quinta-feira, 7 de maio de 2020

A concorrência é uma coisa boa?


Não sei vocês, mas quando decido refletir um pouco sobre ironias da vida, que às vezes nos envia pessoas aparentemente extraordinárias para nos ensinar coisas incríveis, por alguma razão elas se afastam de você.

Algumas vezes me pergunto o que faço de errado, e hoje eu fui impactada por um frase que apareceu em minha mente subitamente, como se fosse uma voz dizendo para mim: Gaby, se seus colegas de profissão estão se afastando de você é porque eles te vêem como concorrente, mas não se preocupe, querida! Isso significa que você está no caminho certo.

De repente essa voz se transformou em um rosto e piscou para mim.

Acho que preciso diminuir a dose de cafeína.

quinta-feira, 30 de abril de 2020

DAY 4 - Botões para CTA (call to action)

















Eiii pessoal!

Demorei mas "vortei"!

Bom, precisamos falar de CTA (call to action) e a sua importância nos sites.

De acordo com o site RockContent, call to action é "qualquer chamada - visual ou textual - que leva o leitor ou visitante de uma página a realizar alguma ação".

Lembra da postagem na qual eu falei sobre a importância das cores?
Ter uma cor quente ou uma cor um pouco mais forte em botões de CTA faz toda a diferença, afinal, eles precisam chamar atenção, certo?

Isso serve também para as palavras de ação.

A título de exemplo, temos a foto acima.
As palavras do meu menu (ainda em construção) estão em laranja e optei por usar a letra em caixa alta.
Confesso que já li pessoas defendendo o formato caixa alta em botões, como também críticas sobre isso.
Então eu decidi usar o instinto e também as pesquisas que fiz com meus amigos que tem me ajudado com as críticas.

Veja abaixo dois botões que estarão no meu portfólio.


O botão do lado esquerdo, tem a intenção de levar o usuário ao site da editora onde poderão comprar o meu livro.

Confesso que apesar de ter seguido a opinião dos meus usuários, a palavra "Eu quero" ainda me deixa na dúvida quanto sua eficácia.

Farei outra pesquisa em breve no meu Stories do IG, e aproveito em primeira mão para tomar sua opinião também.
Qual palavra teria a melhor conversão para venda do livro?
"Eu quero" ou "Compre agora"?

Deixe sua opinião nos comentários, por obséquio! haha
                     
O botão do lado direito ficará na página de contatos, onde a pessoa que quiser me mandar uma mensagem preencherá um formulário e em seguida clicará em enviar.
Coisa mais basicona mesmo e eu optei por colocar as letras em caixa alta, como podem ver.

Reforçando a questão da coerência, percebam que os CTAs estão todos em caixa alta. 

Bom, por hoje é só.
E se você tem alguma dica para compartilhar comigo sobre este assunto, ficarei mais que agradecida.

Um beijo!
Gabriella Gilmore.

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sexta-feira, 24 de abril de 2020

Evanescence lança "balada" em Wasted on you. Single 2020.

Amy Lee lançou o single "Wasted on you" do novo álbum intitulado The Bitter Truth.

Escutei a canção hoje pela manhã e pensei: Que balada é essa que Amy acabou de lançar?

Meus amigos sabem o quanto eu sou apaixonada pela artista incrível que a Amy é, mas isso não me isenta de dizer bitter truths hahaha.

Pois bem.

Temos a tendência de esperar que os singles venham cheios de explosões e energias, afinal, a primeira impressão sempre é a que fica, não é mesmo?

Vamos ao título!!

"Wasted on you"
Mas ela já não gravou algo sobre este tema?
"The last song I'm wasting on you". Título clicável caso queira escutar a música.

Nem vou comentar nada.

Bom, vamos a canção em questão.
Em seus primeiros 40 segundos a música começa com batidas de canção de ninar que me lembrou o single "Dream too much" do álbum infantil que ela gravou para seu filho Jack.

Então a música cresce um pouquinho e você já pode chamar seu par para dançar a baladinha com você. (Piadas a parte) E ela solta sua frase clichê "Numb my head till I can't think anymore, but I still feel the pain".

Amy está sentindo essa "pain" (dor) desde o álbum The open door que marca a ausência gritante de Ben Moody, ex-guitarrista e co-fundador da banda.
E a cada dia que passa me fazer entender que Ben saiu e levou consigo a essência original do Evans, me desculpem a franqueza.
E parafraseando um comentário da Ana Clara: "Vi que me tornei viúva do Ben". haha Pois eu também Aninha.

Sinceramente nem consigo continuar falando da música em si, porque é como se não houvesse muito o que dizer. 
O que dizer de reprises? 

Infelizmente a Amy não tem trazido nada de novo. E não é de hoje.
Pegando essa música em comparação aos outros álbuns, Amy tem escrito a mesma coisa. Sofrido as mesmas dores. 
É medo de inovar? Ou falta de novas inspirações?

Eu arrisco a dizer que enquanto Amy continuar presa nessa angústia e culpa de alguma coisa relacionado ao Ben que ficou no passado, ela não sairá desse ciclo, portanto não vai inovar, andar para frente, impactar os críticos da música. Sei lá...

Entendo que Amy já tem seus cativos fãs e nem precisa se importar com o ibope financeiro, mas...

Faltam arranjos diferenciados nas músicas. Faltam guitarras.
(Quero ver se vai ter algum guitarrista gravando cover no youtube)
O peso e a obscuridade com o qual Evanescence se lançou através do Fallen se foi, e agora mais do que nunca entendo que não voltará mais.

Eu até arriscaria a dizer que o Evanescence acabou.
O que temos hoje é a carreira solo da Amy Lee que não é ruim.
Claro que não. (#AmyTeAmo. E tamo junto sister. Na inspiração e na falta dela também).
Mas acontece que se estamos procurando alguma coisa da banda Evanescence, nós podemos sentar e esperar. Não vai acontecer.

Então, se você escutar essa música pela segunda vez sem esperar o Evanescence, você vai gostar e ainda vai ficar ansioso(a) em poder escutar o álbum completo, pois eu estou contando os dias.

Não que isso faça alguma diferença, mas minha nota para este single é de número 6.

Escute a música abaixo e me diga o que achou.



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terça-feira, 21 de abril de 2020

Como aprender coisas novas depois de “velho”?


Eu não sei vocês, mas sempre haverá um momento na vida em que iremos desistir de começar aprender algo novo só pelo fato de acreditarmos naquela frase famosa: “Ah, mas estou velho demais para aprender isso. Adultos demoram muito para aprender algo novo. Bla bla bla”.


PAREM AGORA se vocês também pensam assim.

Acredito que nossa mente está sempre aberta para aprendermos coisas novas, mas com o passar dos anos, nossa mente passa a aprender de forma diferente em comparação quando éramos jovens.

Na adolescência nossa mente está “menos cheia”, temos “menos preocupações”, “mais tempo”, portanto temos a impressão de que pessoas novas são super poderosas e podem aprender tudo o que quiserem.

O intuito da postagem de hoje não é trazer dados científicos, mas compartilhar um insight que acabei de ter quando eu estava assistindo vídeo aula sobre Design Thinking.

O autoconhecimento é muito importante para as nossas vidas e te digo o motivo.

Em 2019, euzinha aqui, do nada dei “aloka” em aprender sobre o universo UX (User Experience) para trabalhar futuramente dentro de um time de designers, então comecei a ler conteúdos sobre esse mundo que não é nada pequeno.

Eu lia artigos, assistia a vídeos, e confesso que não entendia quase nada. Tanto que se alguém me perguntasse o que era “alguma coisa específica”, eu não saberia explicar.
Assim sendo, percebi que minha forma de aprender algo novo consistia em adicionar conteúdos e conceitos sobre o assunto em meu “banco de informações” mental, mesmo sem entender direito o que estava estudando. E isso me fez lembrar a época em que estudei inglês aos 15 anos. 
Eu lia livros em inglês compreendendo apenas 20% do assunto, e hoje entendo a importância que aquilo fez em meu aprendizado.

Por que eu digo isso? Pelo motivo de que para você começar a fazer conexões entre um conteúdo e outro, para compreender de fato o que está estudando, você precisa de informações prévias, pois não aprendemos coisas de um dia para o outro, concordam?

E após 6 meses pesquisando e enchendo meu HD cerebral com conteúdos, eu finalmente comecei a compreender as coisas sobre o universo do User Experience.
A mensagem desta postagem é a seguinte: Se você deseja aprender algo, apenas comece.
Porém o começar necessita de foco, persistência e paciência em continuar a ficar no “vácuo” o tempo que for necessário, afinal, cada cérebro funciona de forma diferente e o tempo nesta situação é apenas um detalhe.

E ai, me conta como você aprende as coisas? Compartilhe comigo!!

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terça-feira, 24 de março de 2020

Em tempo de Corona Vírus...



Bom dia amigos e leitores!

Que situação é essa hein?

Olha, confesso que minha ficha ainda não caiu e com pouco tempo de vivência dentro deste caos, eu tenho tirado lições para minha vida que gostaria de compartilhar pelo menos uma delas com vocês.

Só para situá-los, aqui em Governador Valadares, graças a Deus até o dia de hoje, 24 de março, ainda não tivemos caso confirmado.
Mas o impacto já está sendo grande.

Por motivos sábios e de prevenção, a prefeitura decretou fechamento dos comércios dos dias 23 até 31 de março.
Está funcionando apenas escritórios que não tem atendimento ao público, supermercados, farmácias, delivery, postos de gasolina. Porém, já temos casos de pessoas que foram mandadas embora de seus serviços e não sendo pessimista, muitas pessoas ainda irão ficar desempregadas por causa dessa crise.

Acredito que muitas pessoas estão com mais medo de não voltar a trabalhar do que contrair o vírus, o que chega a ser irônico (?)

Quanto vale uma vida?
Você está sentindo falta de fazer o social?
O que você acha que vai mudar na sua vida depois que tudo voltar ao normal?

No meu caso, eu percebi que tenho sido ignorante todo esse tempo em não ter feito caixa financeiro para emergência. Deus me livre e guarde, mas se eu ficar desempregada, eu não teria uma grana para segurar as pontas. E você? Já pensou nisso?

Confesso que antes dessa pandemia, eu já estava lendo sobre investimentos e como fazer para poupar parte da grana para casos específicos como este e gente, chegou a hora!

A primeira coisa que eu vou fazer quando toda essa bomba passar é economizar para casos assim.

A única coisa que me conforta é saber que Deus tem cuidado de nós ao longo da nossa existência e que realmente nunca faltou nada para seu povo.
Mas Ele também nos ensina a termos sabedoria e a gerir nossos recursos com inteligência. E no meu caso, essa pandemia foi o "chamado" de Deus para me alertar quanto a este detalhe. Acredito que Deus já havia me chamado atenção sobre isso, porém eu estava surda!

E para você? Quais lições tem tirado no meio dessa crise?
Compartilha comigo.

Deixo um recadinho do coração postado no youtube pela Pib GV.
Dois minutinhos do seu tempo para te trazer consolo e esperança.
Não deixe de assistir ao vídeo.

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Até logo!
Beijos, Gaby.

sábado, 7 de março de 2020

Liderança: o que fazer e o que NÃO fazer quando se é um líder.


A sua equipe anda DESMOTIVADA?
O desempenho  dos TRABALHOS estão EM QUEDA?
O AMBIENTE anda um pouco TÓXICO?
Aquele seu melhor colaborador tem andado indiferente com a empresa?

"Pois os seus problemas acabaram!"
Brincadeira haha

Se você é responsável por um time em colapso, você precisa ler este assunto.




Creio que não preciso citar a diferença entre um chefe x líder.
Já existem coaches demais falando sobre isso.
Mas precisamos focar em alguns detalhes que às vezes, por cair no comodismo, acabam sendo negligenciados.

Mano(a), se você é líder, preste atenção nas coisas que você PODE ou NÃO PODE fazer com seu time! PELAMORDEDEUS!
Vem comigo!

1. CAMINHE sempre com os novatos. Depois que seu novo colaborador já aprendeu a fazer as atividades que lhe é devida, não deixe de continuar acompanhando seu desempenho. É sua responsabilidade continuar injetando ânimo e inspirações para seu desempenho na empresa.

2. O emprego não é de graça. Jamais passe a impressão de que você está fazendo um favor em "dar" aquele cargo para seu membro da equipe. O tempo dele tem um custo e se chama remuneração. Ninguém está prestando favores.

3. PARE de procurar culpados quando algo na produção der errado. Se há algum culpado, me desculpe, esse culpado vai ser você por não estar administrando direito seu pessoal. Focalize na causa e aprenda com o problema.

4. CONFIE naquele que você contratou, especialmente se a pessoa nunca deu motivos para tal desconfiança. Tratar as pessoas como se elas estivessem fazendo coisa errada se chama neurose. É aquela tal coisa: se eu tenho neura de que meu namorado me trai, é porque eu já/estou... Entende? É a tal projeção de Freud.

5. ASSUMA suas próprias atividades. Não passe suas tarefas para outros fazerem. Lembre-se que somos responsáveis em dar conta das nossas demandas, e o líder precisa colocar a mão na massa "sim senhor"!

6. SAIA da zona de conforto. Pare de querer ser apenas o bonzinho do grupo ou de ter medo de reportar para a diretoria o que você tem visto de negativo dentro da empresa. Fazer vista grossa em um ambiente que está se intoxicando com alguma maçã podre é acabar morrendo com o veneno da negligência. Descubra a raiz da energia negativa, converse com a pessoa, resolva o problema. Não deu certo? Reporte ao superior.

7. ELOGIE as pessoas. É muito simples darmos ênfase apenas quando algo dá errado. Mas já parou hoje para elogiar aquele carinha que acabou de fazer em prontidão uma atividade que a pouco foi solicitada? Ou que criou uma maneira inteligente de otimizar o tempo do setor em que faz parte? Coisas simples que sejam, um elogio honesto demonstra valorização pela atitude proativa do funcionário. Ambas as partes só tem a ganhar.

7. O líder trabalha mais. Doeu ler isso né? Pois bem. O verdadeiro líder não só trabalha, como inspira o seu time a serem os melhores em entregas, e tem a plena consciência de que se todos caminham juntos, o peso é igualmente dividido. Sobrecargas demonstram descaso do gestor para com seu time.

Você deve ter se perguntando: "Mas Gaby, se pessoas agem assim, elas não eram um líder e sim um chefe raiz!"

Gente, infelizmente ainda existem pessoas na liderança que acham "lindo" a ideia de ser líder mas agem como chefes. E esse texto é para eles.

Espero que possamos refletir sobre isso e colocar em prática.
O mundo agradece!
Deixo uma frase abaixo que me inspira a trazer para perto pessoas inspiradoras.

Beijocas, Gaby Gilmore.


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segunda-feira, 2 de março de 2020

Literatura: A Morte de Madame Bovary


(Contém spoilers)

Ontem eu assisti a versão moderna do filme  sobre Madame Bovary, baseado no clássico do escritor Gustave Flaubert, e não consegui parar de refletir sobre a morte de Emma.

Será que lá no fundo algumas mulheres tem medo de ser como ela?
Okay, deixe-me explicar.

Emma era uma burguesa que passou boa parte da adolescência sendo educada em um convento.
Contudo, ela sempre teve uma mente diferenciada pelo fato de ser leitora voraz.

No século XIX muitas pessoas tinham como passatempo viver a vida dos personagens de romances. Era uma forma de sair da realidade pacata e um tanto monótona.
Emma enxergava no casamento a oportunidade real de realizar seus sonhos e desejos de mulher.
(Olha como os romances tem grande influência na insatisfação das pessoas pelo simples fato de não sabermos separar as coisas!)

Ela se casou com um médico do interior que não tinha grandes ambições. Sua vida era tranquila e nada lhe faltava.
Opa, para Emma faltava sim.
Na sua cabeça faltava emoção, flertes, tesão, tudo o que é vendido nos romances.

Ciente de que não teria nada disso com seu marido, ela se entrega às paixões, ou seja, ao adultério e ao consumismo desenfreado.
Entre um e outro, quem nunca fez isso?
Quando eu sinto a angustia de Emma, eu sinto raiva, porque infelizmente nós somos influenciados por fantasias e nem sempre somos instruídos a separar o real da ficção, e o que acontece? Idealizamos amores que não existem. Nos iludimos com coisas falsas.

Na cabeça de Emma sua vida era um infortúnio, sua infelicidade era insuportável.
Ao ver sua família entrar em crise financeira e todos seus amantes darem as costas, o que lhe resta? O surto! O pânico! A vontade de morrer.

Ela já não suportava seu fracasso e o sentimento de culpa a levou ao suicídio.
Emma foi fraca? Foi imatura? Foi egoísta?
Esta história foi um choque para a sociedade da época, onde as pessoas ainda viviam debaixo de padrões religiosos e quando fugiam desses modelos, se perdiam.

Não estou fazendo apologias aqui, só espero que possamos olhar mais para dentro, nos adaptando a sociedade da melhor forma possível, lembrando que nossos atos trazem consequências para ambos os lados.
Que tenhamos sabedoria e bom senso na hora de fazermos escolhas.

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Boa semana para vocês!!

Instagram: @gabygilmoreofficial
Twitter: @gabriellaclima