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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020
Loucos por séries: GOOD GIRLS
Oi pessoal!!
Ainda nas férias, eu comecei assistir um seriado que já estava na minha lista no Netflix.
Eu queria algo leve e como eu havia acabado de assistir Parenthood com a foférrima Mae Whitman, eu decidi escolher GOOD GIRLS no qual ela também faz parte do elenco.
A história se passa em Detroit e conta a vida de três mulheres, mães, amigas de infância e que estão passando aperto financeiro daqueles!
Num belo dia, elas decidem assaltar um supermercado. Simples assim.
Como o roubo aconteceu com "sucesso", o ato acabou fazendo parte da rotina dessas mulheres, que ao mesmo tempo que tentavam cuidar de seus problemas familiares, elas driblavam para não serem pegas pela polícia ou até mesmo pelo traficante forte do pedaço no qual elas acabaram criando laços sem querer querendo.
A série romantiza o crime?
Já vou avisando que sim.
A verdade é que hoje em dia está um pouco difícil escolher conteúdos que não sejam tendenciosos.
Mas quem gosta de série com um pouco de sarcasmo, pop culture e bons atores, fica a sugestão.
A comédia está na performance das atrizes. Então preste bastante atenção nelas.
São muito reais e honestas.
Eu amei rever Mae Whitman e conhecer a maravilhosa Retta que só de olhar dá vontade de rir.
Elas arrasaram!
A terceira temporada está prestes a ser lançada.
Fiquem ligados!
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Se você já assistiu, me conta o que achou!
Beijosss, Gaby Gilmore.
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
Sharp objects no HBO
Sobre Sharp objects
by Gabriella Gilmore
(Não contem spoilers)
Não farei resenha dessa vez galera. Isso aqui é apenas uma "propaganda" do que ando assistindo esses dias.
Descobri uma série nova no HBO chamada Sharp objects com
a atriz Amy Adams que vem tirando meu sono.
Calma!
Tirando o sono no bom sentido, eu acho.
Já adiantando, a sacada magnífica da produção em envolver
uma trilha sonora envolvente, retrô e expressiva, tem sido o ponto chave para
seduzir o telespectador.
Estou apaixonada!
A história tem um peso depressivo e autodestrutivo, mas o
suspense em torno desta atmosfera é o que nos deixa presa a essa dor, e somos
capazes de dividir uma agonia tremenda com a protagonista Camille.
GOSH! Eu assistiria todos os episódios de uma só vez, se
fosse possível.
Por outro lado, esta série carrega um poder absurdo de
persuasão. Eu desafio qualquer um a assistir e ficar sem o desejo de tomar um
gole de um bom drink ou fumar cigarros baratos. Talvez os dois juntos.
Assim é Sharp objects, uma série que te rasga ao meio, e
a mente embaralhada de Camille te seduz a cada flash de seu passado, fazendo com que juntos descubramos as cicatrizes do seu ontem.
Eu indico, mas para maiores de 30 anos por favor. Rsrs
Bom dia!!
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Amy Sherman-Palladino (Gilmore talk)
Nossa!
Falar de um seriado que a gente simplesmente ama não é tarefa tão fácil,
acredite.
Primeiro:
a gente acaba sendo suspeito. Segundo: a série talvez não é conhecida no
Brasil, e por último: ela teve os últimos episódios gravados em 2007. Sim, ela
é antiga, mas atemporal. Por isso estou aqui, mais uma vez, para comentar de
Gilmore girls – Tal mãe, tal filha, mas em particular, sobre a criadora da
série, a roteirista Amy Sherman-Palladino.
Espia
o post antigo no qual apresentei a série:
Esses
dias eu estava comentando com uma amiga sobre seriados que ficam na história,
como: Friends, Full house, Seinfeld, Beverly
Hills 90210, dentre outros que foram precursores na década de 90 e que abriram
portas para demais sitcoms inesquecíveis e que até hoje são vendidos boxes e
reprisados.
Todos
acima citados, e como a grande maioria, exageram no clichê, o que nos dá aquela
impressão de que já vimos essa história e de que já sei o final.
Com
esse todo bla bla bla, na verdade eu quero entrar em um detalhe curioso, e o
que me fez admirar demais o trabalho da Amy, em Gilmore girls, porque ela
conseguiu criar novos enredos no qual a gente não poderia imaginar, porque não
seria exatamente algo televisivo, e foi ai que ela acertou.
Ontem
eu terminei mais uma vez de rever a série, e o fascinante, é que você espera um
final feliz, desses em que o cara fica com a mocinha, e a filha se forma, tem o
emprego dos sonhos e se casa com um ricão.
Errado.
A
independência das personagens de Amy é tão verdadeiro, que pode ser parecido
com a vida da sua tia solteira, da vizinha namoradeira, ou da prima encalhada.
A
personagem de Lorelai, revoltada na forma mais sadia possível, foi criada com
muito louvor. E toda a relação dela com seus pais, e com sua filha, é o mais perto
do real que eu já consegui ver em qualquer seriado estrangeiro, modinha ou não.
A
série em nenhum momento foi corrompida para se adequar a públicos, e isso fez
dela um referencial.
A
pegada de Sherman-Palladino, que dividia o roteiro juntamente com seu esposo,
vem dos textos rápidos, sarcásticos, com drama e comédia juntas. Quando se fala
de script que vai abordar um relacionamento entre mãe e filha, logo a gente
imagina em algo forçado, cheio de moralidade, aflitos repetitivos e diálogos óbvios
demais, porém os textos de Amy são extraordinários, leves, inspiradores, inesperados
e super criativos. Sei que ela já trabalhou com textos para o seriado Veronica’s
closet e agora está com uma nova série chamada Bunheads, mas confesso que não
sei muito sobre eles, e fico até com medo de acompanhar e me decepcionar,
porque todo gênio sempre vai ser gênio por algo em específico, sem repetição, e
o grande marco dela está ali, nas falas movidas a café das garotas Gilmore.
Quero
te convidar a mergulhar em Stars Hollow, mesmo que um pouco tarde, para que
possamos tomar um café e conversarmos sobre genialidades como esta, e pegar de
exemplo o bom humor das personagens e a independência, de que viver conforme os
preceitos da sociedade além de ser chato, é artificial. Libere o que existe
dentro de você de mais verdadeiro e seja uma Gilmore girl também!!!!
#Cheers!
sábado, 2 de julho de 2011
PARENTHOOD

GO Braverman, GO!!!
Não conseguiria começar esse post sem esta frase. RS.
Eu visto SIM a camisa dos Braverman. Simplesmente amei essa família e sua filosofia de vida. GO Braverman, GO!!!
Parenthood estreou no ano passado (2010) no canal NBC e ainda passa para nós no canal LIV. Dizem que vão filmar a 3ª temporada em 2011.
Você acompanha o dia-a-dia da família Braverman que te mostra de pertinho que todas as famílias têm seus conflitos, mas o bacana é que apesar dos pesares eles sempre se voltam um para outro, vestindo assim a blusa do “time”, afinal, para que servem as famílias?
Você encontra a luta de Adam e Kristina ao descobrir que o filho tem síndrome de Aesperger.
Casos como a filha maluquete Sarah que ao casar com um astro do rock “falido” e ter dois filhos com ele, acaba se separando e voltando para viver com os pais.
Temos o simpático e descolado Crosby, que é um jovem que vive em relacionamentos sem compromisso, mas que ao descobrir que tem um filho de 5 anos, passa a ver a vida por outro ângulo.
Temos a séria e trabalhadora Julia, que acabou deixando o marido tomar o papel de esposa do lar, no qual cuida da casa e da filhinha.
Sem contar que temos o casal Braverman, que viveram um conflito de traição, abalando assim o respeito um pelos outros.
Eu juro, juro mesmo, que ao assistir 5 episódios da série, você vai começar a pensar em constituir sua própria família, ou consertar a sua. A série te passa um sentimento maravilhoso de união e a necessidade de que precisamos dos nossos entes queridos bem próximos.
PS- Abafa que a Lorelai Gilmore (Lauren Graham) da série Gilmore girls faz o papel da Sarah Braverman. Se você quer matar saudades da atriz, faça como eu. Siga a série.
Tiro o chapéu para o ator Max Burkholder que interpreta o garotinho que tem síndrome de Aesperger. Para mim ele foi a revelação do seriado.
Temos também a Mae Whitman (a rebelde Amber) que fez as melhores cenas de drama em Parenthood. É impossível você não amá-la e querer chorar com ela ao vê-la tão fragilizada em alguns episódios.
Seriado disponível no Amazon Prime.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Tal mãe, tal filha (Gilmore Girls)

Por que assistir Gilmore girls (Tal mãe, tal filha)?
“Porque a Lorelai é o tipo de mãe que não tive e que vou ser.”
Bom, esse seria um dos mil motivos que eu falaria para o telespectador que ainda não conhece a nem tão antiga série da Warner.
Conheci as personagens Lorelai (mãe) e Rory (filha) no ano de 2002 (se não me falha a memória) pelo canal do SBT quando fazia as reprises da tão aclamada série americana Tal mãe, tal filha (Gilmore girls). Eu seguia a fio a programação da manhã de domingo, que em seguida, nos mostrava também a fofa série Everwood. O vício foi tão grande que comecei a perder as aulas dominicais e os ensaios da igreja, segredinho nosso hein?
Mas como toda alegria de “pobre” dura pouco, o SBT não comprou a segunda temporada, isso quando eles não decidem cancelar a série do nada. #shame.
Depois de anos, revendo apenas alguns episódios pelo canal fechado, resolvi baixar o seriado completo. Esses dias o tenho revisto com outros olhos, porém, o meu olhar sobre ele continua o mesmo. A comédia sarcástica da Lorelai Gilmore é fabulosa. A relação com seus pais chegam ser um pouco a minha realidade (tirando a fortuna da família Gilmore, claro) e de outros tantos jovens que tentam seguir seus próprios caminhos, tentam fazer suas próprias escolhas, correndo daquela pressão toda de que você tem que ser a cópia de seus pais.
Aos 16 anos, Lorelai engravida de Christopher. O choque para aquela família e para a pacata cidade de Hartford foi enorme. Era inadmissível uma jovem de uma família tradicional e respeitada passar por um escândalo daquele. Não que a jovem tenha feito isso para peitar os pais, mas aquela situação fez com que a “Gilmore girl” fugisse de casa e fosse criar sua filha sem o controle exagerado de seus pais hipócritas e artificiais.
Ela encontrou abrigo e emprego num pequeno hotel chamado Independence Inn. Para Lorelai, a única meta seria criar sua garota sem os preceitos daquela família fria e dar-lhe tudo que ela nunca teve: Pais amigos e confidentes.
Muito feminista e guerreira, Lorelai nos demonstra que ser mãe solteira não é um bixo de sete cabeças e que você pode aprender em dobro, sendo mãe e pai ao mesmo tempo.
A rotina daquela família era basicamente os estudos de Rory na simples escola de Stars Hollow, o trabalho intenso que Lorelai desempenhava no hotel, já que depois de vários anos, ela alcançou o cargo como gerente geral e os jantares que havia na casa de seus pais, caso havia algum feriado, como: Páscoa, Thanksgiving e Natal. (E olha que ir lá tão pouco assim ainda era um intimado).
Na busca pela melhor educação para sua garota, Lorelai consegue matriculá-la na sua antiga escola particular Chilton. Não sabendo que a primeira mensalidade teria que ser paga junto com a matrícula, ela acaba indo procurar seus pais para que financiassem esse início.
Então, nesse seriado vocês acompanharão o dia-a-dia dessas duas amadinhas, do amor maravilhoso e livre que Lorelai sente pela filha, pela forma guerreira que ela tem de se manter sempre disposta a dar o melhor que pode para sua filha, e acompanharão também a história de Rory, que sai do conforto de que é estudar com pessoas simples, tranqüilas na cidade de Stars Hollow, para ingressar a nova escola privada de Chilton. Lá, ela começa a lidar com competição, individualismo e pressão, mas tudo isso sem perder a doçura e a simplicidade.
Sejam mil vezes bem vindo a Stars Hollow das Gilmore girls!!
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