Criando experiências. Conteúdos de Literatura, História, UX Writing e artes em geral.
quinta-feira, 15 de outubro de 2020
quinta-feira, 1 de outubro de 2020
Descubra o poder das cartas em meio a pandemia covid19
Em 2019 eu e um amigo escritor aqui da cidade criamos um projeto literário chamado Cartas ao Vento que consistia em escrever cartas fictícias e disponibilizá-las em pontos de coleta onde pessoas interessadas em lê-las poderiam interagir com as histórias ali escritas. Como? Escrevendo de volta, entrando nas histórias dos personagens ou dando sua opinião verdadeira sobre os assuntos ali escritos.
O intuito principal era resgatar o amor pela leitura e escrita de cartas.
Ainda no ano passado, um professor de português amigo
nosso que esteve presente no lançamento do projeto, levou a ideia para sala de
aula e tivemos um retorno incrível dos alunos do 3º ano.
Confesso que não esperava ler tanta criatividade, ainda
mais nos dias de hoje com o mundo digital secando as nossas canetas e roubando
a nossa atenção.
Então veio a pandemia e tivemos a ideia de fazer a fase 2, que consistia em desafiar as pessoas a escreverem cartas reais para amigos e familiares.
Gente, estamos recebendo cada depoimento maravilhoso que vocês não fazem ideia!
O nostálgico, o simples, ainda toca as pessoas. E tenho visto que os idosos estão sendo o grupo que mais tem sede em receber este tipo de carinho e interação. Por quê? Porque as cartas fizeram parte de sua época, porque mesmo inseridos no contexto tecnológico nos dias de hoje, escrever no papel ainda é algo que faz sentido para eles e demonstra amor e atenção.
Participando em um Meet Up virtual há algumas semanas atrás, eu comentei do projeto e uma professora de Itanhomi – MG se interessou muito em leva-lo também para sua sala de aula e as respostas tem sido inexplicáveis.
Recentemente enviei uma cartinha para uma tia muito querida que fez aniversário. Ela me mandou uma mensagem de voz chorando emocionada dizendo que havia lido a carta umas 8 vezes. Hoje, ela me enviou uma foto do hospital onde estava com a cartinha nas mãos. Aonde ela vai, ela leva a carta para reler. Eu fiquei quebrantada porque esse projeto começou com uma ideia tão simples e nunca imaginei que ele pudesse resgatar sentimentos tão lindos!
A lição que tenho tirado disso tudo é que apesar da modernidade, da tecnologia, às pessoas ainda gostam do simples, do calor humano, mesmo que isso seja transmitido através de um simples papel, mas que ainda é um "papel" real do ser humano.
Visite nosso perfil no Instagram @cartasaovento2.0 e vamos espalhar essa ideia.
Não deixe de escrever e enviar uma cartinha para os seus.
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quarta-feira, 9 de setembro de 2020
O que é UX Writing dentro de um produto digital?
terça-feira, 8 de setembro de 2020
Boas Práticas no UX Writing
quinta-feira, 3 de setembro de 2020
Setembro Amarelo e o Diário da Rafa
Hoje eu recebi uma resenha escrita pela escritora Fernanda de Souza Costa, autora do livro de crônicas Tijolo, que me deixou emocionada por dois motivos:
1. Saber que existem pessoas generosas que leem autores desconhecidos, e isso tem um valor imenso para nós. #gratidão
2. Fazer uma leitura incrível do livro, pois Fernanda identificou um personagem na história que nem eu mesma o notei ali, não com o olhar da Ferfofa (como eu a chamo fazendo link com seu IG @ferfasbooks)
Então eu gostaria de compartilhar o que ela escreveu, até porque o assunto cabe muito dentro deste mês amarelo e faço o mesmo convite que a Fer escreveu em seu Instagram: Se vocês quiserem desabafar, contem comigo!
Gaby.
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terça-feira, 25 de agosto de 2020
Carta para Fernanda Young
Querida Fernanda.
Hoje faz um ano que você saiu deste mundo para habitar no meu.
No meu coração que hoje tem um mundo cheio de você.
Te “re-conheci” exatamente há um ano atrás quando a vi num noticiário na TV.
Seu estereótipo gótico, bonito e cheio de arte no corpo me roubou de mim.
Procurei ler sobre essa deusa dark, inteligente e incrível que as manchetes reverenciavam e a cada descoberta da sua genialidade, mais eu sentia raiva de mim.
Eu te explico.
Sou muito lerda para aceitar a arte brasileira. Tenho até vergonha de confessar, ainda mais agora que estou pagando língua.
Se eu não tivesse tido essa influência boba de apenas ler coisas gringas, eu tenho certeza que teria tietado você por décadas.
Mas não, eu tinha que babar ovo de literatura estrangeira.
Enfim, não adianta mais reclamar né?
Desde então eu tenho tido overdose de Fernanda Young.
Surfado nas maiores ondas. Tido as melhores viagens.
Tenho escrito coisas incríveis, falado sem medo e vivido uma liberdade literária inspirada em você.
Algumas vezes eu te chamei pelo nome no meio da madrugada.
É, eu devo mesmo estar muita maluca.
Hoje, faz um ano que você saiu deste mundo só para habitar no meu.
E esse mundo está muito lindo graças a você.
Saudades, Gaby.
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quarta-feira, 19 de agosto de 2020
Tipos de redação para internet
Beijooosss, Gaby. 💋
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