quinta-feira, 31 de maio de 2018

5 razões que tenho para viver



Hoje, minha amiga Keila me fez uma pergunta um tanto difícil, digamos assim.
Ela me perguntou: Gabi, me diga 5 razões que você tem para viver.
Bom, eu sou cristã e um tanto racional. Acredite, o cristão não é necessariamente apenas emoção e fé, tá? Até porque, para acreditarmos nas coisas escritas na Bíblia precisamos ter 50% de razão para estudar e analisar tudo que está exposto ali. São coisas que envolvem tempo, contexto histórico, arqueologia, depoimentos, e sem a razão essa fé não se sustentaria de forma firme.

A primeira razão que tenho para viver é Deus, porque eu acredito de verdade na soberania Dele e o controle que Ele tem sobre tudo e todos, e se estou aqui é porque ele permitiu e me deu condições biológicas para estar aqui.
2. Meu papel nesse mundo é cumprir o projeto que Deus pensou para mim ao me criar, que é evangelizar e levar a verdade sobre o reino Dele para as pessoas. Pois eu acredito que ninguém nasce apenas por nascer. Temos missão a cumprir. Estamos aqui para um propósito (o de glorificar a grandeza de Deus) e com um propósito (levar a boa notícia de que não estamos sozinhos neste mundo, Deus existe, Ele reina e vai voltar para cumprir a promessa lançada há mais de 2 mil anos atrás).
3. É amar a Deus sobre todas as coisas. Se eu sou capaz de amar algo que “nunca vi”, serei capaz de ser um ser humano regenerado, bom, cumpridor das leis e capaz de praticar o número 4 da minha lista.
4. Amar aos outros como amo a mim mesma. (Mc.12:31)
5. Curtir todas as coisas lindas que Deus fez pra mim, pensando em mim, como: a natureza e tudo que nela há, os animais, a família, os amigos, comer coisas gostosas, poder usufruir da inteligência que Deus me deu para poder ler e compreender as coisas. Usar os talentos que Ele também me deu. É poder impactar a vida das pessoas de forma positiva, da mesma forma que Deus tem impactado a minha.

E você, quais são as suas 5 razões para viver?

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Cuidado com o sistema!


Olá Introspectors!
Estava fazendo uma atualização nos meus textos publicados no RL e achei pertinente repostar este texto abaixo.
Estamos em um ano de eleições e precisamos nos colocar de pé sobre algo que realmente importa ao bem comum. Vote consciente.
O nosso futuro depende de você, de mim, de todos nós.




ATENÇÃO AO SISTEMA (?)  por Gabriella Gilmore 18/11/2008

... simplesmente, com um olhar vago e vazio, ele tira a arma do paletó e atira contra o peito; mas as pessoas desesperadas atrás de uma bolsa que não sabe se sobe ou se desce, não percebem que uma vida vale mais do que um mísero valor de um “pregão”.
Uma vez me questionaram se eu comia para viver, ou se eu vivia para comer, e confesso que foi a primeira frase filosófica que ouvi na vida, pois ela me fez parar tudo e refletir em uma resposta. Cheguei a uma conclusão, de que realmente estava vegetando. Eu acordava, lanchava, deitava em frente à tv, comia, voltava, dormia... Uma vida ridícula e sem sentido. Quando percebi, já estava com 20 kg acima do peso normal.
Pessoas se matando por pouco ou por felicidade momentânea. Uns tirando a vida do outro por dinheiro e outrem por falta dele. Uns trabalhando feito cão por uma merreca no fim do mês, outros fazendo quase nada e ainda ganham se vangloriando do salário pomposo, já outros roubam daqueles que pouco tem.
Sei que não vou comover ninguém aqui falando de justiça e pedindo por ela; talvez eu não possa fazer muito para melhorar esse sistema nojento e deturpado no qual estamos, mas sei que posso fazer algo para meu mundinho, para meu círculo de queridos; levando um pingo de otimismo, de luz, porque creio que somos regidos por forças, e tendo consciência disso, tento plantar fé e esperança no futuro, porque uma coisa eu tenho aprendido: nem o hoje me pertence por completo, quem dirá o amanhã.
A bolsa está caindo?
Cuide-se para não cair também.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Re-Introspectiva 2017

Boa tarde Introspectors!!

Lá se foi mais um ano!!
Como foi o seu 2017? E o que você espera fazer em 2018?
Bom, para não perder o hábito, deixa eu puxar da lembrança as coisas que fiz e deixei de fazer no ano velho.

Eita ano ímpar!!
Muito trabalho, muitos desafios numa imensidão de novidades diárias, e uma delas foram o ingresso na faculdade, o emprego novo e minha transição de igreja.
Esse último, muita gente pensa que não é nada demais, que trocar de igreja é como se a gente estive trocando de roupa. Pára e pense! Não é bem assim.

Bom, consegui bolsa no curso de História na Uniube e estou apaixonada por ele. Não sabia que iria me identificar tanto com este curso. Contudo, Deus fez tudo no tempo certo como de costume, e me colocou no lugar excelente. Obrigada Senhor mais uma vez.
Depois, me abriu uma grande porta numa empresa muito boa para trabalhar no qual tenho ajudado na administração. Quanto desafios Senhor!! E muitas vezes pensei que não seria capaz de me manter de pé.
Muitas vezes chorei escondida, porque não concordo com quase nada que as pessoas do mundo fazem, porque fazem tudo errado, de forma egoísta e mal criada. Acho que nunca serei capaz de compreender, mesmo tentando o meu máximo.
Tive colapsos nervosos como quase sempre, e até nisso Deus teve misericórdia de mim e colocou a Iris mais uma vez em meu caminho para me indicar novamente o terapeuta dela. Sou grata a Deus por usar o Dr.Luiz para alinhar minha história e minha mente. Obrigada Jesus!
Nesse meio tempo, eu estava tentando lidar com a transação de uma igreja para outra. E para evitar contendas eu prefiro resumir. Hoje estou muito satisfeita por ter pastores e irmãos que estimulam o meu intelecto a estudar a Palavra de Deus como se não houvesse o amanhã. E abriram os meus olhos espirituais sobre a seriedade que o cristão tem em dominar esse legado que Deus nos deixou, para que não sejamos presas fácies nas mãos de diversos falsos profetas que estão entre nós.
A Deus, toda honra, toda glória e todo o louvor!
Esse ano foi o ano dos reencontros, e o mais maravilhoso foi o encontrão da turma 305 do ensino médio, turma de 2002. Que nostalgia boa!! E a gente poder olhar para trás e perceber que uma vida mansa e sossegada tem lá seus benefícios. Todo mundo preservado no gelo ahahaha

E sem mais delongas, quero deixar meu carinho e satisfação a todos vocês que ainda passam aqui nessa minha estante.
Tenho muita esperança de que 2018 será outro ano marcante na minha vida e um presente para a sociedade.
Tenho orado a Deus para que possa me usar como instrumento não apenas dentro da igreja, mas também fora dela. E que eu possa fazer diferença na minha comunidade, e espero que muitas pessoas possam pensar dessa forma, porque se cada um cuidar bem do seu meio, teremos um todo muito bom.
Pense nisso.

Feliz ano novo.
Que Deus nos abençoe.
Gabi.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Na terapia com o parapsicólogo



Por Gabriella Gilmore

Depois de alguns anos, finalmente eu acredito que acertei na terapia ideal.
 Não sei se vocês conhecem o trabalho do Parapsicólogo, (sugiro que façam uma breve pesquisa no google), mas eu tenho experimentado com muita graça essas divertidas sessões.
Pelo menos para mim tem sido muito legal.
Ontem, tivemos mais um encontro, eu e o dôtor Luiz.
A parapsicologia trabalha com uma linha interessante de como lidar com os conflitos do cliente, e isso faz com que o profissional trace juntamente com o paciente a sua personalidade desde o ventre da mãe. E ontem, nós falamos sobre a minha personalidade para assim podermos finalmente começar a buscar as causas do meu Pânico.
Muito das vezes, os profissionais tem a mania de ler a nossa vida como se fosse algo imutável, foi quando ele falou:
- Gabriella, pois veja, dentre uma das características na sua personalidade podemos ver que você não consegue lidar com críticas, porque você desaba, sendo assim, você entra em colapso.
- Dôtor Luiz, alto lá! Eu sou uma ariana trabalhada na raça e coragem quanto a diversos defeitos do meu signo. Sou bem consciente quanto a isso. E por saber deste detalhe, eu lhe digo com firmeza que o senhor está equivocado quando traça essa informação no meu relatório.
Nisso, o doutor Luiz ficou meio estático e boquiaberto, afinal nenhum paciente chegara a interrompê-lo para dar pitaco em suas sessões.
- Pois bem. Continuei. Até onde eu consigo me lembrar, eu tenho sorte de ser munida de muita autoestima, e eu realmente não ligo muito pelo que as pessoas pensam sobre mim não. Obviamente, a gente se sente meio triste diante críticas negativas, mas do jeito que o senhor fala, faz parecer que isso me afeta de forma colossal, e doutor, isso não existe mais. Se é que alguma vez existiu, então, me faça à gentileza de reescrever esse detalhe ai no seu relatório.
Doutor Luiz respirou fundo e começou a rir alto, um sorriso de contentamento e logo disse:
- É Gabriella, você é realmente uma idealista contestadora!!
Repetindo uma das características da minha personalidade que ele havia dito anteriormente.
Fim.

Crônica publicada anteriormente no site do Recanto das Letras

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

O namoro de crentes



Blake - Uma história de amor

Uma crônica por Gabriella Gilmore

Era uma vez, uma garota de 17 anos que não pensava em namorar, e muito menos se casar. Ela tinha grande convicção que seu papel na sociedade era estudar e se tornar uma importante profissional na área da saúde.
Sabendo que todas as coisas estavam no controle de Deus, o grande Senhor da luz colocou na vida dela um rapaz obstinado de 21 anos chamado Blake.
Em um dos retiros de sua igreja, os dois se trombaram entre os corredores dos alojamentos, derrubando assim a pilha de apostilas que Camila estava levando para as salas de estudos.
- Me desculpa. Eu ajudo a pegar. Disse Blake com brilho nos olhos.
Ele já vinha observando Camila fazia algumas semanas.
Por outro lado, Camila não simpatizava muito pelo jovem que há poucos meses veio transferido de cidade, pois ele era um tanto bonito, popular e vaidoso, tudo o que Camila mais odiava.
- Camila, já faz alguns dias que penso em te chamar para tomarmos um sorvete. Quando chegarmos à cidade, você aceitaria sair comigo?
Camila virou os olhos, pensou, e com desdém disse: Ok, não tenho muita coisa para fazer no domingo não.

Na sorveteria.
- Então Blake, há quanto tempo Deus te chamou para andar nos caminhos Dele?
- Eu nasci no meio evangélico, depois passei uns meses com o pé lá e cá, quebrei um pouco a cara me relacionando com garotas fúteis e sem conteúdo... e agora estou aqui.
- Ah!
Camila soltou aquele “ah” murcho, desinteressada e entediada.
- Mas Camila, eu gostaria de saber algumas coisas sobre você.
Camila mais uma vez virou os olhos.
- Ok, o que precisa saber?
- Então, quais são seus planos para daqui a 10 anos? Você pensa em se casar? O que você acha do sexo antes do casamento? Você gostaria de ter filhos um dia? E se seu filho vier a usar drogas no futuro, como você lidaria com isso? Quão importante é Deus na sua vida? Como é sua relação com seus pais e irmãos?
Blake foi bombardeando Camila com inusitadas perguntas, e ali despertou nela um sentimento aparentemente sem nome, e por impulso, ela foi respondendo a cada uma delas.
Mal sabia ela, que ali, nasceria um grande relacionamento com Deus no centro da vida do casal.
O que não sabemos sobre Blake, é que ele era órfão e desde então vinha morando com a família do pastor de sua igreja.
25 anos se passaram e a vida de Camila e Blake era muito feliz e satisfeita. Ela tinha se tornado Médica, ele se formou em Teologia e era pastor da igreja que eles tomavam conta, e Camila sempre contava com orgulho nos encontros de casados que a igreja fazia uma vez por ano, que no início ela nunca pensou em namorar, e quando começou a namorar com Blake ela confessava que não gostava muito dele.
Isso fez com que Camila se lembrasse de uma frase que Spurgeon disse uma vez: “Escolha o seu amor, depois ame sua escolha”. E ela sabia com toda certeza que Deus fez com que Blake a escolhesse, e com isso ela aprendeu de forma sobrenatural a amar o esposo que Deus enviou para ela.

Em uma noite agradável de chuva, Camila veio com um envelope nas mãos e pediu com serenidade que Blake se sentasse no sofá com ela.
-Amor, tenho uma notícia triste e outra boa para te falar.
Blake sentiu sua garganta travar. Ele ficou em silêncio, ansioso.
- Então, lembra-se daquela bateria de exames que eu fiz? O médico encontrou alguns nódulos no meu ventre, e são malignos...
Blake sentiu tontura, boca seca, mas se manteve firme e perguntou:
- Ok, vamos procurar o melhor especialista para você, vai dar tudo certo amor. Mas qual seria a boa notícia no meio disso tudo?
- Bom, eu vou morar com nosso Pai celestial. Eu como médica, sei que tenho apenas algumas semanas de vida.
- Não fala assim!!! Nós vamos procurar outras opiniões!!
- Blake, escuta. Está tudo no controle do nosso Senhor Jesus. E eu sei que você já perdeu seus pais, que isso deve ser um dos piores sentimentos do mundo, mas saiba de uma coisa, você mudou a minha vida para melhor. Eu nunca poderia imaginar que teria sido tão amada, e tão bem cuidada por alguém como eu fui por você. E isso tem um valor inestimável. Nunca se esqueça disso. Está tudo bem, acredite! Procurar outros médicos não vai mudar nada.
E por algumas horas, o casal ficou sentado naquele sofá, em silêncio, tentando entender os projetos de Deus para a vida de cada um de nós...

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Aquela luz: Whitney Houston.

Quem matou Whitney Houston???

Ontem eu tive a oportunidade de assistir um documentário sobre a extraordinária Whitney Houston.

Fui dormir destruída por uma lamentação e tristeza.

Se você não curte críticas tendenciosas, por favor, pare de ler por aqui mesmo.

Bom, muita gente sabe que Whitney cresceu num lar cristão. Sua voz poderosa não esconde isso. 

A família tinha compromisso real com a igreja e também com o louvor.

Porém o problema com o envolvimento das drogas começou ainda dentro de casa com os irmãos mais velhos. Que bosta hein?

Naquela comunidade em Newark, onde o racismo "comia a solta", acredito que o refúgio de muitos era as drogas. (Eu vou morrer me perguntando o porquê da crença dela e da família não tê-la freado mais). Eu sirvo o mesmo Deus que os pais dela serviam, e sei do poder tremendo que emana Nele. Mas enfim...

Então ela teve a oportunidade de se lançar na música pop, (porque na verdade nunca deixaram Whitney ser exatamente o que ela queria ser. Será que ela quis ser cantora gospel em algum momento da sua carreira, ou até mesmo R&B?) Também vou morrer sem saber dessa resposta.

Dai a morena da voz mais maravilhosa e poderosa estoura nas rádios, e isso chegou até mesmo incomodar alguns negros da época porque ela cantava música de “brancos”. E nessa montanha russa de emoções misturada com fama, drogas, problemas com a sexualidade, espiritualidade, tudo num coquetel só, fez essa bagunça na cabeça da artista e o que mais me revoltou foi o fato do guarda costas dela ter feito um “report” falando sobre os abusos de drogas que Whitney já vinha fazendo e as "palas" que ela dava em algumas turnês, mas não quiseram ouvi-lo, afinal, ela lucrava para a mídia. QUE RAIVAAAAAAAAAAAAA.

E assim, nessa confusão de sentimentos, Whitney talvez se deixou ir, porque muita gente sabe que a depressão seguida de abusos substanciais só leva a pessoa para um caminho: a morte.

PQP!

Dai eu me pergunto: Vale a pena mesmo essa vida de estrelato?  E se ela tivesse seguido o caminho da vida cristã, quieta e sossegada, ela estaria feliz e viva?

Oh Deus!! Espero que essa mulher, no seu último instante, tenha se arrependido das coisas passadas, e tenha recebido Jesus novamente em sua vida, porque me dói ainda mais saber que uma belezura dessa talvez não esteja no céu, eu disse talvez, tá?

Nossa, deixa eu sair de fininho porque ainda estou “bad” com seu triste fim.

E fica a dica de documentário no Netflix. Whitney, can I be me? #chorei