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segunda-feira, 19 de agosto de 2019
O divertido cotidiano vs. Murphy (book)
Boaaaa noite meu povo introspectivo!!
É com muita satisfação que compartilho com vocês a pré venda do meu novo livro que está sendo feita no site da editora Clube de Autores.
A noite de autógrafo será em setembro no Giro Sabor.
Eu voltarei com a data certinha para todos vocês.
Acessem o link do > Clube de Autores e garanta a sua cópia impressa.
Não esqueça de levá-la no dia do lançamento para eu autografá-la, tá bom?
Autor bom, é autor vivo. hahaaha.
Falei isso hoje com algumas amigas.
Pensa comigo! Por que bons autores só ficam famosos depois de mortos? O que seria isso? Azar? Ou oportunismo de editoras? Sei láaaa. Só sei que se eu tivesse oportunidades de voltar no tempo, seria super amiga de Clarice Lispector, porque hoje infelizmente nunca terei a oportunidade de sentar com ela e bater um papão.
Pense nisso.
Valorize artistas que estão vivos. Compartilhe os trabalhos dos seus amigos, não custa nada.
Não temos a intenção de viver numa batalha com "concorrentes", só acho que tem muita gente boa lá fora sem o devido reconhecimento pelo simples fato de não ter grana o suficiente para se lançar, e nem amigos para caminhar junto nas divulgações.
Enfim, conto com vocês para caminhar comigo nessa nova jornada.
Beijosss!!!
@gabygilmoreofficial
domingo, 10 de março de 2019
sábado, 9 de março de 2019
Livro novo no ar!!!
É com muita satisfação que venho por meio do Blog Introspectors anunciar que estarei publicando livro novo este ano.
Ele já passou pela revisão e agora a capa está sendo criada. Estou suuuuper ansiosa de compartilhar este novo projeto com vocês. Ele está totalmente diferente do meu primeiro livro, "O diário idiota de Rafaela", pois como é um caderno de crônicas, você encontrará diversas estórias e personagens.
Aposto que será seu novo livro de cabeceira, porque ele está descontraído, leve e ainda assim, cheio de coisas para refletirmos.
Voltarei com mais notícias.
Fique ligado nas publicações no meu instagram: @gabygilmoreofficial
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Sobre O problema do sofrimento
Comentando C.S.Lewis.
Texto publicado anteriormente no site Recanto das Letras
Texto publicado anteriormente no site Recanto das Letras
Por Gabriella Gilmore
Antes de tentarmos entender a
questão do sofrimento, precisamos voltar em alguns assuntos como: Deus e a sua
onipotência, sua bondade, a queda do homem, e outros links.
“Se Deus fosse bom, Ele
desejaria tornar Suas criaturas perfeitamente felizes, e se fosse
todo-poderoso, seria capaz de fazer o que quisesse. Mas as criaturas não são
felizes.” C.S Lewis iniciando o pensamento sobre o nosso tema.
Às vezes penso que é um pouco
difícil não concordar com esse pensamento, porém precisamos entender que Deus
não nos criou para sermos robôs. Sendo assim, nos presenteou com o livre
arbítrio. Uma vez li no facebook que “Deus não decide por nós, Ele age conforme
a nossa decisão”. E isso afirma o quanto somos responsáveis pelos nossos atos,
sem esquecer de que ele pode ter reflexo por diversas gerações.
Quando se fala que Deus é bom,
muitos torcem o nariz. Mas se formos parar para listar o caráter de Deus, a
bondade faz parte da natureza Dele, algo que nos difere do Onipotente. O ser
humano será incapaz de compreender tamanha pureza, bondade, misericórdia que
emana do Criador. Ser bom, não é apenas
agradar todo mundo. Vai além. Um pai quando priva o filho de algo que naquele
momento não fará bem para a criança, ele não está sendo ruim, ele está sendo
amoroso. As analogias entre Deus e o pai terreno são bem parecidas, porque quem
ama de verdade sabe dizer não, sabe projetar uma atitude futura para trabalhar
com a prevenção.
“Deus dá aquilo que tem, e não
o que não tem. Ele dá à felicidade que existe, não a felicidade que não
existe”. Portanto, Deus não nos dá o sofrimento porque isso não faz parte do
Seu ser.
Muito se fala sobre a maldade
humana, porém, o ser humano foi criado sem maldade, ele foi criado à imagem e
semelhança de Deus, contudo, com a desobediência, perdemos esses atributos, e
passamos a carregar a selvageria dentro de nós, e consequentemente passamos a
viver no prejuízo.
A queda do homem
Com a desobediência do
primeiro casal que é citado na Bíblia, todo e qualquer privilégio de criaturas
perfeitas e tranquilas caíram por terra. O homem teve de aprender a trabalhar
com sua força e suor para ganhar o seu “pão”, a mulher teve de ser submissa e
sentir a dor do gerar outro ser, dentre outros juízos que vemos e sentimos por
ai. Isso é natural, visto que houve abuso da liberdade. Tenho por mim, que
pessoas sem limites e "donas" de si demonstram uma falsa felicidade.
O homem é incapaz de cuidar de si próprio, afinal, ele tem um ser superior que
zela por ele, independente da sua aceitação. Lembrando que isso não isenta os
seus detrimentos ao fazer más escolhas e repetindo as palavras de C.S.Lewis “O
homem como espécie arruinou a si mesmo”.
Acho que estamos quase lá
quanto ao problema chamado “Sofrimento”.
“O sofrimento é o megafone de
Deus para despertar um mundo surdo”.
Muitos questionam o porquê de
tantas guerras, desgraças e fomes, de preferencia nos países europeus e
asiáticos. Precisamos nos atentar que
foi o ser humano, e não Deus, que produziu torturas, açoites, prisões,
escravidão, armas, bombas... Como covardia, numa forma de “preservação”, nos
isentamos da culpa colocando o Criador como o monstro do lago negro.
Quando Lucas escreve para os
gregos sobre amar o próximo como a si mesmo, revela ali uma fórmula para se
viver bem e sem guerras. Marcos escreve o mesmo, assim também Paulo, e o que é
que a nossa natureza miserável preferiu fazer? Nem preciso dar a resposta. Por
isso vem àquela questão de aceitar o Salvador como o norte. Pessoas sem direção
conseguem fazer tudo errado.
Acho que vocês já perceberam
como é difícil pensar em Deus quando tudo está ótimo. “Temos tudo o que
queremos”, mas esse tudo não inclui o Criador. “Deus quer nos dar algo, mas não
pode, porque nossas mãos estão cheias. Se Deus fosse orgulhoso, Ele
dificilmente nos aceitaria em tais condições. Contudo, Ele não é, por isso se
curva para conquistar e nos aceitar, mesmo que tenhamos demonstrado que
preferíamos tudo exceto a Ele e que nos voltamos a Ele por não haver nada
melhor à disposição”.
Fica claro que o problema real
não é por que algumas pessoas humildes, piedosas e crédulas sofrem, mas sim o
por que de algumas não sofrerem. Costumo dizer que o adversário de nossas almas
não atormenta aquele que já o pertence. Muito pelo contrário. Quem está debaixo
da lei de Deus, esse sim é perseguido.
O homem não foi o primeiro da
criação a se rebelar contra o Criador, mas que algum ser mais antigo e mais
forte se tornou apóstata e agora é o imperador das trevas, e mais uma vez o mal
advém do abuso do livre-arbítrio. Em
algumas passagens no livro Sagrado fica explícito a atribuição das doenças em
nós por Satanás. (Ver Lucas 13.16). E como é que uma pessoa dá uma abertura
para o adversário tomar posse? Acho que eu também não preciso responder a esta
questão.
Pois então, apesar de existir
milhares de vertentes explicando o sofrimento, cabe a nós relacionar
cronologicamente as bases, e assim fazer paralelos, conectando o que é do que
não é coerente. Sigamos firmes e conscientes de que tudo tem uma explicação,
sem nos esquecermos de que a maturidade espiritual é algo pessoal e que o tempo
nos revelará todas as coisas.
Saúde!
domingo, 21 de julho de 2013
Someday, someday, maybe.
GABI
INDICA?
Someday,
someday, maybe, é o livro de estreia da atriz Lauren Graham que protagonizou
por anos na aclamada série Gilmore Girls, “Tal mãe tal filha”. Ver post: http://introspectors.blogspot.com.br/2011/04/tal-mae-tal-filha-gilmore-girls.html
Sempre
admirei muito os textos da criadora da série (Amy Sherman Palladino) e muito
mais a atriz Graham por interpretar tão bem a faladeira, adorável e inspiradora
personagem Lorelai Gilmore. Quando fiquei sabendo deste outro dote dela, eu
precisei conferir.
O
livro, ainda sem tradução em português, conta a história de Franny Banks, uma
jovem iniciante atriz, que tenta sobre pressão própria, estipulando um prazo de
três anos para sua ascensão, a carreira no teatro e televisão em Nova York. Ali
você confere sua rotina de testes, trabalhos extras para conseguir se manter em
NY, propostas de trabalhos que não era do seu perfil, e romances. Para quem tem
sonhos com a Broadway ou estar estampado nas telinhas, a história pode te
agradar.
Você
tenta encontrar mais desafios que uma possível iniciante nessa carreira
extremamente competitiva e muitas vezes “comprada”, pode deparar, mas a
suavidade de Lauren deixa os primeiros capítulos bem chatinhos. Confesso que se
não fosse por ela, eu não teria conseguido ir até o final da história.
Sabe
quando você espera por algum suspense, curiosidade para que possa continuar
sedenta por ler o capitulo seguinte? Pois bem. As primeiras páginas faltam combustíveis.
Isso para amantes de leitura que buscam títulos sem se importar com o nome do
autor chega a ser um grande perigo.
Com
alguns clichés e personagens que me lembraram de personagens já existentes, o
sonho de Franny bem adocicado, e a pegada autobiográfica, consegue nos segurar
até o final. Quem não gostaria de conhecer o começo da carreira de seu ídolo recém-escritor?
Mesmo
com grande falta de frases de efeito, dessas em que a gente acha genial e
sublinha com marca texto, o seu debut é bem charmoso, e eu indico sim.
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