quarta-feira, 8 de maio de 2013

Extrovertida ou introvertida?






Eu voltei hoje para casa com minha amiga e colega de trabalho, e me dói o coração só de imaginar que esta pessoa que já se tornou tão especial vai ir embora. Bem faz ela em ir de encontro a sua felicidade...
Falávamos sobre a questão da solidão e das pessoas que são individuais demais por opção. Eu sempre comento com ela o fato de que eu vivia cercada de amigos e sempre tinha atividades em minha cidade natal, e que viver em BSB às vezes não é só glamour, como pensa muitos amigos que ficaram nas Minas Gerais.
“Eu me habituei a essa coisa de lidar bem com a solidão e correria da cidade grande bem rápido, caso contrário, eu seria engolida pela depressão.”
Muitas pessoas não entendem como isso é possível, porque hoje eu já nem sei dizer se a Gabi aqui é mesmo extrovertida ou introvertida.
Tenho sorte de ser meio camaleão, que se habitua bem a lugares de todo o tipo. Falei que posso também fazer bons amigos aqui, que a questão é só o tempo. E que ter metas, é tão importante como ter disposição para cumpri-las. Eu não estou aqui por acaso.
Ontem, enquanto eu fazia um lanche com uma colega do curso e falava ao mesmo tempo ao celular com minha mãe sobre sentir falta da minha irmã que também mora aqui, mas que está passando uma temporada fora , essa colega me olhou torto, tipo: Estou aqui, como assim? Acontece é que percebi também que em cidade grande as pessoas talvez não saiba o que é o verdadeiro conceito de amizade. Aqui tudo passa rápido, o tempo engole as pessoas, isso quando não rouba cada gota da sua vitalidade, te tirando do convívio das pessoas que gosta em prol de um trabalho maçante... Amizades e contatos aqui são como cometas. Passam rápido. A rotatividade é tão grande que você passa a desconfiar de cada alma que se aproxima. Às vezes a gente se fecha com medo de outra decepção, ou de se apagar a alguém e ela simplesmente sumir da sua vida.
Entende por que preciso de armaduras?
Mas no final das contas, tenho amado tudo isso. Eu preciso disso. Porque preciso crescer para escrever. Preciso viver para contar, cantar...

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Excessos de imbecilidade






Desculpa. Mas às vezes tenho excessos de imbecilidade.
Gabriella Lima

Para mais frases, visitem meu perfil no site O pensador!
http://pensador.uol.com.br/autor/gabriella_lima/

Voilà!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Resposta para a ofensa



Querido leitor!
Não sinto muito por você ter se sentido ofendido, e direi o porquê.
Já faz algum tempo que tenho sentido em suas perguntas e comentários, um certo coitadismo quando se refere a minha pessoa e minha vida em Brasília. Até então, eu via isso como uma forma de carinho. Um amigo se preocupando com o bem estar do outro.
Mas no desenrolar da “trama”, as coisas foram clareando, e ontem uma supernova caiu sobre a terra, ou melhor, dentro do meu quarto.
Kaboom!
“Seu emprego é melhor que o meu?” é uma crítica não para você, mas sim para todos os brasileiros que estão no exterior e que acham no direito, sei lá que direito é esse, de se acharam melhor do que os que ficaram para trás.
Para trás? Uma ova.
Sair do país é simplesmente uma opção.
Pam!
Você optou em sair, eu estou optando em continuar aqui, até quando, só Deus pra me dizer...
Tenho vários familiares e amigos, não só você Bee, que habitam na terra do tio Sam há décadas. São pessoas boas, com intenções boas e estão muito felizes ai. Nenhum deles se sentiram ofendidos. Por que será? Porque eles-não-pensam-com-coitadismo-sobre-os-que-não-sairam-do-Brasil. (Period)
Então, larga de tromba, e repensa sobre as palavras daquele dia, vindo de uma pessoa humilde, batalhadora, que não tem nada a ver com seu ego mordido e volta a ser brasileiro, porque os raios do micro-ondas não tem te feito bem.
Voilà!

Resposta referente a esta crônica: http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/4270548
"Seu emprego é melhor que o meu?"

Crônica ofende brasileiros nos States.

Fiquei sabendo hoje que a recente crônica "Seu emprego é melhor que o meu?" ofendeu brasileiros residentes nos Estados Unidos.
Até que ponto um escritor pode abordar assuntos polêmicos ou não em seus textos?
A maioria dos meus escritos são mais para o entretenimento dos meus leitores, mas algumas vezes eu gosto de criticar o sistema, as pessoas e coisas que envolve os dois juntos. Coisas assim, eu não me dou ao luxo de inventar. Isso seria estupidez e arriscado a ser linchada nas ruas.
E com muito orgulho, eu venho dizer que esta crônica me colocou no ranking das mais lidas da semana.
Voilà!

http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/4270548


quinta-feira, 2 de maio de 2013

CRÔNICA CAUSANDO... no face.

Postei uma crônica nova no Recanto das Letras chamada "O seu emprego é melhor que o meu?" que está causando discórdia e concórdia no site e no facebook.
Visita ela?
http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/4270548

Voilà

Amy Sherman-Palladino (Gilmore talk)








Nossa! Falar de um seriado que a gente simplesmente ama não é tarefa tão fácil, acredite.
Primeiro: a gente acaba sendo suspeito. Segundo: a série talvez não é conhecida no Brasil, e por último: ela teve os últimos episódios gravados em 2007. Sim, ela é antiga, mas atemporal. Por isso estou aqui, mais uma vez, para comentar de Gilmore girls – Tal mãe, tal filha, mas em particular, sobre a criadora da série, a roteirista Amy Sherman-Palladino.

Espia o post antigo no qual apresentei a série:

Esses dias eu estava comentando com uma amiga sobre seriados que ficam na história, como: Friends, Full house, Seinfeld,  Beverly Hills 90210, dentre outros que foram precursores na década de 90 e que abriram portas para demais sitcoms inesquecíveis e que até hoje são vendidos boxes e reprisados.
Todos acima citados, e como a grande maioria, exageram no clichê, o que nos dá aquela impressão de que já vimos essa história e de que já sei o final.
Com esse todo bla bla bla, na verdade eu quero entrar em um detalhe curioso, e o que me fez admirar demais o trabalho da Amy, em Gilmore girls, porque ela conseguiu criar novos enredos no qual a gente não poderia imaginar, porque não seria exatamente algo televisivo, e foi ai que ela acertou.
Ontem eu terminei mais uma vez de rever a série, e o fascinante, é que você espera um final feliz, desses em que o cara fica com a mocinha, e a filha se forma, tem o emprego dos sonhos e se casa com um ricão.
Errado.
A independência das personagens de Amy é tão verdadeiro, que pode ser parecido com a vida da sua tia solteira, da vizinha namoradeira, ou da prima encalhada.
A personagem de Lorelai, revoltada na forma mais sadia possível, foi criada com muito louvor. E toda a relação dela com seus pais, e com sua filha, é o mais perto do real que eu já consegui ver em qualquer seriado estrangeiro, modinha ou não.
A série em nenhum momento foi corrompida para se adequar a públicos, e isso fez dela um referencial.
A pegada de Sherman-Palladino, que dividia o roteiro juntamente com seu esposo, vem dos textos rápidos, sarcásticos, com drama e comédia juntas. Quando se fala de script que vai abordar um relacionamento entre mãe e filha, logo a gente imagina em algo forçado, cheio de moralidade, aflitos repetitivos e diálogos óbvios demais, porém os textos de Amy são extraordinários, leves, inspiradores, inesperados e super criativos. Sei que ela já trabalhou com textos para o seriado Veronica’s closet e agora está com uma nova série chamada Bunheads, mas confesso que não sei muito sobre eles, e fico até com medo de acompanhar e me decepcionar, porque todo gênio sempre vai ser gênio por algo em específico, sem repetição, e o grande marco dela está ali, nas falas movidas a café das garotas Gilmore.
Quero te convidar a mergulhar em Stars Hollow, mesmo que um pouco tarde, para que possamos tomar um café e conversarmos sobre genialidades como esta, e pegar de exemplo o bom humor das personagens e a independência, de que viver conforme os preceitos da sociedade além de ser chato, é artificial. Libere o que existe dentro de você de mais verdadeiro e seja uma Gilmore girl também!!!!
#Cheers!

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Cadê você, Dominique?

Aonde estás?
Só porque agora eu me tornei você, tu me viras as costas?
Cadê você, Dominique?
Pro inferno você!
Só me devolva aquelas inspirações, agora!
Elas sempre foram minhas.
Nunca suas.
Acabe o que começou. Estraçalhe o que vem de dentro.
Amordace. Me fure com os olhos.
Tome o último gole.
Cospe.
Engasgue.
Ver.ba.ne.
Je t'aime.