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quinta-feira, 25 de abril de 2019
A gente se gosta sem saber explicar
É coisa de “almas” passadas.
O lado teatral da vida fez com que a gente se esbarrasse.
A história que eu vendi, você comprou.
A sua persona transmitida através de seus pensamentos, eu amei.
O choque foi quase simultâneo.
Escondemo-nos para não errarmos.
Mas o tiro foi certeiro porque a gente se gosta sem saber explicar.
Que mal há?
Existem situações que conseguem ser maior que nós mesmos.
E esses fatos nos levam para longe um do outro.
Contudo, essas coisas nunca foram capazes de acalmar o frio na barriga que você me dá a cada aparecimento seu. Em hiatos, eu te quero cada vez mais.
A gente se gosta sem saber explicar.
“Isso daria um ótimo título”. Palavras suas.
Entretanto, já faz mais de três anos, e o único título que eu gostaria de receber é: ser dona do seu coração.
#gabriellagilmore
@gabygilmoreofficial
segunda-feira, 1 de abril de 2019
Dia da mentira uma ova.
Por Gabriella Gilmore
Desde o começo do século XVI, na França,
o Ano Novo era festejado
no dia 25
de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1
de abril. Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX da França determinou
que o ano novo seria
comemorado no dia 1
de janeiro. Mas como em toda mudança gera “resistentes”,
alguns franceses se recusaram a seguir o novo calendário, e por causa disso, a
galera do lado da mudança pregavam peças nas pessoas nesta data.
Saindo um pouco fora do contexto histórico, e apelando para a filosofia, eu
deixo uma pergunta para vocês: Como vocês se sentem quando descobrem que alguém
lhes contou uma mentira? Você se apaixonou por alguém que dizia ser uma coisa,
mas você descobriu que era totalmente o oposto. Ou seu filho te disse que
estava estudando para uma prova na casa do colega, mas na verdade estavam farreando
ilegalmente por ai. Mentir é legal? Então por que “diabos” alguém daria uma
data específica para uma atitude tão podre? Fica ai a provocação de hoje.
Fonte: wikipedia
terça-feira, 26 de março de 2019
Anna & Victória
por Gabriella Gilmore
Nele, descia o motorista juntamente com o chapa, que carregava duas caixas empilhadas uma na outra.
- Entrega para Victória Duarte. Por acaso é a senhora?
Por coincidência, era eu mesma.
Pedi por gentileza que descarregassem no hall perto do elevador.
Ali, o rapaz levava as duas caixas, e dizia que voltaria para buscar mais.
No final da entrega, eu tinha no chão do meu hall, 16 caixas encapadas de forma personalizada, linda, delicada. E em todas elas estavam escritos Anna e Victoria com vários corações em algumas das caixas.
Quando percebi isso, meu coração disparou. “Anna!” Pensei.
Antes de entender o que estava acontecendo, abri uma das caixas, e dentro havia todas as minhas cartas que ao longo desses anos eu enviei a ela e que nunca obtive respostas.
Em 16 caixas, havia milhares de correspondências minhas. Textos, músicas, cartas, crônicas, pedidos de socorro, declarações de amor.
Do lado de fora de alguma daquelas caixas havia um envelope.
Dentro deste envelope, havia uma carta para mim.
“ Vic, entenda estas encomendas como prova do meu amor por você. Posso não ter respondido nenhuma dessas cartas, mas sempre as guardei com muito carinho, tanto que as guardava em caixas personalizadas, onde Anna e Victória eram o único sentimento verdadeiro que eu cultivava e que me mantiam de pé. E te devolve-las agora é a prova de que meu amor foi recíproco, pois as li e as guardei comigo, e quero aproveitar para comunicar que estou de volta e anseio por uma carta sua, para que eu finalmente possa voltar a me comunicar com você.” Sua, Anna.
Levantei o rosto, tentei refletir, e acordei do sonho.
terça-feira, 19 de março de 2019
Altruísmo mórbido
Por Gabriella Gilmore
Nunca teremos um fim.
Nunca nem mesmo desenvolveremos uma relação.
Pelo simples fato de nunca tivermos tido a chance de
termos um começo.
As muralhas que você construiu ao longo desses anos,
ainda me mantem de pé do lado de fora, tentando achar alguma brecha para que eu
possa entrar.
Eu só queria ter a chance de te mostrar o mundo através
dos meus olhos.
Entretanto todas as ataduras impostas por você me
impossibilitam de chegar até ti.
Embora as marcas do passado te pesem o coração.
Você ainda me enxerga através dos olhos dela, e num misto
de confusão e decepções, você lança um fardo sobre nossa relação que de forma
mórbida me atrai também mais para você.
Meu amor por pessoas quebradas, meu altruísmo por querer
juntar os cacos de todas as pessoas desmontadas como você, não me deixa partir.
Sendo assim, eu insisto em ficar do lado de fora, olhando
para cada lance de tijolos que você vai construindo por fora do seu castelo
imaginário.
E presa por causa da vergonha e covardia, você continua
insatisfeita, vivendo as escuras numa vida que nunca quis para si.
quinta-feira, 14 de março de 2019
Choro em Suzano – SP
Quando recebi a notícia do massacre ontem pela manhã, me
veio logo em mente meus dois sobrinhos que ainda estão em fase escolar.
Depois, me veio a mente a família desses adolescentes e
funcionários que foram atingidos. Não teve como eu não dar um suspiro e
lacrimejar os olhos.
O que há de errado com esta sociedade???????????
Hoje, vendo alguns comentários nas redes sociais, as
pessoas de forma bem estúpida atribuindo a culpa ao atual presidente, como se o
próprio tivesse literalmente colocado nas mãos dos atiradores as armas que usaram.
FRANCAMENTE!
Oh gente! Pelamordedeus né???
Primeiro, vale ressaltar um detalhe, a mídia precisa
PARAR de ficar dando ibope para manchetes assim.
Calma que vou explicar.
Noticiar o fato é mais que necessário, ok. A população
precisa saber sim, claro! Mas estampar a cara dos atiradores nas manchetes,
falar de seus nomes por diversas vezes, funciona como um prêmio para assassinos
em potencial, que normalmente fazem isso se inspirando em ataques anteriores, não
só por serem doentes, mas para ganharem notoriedade e fama. Acha que isso é blefe
meu? Pois não é. Já existem estudos sobre esses ataques e já tem sido
comprovado que as inspirações em série ajudam no gatilho para eventuais chacinas.
Segundo, existe o contexto familiar, psicológico, social
dessas pessoas.
Normalmente, pessoas que chegam ao ponto de fazer algo
tão escroto e diabólico (Porque eles planejaram isso a sangue frio gente,
pelamorrrr) é doente mental. Atentar contra o outro, chega a ser muito mais doentio
do que pessoas que atentam sobre si próprios. Carece de MUITA APATIA para poder
machucar e matar alguém.
Agora te pergunto: a escola tem a ver com isso? Eu acho
que não.
A educação começa DENTRO DE CASA! Se você não ensina seu
filho a se amar e amar ao próximo, não tem como esperar amor do mesmo. E se os
pais também sofrem de algum desvio psicológico? Eu costumo dizer que: Com esta
casta, filho, só sai com jejum e oração.
GENTE!!! Agora não é hora de colocar culpa em escola, em
presidente, ou qualquer coisa que seja, afinal, a culpa é dos atiradores e
ponto final, mas o que podemos trazer como lição para nossa vida é: Ensine o
caminho em que seu filho deve andar, e até quando envelhecer não se desviará
dele. (Provérbios 22:6)
Pais! Cuidem bem desta geração que está se levantando!!!!
Que Deus conforte os corações desses familiares.
Jesus Vem! #maranata
quarta-feira, 13 de março de 2019
O divertido cotidiano Vs. Murphy
Este
projeto estava engavetado fazia alguns anos. Eu só não sabia o que fazer
com ele.
Confesso que já estava angustiada por se passar 8 anos e eu não ter publicado outro material.
Confesso que já estava angustiada por se passar 8 anos e eu não ter publicado outro material.
Em Janeiro deste
ano de2019, tive um insight e me perguntei: POR QUE NÃO? Esse insight
seria convidar alguns amigos que também são escritores, desses que eu gosto de
ler, a fazer parte desse novo universo que eu estava projetando.
Apesar do nome
longo, acho que estou criando um estilo sem saber ha ha, as estórias
contidas neste livro são curtas e ao mesmo tempo impactantes, seja em sorrir,
chorar ou filosofar.
Neste livro, tratarei de assuntos do cotidiano, desses quando acordamos com o pé esquerdo, que num efeito cascata tudo sai do lugar, tentando encontrar um espaço na agenda que "deu ruim".
Neste livro, tratarei de assuntos do cotidiano, desses quando acordamos com o pé esquerdo, que num efeito cascata tudo sai do lugar, tentando encontrar um espaço na agenda que "deu ruim".
Acompanhe as
notícias no meu instagram @gabygilmoreofficial
Te vejo em breve.
Gaby G.
domingo, 10 de março de 2019
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