quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Últimos dias do sorteio Diário da Rafa.


Chegaram os livros para o Sorteio!!!

E vou fazer uma surpresinha também.
Vou deixar um exemplar com recadinho em uma Livraria Leitura, na sessão que ainda estou pensando. Dai a pessoa que pegá-lo, é dele.
Volto com maiores informações sobre qual unidade e qual sessão.

O Concurso Diário da Rafa se encerra nessa sexta, dia 28. 
Visite o post sobre os detalhes e participe também.

Até o próximo post, Introspectors!!!

Indignação com o Transporte Público em BSB



A população de Brasília está indignada com os motoristas de ônibus.
Tirando o detalhe de que são mal educados e sem paciência (eles te olham feio quando você pede informação ou quando paga a passagem com 10 reais), agora eles deram para não parar na parada do Museu. Eu não sei dizer se esse problema vem de antes, mas eu sou do tipo de pessoa que bota a boca no trombone quando se trata da coisa mal feita.
Venho postando no twitter, em tempo real, mensagens sobre minhas frustrações a respeito do transporte público de BSB, e percebi que não sou a única a passar raiva. O @BrasiliaDF deve ler um monte de coisas ruins que se passa aqui. E a @ruglamour é prova viva disso também.

A foto acima é a situação do dia de hoje. Precisamos ficar do outro lado da Parada para tentarmos pegar o ônibus, mas eles só passam na faixa de láaaaaa do outro lado. Vou começar a levar cartazes. 

Eu pego o "baú" no Cruzeiro e desço na parada do Museu para pegar o 100.2 Paranoá, e em duas semanas, por 4 vezes eles me deixaram de "jaum".
O dilema é o seguinte: Se eu desço e corro para a rodoviária, eu perco o busão, e se eu fico no Museu também perco. O que fazer? (Descobri lotação, viu, DF Trans? Se cuide.) Agora vou passar a pegar condução pirata. Inclusive, se não fosse eles, o loteiros, eu não teria chegado ao trabalho. BSB adora uma greve. Coisa horrorosa. De todos os lugares que já morei, aqui parece ser a única cidade "rebelde".
A gente precisa é de uma empresa concorrente!!! Quem sabe assim a palhaçada não termine?
O moderador gentil do @DFTransOficial me passou alguns contatos para fazermos reclamações, quero dividir com vocês, amados leitores Introspectors!
Número 162 e 3224-0376.

Bora tentar por ordem na cidade da Dilma, para evitarmos vergonha na copa, ou pelo menos tentar né?
Byee!


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Grosseria, até quando?



Ontem passei por mais um carão no ambiente de trabalho.
Lidar com seres humanos está  cada dia mais complicado, ainda mais quando essa pessoa é afortunada.
Às vezes acho que quanto mais grana se tem mais arrogância espira.
Meu espírito é sensível. Posso ir e voltar, mas nunca serei capaz de aprender a lidar com pessoas desse nível. Não me perguntem o porquê.
Hoje estou aqui para deixar perguntas, porque as respostas sempre batem na trave. Quanto a isso, ainda não achei uma explicação.
Entra ano, sai ano, será que enfrentar máquinas ou bichos não seria uma opção para evitar o estresse?
Até quando nós podemos escutar calados as palavras grosseiras de um cliente, ainda mais quando você não tem culpa de "sistema" algum? Como você se portaria?
Trabalhei o tempo suficiente em hotelaria para sair do ramo traumatizada. Disse para mim mesma que não estaria trabalhando em hotéis na Copa, e estou segurando firme sobre a minha decisão, mesmo tendo que recusar propostas "indecentes".  Quando eu pensei que havia comido do pão que o diabo amaçou no meu último emprego, o meu maior medo apareceu ontem.
Um cliente solicitou dois pratos da casa, e não tinha. Ponto para ele. Depois, ao se levantar para servir-se do Buffet, o rechaud estava quase vazio, ele não viu que o pessoal estava repondo e logo veio se bravar comigo. Xingou o estabelecimento em voz alta para que todos pudessem ouvir. Olhou com os olhos vermelhos de ódio em minha direção, perguntando coisas que, eu em choque, não conseguia responder, a não ser: Sim, eu vou verificar.
Verificar uma ova.
Segurei até aonde pude, depois desci para chorar no banheiro.
Acontece leitor, que o cliente dessa vez tinha razão.
Eu chorei de raiva e de vergonha do "sistema". A verdade é que uma simples mortal/funcionária não pode resolver certas coisas, a não ser alertar. Sim, já falei o que pude para que o "mal" pudesse ser evitado.
Conheço diversos casos de amigos que também trabalham direto com público, e olha, a única solução hoje é juntar as trouxas e ir para roça, lidar com plantação e bichos, porque os seres humanos hoje em dia estão a cada dia mais animalescos e muito tenebrosos.
Fugirei assim que puder.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Hello

"Don't try to fix me, I'm not broken".

Na música Hello, Amy tenta mandar alguma mensagem aos pais, na época em que ela era criança e perdeu sua irmãzinha. Do álbum Fallen, essa era a única música que a Amy não conseguia cantar ao vivo porque ficava emocionada.
Tenho tido umas nostalgias de Evans e gravei um acústico desta música também para matar saudade.
André Soares, essa música é dedicada em especial para você, meu xinho.



O concurso da Rafa termina dia 28. Você já está participando do sorteio?
Check it out:  http://introspectors.blogspot.com.br/2014/02/concurso-diario-da-rafa.html



terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Todos dizem eu te amo



- Eu quero voltar para casa. Disse Von.
- Mas por que? Pensei que era feliz aqui em Paris comigo! Perguntou o confuso Joe.
- E eu era. Aqui é perfeito. Mas eu quero voltar para minha casa, para o Greg.
- Mas por que?
- Vai parecer loucura o que vou dizer, mas isso aqui foi um sonho. Sabe quando a gente tem aquela fantasia quando mais jovem, de encontrar a pessoa perfeita, morar na cidade perfeita e um apartamento com vista maravilhosa? Eu simplesmente realizei esse sonho com você. Eu, eu, eu... posso parecer louca, mas é o que sinto. Meu sonho se realizou, agora preciso voltar a vida real.
- Mas e seu dizer que tudo o que fiz foi para te conquistar? Os nossos encontros, as coisas que parecíamos ter em comum, os gostos, as histórias? E se isso tudo foi pesquisado por mim antes? Para te conquistar?
Von olhou séria e disse:
- Então o louco aqui é você.

Diálogo inspirado no filme de Woody Allen.

30 é o novo 20?


Photo by Cindy Matos quando eu tinha uns 20 kkkkkkkkkkkkk

Boa noite gente bonita!
Estou publicando num portal de leitura chamado Clube de leitura virtual e o tema da vez é sobre o livro de Honoré de Balzac: A mulher de 30 anos. Estava lendo alguns artigos sobre, e achei muito legal quando disseram que o 30 é o novo 20.
Caraca, quando fiz 25 anos, depois disso eu só me referia a "quase trinta", quando perguntavam minha idade. Sim, estou ficando idosa. Rs. É uma pressão parecida quando temos 16 anos e ficamos loucas para chegar aos 20. Depois disso a tendência é depressiva. Ah hahah. Ainda mais quando queremos e não queremos formar uma família, assim, tudo junto e misturado. Sim e não.
Visite o portal para seguir o tema.
http://ocheirinhodelivronovo.blogspot.com

E sobre o Concurso Diário da Rafa, ele ainda está no ar. Não deixe de mandar o e-mail para participar do sorteio. Veja as instruções aqui: Concurso Diário da Rafa

E fiquem tranquilo que não vou esquecer do Introspectors não. Hoje um colega me puxou a orelha falando para eu não ficar muito empolgada com o clube e deixar de lado meu mundinho de Bob não. Mas nunca!!

Hoje o alô vai para o pessoal do blog: Mulher de 30 Achei muito gracinha as tirinhas.

Inté!

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Caridade moral



 “Amemo-nos uns aos outros e façamos aos outros o que quereríamos que nos fosse feito”. 

(Trennnnnnnnnn)
Toquei o interfone.

- Lubylla tá ai?
- (Samira! É para você.)

- Amiga, está fazendo alguma coisa?
- Vou começar a reunião com meu pai.
- Ah!
- Sobe ai!
- Ah! Não quero atrapalhar. Estou voltando do culto e passei atoa. Volto outra hora.
- Sobe, menina!
- Ah não. Fico sem jeito de incomodar.
- Anda!

(Trenn) Abriu o portão.

Estavam a mesa: Lubylla, Lubyllo, Avô, o Marcelinho (criança) e um jarro d'água.

Sentei,  Lubyllo fez a oração e abriu um texto.
Um dos temas era sobre caridade.
Hoje aprendi que não existe só a caridade material, que é essa no qual ajudamos materialmente o próximo necessitado, mas a caridade moral é aquela em que suportamos uns aos outros, pessoas ignorantes, mal amadas, tristes, arrogantes, é quando nos calamos para dar voz à pessoa irada, porque nessa hora não adianta discutir a "relação". É saber tampar os ouvidos quando nos dizem coisas feias e que talvez não mereçamos. É quando auxiliamos essas pessoas a enxergarem o que estão fazendo de ruim primeiramente para si mesmos, e amá-las como a nós mesmos.

Essa semana mandei um e-mail rude para o dono de um blog e ele me escreveu de volta me abrindo os olhos sobre meu ato. Fiquei envergonhada porque com a educação dele, eu reconheci que me excedi. (Desculpa Marcos.)
Mesmo eu tentando ser uma pessoa melhor a cada dia, a minha parte humana ainda me decepciona.

Meu agradecimento de hoje vai a essa família de crença diferente da minha, mas de uma sabedoria e generosidade sem igual. Amo vocês e obrigada por me ensinarem algo especial essa noite.
Je vous aime.