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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Preço abusivo do moto taxi.


Foto via Google


Eu moro em uma cidade com aproximadamente 300 mil habitantes, e esses dias eu parei no ponto de moto táxi e pedi que me levassem do centro da cidade até onde eu trabalhava, um bairro bem ao lado, digamos assim. O trecho seria aproximadamente uns 5 km.
O primeiro quis me cobrar R$ 7,00 pela corrida.
Eu assustei porque há uns dois anos, esse mesmo trecho era cobrado R$ 4,00 e nem existia a popularidade do Transporte por Aplicativo na nossa região como existe hoje.
Corri para o ponto concorrente que me pediu R$ 10,00 a mesma corrida!
Fiquei bege, chateada e chocada com a cara de pau deles!
A motocicleta não tem tanto gasto quanto um carro, e mesmo assim o Transporte por Aplicativo cobra um preço acessível e com muito mais conforto. Não fica nem difícil de escolher quais das opções de transporte pegar.
O lado triste é que isso demonstra uma certa ignorância dos mototaxistas que ao invés de entrarem na "guerra" para ao menos tentar ganhar, já estão perdendo sem ao menos pensar um pouco.
O lado bom é que o Transporte por Aplicativo tem mostrado que veio para conquistar o mercado e o mais interessante é que o conforto e a satisfação parece ser o que mais importa para seus criadores, que tem revolucionado a nossa forma de se locomover pelas cidades.
O que você tem achado desses serviços?



terça-feira, 5 de novembro de 2019

Por que não comemorar o Halloween?


Sei que o Halloween já passou, mas eu não me esqueci de voltar aqui para comentar a pergunta que fiz na postagem anterior, que dizia: “Já se perguntaram o motivo de comemorar o Halloween?”
Bom, ao invés de eu trazer a parte histórica desta festa, se é que posso chama-la assim, eu vou responder por que eu não mais comemoro ou brinco de Halloween.
Eu sempre amei a cultura norte americana e tudo agregado à língua inglesa. Quem convive comigo sabe o quanto isso marcou a minha formação.
Sou bem internacionalizada haha Tanto que às vezes me sinto fora de lugar vivendo no Brasil pelo fato de não acompanhar as nossas músicas e programações de TV.
Enfim, depois que entendi o projeto de salvação de Deus na minha vida e ainda estudar História na faculdade, o meu olhar sobre as coisas começaram a ficar bem críticos.
A título simples de exemplo, hoje no supermercado Coelho Diniz, onde existe um programa acumulativo de pontos no CPF para quem compra naquele local, a moça do caixa perguntou se eu gostaria de colocar os “DOTS” no meu CPF, e eu não quis pelo fato de estar fazendo compras para a empresa que trabalho. Dai meu colega de trabalho me perguntou o motivo de não querer colocar os pontos, sendo que não havia problemas.
Então eu expliquei:
- Olha, eu não sei como isso seria lançado contabilmente no meu CPF, sendo que o governo pode traçar o quanto eu ganho e o quanto eu gasto, e se perceber que gasto mais do que ganho, pode ser que der algum problema para mim. Como eu não sei como funciona de verdade, prefiro não arriscar. Eu passarei apenas as compras que eu de fato fizer para minha casa.

Meu amigo garantiu que isso não daria problema algum, porque ele e mais muitas pessoas fazem isso. E eu simplesmente disse: não sou outras pessoas e eu evito fazer coisas no qual não sei o fundamento. (Meu lado autista dizendo hahaha)
Ele me olhou torto e começou a rir.

Eu estou desse jeito ultimamente! #aloka

Bom, voltando ao assunto principal.
Hoje eu estava olhando meu IG e vi uma postagem da Escola do Futuro sobre o Halloween que transmite exatamente o meu pensamento de hoje.
E vou tomar a liberdade de compartilhar e espero que ela ajude vocês a refletirem também.
Entendo que não há nada demais se fantasiar, fazer travessuras e comer doces, mas precisamos pensar de outra forma. Se algo não trás benefício moral ou espiritual, qual o motivo em fazê-lo? Entende?
Fica a reflexão ao lado e aguardo seus comentários.

Beijão!!!
Gabi.




Obs. Clique na imagem para ela aumentar.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Falsa alegria nas mídias sociais



Reflexão do dia: Para você, amigo(a) que ainda está em negação de si mesmo, olhe para dentro. Procure o gatilho que fez com que você se escondesse atrás de falsas postagens alegres, de frases "wannabes", fotografias de sorriso apenas para uma plateia que não liga a mínima para essas coisas triviais. Olhe para dentro, e não para fora, pro outro, aquele que também tem a sua vida (falsa ou não). Você, olhe para você, para o seu interior, e faça a pergunta: qual é o meu problema? É realmente necessário usar tanta máscara de carnaval apenas para mostrar ao outro que você está "bem"? Enganar a si próprio surte algum efeito "curatório"? Se sua vida está uma miséria, apenas olhe para ela e dialogue. Entrem num consenso. Eventualmente, nesse mundo de falso diário virtual, ninguém precisa saber, exceto se você se sentir bem em pedir ajuda. Hey, para de fingir que está tudo bem. "Está tudo bem não estar bem". Entendeu? Não viva se sabotando. Seja real. Se ajude. (GABRIELLA GILMORE) Sobre a vida "maravilhosa" das mídias sociais, onde tudo é "lindo e gostoso". Mas quem se importa?

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Precisamos falar sobre Kevin


Resenha por Gabriella Gilmore

O filme conta a história de Eva, uma mulher de sucesso profissional, ativa, alegre e que se casa com um cara muito legal. Porém, com uma gravidez não desejada e um tanto assustadora, nasce Kevin, o primeiro filho do casal.
A história conta em forma de flashbacks, sobre um massacre escolar praticado pelo jovem de 16 anos, mas o foco do tema é saber o que realmente levou o rapaz a praticar tamanha violência. Com lembranças da mãe do garoto sobre a gestação e criação do bebe, vemos ali a importância da decisão dos pais quanto à decisão de ter um filho.
Desde o início o telespectador percebe o quão despreparada é a personagem. Uma mulher talentosa em seu trabalho, em amar seu parceiro, porém sem o dom da maternidade. Logo na gestação o feto já sente a rejeição, e nos primeiros anos de Kevin, o garoto sente a antipatia da mãe, e nisso é gerado nele alguns “atrasos” na fala e até mesmo o fato de largar as fraudas e poder defecar sozinho. Isso mostra claramente uma dependência proposital da criança, até então muito astuta, que usa esse artifício para escravizar a mãe e puni-la indiretamente. Com isso, é gerado uma repulsa da mãe sobre a rejeição do filho, e no mesmo é afirmado a falta de empatia pela mãe. 
Kevin, aparentemente gosta do pai, mas na verdade é só uma forma de fazer ciúmes na mãe, pois na verdade a criança não soube cultivar o amor dentro dela por falta de referencias amorosas dentro de casa, mesmo o pai sendo um tanto dedicado, mas era ausente por conta do trabalho corrido.
A situação ainda piora quando Kevin descobre que irá ganhar uma irmã, perdendo assim o seu posto de autoridade e atenção dentro de casa.
Por negligência da família em perceber os sinais e procurar ajuda psicológica, um monstro foi sendo cativado dentro de casa, e quando menos se espera, o ódio alimentado dentro daquele jovem é extravasado como forma de “prêmio” para sua mãe, matando assim alguns colegas, funcionários da escola, e seu pai e irmã. Kevin e sua mente doentia quiseram mais uma vez punir sua mãe pela falta de amor verdadeiro, e deixa claro para o telespectador o quão sério é a maternidade, pois na maioria das vezes um assassino não nasce assassino, ele se torna um. 

sábado, 29 de novembro de 2014

UMA NOTA (Falas de uma quase misantropa)



É incrível como o ser humano consegue ser tão podre! Às vezes eu gostaria de ter nascido bicho.
Não sei dizer se a culpa é minha por estudar demais sobre comportamento humano e as sociedades, de como realmente deveriam se portar, e a cada dia que passa, a misantropia (ver abaixo) anda tomando conta do meu ser.
Ontem quando estive com alguns amigos no shopping para uma prosa agradável e frutífera, comentei que achei o shopping cheio, e Arnaldo discordou. Mas para mim, um bolo a mais de pessoas aglomeradas tem me dado arrepios. Foi quando comentei a atual batalha que tenho travado comigo mesma em lidar com gente dissimulada, mentalmente fraca, estúpida e da fala horrorosamente pobre.
Adotei indiretamente em entrar muda e sair calada do ambiente de trabalho. Até porque, pessoas que falam demais trabalham “de” menos. Por ser uma pessoa que julgam honesta e sociável, (eu era mais sociável, acreditem), só levei porrada na cara quando morei em Brasília por três anos. Lá eu tive de frente com vários demônios empresariais. Foi incrível aquela aula intensiva. Aprendi sobre muitas faces de como elas podem ser horrendas, e que no final, a melhor opção é realmente não se envolver.
Pessoas que falam mal de outras pessoas com você também te apunhalam pelas costas.
Pessoas que te ensinam coisas erradas só para ver sua queda estão com os dias contados.
Pessoas que são engessadas porque são preguiçosas em ajudar quem precisa, e que vivem dizendo “Não é minha função” deveriam estar em casa desempregadas. (Ponto final)
Pessoas que vão para o local de trabalho para fazer amigos deveriam tomar tento.
Bla bla bla bla bla
Hoje, na mesa do café da manhã, minha mãe comentou de um evento comemorativo de 40 anos de casamento, e disse que a pessoa comentou que gostaria que eu estivesse presente no culto etc. Acontece que a gente sabe quando te tratam com carinho e quando te tratam com falsidade/pena/dissimulação/que seja. Eu sei, e você também sabe.
Minha mãe disse que devemos amar uns aos outros, e sim eu concordo com ela, mas não estou dizendo que não amo essas vidas, só não compartilho com elas a mesma falsidade. Esse é um dos erros dos bípedes. Se toleram por pouca coisa.
Voltando ao assunto trabalho, eu sou a favor sim do trabalho em equipe. Só não sou a favor da fofoca e afins em equipe. As pessoas precisam aprender sobre dignidade, trabalho duro, e honra ao ambiente que lhe proporciona o sustento pessoal de cada dia ou simplesmente caia fora. Ninguém é obrigado estar onde está.
“Ah, mas se eu ensinar ela vai crescer na empresa antes de mim”.
ERRADO!
O crescimento dentro de uma empresa é mérito próprio. E mesmo você passando todo o conteúdo que sabe para terceiros, há muito mais dentro do pacote “promoção”, e o caráter é um deles.
Resumo: As pessoas estão aonde merecem estar e não aonde gostariam.
Então faça sempre o seu melhor, sem passar por cima de outras pessoas. Seja humilde em reconhecer que falhou, peça desculpas, saiba pedir ajuda, seja honesta consigo mesma antes de tudo. E para finalizar, POR FAVOR, não coloque nome de Deus em vão!! Talvez isso justifique aonde você chegou.



Misantropia  é a aversão ao humano e sua natureza.
O termo Misantropia  tem origem grega ao unir os termos gregos ódio e homem. Ou seja, seu significado é ódio ao homem ou ódio ao ser humano. É utilizado para indicar as pessoas que vivem sozinhas em função desse sentimento ou para representar uma posição de desconfiança de um indivíduo para com a humanidade ou ainda indicar a tendência para antipatizar com as outras pessoas.

Os misantropos são os indivíduos que assumem essa aversão ao ser humano. Em geral, possuem antipatia pela humanidade e pelas sociedades, mesmo que tenham relações normais com família, amigos e cônjuges. Por isso, a Misantropia  não indica necessariamente atitudes extremas. O misantropo não vive afastado do mundo ou é um assassino que mata para eliminar seu objeto de ódio, é apenas um indivíduo reservado, acostumado a desconfiar de todos que se aproximam. De hábitos mais restritos, não gostam de muita agitação, preferem ficar em casa a participar de festas e sofrem de variações de humor abruptas. Normalmente, são perfeccionistas no que fazem, por isso acabam se destacando. Principalmente porque dedicam grande parte do tempo ao trabalho.

sexta-feira, 4 de abril de 2014