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sábado, 27 de julho de 2019

VIDA - Mário Quintana

Photo: google.

"Não coma a vida com garfo e faca.
Lambuze-se!
Muita gente guarda a vida para o futuro.
Mesmo que a vida esteja na geladeira,
se você não a viver, ela se deteriorará.
É por isso que tantas pessoas se sentem
emboloradas na meia-idade.
Elas guardam a vida,
não se entregam ao amor,
ao trabalho, não ousam,
não vão em frente.
Não deixe sua vida ficar muito séria,
saboreie tudo o que conseguir:
as derrotas e as vitórias,
a força do amanhecer e a poesia do anoitecer.
Com o tempo,
você vai percebendo que
para ser feliz
você precisa aprender a gostar de si,
a cuidar de si e,
principalmente,
a gostar de quem também gosta de você."

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Cativa no subúrbio da nossa mente



A saudade de você ainda me cativa.
Cultivando na lembrança todas as histórias mal contadas, vividas ou inventadas.
Minha mente se mantém presa a você.
Não há uma noite se quer que você não se faça presente.
Assim como fantasmas que insistem em me atormentar.
Você se debruça nessa minha fragilidade, me sustentando sempre perto de ti.
Pergunto-me como estariam seus dias sem mim.
Na tentativa de te enxergar no meio de tantas atividades que você executa.
O tempo que não domino te afasta de mim.
Do tempo este que te falta, eu abomino.
A saudade que por ti ainda cativo.
Presa, sempre estarei te esperando voltar.
(Gabriella Gilmore)

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Sangria



Você só me procura quando sangra.
Te dei todos os sinais e mesmo assim você se zanga.
Tu não és santa.
Tu não és santa.
Fingiu gostar, fingiu se esconder, mas as mentiras só me afastaram de você.
A solidão agora será o seu alimento. A ti, não mais a tormento.
Bloquearam os cruzamentos, caminhos não existem mais não.
A alegria se foi com o sorriso de um palhaço que não mais existe.
Apesar do desejo e dos pensamentos que por ti ainda persiste.
Prefiro continuar olhando para frente, nem alegre, nem triste, apenas consistente. 
(Gabriella Gilmore)

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Sarau do Pão Total



Convidamos você a participar da VI Edição do nosso Encontro com poetas, escritores e amantes da Poesia de Governador Valadares e região. Dia 30 de novembro, sexta-feira, às 19h 30. Padaria Pão Total - Marie Caffe. Ilha dos Araújos.
Contamos com sua presença amiga. Até breve! 🌹

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Orkut affairs


Não acredito em milagres, ou melhor, acredito.
Não acredito mais no amor, ou melhor, eu me permito.
Não acredito na distância, ou melhor, ela é a minha saudade.
Não adiciono desconhecidos, oh! Que maldade.
(Gabriella Gilmore)


Ainda em ritmo de poesias para o Sarau do Pão Total no dia 30 de novembro, as 19:30.
Ontem, estava revendo alguns livros antigos, e achei 2 rascunhos de poemas dentro de um deles.
Nossa! Deve ser do ano de 2007/2008.
Não lembro de tê-los postado. Então, estou compartilhando com vocês.

Beijos e bom sábado!

Foto: google.com

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Minha ruína (poesia)

Foto:google.com


Hoje estou promíscua, raivosa, enjoada.
Estou nem triste nem alegre, estou apaixonada.
Sobre o efeito borboleta, vou levando minha vida.
Com ritmo, sem ritmo.
Com força, sem força.
Com amor, mas sem o meu amor.
Só quero uma razão para entender o motivo de eu estar assim.
É bom ou ruim?
Meu fim...
(Gabriella Gilmore)


sábado, 16 de junho de 2018

Orphan Black

by Gabriella Gilmore

(Inspirado na série Orphan Black)

A vida me fez em vários pedaços.
Cenas que desenrolam a cada espaço
Valores perdidos, valores restados
Areia nos meus olhos
Poeira em seus sapatos

Eu me vejo na íris dos seus olhos
Eles nos perseguem a todo vapor
Segredos nossos que abalaram à ética
Uma moral ficando sem sabor

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Um misto de mulheres


...porque ela acreditava em fadas, então eu passei a acreditar também.

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Oi oi oi tchutchucos da Gaby hahahhahah Fazendo a #FabiBertotti agora. ADORO!

"Cerveja" como são as coisas... tem como não amar o escrever? O criar? O interagir?
Estou super feliz com esta nova vibe que estou passando com o pessoal do R.L.
Tá que algumas vezes o descaso come solto, mas há sempre alguém que nos faz ficar, ou pelo menos estar mais presente.
Por esses dias ando trocando comentários com uma leitora/escritora e o amor fraternal foi quase que instantâneo e mútuo. Me fez relembrar os bons momentos do falecido orkut e suas festas virtuais ahahahahaha #oldschool para quem entender isso.
A postagem de hoje vai ser um textinho em parceria com a loirão PattyZÃO Costa.
Mana, thanks for saving me!
Bom final de semana estendido para todos!!! Amanhã começa a convenção dos primos Corrêas. Estou suuuper empolgada. Que este seja o primeiro de muitos.


" E na descoberta encoberta de linhas e entrelinhas

A união de laços redescobertos se fez
Não sabe-se nem como, e nem porque...
No misto da mulher de mil faces...
Da pele alva, e dos fios vermelhos feito o fogo...
Duas almas amigas formularam-se na tez.....



Uma empolgação que parecia coisa de amador
Mas sabe-se que amor com respeito não foi todo queimado
Naquele encontro do passado quando as bruxas desvairadas
Traíam uma as outras por causa de prazer
A sorte do renascer veio junto com a oportunidade de transcender
E assim se reencontrar  selando o que nunca foi perdido, o carinho...



E no tempo distante de outroras vividas,
Entre Brumas e Avalons...
No companheirismo ditado pela era vivida
Nada o tempo apagou...
Tudo em reciprocidade, a semente brotou....
Em bocas e livros envelhecidos pelos anos
De letras trocadas e afinidades descobertas....
Feito que escrito em eras...
O céu anunciou a volta...
E na magia, a redescoberta.



Assim segue as duas almas unidas
Saltitando de alegria feito crianças
Pois muito bem se sabe que o que fica
São as doces e eternas lembranças....



E feitas de lembranças
Duas almas feito Fênix, renascem....
Posto duas mulheres ,
No regozijo e plenitude da amizade....
Que carregam...
De Evas
As Mil faces...."

Dueto :  Gabriella Gilmore e Patty Costa !

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Ciranda


Quando a vida é um dilema
Não há muito o que fazer
Galileu gosta da Hanna
Até cansar de se perder

Hanna gosta do Filisteu
Que por não existir não gosta de ninguém
Ciranda cirandinha
Agora todos estamos aquém

G.Gilmore

domingo, 15 de setembro de 2013

Culpada

Vaguei pelo vale da sombra
Estava a sua procura
Fumaças me cegavam
Me deixando louca com tal fissura

Vozes diferentes por todo lugar
Eu começo a correr
Pensando em voz alta
O porquê de eu ter perdido você

Sentia gelada em lugar quente
Já estava escuro por lá
Estava perdendo as esperanças
De não conseguir mais te achar

Você tinha pedido minha mão
E insegura eu neguei
Agora tento me consertar
Do problema em que me enfiei

Me sinto culpada por
Ter te  deixado partir
Agora que já estou no vale
Não consigo mais sair

(reposting do site Recanto das Letras)