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quinta-feira, 28 de outubro de 2021

Como mudei de carreira - Part 2

 


Foto: Minha estação de trabalho em casa.


Oláaaa pessoal!

Já faz um pouquinho de tempo desde o último post sobre a Mudança de Carreira na qual estou vivenciando.

As coisas estão voando! Vocês sentem isso também?

Quando tomei a decisão de mudar de área, eu sabia que seria desafiador. Mas não imaginei que iria chorar por causa disso.

Calma que eu te explico.

O mercado tecnológico está super aquecido, o que é muito bom, mas a parte que eles não te contam é que há muito trabalho para poucas pessoas preparadas ou com experiência sênior, por exemplo.

Estou trabalhando como júnior, e tentando ao máximo aprender rapidamente as skills que me faltam. (Skills = habilidades). Acontece que vivenciar experiências totalmente novas, até que você adquira agilidade nos processos de design, isso vai levar tempo.

Quanto tempo? Não sei dizer, afinal, cada pessoa tem sua forma e tempo de aprender.

São inúmeras ferramentas e processos que precisamos aprender, além de fazermos a nossa atividade primária, que no meu caso é Redação UX (para experiência do usuário), preciso trabalhar com Design prototipando telas, criando apresentações de pesquisas, etc.

O Brasil ainda está engatinhando na Experiência do Usuário (UX), e por causa disso, há muito achismo, delegações de tarefas atravessadas e o famoso: faça de tudo um pouco.

Não vejo nenhum problema em fazer coisas que não são minhas competências primárias, mas enquanto o serzinho "júnior" está apenas adquirindo experiências para voar, a liderança precisa ter muita empatia para não assustar esse profissional.

Houve uma semana na qual me senti tão burra e inútil, que eu confesso que pensei em desistir desse trampo. Sou grata a Deus por ser resiliente, e consegui reverter o quadro com persistência.

Lógico que outros desafios aparecerão, e pode até ser que eu chore mais uma vez, (minha lua em peixes me sacaneia demais haha), mas os impactos tenderão a serem menores.

Se você que está me lendo, já vivenciou algo parecido, comente aqui e compartilhe este post, quem sabe ele anime alguém que esteja passando por uma situação parecida.

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Ferramentas de trampo que estou usando: Figma, Notion , Miro , Trello , Slack , Maze





quinta-feira, 22 de julho de 2021

Como mudei de carreira - Parte 1


Oi oi oiii Introspectors.

Olha eu aqui outra vez!

Na última postagem eu contextualizei sobre como eu cheguei até aqui, na Escrita para Experiência do Usuário. Não tem sido fácil porque é necessário muita dedicação, disciplina e leitura. Mas é prazeroso, afinal, fazer o que a gente gosta é um diferencial.



Fui muito bem recebida pela empresa TriggoLabs e dia 05/07/2021 conheci o cliente Sem Parar e a equipe de UX no qual comecei a fazer parte.

Nesta primeira semana tive acesso há várias informações sobre o cliente, como ele atua, o que ele está pensando em inovação, dores dos seus usuários e me apresentaram o projeto que estão trabalhando no momento. São vários, para ser mais exata.

Lógico que eu fiquei um pouco perdida, mas nada melhor que o tempo, a paciência e pessoas dispostas a me ajudar nesse processo de integração.

Da minha parte eu fiz benchmarking para entender quem são nossos concorrentes, o que eles estão fazendo e é muito importante ter um canal aberto com os demais times da empresa para tirar todas as dúvidas sobre o produto.

Tenho uma lead (líder) muito incrível que se importa em como estou me sentindo, ainda mais neste início onde tudo é muito novo para mim. Sempre senti falta disso nas empresas que trabalhei, da empresa olhar para mim e ver valor no meu trabalho.

Empresas mais modernas já entenderam a importância de valorizar aqueles que você contrata para fazer parte do seu time e era para lá que eu gostaria de ir.

Para esta semana estou lendo o livro: Redação estratégica para UX de Torrey Podmajersky, indicação do nosso dedicado UX Researcher.

Uma coisa que precisamos ter em mente é que a tecnologia está em constante atualização, portanto requer um estudo contínuo. Parece bobo comentar isso, mas acredito que para dar certo neste processo de migrar para a tecnologia, você precisa ser versátil, estar sempre disposta a estudar, ser curiosa e corajosa, senão pode acontecer de se frustrar, porque nem tudo é flores, né minha gente?

Claro que eu ainda estou no início, não sei como estará a Gaby daqui há alguns anos, mas uma das coisas que eu tenho certeza é que eu quero ensinar tudo o que tenho aprendido nesta área, influenciar pessoas, comunicar e formar líderes incríveis, como farei isso? Venha comigo que eu te conto no caminho.

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Só vem!

Até a próxima.

Gaby Gilmore.


sexta-feira, 9 de julho de 2021

Saiba como mudei de carreira – Introdução


Olá Introspectors!

Tenho tanta coisa bacana para compartilhar com vocês!

Finalmente migrei de carreira. Yuuuupi!

Por ter recebido algumas perguntas no meu Instagram @introspectors, eu resolvi criar uma série de postagens aqui no blog para comentar sobre esta nova fase da minha carreira, como começou e como tem sido as primeiras semanas de integração.

Como alguns sabem, sou formada em História, mas meu histórico profissional gira em torno da Administração. Fiquei nesta área por 18 anos. Experimentei setores de cobranças, secretarias, monitorias, recepções, financeiro, gerência. Até como office girl eu já trabalhei quando entrei para o mercado de trabalho.

Hoje estou Redatora UX na área de tecnologia e é sobre isso que quero conversar com vocês.

No último ano da faculdade eu surtei quando assisti a um vídeo sobre a 4ª revolução industrial.

Fiquei pensando em como seria minha vida depois de formada, sendo que eu precisaria de muito tempo para ganhar experiência no município para conquistar grades de aulas o suficiente para me dar um retorno financeiro decente. É muito burocrático e desvalorizado ser professor estadual no Brasil, sabemos disso, e eu estou com 36 anos minha gente! Já era para estar rica e bem sucedida haha (brincadeira).

Neste mesmo ano, alguns meses depois do meu choque de realidade, uma amiga e mentora, plantou uma sementinha em meu coração dizendo: Gaby, já ouviu falar sobre UX Writing? É uma área em ascensão no Brasil e eu me lembrei de você. Pesquisa ai e qualquer coisa me pergunte.

Foi paixão a primeira leitura!

Eu venho do mundo literário. Sempre amei escrever, criar histórias, personagens, filosofar. As palavras escritas sempre foram minha melhor forma de me expressar e de me comunicar com o mundo, pois sou muito tímida. Tenho certa dificuldade de conversar com o público, apesar de estar melhorando muito a cada ano que passa.

Fiz alguns cursos introdutórios sobre os fundamentos do UX e algumas coisas relacionadas ao UX Writing, e quando me vi, estava em São Paulo fazendo visitas em empresas que trabalham com times de UX.

Ali eu decidi mudar a rota.

Fiz uma pós em UX Writing, alguns freela em 2020, recebi diversos NÃOS em alguns processos seletivos mas finalmente consegui uma oportunidade onde colocarei em prática o que estou aprendendo e lógico, continuar aprimorando tudo todos os dias e em equipe.

Nas próximas postagens falarei mais de como foi os primeiros dias de integração com o time de UX do Sem Parar, minhas ansiedades, medos, muita alegria e satisfação de estar finalmente fazendo algo que faz sentido e que eu gosto: escrever!

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Quero ser luz na vida de vocês assim como tenho sido iluminada pela comunidade UX e pela minha mentora que tanto me inspira e me incentiva.

Só vem!

Até a próxima.

Gaby Gilmore.


quarta-feira, 9 de setembro de 2020

O que é UX Writing dentro de um produto digital?



Antes de explicar UX Writing, vamos entender um pouco sobre o que significa UX (User Experience = Experiência do Usuário).

Em palavras simples, entende-se por Experiência do Usuário todo o sentimento que provocamos no cliente (público usuário de algum produto) quando o mesmo interage com o produto digital.

“Pedi um lanche usando um aplicativo, mas achei o app muito difícil de navegar, me senti confusa e insegura para finalizar a compra”. Essa experiência foi ruim, ou seja, uma experiência do usuário.

“Comprei um livro em algum site e todo o processo fluiu levemente e ainda me fez sorrir porque me senti animada e segura”. Diferente da experiência anterior, esta foi positiva.

UX Writing (escrita para experiência do usuário) é tudo aquilo que lemos nos botões de comandos nos sites/app, mensagens de erros, FAQS dos websites, interações com chatbots, e muito mais. UX Writing é a escrita focada no outro, sempre pensando em como melhorar a experiência do cliente ao acessar os produtos digitais e também ao consumir informações em textos.

O especialista em UX Writing tem como responsabilidade criar textos para inserir na interface dos produtos digitais, desenhados pelos designers, para que os usuários consigam acessar e finalizar com sucesso toda sua jornada dentro do site/app.

Com o crescente desenvolvimento de produtos digitais as empresas estão entendendo a necessidade que existe em incluir um redator UX dentro da equipe de designers para otimizar e aumentar os acertos antes de lançarem novos produtos no mercado.

Achou esta informação útil? Compartilhe. =)

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terça-feira, 8 de setembro de 2020

Boas Práticas no UX Writing

Oláaaa Introspectors!!

Hoje temos mapa conceitual com algumas dicas de UX Writing que eu morri para fazer usando o Figma haha
Agradecimento a Cindy, rainha do UX, por ter me ajudado com a formatação. Ainda estou aprendendo a mexer no software.


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quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Tipos de redação para internet


Eiii pessoal!!

Como vocês estão?

Alguns amigos me perguntaram o que é esse tal de “UX writing” que eu posto de vez em quando nos Stories no Instagram e o post de hoje é para compartilhar o que um Redator UX (UX Writer) faz dentro de uma equipe de designers de apps/websites.

Com o aumento do surgimento de produtos digitais (apps, sites, jogos, templates,) está havendo uma necessidade de delegar tarefas dentro dessa equipe que desenvolvem esses produtos digitais.

Antes, o designer acabava fazendo quase tudo dentro dessas criações: o design propriamente dito, a parte escrita para popular às telas e até mesmo pesquisas com o público para entender as necessidades dos clientes (usuários).

De um tempo para cá as coisas estão sendo repartidas, portanto agora temos dentro desse time o redator especialista em experiência do usuário (UX user experience). E esse redator tem como preocupação criar textos/comandos para ajudar o usuário a ter a melhor experiência ao navegar dentro dos produtos digitais, criando assim acessos de forma prática, inteligente, humanizada.

Qual é o aplicativo ou site que você ama navegar? E por que?

Beijooosss, Gaby. 💋

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quinta-feira, 30 de abril de 2020

DAY 4 - Botões para CTA (call to action)

















Eiii pessoal!

Demorei mas "vortei"!

Bom, precisamos falar de CTA (call to action) e a sua importância nos sites.

De acordo com o site RockContent, call to action é "qualquer chamada - visual ou textual - que leva o leitor ou visitante de uma página a realizar alguma ação".

Lembra da postagem na qual eu falei sobre a importância das cores?
Ter uma cor quente ou uma cor um pouco mais forte em botões de CTA faz toda a diferença, afinal, eles precisam chamar atenção, certo?

Isso serve também para as palavras de ação.

A título de exemplo, temos a foto acima.
As palavras do meu menu (ainda em construção) estão em laranja e optei por usar a letra em caixa alta.
Confesso que já li pessoas defendendo o formato caixa alta em botões, como também críticas sobre isso.
Então eu decidi usar o instinto e também as pesquisas que fiz com meus amigos que tem me ajudado com as críticas.

Veja abaixo dois botões que estarão no meu portfólio.


O botão do lado esquerdo, tem a intenção de levar o usuário ao site da editora onde poderão comprar o meu livro.

Confesso que apesar de ter seguido a opinião dos meus usuários, a palavra "Eu quero" ainda me deixa na dúvida quanto sua eficácia.

Farei outra pesquisa em breve no meu Stories do IG, e aproveito em primeira mão para tomar sua opinião também.
Qual palavra teria a melhor conversão para venda do livro?
"Eu quero" ou "Compre agora"?

Deixe sua opinião nos comentários, por obséquio! haha
                     
O botão do lado direito ficará na página de contatos, onde a pessoa que quiser me mandar uma mensagem preencherá um formulário e em seguida clicará em enviar.
Coisa mais basicona mesmo e eu optei por colocar as letras em caixa alta, como podem ver.

Reforçando a questão da coerência, percebam que os CTAs estão todos em caixa alta. 

Bom, por hoje é só.
E se você tem alguma dica para compartilhar comigo sobre este assunto, ficarei mais que agradecida.

Um beijo!
Gabriella Gilmore.

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terça-feira, 21 de abril de 2020

Como aprender coisas novas depois de “velho”?


Eu não sei vocês, mas sempre haverá um momento na vida em que iremos desistir de começar aprender algo novo só pelo fato de acreditarmos naquela frase famosa: “Ah, mas estou velho demais para aprender isso. Adultos demoram muito para aprender algo novo. Bla bla bla”.


PAREM AGORA se vocês também pensam assim.

Acredito que nossa mente está sempre aberta para aprendermos coisas novas, mas com o passar dos anos, nossa mente passa a aprender de forma diferente em comparação quando éramos jovens.

Na adolescência nossa mente está “menos cheia”, temos “menos preocupações”, “mais tempo”, portanto temos a impressão de que pessoas novas são super poderosas e podem aprender tudo o que quiserem.

O intuito da postagem de hoje não é trazer dados científicos, mas compartilhar um insight que acabei de ter quando eu estava assistindo vídeo aula sobre Design Thinking.

O autoconhecimento é muito importante para as nossas vidas e te digo o motivo.

Em 2019, euzinha aqui, do nada dei “aloka” em aprender sobre o universo UX (User Experience) para trabalhar futuramente dentro de um time de designers, então comecei a ler conteúdos sobre esse mundo que não é nada pequeno.

Eu lia artigos, assistia a vídeos, e confesso que não entendia quase nada. Tanto que se alguém me perguntasse o que era “alguma coisa específica”, eu não saberia explicar.
Assim sendo, percebi que minha forma de aprender algo novo consistia em adicionar conteúdos e conceitos sobre o assunto em meu “banco de informações” mental, mesmo sem entender direito o que estava estudando. E isso me fez lembrar a época em que estudei inglês aos 15 anos. 
Eu lia livros em inglês compreendendo apenas 20% do assunto, e hoje entendo a importância que aquilo fez em meu aprendizado.

Por que eu digo isso? Pelo motivo de que para você começar a fazer conexões entre um conteúdo e outro, para compreender de fato o que está estudando, você precisa de informações prévias, pois não aprendemos coisas de um dia para o outro, concordam?

E após 6 meses pesquisando e enchendo meu HD cerebral com conteúdos, eu finalmente comecei a compreender as coisas sobre o universo do User Experience.
A mensagem desta postagem é a seguinte: Se você deseja aprender algo, apenas comece.
Porém o começar necessita de foco, persistência e paciência em continuar a ficar no “vácuo” o tempo que for necessário, afinal, cada cérebro funciona de forma diferente e o tempo nesta situação é apenas um detalhe.

E ai, me conta como você aprende as coisas? Compartilhe comigo!!

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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Day 3 - Seja coerente na hora de formatar o portfólio.




Oi oi oi pessoas!!

Não sei se comentei aqui, mas eu sou um pouco preguiçosa em procurar tutoriais para aprender as coisas.
Normalmente eu aprendo "fuçando".
Essa semana eu estava quebrando a cabeça para formatar as posições das imagens e dos textos no portfólio e veja o que descobri!

Nessa barra de ferramentas do print acima, no local circulado em amarelo, quando você clica na imagem ou no quadro de edição de texto, você verá as numerações que te mostram o tamanho e o local de posição do item no site.

"No quê que isso ajuda, Gaby?"
Gente! Nos ajuda a posicionarmos/dimensionarmos as coisas das outras páginas (se seu Wix tiver mais páginas) com a mesma coerência.
Antes, as minhas páginas, que são três, estavam uma zorra. Doía só de ver.
Agora finalmente elas estão chegando no lugar.

Eu ainda estou passando aperto para descobrir como formatar a barra do rodapé que está muito larga, porque a alça de esticar (o botão stretch) não está fazendo efeito. Eu devo estar fazendo algo errado.
Se você que está me lendo souber como fazer esses ajustes, por favor me grita!!

Outra sugestão que dou é quanto a coerência do site e o perfil que você quer vender.
No meu caso que sou escritora não faz sentido eu querer criar um Wix todo cheio de firula, cores, títulos enormes ou cheio de imagens.
Pense na imagem que você quer passar e crie um portfólio coerente.
Algo que só de vê a pessoa já identifica sua "função" no mundo profissional.

Se você fez seu portfólio usando o Wix, compartilha comigo dicas que possam me ajudar.
Acredite, estou precisando!!

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Até a próxima.
Beijos, Gaby Gilmore.



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Day 2 - A importância da escolha das cores e imagem para o portfólio.



Boa tarde pessoas!!

Antes de pensarmos em criar um portfólio precisamos pensar nas cores que iremos usar.
YES, precisamos falar sobre as cores.
No ano passado quando eu estava estudando o curso livre que citei no post anterior, um dos conteúdos abordados foi sobre a importância da escolha das cores para compor nossa identidade visual e eu confesso: sofri para criar minha paleta.
Nós temos a tendência em querermos criar algo baseado apenas em nosso gosto pessoal (mesmo que seja o mais "lindo" do mundo), mas quando se fala em UX, precisamos pegar referências com os de fora, de como as pessoas nos enxergam e foi assim que eu compus minhas paletas.

Eu criei dezenas delas e aproveitei o what'sApp para enviar aos amigos para me ajudarem na escolha e fui filtrando as finalistas até chegar num número de 5 unidades de cores. (Não que eu vá usá-las tudo de uma vez né?)
No entanto isso foi doloroso, ainda mais a espera do feedback das pessoas que nem sempre estavam 24 hrs disponíveis a responder as enquetes.

Uma das dicas que eu dou é a seguinte: tente sempre mesclar cores frias e quentes, acho que ajuda no equilíbrio. E o site Coolors tem uma opção de você importar uma imagem no qual dentro dela você pode tirar as cores base para começar a montagem das paletas para os testes. Afinal, você precisa ter um norte de qual tonalidade começar, certo? Então comece com aquilo que você gosta, por que não? Escolha uma foto onde tem cores que você adora e importe-a. A partir disso você conseguirá criar suas paletas.

Uma coisa que eu achei super bacana e que só descobri hoje é o significado dessa numeração nas cores conforme modelo acima.
Guarde essa numeração com chave de ouro quando tiver a sua paleta pronta, pois você poderá usá-la no WIX quando for compor as cores para o site. Assim, você usará o código e terá sua paleta idêntica no site para uso.

Outra coisa que precisamos dar a devida importância é a imagem que escolheremos para o portfólio.
Eu também tive e ainda tenho sérios problemas com isso. As fotos que eu gosto nunca são as fotos que meus seguidores gostam.
Uma vez me disseram: Gaby, você precisa usar uma fotografia que transmite a sua pessoa no olhar do usuário. Procure perguntar a eles como eles te enxergam e você descobrirá qual melhor imagem usar em seus perfis.

Você acredita que a galera escolheu as fotos mais bobinhas e cheias de "dentes", como eu costumo dizer, por causa do sorrisão? haha Porque se dependesse de mim, eu teria escolhido fotografia mais profissional com cara de intelectual, dessas fotos clichês de estúdio.
Pelo visto, a galera me vê de outra forma: a divertida maluca tia Gaby.
Então, quando você for compor sua paleta de cores e escolher a fotografia do perfil, faça pesquisa com seus usuários e confie neles, mesmo que isso te enlouqueça.

Eu usei o site https://coolors.co/ para pensar as paletas. Fica a sugestão.
Compartilha comigo a sua experiência sobre este tópico.

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Até a próxima.
Beijocas, Gaby Gilmore.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Day 1 - Amadores também criam portfólio no WIX.


Boa noite pessoal!

Hoje eu comecei a criar meu portfólio piloto usando o Wix.
Preciso praticar as coisas que aprendi no curso de UX UI Fundamentos para o design de interface. Nota: eu ainda estou estudando sobre UX design.
Apesar de não ser designer, e sim ter a pretensão de ser UX Writer, eu preciso saber um pouco sobre como os sites são criados, afinal, escreverei para estas plataformas, certo?
Os iniciantes devem se perguntar: Mas é fácil criar essas coisas sozinho?Bom, eu já tenho noções de como trabalhar com templates porque venho da cultura de flogs e blogs, porém tenho percebido que o Wix é um pouco mais técnico. Apesar de ser um site muito maneiro e auto explicativo, uma pessoa que tenha zero conhecimento nesta área precisará investir um tempo maior para concluir seu projeto. Então se programe e não tenha ansiedade, senão todo o entusiasmo vai por água abaixo.
Eu estarei publicando aqui no Introspectors os avanços que eu fizer no portfólio e se você quiser acompanhar se inscreva no Blog para receber as atualizações.
E claro, se você tiver sugestões para me dar neste meu novo projeto no Wix, POR FAVOR me escreva!! Toda dica e ajuda será super mega blaster útil.

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Beijão, Gabriella Gilmore.


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Quando passamos a enxergar UX em tudo.





Bom dia pessoal!
Eu gostaria de compartilhar com vocês uma das coisas que estou aprendendo com o UX (experiência do usuário).
Ontem a teacher Keila Nascimento me enviou pelo What'sApp uma foto de um esquema de aula da professora Mariana Pina, e na legenda ela escreveu: Quando você ama os esquemas da "prof" de História.
Imagino que foi com o intuito de chamar minha atenção a abrir o conteúdo, pois meus amigos sabem que eu quase não abro encaminhados sem legendas pelo What'sApp me antecipando do que estou prestes a ver/ler. rsrsrs #ChataMadeOn

Eu fiquei apaixonada com o que vi. 
Confesso que não foi apenas uma paixão pelo conteúdo de História que eu adoro, mas por ter enxergado também UX Writing ali.

Estudando sobre a Escrita para Experiência do Usuário (UX Writing), cada dia mais eu percebo que se a escrita for realmente pensada no outro e para o outro, a informação que queremos passar adiante surtirá efeitos ainda melhores, e que a comunicação escrita no design tem muito valor.
Quando vi o quadro eu pensei: "Isso é user experience pura! A professora pensando com a cabeça do usuário (aluno) uma melhor forma de explicar o conteúdo". Meus olhos brilharam!
Essa professora maravilhosa sem dúvida se colocou no lugar de estudante para montar esse esquema tão fácil de ser compreendido.

Aproveitei para encaminhar a foto para Cindy Matos, UX Designer, que tem me orientado quanto a este universo e ela completou dizendo: "Isso seria 100% UX se ao final das aulas a professora pedisse um feedback dos alunos para que suas matérias fossem melhoradas constantemente, como: investigar quais formatos de aulas seriam mais atrativas e didáticas para os alunos daquela turma, como o uso de vídeos, encenações, imagens..."
Eu acrescentaria também os debates. Com as discussões a gente aprende a pesquisar, defender o ponto de vista, trabalha-se a oratória, o olhar crítico e outros benefícios que os debates nos proporcionam.

Vou encerrar por aqui senão eu acabo filosofando sobre docência e acabo perdendo o foco rs.
Esse curso está balançando minha mente haha.
Bom, eu te farei uma pergunta: Você tem enxergado UX em tudo também? Ou eu estou ficando louca?
Compartilha sua experiência comigo!

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Beijão, Gabriella Gilmore.

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

A poderosa ferramenta para engajamento profissional chamada LINKEDIN.

Esta pequena postagem tem como intuito incentivar as pessoas que ainda não fazem uso desta rede a se juntar a nós.

Faz pouco menos de dois anos que descobri a rede social LinkedIn. Na época eu fiz um perfil rápido e só acessava quando eu recebia alguma notificação.

Foi através de uma amiga que comecei a dar maior importância para esta ferramenta que hoje tem feito grande diferença na minha vida, na forma como enxergo as redes sociais e como devemos interagir nesses canais. 

Há algumas semanas, eu tive a oportunidade de estagiar por um dia na empresa CONSIGA+ na cidade de São Paulo, e no dia seguinte eu publiquei no Linkedin uma pequena postagem de agradecimento ao time de UX designers e ao diretor da empresa que me receberam com tanto carinho.

Usando as devidas marcações, minha postagem teve um grande alcance como nenhuma outra postada anteriormente.
Portanto, tenho entendido aos poucos que quando escrevemos textos direcionados e que fazem sentido para as pessoas, o alcance vai longe. Obviamente nós contamos com alguns "truques" como: escrever palavras chaves, usar #hashtags e fazer devidas marcações, contudo, o conteúdo que compartilhamos faz toda a diferença.

Se você tem vontade de se conectar com pessoas incríveis, inteligentes, antenadas, que gosta de ler conteúdos que agregam valores, este canal é ideal para isso.

O mais legal é que esta página é usada por muitos recrutas e até mesmo por líderes que querem contratar novos colaboradores. Se você está procurando oportunidades de trabalho, fica aqui a dica.
Um perfil com potencial para maior visibilidade precisa ter as informações preenchidas, uma foto de boa qualidade, descrição apropriada e verdadeira, e o mais importante: faça conexões com pessoas com as quais você gostaria de trabalhar ou aprender com suas contribuições postadas no Linkedin.

Não deixe de fazer interações com seus contatos e aproveite bastante esta poderosa ferramenta e seja visto por pessoas de alta performance.
Gostaria muito de ouvir sua opinião sobre esta plataforma.
Compartilha ai =)

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Abaixo eu deixo o recorte do meu IN que acabei de atualizar.
Beijos, Gaby.


sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

O que aprendi com Paulo Maccedo em: A arte de escrever para a web.



Esses dias eu estava conversando com minha irmã Suzzaninha, que é especialista em micropigmentação em sobrancelhas e digital influencer, sobre como fazer sucesso nas redes sociais, e demonstrei minha frustração quanto as poucas visitas que recebo no meu blog.
Logo ela soltou um comentário: Blog? Ninguém mais acessa essas coisas! A moda hoje é Instagram e Youtube.

Precisei interromper a fala da minha irmã para adicionar um adendo: Apesar da ascensão do Instagram, não acredito que os Blogs sejam extintos. Não por agora, afinal, a pessoa que faz uso do IG ela necessita de conteúdos relâmpagos, imagens/textos que automaticamente chamam atenção a postagem, porém é raro alguém parar no IG para ler textão.

Entendem o dilema?
O Blog tem o perfil de informar, vender, explicar com mais detalhes o produto, seja ele: textos, notícias, moda, cinema...

Mas vamos por partes.
Esses dias eu descobri Paulo Maccedo e este livro incrível que me ensinou muita coisa bacana e que vai me ajudar a repaginar meu Blog.
Como citei no post anterior, estou modificando a forma de como publicar no Introspectors ainda mais agora que estou migrando para UX writing.

Aprendi diversas coisas legais que me fez ver o motivo de não ter o alcance desejado com minhas postagens.
Claro que eu entendo que desde 2008, quando criei esse espaço, eu tinha como intuito usá-lo apenas como "Web Journal", onde escrevia coisas aleatórias sobre minha vida.
E lendo este livro da foto eu vi que quase ninguém está interessado em saber o que se passa na vida de pessoas desconhecidas, não é mesmo? hahaha

Então, uma dica importante é saber que tipo de Blog queremos manter e para quem iremos escrever.
Definido isso, precisamos nos atentar quanto ao título e a forma que o assunto será abordado no texto.
De acordo com Paulo Maccedo, o título precisa despertar o autointeresse da persona, que seja um título que aguce curiosidade, que seja persuasivo, abrangente, que promova emoção e que seja simples.
No texto, o gancho inicial é prender a atenção do leitor de preferência começando a falar do problema, se existir um, é claro. Depois venda o seu "peixe", sem esquecer das regrinhas básicas do colégio: introdução, desenvolvimento e conclusão. Seu texto precisa seguir isso.

Outra dica importante que Paulo expõe no livro é: a relevância do seu conteúdo.
Veja o que ele diz na página 115: "Para entender melhor como aplicar esse processo, deve-se entender porque as pessoas pesquisam informações na internet. Procuram por coisas que ensinem algo útil e que resolva os seus problemas. Isso deve estar claro para você na hora de produzir um conteúdo realmente relevante".

Foi exatamente ai que decidi repaginar os conteúdos do meu blog, entendem?

E já chegando ao final, quero voltar rapidamente a comparação do Instagram x Blogs.
Ao meu ver, as pessoas abusam da barra de rolagem no Instagram e mal se importam com o que estão vendo nos feeds. Elas ficam horas ali estáticas rolando pra baixo e vendo (não absorvendo), os conteúdos publicados.
É por isso que o IG está ganhando força. Pois ele é uma plataforma "fast information", excelente inclusive para fazer chamadas para vídeos no Youtube ou postagens novas em Blogs e Websites, mas não acredito que ele vá substituir essas plataformas mais tradicionais, porque o usuário do IG não gasta tempo para ler textão e assistir a vídeos muito longos.
Entretanto, muita coisa vai mudar, até mesmo a forma de como faremos leituras e de como escreveremos. Já até pensei na possibilidade da escrita manual ser extinta, e das crianças irem para as escolas levando seus laptops e aprendendo a escrever o Alfabeto digitando nas teclas.
A base para este pensamento foi eu perceber minha letra está ficando cada dia mais feia pelo fato de não praticar a escrita manual mais. LOL
E você? Tem alcançado visitas consideráveis em seu blog?
Compartilha comigo sua experiência!

Se você gostou do que leu e tem interesse em saber mais sobre a "Arte de escrever para a web" de Paulo Maccedo, não deixe de adquirir o material.

Até a próxima!
@gabygilmoreofficial