Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

"Marcha soldado, cabeça de papel!" - Como estará o mundo daqui uns anos?


Marcha soldado, cabeça de papel.
Por Gabriella Gilmore

Imagina uma grande massa andando sentido Oeste.
São muitos, muitos!
Você está no sentido Leste, e tenta passar no meio dessa multidão para seguir viagem.

É muito cansativo ter de "remar" contra essa maré de gente, sendo que você e meia dúzia de pessoas espalhadas estão seguindo adiante no sentido Leste.

A massa parou de se perguntar o motivo de estarem seguindo o fluxo. Elas apenas seguem o balanço da onda. É suave. Não machuca. (Isso me lembrou um rebanho indo de forma enfileirada para o matadouro).

Você se pergunta: "O que há de errado comigo? Por que estou tão cansado de seguir o meu caminho? Eu analisei tão bem! Coloquei na balança os prós e os contras, o que é melhor para o bem comum, porém estou muito cansado de ter de me desviar dessa multidão que me aperta, me sufoca e me atrasam os passos”.

Nessa mensagem você consegue entender o motivo das pessoas desistirem de pensar por si mesmas, de criticar ou de não concordar com a maioria, pois seguir um fluxo, uma moda, um movimento sem se questionar é muito, mas muito mais leve. Entretanto, tudo tem um preço.

O ato de não refletir sobre as coisas leva a sociedade, a longo prazo, ao caos.
De que lado você está?

Imagem do filme Bird box. A interpretação da imagem e do filme é por sua conta =)

Quer receber as postagens por e-mail?

Se cadastre no Feeds de postagens na barra lateral esquerda do site.

Beijão, Gaby Gilmore.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Burguesia, capitalismo e afins




Burguesia, capitalismo e afins
Por Gabriella Gilmore

Definir e entender a classe burguesa é importante, pois ela foi responsável para que a Revolução Francesa acontecesse tendo o liberalismo como ideologia nas revoluções contra os regimes absolutistas dos séculos XVII e XVIII.
O conceito de burguesia é um tanto complexo pelo fato dela ter ganhado algumas interpretações ao longo de seu surgimento. Entende-se por burguês, o comerciante, o produtor rural com posses consideráveis, pagadores de impostos, e de acordo com a definição de Marx, a burguesia é aquele proprietário dos meios de produção, portanto, o explorador de mão de obra barata.
Com o advento do Liberalismo que surgiu no século XVIII tendo o Iluminismo como inspiração, defendia a liberdade individual, a divisão do poder político, a livre iniciativa e concorrência e o direito a propriedade privada, chacoalhou os pensamentos daquela época e incentivou os burgueses a questionar o governo absolutista monárquico, a economia reprimida e a falta de liberdade de expressão e econômica, e passaram a lutar por tais mudanças. Defender uma política livre e sem interferências do Estado no comércio foi à base para que uma revolução surgisse.
Citando Martin Perry, “De modo geral, o liberalismo foi a filosofia política da burguesia. Enquanto os conservadores buscavam fortalecer os alicerces da sociedade tradicional seriamente abalados no período da Revolução de Napoleão, os liberais desejavam alterar o status quo e cumprir  a promessa do iluminismo e da Revolução Francesa”.
Cansados de alimentar um governo que não lutava pela sociedade em geral, e de viver um caos na comunidade da época devido as más colheitas e os impostos altíssimos, os burgueses juntamente com as massas (os sans culotes) se levantaram contra o antigo regime, pressionando a monarquia para que eles também fizessem parte das escolhas políticas e econômicas.
Muitas cabeças rolaram para que hoje tivéssemos mais liberdade econômica e política, e sabendo que o capitalismo tem seus defeitos, onde o lucro é seu principal objetivo, e a mão de obra barata seus malefícios, precisamos continuar pensando sobre esse sistema econômico que vem crescendo a cada década que passa, sem nos esquecermos de um dos princípios que John Locke pregava: liberdades! E será que nós somos realmente livres para produzirmos nossa própria riqueza? Não seríamos nós, hoje, escravos do dinheiro? Que essas duas perguntas fiquem como reflexão para nós.

Instagram: @gabygilmoreofficial
Twitter: @gabriellaclima


sábado, 23 de junho de 2018

Esquerda! Direita!



Eu já estive em cima do muro por um longo período uma vez e, portanto eu acho que posso dizer que não existe meio termo. Ou você é, ou você não é. É o sim ou o não. Ying e Yang. Cara ou coroa. Esquerda, direita... As pessoas falam muito em ter equilíbrio, mas sabe realmente o que é o equilíbrio? É quando você toma uma atitude mediante as situações e não deixa isso afetar o seu juízo. Nós fazemos escolhas todos os dias. E ter uma posição firme sobre os fatos é uma delas. Isso não é ser desequilibrado. Isso é ter opinião e ao mesmo tempo dignidade para respeitar a opinião alheia. Isso significa ter equilíbrio na liberdade, você entende?

sábado, 15 de abril de 2017

Socialismo e Winston Churchill


Pesado este pensamento né?
E ai, o que você pensa sobre esta questão?
Como falei em um dos posts anterior, eu sou bem ignorante sobre esta questão Política. Preciso urgente começar a me a ter dos fatos.
Sempre que falam sobre o socialismo, logo me me em mente o comunismo.
Estariam as duas coisas andando juntas?
Hey, estou perguntando porque eu realmente não pesquisei hoje para meter o bedelho sobre isso. Na verdade, isso vai ser o gatilho para eu começar a pesquisar sobre.
Se o comunismo é essa coisa igualitária e linda como muitos pensam, por que os grandões dessa política viviam em mansões e o seu povo viviam no pão com mortadela? Sabe, lá em Cuba, por exemplo. Que justiça é essa?
Isso me fez lembrar um pouco do Absolutismo. Sei que não tem nada a ver, mas o soberano lá, confortável em seu castelo/mansão, iludindo a massa de que estão lutando por uma igualdade para todos.
Isso me faz rir. ALOKA!
Hey, me ajuda a organizar essas ideias.
Beijos!

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Este assunto é para mim. (Política)


Confesso, eu confesso. Este post de hoje é para mim.
Confesso que sempre detestei a política. E detestava por vê-la sendo praticada numa forma desonesta, miserável, sacana. Mas eu tenho visto que fechar os olhos não vai fazer essa mentira sumir.
Eu tenho vergonha de dizer que sou analfabeta política, mas não quero ser mais.