cara se eu quiser.

Então, você tem certeza mesmo que casamento para a mulher nos dias de hoje é ter sucesso na vida? Eu acho que não!

Lógico, se você quer se casar, se case, por favor. Não estou criticando o matrimônio, vai que você tem sorte! O que eu quero dizer é que é ilusão pensar que só terá conquistado tudo na vida se você se casar.

Sabe o que é dar certo na vida, minha filha? É usufruir de todas as áreas da vida com prazer, alegria, liberdade com responsabilidade e sem sobrecargas. Isso que é ser privilegiada!

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Este texto fez sentido pra você?

Vamos conversar sobre isso. Compartilhe!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

É realmente possível ser feliz?

Bora filosofar um pouco, people?


Schopenhauer, (meu amorzão), acreditava que a vida é uma roda de carência seguida de saciedade. Ficamos satisfeitos quando saciados? 

Por pouco tempo. 

Quase em seguida somos invadidos pelo tédio e obrigados a agir para escapar do horror do tédio.

“Trabalho, preocupação, cansaço, problemas é o que enfrentamos quase a vida inteira. Mas se todos os desejos fossem satisfeitos de imediato, com o que as pessoas se ocupariam e como passariam o tempo? Suponhamos que a raça humana fosse transferida para Utopia, lugar onde tudo cresce sem precisar ser plantado e os pombos voam assados ao ponto, onde todo homem encontra sua amada na hora e não tem dificuldade em continuar com ela: as pessoas então morreriam de tédio, se enforcariam, se estrangulariam ou se matariam e assim sofreriam mais do que já sofrem por natureza.”

Por que o tédio é ruim? Por que lutamos para afastá-lo? Porque é um estado do qual não conseguimos nos livrar e que vem logo mostrar verdades subjacentes e desagradáveis sobre a vida: a nossa insignificância, a falta de sentido da vida, nossa inexorável caminhada rumo à velhice e à morte.

Portanto, o que é a vida senão um ciclo infinito de querer, satisfazer, entediar-se e depois querer de novo? Essa sequencia vale para todas as formas de vida? É pior para os humanos, diz Schopenhauer, pois à medida que a inteligência aumenta, cresce também a intensidade do sofrimento.

Existe alguém feliz? É possível ser feliz algum dia? O filósofo acredita que não. (Abafa que ele era pessimista mesmo!).

“Em primeiro lugar, o homem nunca é feliz, porém passa a vida lutando por algo, pensando que vai fazê-lo feliz, não consegue,e, quando consegue, se desaponta: é um náufrago e chega ao porto mastros nem cordames. Portanto, não se trata de ser feliz ou infeliz, pois a vida não é senão o momento presente, que está sempre sumindo e, finalmente, se acaba.”

E ai Introspectors, vocês são felizes toda hora?

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quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Meus livros no Black Friday 2020

 


Falaaaaa "galere"!

A sexta-feira maluca de 2020 está chegando e meus livros também estão na promoção.

Que tal aproveitarem a oportunidade para comprar o presente de natal para seu amigo?

Se você mora em Governador Valadares - MG, podemos até combinar de nos encontrarmos para eu autografá-lo, já pensou?

Costumo brincar com meus amigos que autor bom é autor vivo. HaHaHa!

Tá que eu não sou nenhuma Clarice Lispector ou Fernanda Young, mas gente! "Eu sou tãaaaao fofenhaaa" (Fazendo a Agnes do Meu malvado favorito) haha.

Para fazer a compra do exemplar clique aqui.

Até mais ver, pessssoaaaal e obrigada pela força de sempre!!

Beijos, Gaby.


quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Blog Chá de Leitura de Rodrigo Alencar




Eiiii Introspectors!

Recentemente tive o privilégio de ser entrevistada pelo Rodrigo Alencar, autor do livro "O bandoleiro" e também do Blog Chá de Leitura, onde ele tem como propósito trazer, para nós leitores, entrevistas com personalidades incríveis deste nosso país tão rico em "esconder" pessoas talentosas. (drama à parte, genten) haha.

Diante disso, aproveito para fazer um jabá duplo: o convite para conhecer o Blog do Rodrigo e também fazer a leitura do nosso bate papo onde compartilho assuntos sobre meus projetos atuais de UX Writing, Música e afins.

Para leitura da entrevista clique aqui.

Se inscrevam no Blog do Digão, pois ele trará diversos sorteios e novidades para nós, sem contar o podcast que ele está criando.
Estou suuuuper ansiosa!!

Até logo, pessoal!!
Beijos, Gaby.

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Descubra o poder das cartas em meio a pandemia covid19


 


Em 2019 eu e um amigo escritor aqui da cidade criamos um projeto literário chamado Cartas ao Vento que consistia em escrever cartas fictícias e disponibilizá-las em pontos de coleta onde pessoas interessadas em lê-las poderiam interagir com as histórias ali escritas. Como? Escrevendo de volta, entrando nas histórias dos personagens ou dando sua opinião verdadeira sobre os assuntos ali escritos.

O intuito principal era resgatar o amor pela leitura e escrita de cartas.

Ainda no ano passado, um professor de português amigo nosso que esteve presente no lançamento do projeto, levou a ideia para sala de aula e tivemos um retorno incrível dos alunos do 3º ano.

Confesso que não esperava ler tanta criatividade, ainda mais nos dias de hoje com o mundo digital secando as nossas canetas e roubando a nossa atenção.


Então veio a pandemia e tivemos a ideia de fazer a fase 2, que consistia em desafiar as pessoas a escreverem cartas reais para amigos e familiares.

Gente, estamos recebendo cada depoimento maravilhoso que vocês não fazem ideia!

O nostálgico, o simples, ainda toca as pessoas. E tenho visto que os idosos estão sendo o grupo que mais tem sede em receber este tipo de carinho e interação. Por quê? Porque as cartas fizeram parte de sua época, porque mesmo inseridos no contexto tecnológico nos dias de hoje, escrever no papel ainda é algo que faz sentido para eles e demonstra amor e atenção.

Participando em um Meet Up virtual há algumas semanas atrás, eu comentei do projeto e uma professora de Itanhomi – MG se interessou muito em leva-lo também para sua sala de aula e as respostas tem sido inexplicáveis.

Recentemente enviei uma cartinha para uma tia muito querida que fez aniversário. Ela me mandou uma mensagem de voz chorando emocionada dizendo que havia lido a carta umas 8 vezes. Hoje, ela me enviou uma foto do hospital onde estava com a cartinha nas mãos. Aonde ela vai, ela leva a carta para reler. Eu fiquei quebrantada porque esse projeto começou com uma ideia tão simples e nunca imaginei que ele pudesse resgatar sentimentos tão lindos!

A lição que tenho tirado disso tudo é que apesar da modernidade, da tecnologia, às pessoas ainda gostam do simples, do calor humano, mesmo que isso seja transmitido através de um simples papel, mas que ainda é um "papel" real do ser humano.

Visite nosso perfil no Instagram @cartasaovento2.0 e vamos espalhar essa ideia.

Não deixe de escrever e enviar uma cartinha para os seus.


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