Criando experiências. Conteúdos de Literatura, História, UX Writing e artes em geral.
terça-feira, 14 de julho de 2020
Se eu fosse Fernanda Young
Mês que vem faz um ano em que Fernanda deixou este mundo para passar habitar no meu.
(Suspiro alto)
Ontem eu postei no meu Instagram @introspectors sobre uma série de pensamentos que estarei publicando, sob o nome: Se eu fosse FY.
Está ficando lindo!
Dá uma passada lá pra você conhecer e aproveita pra ficar, né?
Estou um pouco melancôlica para alongar esta postagem, mas eu só gostaria de dizer que se você não sabe quem é essa escritora, indico começar lendo o livro chamado "Pós-F. Para além do masculino e feminino".
Mas aposto que já assistiu o seriado brasileiro chamado "Os normais", né?
Ela era a roteirista junto com seu esposo Alexandre Machado.
Deixo abaixo a prévia do que será as postagens no Instagram.
Beijos!!
sábado, 20 de junho de 2020
Entrevista com Waleska Zibetti em 2008
Oi oi oiii pessoal!!
Boa tarde!
As pessoas que me seguem nas redes sociais, em especial no Instagram, sabem que hoje estarei fazendo uma Live com a escritora carioca Waleska Zibetti. (Fica o convite)
E tudo isso veio à tona quando eu reli uma entrevista antiga que eu havia feito com ela em 2008.
Então abaixo eu deixarei o conteúdo que não será abordado na Live, mas que serve como um complemento de informação sobre a escritora que tanto admiro.
Entrevista com Waleska Zibetti
Publicado em 19/08/08 no site Recanto das Letras
Por Gabriella Corrêa Lima
Eu sempre achei curioso o fato dos escritores e poetas
ganharem “mais respeito” apenas quando morrem, sendo que é muito mais
interessante conhece-los em vida e assim podermos até ter a oportunidade de
interagir com seus trabalhos em tempo real, digamos assim.
Pudera eu ter a oportunidade de me sentar e tomar uma xícara
de chá com Augusto Cury e Lya Luft ou rever a Waleska Zibetti para poder dar
gargalhadas com ela ao cheiro de menta, pois esses são os meus escritores
favoritos em vida. Claro que não menosprezo os que já não estão conosco, muito
pelo contrário. Nietzsche ainda reina em mim da mesma forma que vejo Lispector
em sonhos. Mas hoje estou aqui para falar com a carioca da voz marcante, do
gênio forte, que um dia tive a oportunidade de comer bolinhos com Coca-Cola em
sua sala.
G.L: Oi Wal. (Posso cumprimentá-la assim?) Tudo bom?
W.Z: claro. Boa noite
Gabi. Tudo bem.
G.L: Você é se formou em Letras, certo? Já atuou como
professora?
W.Z: Como professora particular. Nunca lecionei em sala de
aula.
G.L: Antes de optar por Letras, você chegou a pensar em
fazer outro curso? Qual?
W.Z: Eu pensei em Direito. Mas depois desisti do curso. E
optei por Letras.
G.L: Alguns escritores gostam de escrever porque podem
brincar de Deus. Como você cria seus personagens?
W.Z: O processo de criação é algo muito louco. É claro que a
possibilidade de criar destinos é fascinante. Porém, já me aconteceu de ter
montado a história toda em pensamentos de um jeito e a trama criar seus
próprios caminhos. Como se o próprio personagem decidisse o seu destino,
independente de mim. Às vezes penso que meus personagens são fantasmas que me
habitam e quando eles vão para o papel é
como se se libertassem por fim.
G.L: Você se lembra de qual foi seu primeiro personagem?
W.Z: O meu primeiro texto escrito foi uma releitura do meu
primeiro livro. E eu tinha mais ou menos 7 ou 8 anos. E foi praticamente uma cópia do que li.
Mas o primeiro personagem criado realmente por mim foi um
português - Seu Manuel -dono de um bar no centro do Rio de Janeiro que deu
origem a uma série de contos de nome "Contos de Boteco" que eu ainda
não tornei público.
G.L: Você já quis ser algum deles?
W.Z: Eu acredito que de alguma forma estamos no que
escrevemos. Não necessariamente somos. Mas alguma carga de nós vai em cada
personagem. Acho que isso nos faz um
pouco cada um deles.
G.L: Você tem algum estilo literário ou prefere não se
apegar em tais rótulos?
W.Z: Eu acho que não tenho um estilo. Eu não saberia me
enquadrar nessa ou naquela escola. E, sinceramente, (que me perdoem os profissionais
da Literatura) eu acho que enquadrar um autor a este ou aquele estilo é
limitá-lo. E há textos que são completamente independentes de seu tempo.
G.L: Existe algum autor que você se identifica? Quem?
W.Z: Sim. Clarice Lispector, Florbela Espanca, Adélia Prado,
Virgínia Wolf, Caio Fernando Abreu, João Gilberto Noll...
G.L: No seu ponto de vista, como você define a Waleska
profissionalmente?
W.Z: Incompleta. Acho que eu ainda tenho muito a caminhar
como escritora. Sempre sinto que falta algo no que escrevo. Acho que ainda
posso ser melhor. Eu sei que posso ir muito além do ponto em que estou.
G.L: Você já tem bastantes textos escritos. O que está esperando
para poder dividir com seus leitores? Eu quero um exemplar autografado hein?
rsrs
W.Z: Eu acho que eu tenho medo de lançar e me escondo em
algumas desculpas. Não é medo do fracasso. É medo da obrigação de escrever. Eu
quero sentar-me diante da folha em branco e aventurar-me sem prazos. Gosto de
sentir-me como um andarilho a cada linha. Sem obrigação com o ponto final. Leve
quanto tempo levar. Escrevo porque amo. E escrevo quando quero.
G.L: Já li muitos contos de sua autoria. Seria legal se um
deles virasse uma história para livro. Possibilidade remota?
W.Z: Um romance? Não sei! Acho que eu não seria uma boa
romancista. Gosto muito de contos, crônicas... Tanto lê-los quanto escrevê-los.
G.L: Sua página no site Recanto das Letras é bastante
visitada. Qual o segredo de tanto carisma?
W.Z: Acho que são os textos simples. Eu não gosto de
complicar o que escrevo. Acho que leitura é água que deve correr tranquila. A
ida até um dicionário pode por todo clima a perder-se. Meu leitor, (e isso dito
por eles) leem tranquilos o que escrevo. Algumas citações que possam ocorrer
não atrapalham a linearidade da leitura. O texto fica leve, acolhedor. Acho que
é por aí.
G.L: A próxima pergunta será curiosidade pessoal. O que
difere um escritor entusiasta a um amador? O amador também escreve com
entusiasmo, não?
W.Z: Escreve. Eu tenho muita preocupação com essas
nomenclaturas. Profissional, amador, entusiasta... Quem criou isso? Quem dita às
normas disso? É complicado. Acho sim,
que se deve ter cuidado com o que se escreve como se escreve. E aí engloba tudo:
conteúdo, concatenação de ideias, ortografia, sintaxe... Acho que isso que faz
o escritor.
G.L: Como você define a sua arte?
W.Z: Lidar com a palavra é uma arma. Porque o texto lido
pode entrar no seu leitor e mudar uma vida. Eu tenho uma pessoa conhecida que
deu a própria filha o meu nome como homenagem. Porque ela estava passando por
um problema pessoal, pensando em suicídio e por acaso leu um texto meu. E
segundo ela, um texto que era tudo que ela precisava ouvir. Dali em diante ela
mudou o pensar. Isso é extremamente gratificante. É como o aplauso ao ator.
Mas, ao mesmo tempo, dar-nos uma responsabilidade muito grande com o que
escrevemos e com o modo como nos posicionamos diante do que escrevemos. Hoje,
eu escrevo preocupando-me muito com o modo como meu leitor será atingido ao
ler.
G.L: Li uma matéria em que você escreveu falando sobre
"Sequestro dos meus filhos". Concordo que é falta de respeito alguém
usar nossas obras sem ao menos dar-nos os devidos créditos. Mas já parou para
pensar que nossas inspirações não são 100% nossas? Que alguém bem antes já
pensou algo parecido?
W.Z: Sentimentos são iguais. As almas é que mudam. Minha dor
de amor é a dor do outro. Mas nem todos sabem exteriorizar esses sentimentos.
Então, surgem os compositores, os poetas... Surgem aqueles de alma mais
sensível que conseguem fazer legível aquilo que em coração se cala.
G.L: Waleska, fico muito feliz por ter tido esse bate papo com
você e não vejo a hora de mostrar essa Wal que um dia vi de perto e que
acredito muito no seu talento. Obrigada mesmo pela atenção. Eu gostaria que
você deixasse um recado para seus leitores.
W.Z: Ai que responsabilidade!
Um dia um professor na faculdade me disse que eu desistisse
de escrever porque não era minha área. Meus textos eram pueris demais e que o
dom de escrever não era para todos. Hoje, eu gostaria muito de poder olhá-los
nos olhos e dizer: "Poxa, ainda bem que não segui a opinião de um só.
Porque hoje, quase doze mil me dizem justo o contrário do que você me
disse."
O que quero dizer com isso é que não devemos parar nunca diante
de um obstáculo. Parar não muda nada. É na persistência que criamos a possibilidade
de tudo acontecer.
G.L: E eu gostaria de estar perto quando isso viesse acontecer.
Você é incrível, Zibetti. Um forte abraço querida!
W.Z: Acho que ele não iria gostar de ter alguém por perto.
Obrigada, Gabriella, pelo carinho.
quinta-feira, 11 de junho de 2020
quinta-feira, 7 de maio de 2020
A concorrência é uma coisa boa?
Não sei vocês, mas quando decido refletir um pouco sobre ironias da vida, que às vezes nos envia pessoas aparentemente extraordinárias para nos ensinar coisas incríveis, por alguma razão elas se afastam de você.
Algumas vezes me pergunto o que faço de errado, e hoje eu fui impactada por um frase que apareceu em minha mente subitamente, como se fosse uma voz dizendo para mim: Gaby, se seus colegas de profissão estão se afastando de você é porque eles te vêem como concorrente, mas não se preocupe, querida! Isso significa que você está no caminho certo.
De repente essa voz se transformou em um rosto e piscou para mim.
Acho que preciso diminuir a dose de cafeína.
quinta-feira, 30 de abril de 2020
DAY 4 - Botões para CTA (call to action)
Eiii pessoal!
Demorei mas "vortei"!
Bom, precisamos falar de CTA (call to action) e a sua importância nos sites.
De acordo com o site RockContent, call to action é "qualquer chamada - visual ou textual - que leva o leitor ou visitante de uma página a realizar alguma ação".
Lembra da postagem na qual eu falei sobre a importância das cores?
Ter uma cor quente ou uma cor um pouco mais forte em botões de CTA faz toda a diferença, afinal, eles precisam chamar atenção, certo?
Isso serve também para as palavras de ação.
A título de exemplo, temos a foto acima.
As palavras do meu menu (ainda em construção) estão em laranja e optei por usar a letra em caixa alta.
Confesso que já li pessoas defendendo o formato caixa alta em botões, como também críticas sobre isso.
Então eu decidi usar o instinto e também as pesquisas que fiz com meus amigos que tem me ajudado com as críticas.
Veja abaixo dois botões que estarão no meu portfólio.
O botão do lado esquerdo, tem a intenção de levar o usuário ao site da editora onde poderão comprar o meu livro.
Confesso que apesar de ter seguido a opinião dos meus usuários, a palavra "Eu quero" ainda me deixa na dúvida quanto sua eficácia.
Farei outra pesquisa em breve no meu Stories do IG, e aproveito em primeira mão para tomar sua opinião também.
Qual palavra teria a melhor conversão para venda do livro?
"Eu quero" ou "Compre agora"?
Deixe sua opinião nos comentários, por obséquio! haha
O botão do lado direito ficará na página de contatos, onde a pessoa que quiser me mandar uma mensagem preencherá um formulário e em seguida clicará em enviar.
Coisa mais basicona mesmo e eu optei por colocar as letras em caixa alta, como podem ver.
Reforçando a questão da coerência, percebam que os CTAs estão todos em caixa alta.
Bom, por hoje é só.
E se você tem alguma dica para compartilhar comigo sobre este assunto, ficarei mais que agradecida.
Um beijo!
Gabriella Gilmore.
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sexta-feira, 24 de abril de 2020
Evanescence lança "balada" em Wasted on you. Single 2020.
Amy Lee lançou o single "Wasted on you" do novo álbum intitulado The Bitter Truth.
Escutei a canção hoje pela manhã e pensei: Que balada é essa que Amy acabou de lançar?
Meus amigos sabem o quanto eu sou apaixonada pela artista incrível que a Amy é, mas isso não me isenta de dizer bitter truths hahaha.
Pois bem.
Temos a tendência de esperar que os singles venham cheios de explosões e energias, afinal, a primeira impressão sempre é a que fica, não é mesmo?
Vamos ao título!!
"Wasted on you"
Mas ela já não gravou algo sobre este tema?
"The last song I'm wasting on you". Título clicável caso queira escutar a música.
Nem vou comentar nada.
Bom, vamos a canção em questão.
Em seus primeiros 40 segundos a música começa com batidas de canção de ninar que me lembrou o single "Dream too much" do álbum infantil que ela gravou para seu filho Jack.
Então a música cresce um pouquinho e você já pode chamar seu par para dançar a baladinha com você. (Piadas a parte) E ela solta sua frase clichê "Numb my head till I can't think anymore, but I still feel the pain".
Amy está sentindo essa "pain" (dor) desde o álbum The open door que marca a ausência gritante de Ben Moody, ex-guitarrista e co-fundador da banda.
E a cada dia que passa me fazer entender que Ben saiu e levou consigo a essência original do Evans, me desculpem a franqueza.
E parafraseando um comentário da Ana Clara: "Vi que me tornei viúva do Ben". haha Pois eu também Aninha.
Sinceramente nem consigo continuar falando da música em si, porque é como se não houvesse muito o que dizer.
O que dizer de reprises?
Infelizmente a Amy não tem trazido nada de novo. E não é de hoje.
Pegando essa música em comparação aos outros álbuns, Amy tem escrito a mesma coisa. Sofrido as mesmas dores.
É medo de inovar? Ou falta de novas inspirações?
Eu arrisco a dizer que enquanto Amy continuar presa nessa angústia e culpa de alguma coisa relacionado ao Ben que ficou no passado, ela não sairá desse ciclo, portanto não vai inovar, andar para frente, impactar os críticos da música. Sei lá...
Entendo que Amy já tem seus cativos fãs e nem precisa se importar com o ibope financeiro, mas...
Faltam arranjos diferenciados nas músicas. Faltam guitarras.
(Quero ver se vai ter algum guitarrista gravando cover no youtube)
O peso e a obscuridade com o qual Evanescence se lançou através do Fallen se foi, e agora mais do que nunca entendo que não voltará mais.
Eu até arriscaria a dizer que o Evanescence acabou.
O que temos hoje é a carreira solo da Amy Lee que não é ruim.
Claro que não. (#AmyTeAmo. E tamo junto sister. Na inspiração e na falta dela também).
Mas acontece que se estamos procurando alguma coisa da banda Evanescence, nós podemos sentar e esperar. Não vai acontecer.
Então, se você escutar essa música pela segunda vez sem esperar o Evanescence, você vai gostar e ainda vai ficar ansioso(a) em poder escutar o álbum completo, pois eu estou contando os dias.
Não que isso faça alguma diferença, mas minha nota para este single é de número 6.
Escute a música abaixo e me diga o que achou.
Escutei a canção hoje pela manhã e pensei: Que balada é essa que Amy acabou de lançar?
Meus amigos sabem o quanto eu sou apaixonada pela artista incrível que a Amy é, mas isso não me isenta de dizer bitter truths hahaha.
Pois bem.
Temos a tendência de esperar que os singles venham cheios de explosões e energias, afinal, a primeira impressão sempre é a que fica, não é mesmo?
Vamos ao título!!
"Wasted on you"
Mas ela já não gravou algo sobre este tema?
"The last song I'm wasting on you". Título clicável caso queira escutar a música.
Nem vou comentar nada.
Bom, vamos a canção em questão.
Em seus primeiros 40 segundos a música começa com batidas de canção de ninar que me lembrou o single "Dream too much" do álbum infantil que ela gravou para seu filho Jack.
Então a música cresce um pouquinho e você já pode chamar seu par para dançar a baladinha com você. (Piadas a parte) E ela solta sua frase clichê "Numb my head till I can't think anymore, but I still feel the pain".
Amy está sentindo essa "pain" (dor) desde o álbum The open door que marca a ausência gritante de Ben Moody, ex-guitarrista e co-fundador da banda.
E a cada dia que passa me fazer entender que Ben saiu e levou consigo a essência original do Evans, me desculpem a franqueza.
E parafraseando um comentário da Ana Clara: "Vi que me tornei viúva do Ben". haha Pois eu também Aninha.
Sinceramente nem consigo continuar falando da música em si, porque é como se não houvesse muito o que dizer.
O que dizer de reprises?
Infelizmente a Amy não tem trazido nada de novo. E não é de hoje.
Pegando essa música em comparação aos outros álbuns, Amy tem escrito a mesma coisa. Sofrido as mesmas dores.
É medo de inovar? Ou falta de novas inspirações?
Eu arrisco a dizer que enquanto Amy continuar presa nessa angústia e culpa de alguma coisa relacionado ao Ben que ficou no passado, ela não sairá desse ciclo, portanto não vai inovar, andar para frente, impactar os críticos da música. Sei lá...
Entendo que Amy já tem seus cativos fãs e nem precisa se importar com o ibope financeiro, mas...
Faltam arranjos diferenciados nas músicas. Faltam guitarras.
(Quero ver se vai ter algum guitarrista gravando cover no youtube)
O peso e a obscuridade com o qual Evanescence se lançou através do Fallen se foi, e agora mais do que nunca entendo que não voltará mais.
Eu até arriscaria a dizer que o Evanescence acabou.
O que temos hoje é a carreira solo da Amy Lee que não é ruim.
Claro que não. (#AmyTeAmo. E tamo junto sister. Na inspiração e na falta dela também).
Mas acontece que se estamos procurando alguma coisa da banda Evanescence, nós podemos sentar e esperar. Não vai acontecer.
Então, se você escutar essa música pela segunda vez sem esperar o Evanescence, você vai gostar e ainda vai ficar ansioso(a) em poder escutar o álbum completo, pois eu estou contando os dias.
Não que isso faça alguma diferença, mas minha nota para este single é de número 6.
Escute a música abaixo e me diga o que achou.
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terça-feira, 21 de abril de 2020
Como aprender coisas novas depois de “velho”?
Eu não sei vocês, mas sempre
haverá um momento na vida em que iremos desistir de começar aprender algo novo só
pelo fato de acreditarmos naquela frase famosa: “Ah, mas estou velho demais
para aprender isso. Adultos demoram muito para aprender algo novo. Bla bla bla”.
PAREM AGORA se vocês também
pensam assim.
Acredito que nossa mente está
sempre aberta para aprendermos coisas novas, mas com o passar dos anos, nossa
mente passa a aprender de forma diferente em comparação quando éramos jovens.
Na adolescência nossa mente
está “menos cheia”, temos “menos preocupações”, “mais tempo”, portanto temos a
impressão de que pessoas novas são super poderosas e podem aprender tudo o que
quiserem.
O intuito da postagem de hoje
não é trazer dados científicos, mas compartilhar um insight que acabei de ter
quando eu estava assistindo vídeo aula sobre Design Thinking.
O autoconhecimento é muito importante
para as nossas vidas e te digo o motivo.
Em 2019, euzinha aqui, do nada
dei “aloka” em aprender sobre o universo UX (User Experience) para trabalhar
futuramente dentro de um time de designers, então comecei a ler conteúdos sobre
esse mundo que não é nada pequeno.
Eu lia artigos, assistia a
vídeos, e confesso que não entendia quase nada. Tanto que se alguém me perguntasse
o que era “alguma coisa específica”, eu não saberia explicar.
Assim sendo, percebi que minha
forma de aprender algo novo consistia em adicionar conteúdos e conceitos sobre
o assunto em meu “banco de informações” mental, mesmo sem entender direito o
que estava estudando. E isso me fez lembrar a época em que estudei inglês aos
15 anos.
Eu lia livros em inglês compreendendo apenas 20% do assunto, e hoje
entendo a importância que aquilo fez em meu aprendizado.
Por que eu digo isso? Pelo
motivo de que para você começar a fazer conexões entre um conteúdo e outro,
para compreender de fato o que está estudando, você precisa de informações
prévias, pois não aprendemos coisas de um dia para o outro, concordam?
E após 6 meses pesquisando e
enchendo meu HD cerebral com conteúdos, eu finalmente comecei a compreender as
coisas sobre o universo do User Experience.
A mensagem desta postagem é a
seguinte: Se você deseja aprender algo, apenas comece.
Porém o começar necessita de
foco, persistência e paciência em continuar a ficar no “vácuo” o tempo que for
necessário, afinal, cada cérebro funciona de forma diferente e o tempo nesta
situação é apenas um detalhe.
E ai, me conta como você
aprende as coisas? Compartilhe comigo!!
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