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terça-feira, 4 de dezembro de 2018

A questão do gênero feminino




Olá Introspectors! Vamos filosofar um pouco?
Estarei citando dois conceitos sobre a questão do gênero para abrirmos o texto sobre esta temática.

"A palavra gênero indica uma construção sociocultural usada primeiramente pelas feministas americanas e, posteriormente, abarcado por pesquisadores. Pensar a questão de gênero significa, pois, perceber a metodologia utilizada para constituir uma nova forma de tratar a história das mulheres." (AFONSO, Simone. SANTIAGO, Graziella Lacerda - A escrita da História) 

E agora citando Raquel Soihet, ela diz: “Gênero tem sido, desde a década de 1970, o termo usado para teorizar a questão da diferença sexual. Foi inicialmente utilizado pelas feministas americanas que queriam insistir no caráter fundamentalmente social das distinções baseadas no sexo. A palavra indica uma rejeição ao determinismo biológico implícito no uso de termos como “sexo” ou “diferença sexual”. O gênero se torna, inclusive, uma maneira de indicar as “construções sociais” — a criação inteiramente social das ideias sobre os papéis próprios aos homens e às mulheres”. (Em A História das Mulheres).

Por muito tempo o gênero feminino teve limitadas funções: procriar, colher coisas para preparar o alimento, cuidar dos filhos e de casa. Os homens, por sua vez, eram os provedores e protetores da família. Ficavam incumbidos também de tomar decisões, fossem elas na comunidade, na Igreja ou na política.

          A mulher, por sua vez, não tinha voz na sociedade e nem dentro de casa. Era submissa. Isso, nas comunidades religiosas, pois algumas sociedades pagãs,  como os vikings, por exemplo, as mulheres eram guerreiras, curandeiras e tinham grande poder de persuasão nas comunidades. 

Com o passar dos tempos, ficamos presos por longos séculos na era medieval, onde as civilizações basicamente Cristianizadas calaram novamente as mulheres, e apenas com o advento do Iluminismo que elas começaram a ascender. E foi no final do século XIX, com o movimento Sufragista que elas finalmente conseguiram fazer a diferença no mundo. 

Com a percepção de que as mulheres estavam sendo muito úteis dentro e fora de casa, elas passaram a refletir o motivo de não participarem mais da sociedade usando sua voz, sua opinião, foi quando elas fizeram o primeiro movimento para tentar o direito ao voto, conhecido como movimento Sufragista que teve sua celebração centenária em 06 de fevereiro de 2018 da lei que permitiu o voto de mais de 8 milhões de inglesas.
Isso foi o primeiro movimento no qual impulsionou muitos outros a irem a luta por seus direitos como cidadãs do mundo.

Hoje, apesar de ainda existirem algumas dificuldades e preconceitos referentes ao gênero feminino, às mulheres já estão desenvolvendo diversos papeis de liderança, seja dentro de instituições, como arrimo de família e na sociedade, mostrando assim o seu poder e valor no mundo.


Por Gabriella Gilmore - Uniube

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Síntese - Uma história real sobre Gabriella.




Síntese – Uma história real
 Um pouquinho da minha história para meus fiéis leitores e amigos.

Resgatar lembranças do passado nem sempre foi fácil, mas uma coisa eu não posso negar ou me esquecer, é o fato deu sempre carregar comigo a criatividade,
a hiperatividade, o amor pelo novo e por papéis. Eu amava brincar de escritório.
Numa época em que não tínhamos acesso a tecnologia pelo fato de não possuirmos muito recurso financeiro, o meu computador e telefone eram coisas totalmente fruto da minha imaginação. Bastava pegar algo com teclas e eu "navegava" por horas.
Eu gostava muito também de pegar os papéis de jogos nas casas lotéricas. Era o roubo mais prazeroso que uma criança poderia praticar.
Aquela corrida, com as mãos enfaradas de papéis, era o medo mais gostoso de sentir. Crianças... Rs.
Tive uma infância muito gostosa, apesar de presenciar fatos violentos dentro de casa entre meus pais. Porém, tive muita sorte de ter nascido numa família recheada de tios e primos. Então, eu dividia muito bem o meu tempo entre estudar e brincar com meus amigos e parentes.
Pulando bastante os capítulos da minha vida, eu me recordo o pavor que eu tinha em me apresentar na frente da sala quando algum trabalho precisava ser debatido em classe. Como esse medo foi bastante prejudicial para minha vida escolar e acadêmica (eu estudei Pedagogia por 2 semestres), eu senti necessidade de procurar ajuda psicológica para superar esse "trauma", e nas análises, eu consegui me lembrar o motivo com que me fez ter problemas com o público escolar. Na minha alfabetização, quando sentávamos na roda de leitura, eu tinha problemas para ler, e gaguejava um pouco por causa da ansiedade, e a professora sem paciência me dava tapinhas na cabeça ordenando que eu parasse com o gaguejo e lesse "direito". Isso ficou encravado no meu subconsciente, e reprogramar toda essa história passada me levou bons meses de terapia.
Hoje, eu não vejo isso como um problema, mas sim como uma oportunidade para crescer como ser humano, e sei que hoje estarei mais habilitada para lidar com crianças com dificuldades de aprendizado, porque eu senti na pele como é ter suas peculiaridades violadas.
Voltando a minha infância, eu me lembro de períodos maravilhosos que é impossível esquecer:
1° é o cheiro da maresia de Vila Velha - ES e a rua da minha tia Cidina cheia de sementes vermelhas que os capixabas chamavam de chapolin.
2° as brincadeiras de cabaninha na beira do Rio Doce, na Ilha dos Araújos com meus primos e minha irmã mais nova, numa época em que o rio ainda era limpo, e sua areia era clarinha, parecia uma praia do campo. E quando a fome apertava, a gente sabia que a tia Miriam estava preparando boas receitas caseiras. Hummm que fome.
3° as brincadeiras no barranco vermelho atrás da casa da tia Leah, em Timóteo - MG. Era a desobediência mais engraçada que uma criança podia fazer. Eu lembro como a nossa tia ficava furiosa de nos ver chegando ao final da tarde todo lamelado de barro vermelho, e marcando o quintal limpinho com pisadas imundas. Por fim, a gente acabava fazendo isso tudo de novo porque era muito engraçado ver a tia brava.
Ainda antes dos meus setes anos, eu consigo puxar da lembrança duas festas nacionais em que meu pai estava presente: Era a festa junina na chácara da irmã dele (minha tia), com aquela fogueira enormemente linda e muito refrigerante guaraná. E o natal, quando meu tio Evaldo se vestia de papai Noel, e do nada surgia pela janela, à meia noite, trazendo exatamente o presente que eu tanto queria. Naquela época eu ainda acreditava na existência do bom velhinho, então era muito mágica aquela noite natalina. Inesquecível!
Eu estudei no Nelson de Sena do pré-primário até a quarta série. Minha mãe precisou me trocar de escola e me colocar no colégio Estadual onde minha irmã caçula estava estudando, tudo para que eu a protegesse do bullying (na época esse ato nem tinha esse nome) que ela vinha sofrendo desde então. E só sai de lá quando conclui o ensino médio.
Sempre fui muito querida em sala, e um pouco irritante também pelo fato de ser muito hiperativa e conversava um pouco fora de hora. Entretanto, era boa aluna, que atingia as metas e respeitava os professores. Não consigo me lembrar de ter ido à sala de diretor. Talvez eu tenha até ido, todavia realmente não me lembro.
Desse período escolar, os que mais me marcaram foram o pré-primário no Nelson de Sena, ainda na época da diretora Lagares, uma senhora conservadora e muito severa. Lembro-me de ver alguns amigos de joelho no milho por fazer bagunça em sala de aula. Era o castigo da época. Lembro também da disciplina e o respeito à bandeira e hino nacional. Toda segunda-feira nós iniciávamos o dia enfileirados cantando em conjunto o hino nacional. Era a coisa mais linda e emocionante de se ver. Uma época em que o Brasil tinha pessoas que se colocavam de pé, em verde e amarelo. Espero que um dia isso ainda possa ser resgatado, e as escolas e universidades passam a amar o país, da mesma forma que idolatram partidos políticos.
E o outro período memorável foi o ensino médio, no qual eu tive maior consciência de mim mesma, do meu valor perante meus colegas e perante a sociedade. Foi quando eu percebi a importância de cativar boas pessoas ao nosso lado, pois a nossa vida é feita de capítulos, e acredito que vale a pena carregar os melhores atores para mais cenas da vida real que virão. E com isso, cultivei grandes amigos que carrego até hoje. Oh quanta saudade eu tenho de assistir filmes com eles, descobrir novas bandas americanas, e ter o apoio deles sobre minhas diversas estórias que eu escrevia em cadernos brochurões, porque foi aos quinze anos que comecei a criar roteiros e continuações de filmes. Eu amava escrever. Ainda amo, na verdade. (Explicando o pseudônimo Gilmore devido as minhas publicações em sites no Brasil).
Nessa mesma época, eu comecei a perceber o quanto de confiança eu passava para as pessoas. Quando eu saia com minhas amigas, ou íamos dormir na casa de alguma colega em comum, os pais normalmente pediam para eu tomar conta delas, como se fosse a irmã mais velha. E depois fui percebendo que eu era boa ouvinte e conselheira, e comecei a cogitar na possibilidade de um dia estudar Psicologia na faculdade. Foi um dos primeiros cursos que me veio à mente, entre a  Medicina Veterinária e Botânica. (nem sei se existe curso superior de botânica hahaha)
Tenho grande empatia pelo outro, e acredito que isso me atrai até as pessoas. Fico orgulhosa por ter este dom.
Quando completei 18 anos, eu não tive muita empolgação ou estímulo da minha mãe em ir para a universidade. Minha mãe, muito religiosa, fantasiava uma vida para mim no qual eu me casaria cedo e iria ser dona de casa. Que sonho é esse de se ter para uma filha? Nada contra o casamento, mas pular fases eu não acha muito comum ou sadio. E por ter sido literalmente empurrada para o mundo capitalista onde a gente é sugada 100% no trabalho, eu perdi um pouco o foco sobre ir para a faculdade, e acabei mergulhando no campo de trabalho.
Desde então, raramente fiquei desempregada, coisa que eu me orgulho muito.
No entanto, como eu sempre fui muito ativa, eu arrumava cursos para fazer. Estudei computação, digitação, inglês, filosofia, teologia, francês e música.
E em 2009, quando retornei de uma viagem frustrada de Campinas - SP, eu resolvi enfrentar o vestibular e tirar do meu bolso a grana para o curso superior.
Escolhi Pedagogia pelo fato de não ser caro. Sempre me diziam para eu fazer Letras, porque eu sabia inglês e gostava de escrever, mas nunca achei graça nesse curso, e como gostava muito de Psicologia, eu pensei que talvez Pedagogia poderia me abrir um pouco a mente e o leque, e de alguma forma eu também estaria ajudando alguém depois de formada.
Porém, ao final do segundo semestre, eu fiquei desempregada, e temerosa em não encontrar emprego rapidamente, eu acabei trancando a matrícula e fui para Brasília - DF. Lá, eu não consegui voltar para a faculdade. Era quase impossível morando tão longe dos lugares. Contudo, nunca desisti de estudar.
Quando voltei para Valadares, eu sentia uma necessidade desesperada em massagear meu cérebro com novos conhecimentos, e cheguei até a pensar em cursar Direito se eu conseguisse bolsa, mas Deus foi tão cuidadoso comigo que me livrou dessa (um dia talvez eu lhe conto pessoalmente o motivo) e me deu de presente o curso de História, pelo qual estou extremamente apaixonada, e me pergunto até hoje o motivo de não tê-lo cursado antes.
Tem tudo a ver comigo. Eu gosto de saber dos fundamentos das coisas, sou curiosa, gosto de pesquisar e sou esforçada. Adoro ensinar e sou divertida. Logo eu já fico imaginando como serão minhas aulas. E peço a Deus que me dê graça quando eu me formar e for lecionar, porque quero impactar a vida das pessoas da mesma forma que fui impactada por bons professores ao longo de minha vida, como a memorável professora de História da Educação, Ana Lídia, no curso de Pedagogia.
Bom, eu acho que agora é só esperar ansiosa pela conclusão dessa nova etapa da minha vida, e aguardar a oportunidade de fazer algo pela Educação e pelas crianças do meu país, porque o futuro da nossa nação é o agora.

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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Burguesia, capitalismo e afins




Burguesia, capitalismo e afins
Por Gabriella Gilmore

Definir e entender a classe burguesa é importante, pois ela foi responsável para que a Revolução Francesa acontecesse tendo o liberalismo como ideologia nas revoluções contra os regimes absolutistas dos séculos XVII e XVIII.
O conceito de burguesia é um tanto complexo pelo fato dela ter ganhado algumas interpretações ao longo de seu surgimento. Entende-se por burguês, o comerciante, o produtor rural com posses consideráveis, pagadores de impostos, e de acordo com a definição de Marx, a burguesia é aquele proprietário dos meios de produção, portanto, o explorador de mão de obra barata.
Com o advento do Liberalismo que surgiu no século XVIII tendo o Iluminismo como inspiração, defendia a liberdade individual, a divisão do poder político, a livre iniciativa e concorrência e o direito a propriedade privada, chacoalhou os pensamentos daquela época e incentivou os burgueses a questionar o governo absolutista monárquico, a economia reprimida e a falta de liberdade de expressão e econômica, e passaram a lutar por tais mudanças. Defender uma política livre e sem interferências do Estado no comércio foi à base para que uma revolução surgisse.
Citando Martin Perry, “De modo geral, o liberalismo foi a filosofia política da burguesia. Enquanto os conservadores buscavam fortalecer os alicerces da sociedade tradicional seriamente abalados no período da Revolução de Napoleão, os liberais desejavam alterar o status quo e cumprir  a promessa do iluminismo e da Revolução Francesa”.
Cansados de alimentar um governo que não lutava pela sociedade em geral, e de viver um caos na comunidade da época devido as más colheitas e os impostos altíssimos, os burgueses juntamente com as massas (os sans culotes) se levantaram contra o antigo regime, pressionando a monarquia para que eles também fizessem parte das escolhas políticas e econômicas.
Muitas cabeças rolaram para que hoje tivéssemos mais liberdade econômica e política, e sabendo que o capitalismo tem seus defeitos, onde o lucro é seu principal objetivo, e a mão de obra barata seus malefícios, precisamos continuar pensando sobre esse sistema econômico que vem crescendo a cada década que passa, sem nos esquecermos de um dos princípios que John Locke pregava: liberdades! E será que nós somos realmente livres para produzirmos nossa própria riqueza? Não seríamos nós, hoje, escravos do dinheiro? Que essas duas perguntas fiquem como reflexão para nós.

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sábado, 11 de agosto de 2018

A mente bomba relógio do Historiador



A mente do Historiador é uma bomba relógio
by Gabriella Gilmore

Bom, acho que muitos sabem que estudo História na faculdade, porém não sei dizer se todos vocês se atentaram sobre a responsabilidade que um Historiador tem com os relatos, com os acontecimentos, com os fatos, e a forma como relatam tudo isso.
Tenho aprendido a ver o quão importante é o papel do Historiador em sua sociedade atual e os perigos que envolvem o seu olhar sobre os fatos.
É como se seu papel e caneta fossem duas grandes armas.
Armas no sentido do profissional poder narrar e escrever um fato com olhar tendencioso e um tanto pessoal.
Sabemos que uma mentira bem contada, e contada por longas décadas, acaba virando verdade.
Sendo assim, a única coisa que poderia salvar a nossa história seria a ética e a moral influenciando os contadores dos fatos. Pois os historiadores precisam ser impactados pela verdade, custe o que custar, doa a quem doer.
O Historiador tem um sério compromisso com a verdade, independente se essa verdade vai contra os seus valores pessoais.
A narração de um acontecimento não pode ser sensacionalista. Precisa ser objetiva e honesta.
Já a interpretação dos fatos onde o Historiador não esteve presente, conta com seu árduo trabalho em pesquisar materiais com boas reputações, para que assim ele possa transmitir o conhecimento também de forma neutra.
Não cabe ao Historiador acrescentar ou retirar detalhes dos acontecimentos, cabe a ele informar a sociedade de sua época às lembranças do passado para que possamos entender o presente e assim trabalhar para mudar os rumos do amanhã.

Que Deus me ajude.


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terça-feira, 31 de julho de 2018

A questão nacional da América Latina




A questão nacional da América Latina
Por Gabriella Gilmore

Quando se fala em formação da sociedade nacional latino americana, logo nos vem à mente as grandes conquistas, e consequentemente, nos voltamos para as lutas e guerras travadas para que aquelas vitórias fossem alcançadas.
Por trás de todo movimento existem almas de mentes inquietas, de espíritos revolucionários, que sentem uma enorme necessidade de mudar sua realidade, pois não concordam com as injustiças de seu tempo. O pensamento Iluminista de que o homem nasce livre, mexe com os pensamentos daqueles que compreendem esta ideia e ao olhar para fora, vê que ela não se aplica a “realidade”. Assim, governos que foram formados debaixo de absolutismos, colonialismos, ditaduras, soaram um tanto desonesto para os grandes nomes responsáveis pelas lutas de libertação.
Um grande desafio quanto a essas lutas, era identificar quem seriam os seus participantes, afinal, a América Latina tem uma formação mestiça, onde muitos ainda não sabem bem o que são e qual identidade os definem. Sendo assim, as pessoas acabam sem saber em quê e o por que de lutar. Lutar para quê? Pelo quê?
Os estrangeiros passaram a se tornar nativos, portanto, passaram a lutar pelo seu país de nascimento, e não o país de seus antepassados. E assim, “o território e o povo formam-se nessa história”. (Octavio Ianni). Porém, não podemos deixar de pensar as desigualdades que são formadas nesse meio tempo, onde a divisão ocorre por todos os lados, seja ela regional, racial, financeira, cultural, e fica uma pergunta: qual é o real motivo para tantas “classes e castas”? Se pensarmos a História apenas como consequência da Política, o que essa instituição ganha em repartir as pessoas desse jeito?
Uma vez independentes, ainda fica o sentimento de despertencimento, pois muitas são as heranças, e cada grupo quer levar a sua adiante, e a pergunta volta a pairar na mente coletiva: qual é de fato a minha origem?
O mundo sendo movido debaixo de preconceitos e rótulos, as pessoas ao invés de se unirem, elas se separam, vivendo marginalizadas, como reflexo de um egoísmo, uma das principais dificuldades encontradas pelos líderes latino-americanos ao tentar ordenar as novas nações.
Citando mais uma vez Octavio Ianni, “A nação muda ou consolida-se, nesta ou naquela ocasião, conforme o jogo das forças sociais internas e externas”.
Essa reflexão vale para todos que um dia foram colonizados, e mesmo alcançando a libertação enquanto nação, ainda levam o peso da discriminação, e sociedade precisa se perguntar sempre: qual é a história que eu quero deixar para meus descendentes? Uma repetição de uma sucessão de mazelas, ou o desejo de estudar para mudar a realidade atual? Que a reflexão com bom senso seja umas das primeiras coisas a se colocar em prática todos os dias.
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sexta-feira, 8 de junho de 2018

Repúdio a Karl Marx




Sou estudante de História, mas nunca consegui compreender a simpatia que meus professores tem pelo socialismo e suas ideologias.
É muito bonito você querer dividir as coisas em busca de uma "sociedade" igualitária, onde todos possuem as mesmas coisas, desde posses ao conhecimento.
Impossível!
Até porque, somos pessoas diferentes, com sonhos, atitudes, energias diferentes.
Uma vez ouvi o termo "meritocracia" pela primeira vez, e logo ela passou a fazer sentido para mim na política.
Obviamente precisamos ter oportunidades para fazer com que o nosso mérito nos leve adiante, e isso existe tá? Só que o ser humano a cada ano que passa, fica mais vagabundo, preguiçoso e esperto, e não faz muito por onde correr atrás de suas metas, porque estão aprendendo a viver do fácil.

Não quero filosofar muito agora, pois o vídeo que estou compartilhando completa muito o pensamento que eu simpatizo, e reforço o meu apoio para um governo menos burocrata, que ajuda as empresas privadas a gerar empregos, consequentemente riquezas.

Beijos mil.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Psicologia dentro da Educação



Bom, em uma das matérias na faculdade neste semestre nos deixou uma pergunta de como a Psicologia poderia contribuir no campo educacional.
A princípio parece até simples... vejamos.
Conhecer o ser humano, tanto o que habita no seu interior emocional, suas lembranças, seus traumas, suas inspirações, quanto o meio em que vive, ajuda o professor a conhecer o tipo de aluno e a forma como ele poderia vir a aprender dentro de sala de aula. Uma vez que a escola tem feito também o papel de educador/orientador, torna-se essencial que os docentes conheçam como funciona o processo de aprendizagem, como o conhecimento se forma dentro de cada indivíduo, para que as aulas se tornem mais dinâmicas, funcionais e com significados para cada aprendiz. Quando o professor identifica alguma transtorno no aluno, com o seu conhecimento prévio sobre o comportamento desse ser, ele pode ajudar o mesmo a encontrar caminhos para sair do ciclo que possa estar o impedindo de progredir em sala, e assim ajuda-lo a se tornar um campeão em sala e também na vida. Nos dias atuais, os professores são muito mais do que apenas detentores do saber, aquele que repassa o conhecimento, para o aluno finalmente reproduzir, como "máquinas repetidoras". Os professores tem um papel importante para mediar o aluno nas diversas transições que ocorre em sua vida estudantil/acadêmica, mostrando para eles o leque que se abre, quando em conjunto (professor e aluno) discutem os conhecimentos adquiridos, tanto o aluno com o professor, e o professor com o aluno; parafraseando Paulo Freire quando disse a frase: "Quem ensina aprende ao ensinar. E quem aprende ensina ao aprender". (Em Pedagogia da Autonomia).

Comentário de Gabriella Gilmore - História (Uniube)

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Brasil Verde e Amarelo



Eu posso estar enganada, mas a faculdade de História está mudando o meu sentimento de #Brasil que existia em mim. Espero poder fazer alguma coisa por este país que eu tanto "desprezei". Nunca é tarde para reconhecer a própria ignorância.
Bom final de semana a todos, pessoal!!