Criando experiências. Conteúdos de Literatura, História, UX Writing e artes em geral.
Mostrando postagens com marcador psicologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador psicologia. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 2 de março de 2020
Literatura: A Morte de Madame Bovary
(Contém spoilers)
Ontem eu assisti a versão moderna do filme sobre Madame Bovary, baseado no clássico do escritor Gustave Flaubert, e não consegui parar de refletir sobre a morte de Emma.
Será que lá no fundo algumas mulheres tem medo de ser como ela?
Okay, deixe-me explicar.
Emma era uma burguesa que passou boa parte da adolescência sendo educada em um convento.
Contudo, ela sempre teve uma mente diferenciada pelo fato de ser leitora voraz.
No século XIX muitas pessoas tinham como passatempo viver a vida dos personagens de romances. Era uma forma de sair da realidade pacata e um tanto monótona.
Emma enxergava no casamento a oportunidade real de realizar seus sonhos e desejos de mulher.
(Olha como os romances tem grande influência na insatisfação das pessoas pelo simples fato de não sabermos separar as coisas!)
Ela se casou com um médico do interior que não tinha grandes ambições. Sua vida era tranquila e nada lhe faltava.
Opa, para Emma faltava sim.
Na sua cabeça faltava emoção, flertes, tesão, tudo o que é vendido nos romances.
Ciente de que não teria nada disso com seu marido, ela se entrega às paixões, ou seja, ao adultério e ao consumismo desenfreado.
Entre um e outro, quem nunca fez isso?
Quando eu sinto a angustia de Emma, eu sinto raiva, porque infelizmente nós somos influenciados por fantasias e nem sempre somos instruídos a separar o real da ficção, e o que acontece? Idealizamos amores que não existem. Nos iludimos com coisas falsas.
Na cabeça de Emma sua vida era um infortúnio, sua infelicidade era insuportável.
Ao ver sua família entrar em crise financeira e todos seus amantes darem as costas, o que lhe resta? O surto! O pânico! A vontade de morrer.
Ela já não suportava seu fracasso e o sentimento de culpa a levou ao suicídio.
Emma foi fraca? Foi imatura? Foi egoísta?
Esta história foi um choque para a sociedade da época, onde as pessoas ainda viviam debaixo de padrões religiosos e quando fugiam desses modelos, se perdiam.
Não estou fazendo apologias aqui, só espero que possamos olhar mais para dentro, nos adaptando a sociedade da melhor forma possível, lembrando que nossos atos trazem consequências para ambos os lados.
Que tenhamos sabedoria e bom senso na hora de fazermos escolhas.
Quer receber as postagens por e-mail?
Se cadastre no Feeds de postagens na barra lateral esquerda do site.
Boa semana para vocês!!
Instagram: @gabygilmoreofficial
Twitter: @gabriellaclima
terça-feira, 5 de novembro de 2019
Por que não comemorar o Halloween?
Sei que o Halloween já passou,
mas eu não me esqueci de voltar aqui para comentar a pergunta que fiz na
postagem anterior, que dizia: “Já se perguntaram o motivo de comemorar o
Halloween?”
Bom, ao invés de eu trazer a
parte histórica desta festa, se é que posso chama-la assim, eu vou responder por
que eu não mais comemoro ou brinco de Halloween.
Eu sempre amei a cultura norte
americana e tudo agregado à língua inglesa. Quem convive comigo sabe o quanto
isso marcou a minha formação.
Sou bem internacionalizada
haha Tanto que às vezes me sinto fora de lugar vivendo no Brasil pelo fato de
não acompanhar as nossas músicas e programações de TV.
Enfim, depois que entendi o
projeto de salvação de Deus na minha vida e ainda estudar História na
faculdade, o meu olhar sobre as coisas começaram a ficar bem críticos.
A título simples de exemplo,
hoje no supermercado Coelho Diniz, onde existe um programa acumulativo de pontos
no CPF para quem compra naquele local, a moça do caixa perguntou se eu gostaria
de colocar os “DOTS” no meu CPF, e eu não quis pelo fato de estar fazendo
compras para a empresa que trabalho. Dai meu colega de trabalho me perguntou o
motivo de não querer colocar os pontos, sendo que não havia problemas.
Então eu expliquei:
- Olha, eu não sei como isso
seria lançado contabilmente no meu CPF, sendo que o governo pode traçar o
quanto eu ganho e o quanto eu gasto, e se perceber que gasto mais do que ganho,
pode ser que der algum problema para mim. Como eu não sei como funciona de
verdade, prefiro não arriscar. Eu passarei apenas as compras que eu de fato
fizer para minha casa.
Meu amigo garantiu que isso
não daria problema algum, porque ele e mais muitas pessoas fazem isso. E eu simplesmente
disse: não sou outras pessoas e eu evito fazer coisas no qual não sei o
fundamento. (Meu lado autista dizendo hahaha)
Ele me olhou torto e começou a
rir.
Eu estou desse jeito
ultimamente! #aloka
Bom, voltando ao assunto
principal.
Hoje eu estava olhando meu IG
e vi uma postagem da Escola do Futuro sobre o Halloween que transmite
exatamente o meu pensamento de hoje.
E vou tomar a liberdade de
compartilhar e espero que ela ajude vocês a refletirem também.
Entendo que não há nada demais
se fantasiar, fazer travessuras e comer doces, mas precisamos pensar de outra
forma. Se algo não trás benefício moral ou espiritual, qual o motivo em
fazê-lo? Entende?
Beijão!!!
Gabi.
Obs. Clique na imagem para ela aumentar.
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
Sharp objects no HBO
Sobre Sharp objects
by Gabriella Gilmore
(Não contem spoilers)
Não farei resenha dessa vez galera. Isso aqui é apenas uma "propaganda" do que ando assistindo esses dias.
Descobri uma série nova no HBO chamada Sharp objects com
a atriz Amy Adams que vem tirando meu sono.
Calma!
Tirando o sono no bom sentido, eu acho.
Já adiantando, a sacada magnífica da produção em envolver
uma trilha sonora envolvente, retrô e expressiva, tem sido o ponto chave para
seduzir o telespectador.
Estou apaixonada!
A história tem um peso depressivo e autodestrutivo, mas o
suspense em torno desta atmosfera é o que nos deixa presa a essa dor, e somos
capazes de dividir uma agonia tremenda com a protagonista Camille.
GOSH! Eu assistiria todos os episódios de uma só vez, se
fosse possível.
Por outro lado, esta série carrega um poder absurdo de
persuasão. Eu desafio qualquer um a assistir e ficar sem o desejo de tomar um
gole de um bom drink ou fumar cigarros baratos. Talvez os dois juntos.
Assim é Sharp objects, uma série que te rasga ao meio, e
a mente embaralhada de Camille te seduz a cada flash de seu passado, fazendo com que juntos descubramos as cicatrizes do seu ontem.
Eu indico, mas para maiores de 30 anos por favor. Rsrs
Bom dia!!
sábado, 4 de agosto de 2018
Gabi, isso não é uma crônica.
Esses dias a minha amiga Waleska Zibetti topou escrever uma crônica comigo.
Foi onde aprendi que aquilo que iríamos terminar de escrever não era uma crônica, e sim um CONTO.
Ok amiga, Lessons learned ahahahah
Comentei com a Wal que meus textos são um tanto melosos, e que eu queria um final diferente dessa vez, e que sua contribuição poderia fazer a cara da estória tomar um rumo inesperado e chocante ao mesmo tempo. Porque a Wal é dessas, que choca as pessoas com sua criatividade ímpar.
Meus leitores já se acostumaram com o jeitinho fraco (fraco de manso, eu quero dizer), de finalizar as coisas, ou até mesmo dar vida aos personagens.
Essa sou eu. Mansa, besta, romântica.
Chega.
Eu queria algo diferente.
Quando eu peguei o desfecho da história que a Wal criou eu precisei conversar com ela:
- Mas amiga. Adelso é um tanto culto, filósofo, veja só quais foram suas intenções ao assinar aquela revistas de paqueras!! Era apenas no intuito de conhecer mais sobre o comportamento e a mente humana. Ele não tinha perfil de psicopata, tinha?
- Gabi, qualquer pessoa pode matar alguém. Ninguém está livre de matar alguém. Se fosse assim, não teria médicos, juízes, advogados, engenheiros que matam. Assassinos!
Mais uma vez eu precisei estender meu tapete vermelho para a Wal passar.
Como você consegue amiga?
Sempre me surpreende, sempre me inspira.
Dentre aulas de produção de texto e ortografia, quero compartilhar com vocês este pequeno conto que foi publicado no site do RL.
Texto para maiores de 18 anos, ok?
Link abaixo:
https://www.recantodasletras.com.br/contosdesuspense/6409349Depoimento de um réu em crise.
Quero agradecer também a minha amiga de infância, Íris Leal Cabral, pela consultoria. Amiga, sem você, meu cenário jurídico só existiria na minha mente ignorante que inventa palavras para coisas que já existem ahahaha Muito obrigada. Você é demais!!
Boa leitura!
Gabi.
domingo, 1 de julho de 2018
O que sua perda diz sobre você?
O que sua perda diz sobre você?
Por Gabriella Gilmore
Um dia desses estávamos eu e alguns alunos sentados à mesa jogando UNO.
Toda vez que Joãozinho ganhava alguma partida, ele inflava o peito. Não dizia nada. Seu rosto dizia tudo.
Por outro lado, o Zé se irritava a cada perda. Exaltava-se, dizia nomes feios e falava mal de si mesmo em voz alta.
Numa forma pedagógica e um tanto triste, me ajoelhei, peguei nos braços do Zé, olhei bem em seus olhos e disse:
- Zé, escuta. Há algo bom na perda, sabia? Porque a forma como a encaramos diz muito sobre nós mesmos. O que você se mostrou agora? Uma pessoa de baixa autoestima e impaciente. Como podemos resolver isso?
Zé ficou pensativo por alguns segundos e depois me abraçou.
Muito das vezes pensamos que a criança que não sabe perder é apenas um garoto chato, mais um mau perdedor no mundo, um bobão. Porém, por trás disso tudo temos pais que cobram demais do mesmo, talvez um limite imposto por um pai ou uma mãe, que no passado também foram “maus perdedores”, não cabe dentro de sua estrutura mental e psicológica.
Portanto, se você presenciar um ato assim, pare, chame esta criança e converse com ela. Descubram quais são as suas inseguranças, você estará ajudando bastante esse futuro cidadão a ser um vencedor e apto a levar esta corrente do bem adiante.
Abraços.
Gabi.
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
Na terapia com o parapsicólogo
Por Gabriella Gilmore
Depois de alguns anos, finalmente eu acredito que acertei na terapia ideal.
Não sei se vocês conhecem o trabalho do Parapsicólogo, (sugiro que façam uma breve pesquisa no google), mas eu tenho experimentado com muita graça essas divertidas sessões.
Pelo menos para mim tem sido muito legal.
Ontem, tivemos mais um encontro, eu e o dôtor Luiz.
A parapsicologia trabalha com uma linha interessante de como lidar com os conflitos do cliente, e isso faz com que o profissional trace juntamente com o paciente a sua personalidade desde o ventre da mãe. E ontem, nós falamos sobre a minha personalidade para assim podermos finalmente começar a buscar as causas do meu Pânico.
Muito das vezes, os profissionais tem a mania de ler a nossa vida como se fosse algo imutável, foi quando ele falou:
- Gabriella, pois veja, dentre uma das características na sua personalidade podemos ver que você não consegue lidar com críticas, porque você desaba, sendo assim, você entra em colapso.
- Dôtor Luiz, alto lá! Eu sou uma ariana trabalhada na raça e coragem quanto a diversos defeitos do meu signo. Sou bem consciente quanto a isso. E por saber deste detalhe, eu lhe digo com firmeza que o senhor está equivocado quando traça essa informação no meu relatório.
Nisso, o doutor Luiz ficou meio estático e boquiaberto, afinal nenhum paciente chegara a interrompê-lo para dar pitaco em suas sessões.
- Pois bem. Continuei. Até onde eu consigo me lembrar, eu tenho sorte de ser munida de muita autoestima, e eu realmente não ligo muito pelo que as pessoas pensam sobre mim não. Obviamente, a gente se sente meio triste diante críticas negativas, mas do jeito que o senhor fala, faz parecer que isso me afeta de forma colossal, e doutor, isso não existe mais. Se é que alguma vez existiu, então, me faça à gentileza de reescrever esse detalhe ai no seu relatório.
Doutor Luiz respirou fundo e começou a rir alto, um sorriso de contentamento e logo disse:
- É Gabriella, você é realmente uma idealista contestadora!!
Repetindo uma das características da minha personalidade que ele havia dito anteriormente.
Fim.
Crônica publicada anteriormente no site do Recanto das Letras
segunda-feira, 3 de julho de 2017
Psicologia dentro da Educação
Bom, em uma das matérias na faculdade neste semestre nos deixou uma pergunta de como a Psicologia poderia contribuir no campo educacional.
A princípio parece até simples... vejamos.
Conhecer o ser humano, tanto o que habita no seu interior emocional, suas lembranças, seus traumas, suas inspirações, quanto o meio em que vive, ajuda o professor a conhecer o tipo de aluno e a forma como ele poderia vir a aprender dentro de sala de aula. Uma vez que a escola tem feito também o papel de educador/orientador, torna-se essencial que os docentes conheçam como funciona o processo de aprendizagem, como o conhecimento se forma dentro de cada indivíduo, para que as aulas se tornem mais dinâmicas, funcionais e com significados para cada aprendiz. Quando o professor identifica alguma transtorno no aluno, com o seu conhecimento prévio sobre o comportamento desse ser, ele pode ajudar o mesmo a encontrar caminhos para sair do ciclo que possa estar o impedindo de progredir em sala, e assim ajuda-lo a se tornar um campeão em sala e também na vida. Nos dias atuais, os professores são muito mais do que apenas detentores do saber, aquele que repassa o conhecimento, para o aluno finalmente reproduzir, como "máquinas repetidoras". Os professores tem um papel importante para mediar o aluno nas diversas transições que ocorre em sua vida estudantil/acadêmica, mostrando para eles o leque que se abre, quando em conjunto (professor e aluno) discutem os conhecimentos adquiridos, tanto o aluno com o professor, e o professor com o aluno; parafraseando Paulo Freire quando disse a frase: "Quem ensina aprende ao ensinar. E quem aprende ensina ao aprender". (Em Pedagogia da Autonomia).
Comentário de Gabriella Gilmore - História (Uniube)
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Um nome: Introspectors (?)
Photo extraída do google
Boa tarde Introspectors!
Lembro como se fosse ontem, eu escolhendo um nome para meu blog em 2008. Eu sempre gostei de Psicologia, e sempre me considerei um tanto introspectiva. Eu também gosto muito de Clarice Lispector, dai acabei juntando o útil ao agradável. haahaha
Hoje, cursando História na faculdade, estou vendo uma matéria chamada "Psicologia da educação". E tem um momento que é citado o "Introspeccionismo" como um ramo da psicologia e eu gostaria de dividir isso com vocês. Afinal, esse blog eu posto tanto minhas abobrinhas do mundo de Bob quanto coisa útil também.
Wilhelm Wundt criou o primeiro laboratório de Psicologia Experimental na universidade de Leipzig, onde realizava experimentos na área de Psicofisiologia. É a criação desse laboratório e os estudos desse pesquisador, denominados Introspeccionismo, que marcam o nascimento da Psicologia enquanto ciência. (BRAGHIROLLI et al, 2009)
Introspeccionismo buscava estudar a percepção humana em um modelo de investigação no qual o pesquisador deveria treinar a si próprio para identificar as sensações primárias que apareciam diante de um determinado estímulo (visual, sonoro, por exemplo). O objetivo era compreender como essas sensações nos atingem antes de elas serem contaminadas pela nossa racionalidade. (CARMO, 2012).
(Trecho extraído do livro Psicologia da educação de Elis Bertozzi Aita)
Dai eu viajo na maionese vendo o quão certo foi a escolha do nome para este espaço virtual ahahah
Até a próxima pessoal!
Boa tarde Introspectors!
Lembro como se fosse ontem, eu escolhendo um nome para meu blog em 2008. Eu sempre gostei de Psicologia, e sempre me considerei um tanto introspectiva. Eu também gosto muito de Clarice Lispector, dai acabei juntando o útil ao agradável. haahaha
Hoje, cursando História na faculdade, estou vendo uma matéria chamada "Psicologia da educação". E tem um momento que é citado o "Introspeccionismo" como um ramo da psicologia e eu gostaria de dividir isso com vocês. Afinal, esse blog eu posto tanto minhas abobrinhas do mundo de Bob quanto coisa útil também.
Wilhelm Wundt criou o primeiro laboratório de Psicologia Experimental na universidade de Leipzig, onde realizava experimentos na área de Psicofisiologia. É a criação desse laboratório e os estudos desse pesquisador, denominados Introspeccionismo, que marcam o nascimento da Psicologia enquanto ciência. (BRAGHIROLLI et al, 2009)
Introspeccionismo buscava estudar a percepção humana em um modelo de investigação no qual o pesquisador deveria treinar a si próprio para identificar as sensações primárias que apareciam diante de um determinado estímulo (visual, sonoro, por exemplo). O objetivo era compreender como essas sensações nos atingem antes de elas serem contaminadas pela nossa racionalidade. (CARMO, 2012).
(Trecho extraído do livro Psicologia da educação de Elis Bertozzi Aita)
Dai eu viajo na maionese vendo o quão certo foi a escolha do nome para este espaço virtual ahahah
Até a próxima pessoal!
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Precisamos falar sobre Kevin
Resenha por Gabriella Gilmore
O filme conta a história de Eva, uma mulher de sucesso profissional, ativa, alegre e que se casa com um cara muito legal. Porém, com uma gravidez não desejada e um tanto assustadora, nasce Kevin, o primeiro filho do casal.
A história conta em forma de flashbacks, sobre um massacre escolar praticado pelo jovem de 16 anos, mas o foco do tema é saber o que realmente levou o rapaz a praticar tamanha violência. Com lembranças da mãe do garoto sobre a gestação e criação do bebe, vemos ali a importância da decisão dos pais quanto à decisão de ter um filho.
Desde o início o telespectador percebe o quão despreparada é a personagem. Uma mulher talentosa em seu trabalho, em amar seu parceiro, porém sem o dom da maternidade. Logo na gestação o feto já sente a rejeição, e nos primeiros anos de Kevin, o garoto sente a antipatia da mãe, e nisso é gerado nele alguns “atrasos” na fala e até mesmo o fato de largar as fraudas e poder defecar sozinho. Isso mostra claramente uma dependência proposital da criança, até então muito astuta, que usa esse artifício para escravizar a mãe e puni-la indiretamente. Com isso, é gerado uma repulsa da mãe sobre a rejeição do filho, e no mesmo é afirmado a falta de empatia pela mãe.
Kevin, aparentemente gosta do pai, mas na verdade é só uma forma de fazer ciúmes na mãe, pois na verdade a criança não soube cultivar o amor dentro dela por falta de referencias amorosas dentro de casa, mesmo o pai sendo um tanto dedicado, mas era ausente por conta do trabalho corrido.
A situação ainda piora quando Kevin descobre que irá ganhar uma irmã, perdendo assim o seu posto de autoridade e atenção dentro de casa.
Por negligência da família em perceber os sinais e procurar ajuda psicológica, um monstro foi sendo cativado dentro de casa, e quando menos se espera, o ódio alimentado dentro daquele jovem é extravasado como forma de “prêmio” para sua mãe, matando assim alguns colegas, funcionários da escola, e seu pai e irmã. Kevin e sua mente doentia quiseram mais uma vez punir sua mãe pela falta de amor verdadeiro, e deixa claro para o telespectador o quão sério é a maternidade, pois na maioria das vezes um assassino não nasce assassino, ele se torna um.
Assinar:
Postagens (Atom)






